sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

ECUMENISMO MACABRO


ECUMENISMO MACABRO

Quarta-Feira, 19 de Fevereiro, 02:17 PM
Pastor Adventista de Ruanda e Filho Médico São Condenados por Genocídio
NAIRÓBI, Quênia (Reuters) - Um pastor de Ruanda e o filho dele foram condenados na quarta-feira a 10 e a 25 anos de prisão, respectivamente, por um tribunal da Organização das Nações Unidas (ONU) que os considerou culpados de terem contribuído para o massacre de membros da etnia tutsi.


Ecumenismo Macabro: 
Católicos, Protestantes e Adventistas Envolvidos no Genocídio de Ruanda
Fiéis ruandeses acusam padres católicos e pastores protestantes de ter estimulado a matança

ELIZABETH NEUFFER, da equipe do The Boston Globe
NYANGE, Ruanda - Antigamente havia uma igreja católica em Nyange. Construído numa colina perto de um grupo de casas, o templo de tijolos vermelhos, durante muitos anos, foi procurado pelos fiéis em momentos difíceis.
Assim, quando em 1994 a milícia liderada por hutus iniciou a chacina da minoria tutsi, milhares de pessoas correram para a igreja em busca refúgio. Mas, em vez disso, encontraram a morte. Um padre, Athanase Serumba, é acusado pelos sobreviventes de ter apressado a ação dos soldados que atacaram o edifício e o destruíram.
Hoje, tudo o que resta da igreja de Nyange são pilhas de escombros e quatro cruzes de madeira, assinalando valas comuns. A crença da comunidade no catolicismo - que já foi muito firme - também virou ruínas.
"Eu perguntei: Padre, pode me ajudar?", lembra Charles Kagenza, um sobrevivente da chacina cegado e espancado pela milícia hutu, ressaltando: "O padre respondeu - não posso fazer nada por você." E acrescentou: "Como eu poderia continuar a ter fé?"
Enquanto Ruanda se esforça por absorver o genocídio de 1994 e submeter os responsáveis à Justiça, surgem provas de cumplididade de membros das igrejas Católica, Protestante e Adventista ruandesas no derramamento de sangue que custou a vida de mais de 500 mil tutsis e hutus moderados.
Segundo grupos de direitos humanos e sobreviventes do massacre, embora membros do clero e trabalhadores religiosos também tenham sido assassinados e alguns morreram defendo sua congregação, outros fecharam os olhos ao crime e até encorajaram os assassinos.

Justiça Americana Decide Extraditar Pastor Adventista Acusado de Genocídio em Ruanda
Foram necessários quase cinco anos de discussões jurídicas e uma assinatura  da
secretária de estado Madeleine Albright na última semana. Mas os Estados Unidos
vão mesmo devolver para a África o, agora aposentado, pastor ruandense Elizaphan Ntakirutimana, acusado de genocídio. É a primeira vez que um acusado que vive na América é extraditado para uma corte internacional.  Aos 75 anos de idade, o ex-presidente da Associação de Ruanda esgotou todas as suas possibilidades de apelação, e os policiais federais norte-americanos já estão preparados para escoltá-lo ao Tribunal Criminal Internacional das Nações Unidas, na Tanzânia. Ele enfrentará acusações de genocídio e crimes de contra a humanidade durante os massacres ocorridos em 1994. 
De origem Hutu, o "pastor" Ntakirutimana reuniu num sábado milhares de irmãos de origem Tutsi nas dependências da igreja com a falsa promessa de protegê-los e comandou então um batalhão de soldados milicianos encarregados de os assassinar.








MINHA IRMÃ, ISTO É VERDADE, MAS NAO PODEMOS ESQUECER QUE NOSSA IGREJA PEGOU EM ARMA NA PRIMEIRA QUERRA MUNDIAL NA ALEMANHA PARA MATAR SERES HUMANOS EM DEFESA DO GOVERNO AUTORITÁRIO ALEMÃO, E QUE NA ATUALIDADE ESTÁ MATANDO MILHARES DE PESSOAS COM A MALDITA LINGUA, OU SEJA, NÃO ESTAMOS SENDO MELHORES QUE OS JESUITAS, É MUITO BOM FICAR JOGANDO PEDRAS NOS ERROS DOS OUTROS E DEIXANDO OS NOSSOS SENDO CONSERVADOS COM A DESCULPAS QUE DEUS VAI EXTIPAR. GRANDE ENGODO É ESSE, VAMOS PRIMEIRO CONCERTAR NOSSOS ERROS PARA DEPOIS TERMOS MORAL PARA FALAR DOS ERROS DOS OUTROS, JESUS DISSE: HIPÓCRITA, TIRA PRIMEIRO A TRAVE QUE TÁ EM TEU OLHO PARA DEPOIS TIRAR O CISCO DO OLHO DE TEU IRMÃO. ESTA É NOSSA CONDIÇÃO, VAMOS DEIXAR DE SER HIPOCRITA COMO JESUS QUER. VC MIRA, É O GRANDE AMOR DE DEUS.

Jesuítas: Os Assassinos do Vaticano

Objetivos da Ordem Jesuíta 
A Ordem Jesuíta foi fundada pelo ex-soldado espanhol Inácio de Loyola, para combater a Reforma Protestante,  seguindo à risca todos os dogmas do Concilio de Trento, o que tem feito, desde a sua fundação oficial, em 1540. Seus principais objetivos eram.
1.   Destruir as três grandes religiões, que não obedecem ao papa, isto é,  a  Igreja Ortodoxa (Grega e Russa), o Islamismo e, principalmente, o Protestantismo. Destruir, tambem, o povo judeu e todos os dissidentes de Roma considerados hereges.
2.   Criar uma Nova Ordem Mundial, através da dissolução de todos os governos democráticos e liberais, a fim de estabelecer um governo absolutista único, sob a égide do papa de Roma, como na Era das Trevas.
3.   Construir o Templo de Salomão em Jerusalém, de onde o papa de Roma governaria o mundo, econômica, política e espiritualmente, através do Papa Negro (seria o governo do Anticristo dirigido pelo falso profeta).
Os planos para o estabelecimento  desse governo já haviam sido delineados antes da perda dos Estados papais, conforme reunião secreta dos líderes jesuítas, em 1825, um resumo da qual vamos apresentar, extraído do livro 'Vatican Assassins' (750 ps., das quais 50 de bibliografia) de Eric Jon Phelps (ps. 365-369), citando o Apêndice I do livro 'The Jesuits History', de Hector Macpherson, da Ozark Book Publications, edição de 1997. Leiamos a seguir.
Em 1825, onze anos após o reavivamento da Ordem Jesuíta, teve lugar, no Colégio Jesuíta Chieri, na cidade de Turim, Itália, um encontro secreto dos líderes da Ordem, durante o qual foram discutidos os planos para o fortalecimento do poder do papa, no mundo inteiro, e para o estabelecimento de governos que apoiassem os esquemas e ambições dos Jesuitas. Os que a estes se opusessem deveriam ser esmagados sem piedade.
Um Jesuíta jovem chamado Leone, favorito do reitor do Colégio (o qual viria a se tornar, em seguida, o General da Ordem), era o taquígrafo dos discursos e discussões ali apresentados. Essas notas foram depois publicadas por um editor francês e, em 1848, foram traduzidas para o Inglês e inteiramente autenticadas, podendo ser vistas no Museu Britânico, onde se encontram guardadas. Leiamos os planos.

A - Plano a longo alcance para um governo mundial
A primeira geração (1825-1865) não nos pertencerá. A segunda (1865-1905) quase nos pertencerá. A terceira (1905-1945), sem dúvida alguma, nos pertencerá.
Sabemos que o nosso desejo é estabelecer um Império Mundial  [A partir de 1945, tendo se aliado aos vencedores da II Guerra Mundial, quando viram que Hitler estava perdendo a guerra, os Jesuitas tomaram as seguintes providências:
* transportar para os bancos da Suiça e América todo o ouro dos nazistas, o que foi feito através do 'Trem da Misericórdia'.
* Aplicar esse dinheiro para enriquecer o Vaticano, a fim de corromper os governos e as consciências individuais, através do poder econômico.
* Contrabandear os criminosos de guerra nazistas, colocando-os em postos chaves para influenciar os destinos da nação mais rica do Ocidente, os Estados Unidos da América.]

B - Trabalhando em silêncio e usando a falsidade         
Vamos dar preferência a uma guerra secreta, evitando qualquer exposição à publicidade. Cada bispo deve agir rigorosamente sobre o seu rebanho, sendo gentil, porém inflexível. Ele deve ser orientado a assumir a humildade de um cordeiro... para ganhar todos os corações. Mas que também saiba agir com ferocidade, quando tiver de defender os direitos da Igreja... Que nada nos possa diferenciar dos outros homens, em matéria de aparência. Exteriormente, todo católico deve ser sociável, acalentando, ao mesmo tempo, dentro de si, um ódio concentrado e indômita antipatia pelos inimigos.

C - Promovendo Revoluções e guerra entre as classes, para desalojar os governos oponentes.
Quando a ebulição (estado de efervescencia), que estamos fomentando secretamente, tiver atingido o clímax, a tampa do caldeirão será repentinamente removida e então derramaremos o nosso fogo liquido sobre os políticos intrujões, os quais são ignorantes e desatentos, a ponto de nos servir de ferramentas (Hitler, Mussolini,  Pavelic, Dolfuss, Stalin, Roosevelt, na II Guerra Mundial). Desse modo, nossos esforços resultarão numa revolução digna desse nome, a qual combinará, numa conquista universal, todas as conquistas já realizadas. [Nota: Isso já aconteceu com o estabelecimento da União Européia, em conseqüência da II Guerra Mundial, da Guerra Fria e da queda do Muro de Berlim.]
Para não perdermos de vista esse objetivo maior, as pessoas devem ser moldadas conforme o nosso propósito... Sim, o povo é o vasto dominio a ser  conquistado... As classes mais altas têm sido sempre inacessíveis às mais baixas, portanto devemos alimentar entre elas a antipatia mútua. Vamos acalentar o populacho, que é, sem dúvida, um implemento de poder. Que possa este nos considerar seus calorosos defensores, favorecendo os seus desejos  [Nos Estados Unidos, o Movimento  dos Direitos Civis dos Negros, no  Brasil o Movimento dos Sem-Terra]. Devemos alimentar o fogo de sua ira, abrindo diante dele (o populacho) a esperanca de uma Era de Ouro (Nova Ordem Miundial). [Nota: Depois disso, quem pode duvidar que os 'Protocolos dos Sábios de Sião' sejam obra dos Jesuitas  e  não dos Judeus?]

D - Influenciando os grandes e poderosos
É sobre os grandes que devemos exercer particular influência. Devemos levá-los a crer que, num período tempestuoso, não existe segurança alguma para eles, a não ser que usem a nossa mediação. Devemos mostrar-lhes que a causa de todo o mal e da fermentação das massas vai permanecer, enquanto existir o Protestantismo, devendo este ser sumariamente erradicado. (grifo nosso)

E - Usando autores e escritores
Devemos, de todas as maneiras, garantir a ajuda dos pensadores modernos, qualquer que seja a natureza de suas opiniões. Se puderem ser induzidos a escrever em nosso favor, devemos pagar-lhes bem, quer seja em dinheiro, ou em elogios (Concelho Americano de Relações Exteriores).

F - A Irlanda - e nossa esperanca
Pais iniciados (Jesuítas professos), grandes são as esperanças que tenho nas energias da NOSSA IRLANDA. Ela é a nossa campeã. Devemos ungi-la, efetivamente, com o nosso óleo, de modo que, ao contender com o seu tirano (Inglaterra), ela possa sempre escapar de suas garras. Em quantas armadilhas vai  se meter a loba britânica, se apenas escutar os nossos conselhos... E o que não faremos com um povo idiota, salvagem e faminto (os irlandeses)? A Irlanda poderá vir a ser o nosso Sansão, derrotando os filisteus com uma queixada de jumento.
Agora vocês já sabem qual foi o batismo de fogo que derramei, na Irlanda,  sobre as cabeças dos meus penitentes, no confessionário, dizendo-lhes.
'Pobre povo! Quanto eles vos têm degradado... Olhem para esses grandes senhores de terras, circulando em meio às riquezas, devorando a terra e zombando de vocês... E, contudo, se vocês soubessem usar a força que têm, seriam bem mais fortes'. [Nota. Essa tem sido a maneira de agitar os pobres católicos irlandeses contra os Protestantes ricos, a fim de justificar o comunismo socialista].

G - Uma raça católica dominante
O povo católico é o sucessor do povo de Deus (Israel) e, conseqüentemente, os hereges,  são os inimigos, que temos obrigação de exterminar (grifo nosso). Podemos dizer que Deus nos destinou para o extermínio desses cananeus, ou seja,  todas as nações que se recusam a entrar na unidade da Igreja, e que o Vigário de Cristo (o papa) foi nomeado para excecutar esse julgamento, no devido  tempo.

H - Ódio aos Protestantes
Tudo nos sairá bem, contanto que possamos conseguir que um católico, desde a mais tenra infância, possa abominar até mesmo a respeiração de um herege.
Os católicos devem ser imbuídos desse ódio contra os hereges, quem quer que sejam eles, e que esse ódio continue aumentando e os conserve sempre unidos, através do mesmo. Mas que tal sentimento jamais seja demonstrado (Ecumenismo), até que possa  explodir no dia oportuno. [Nota: Atenão, Protestantes ecumênicos, vejam o que nos aguarda, no dia da vinganca do Papa Negro]. Que possamos combinar o nosso ódio secreto com o máximo de esforço, no sentido de separar os elementos confiáveis, de todo governo inimigo, a fim de empregá-los, quando formarem um corpo unido, para desfechar os golpes mortais contra os hereges. (Usaram a NKVD de Stalin e a SS de Hitler para liquidar os Judeus e os Protestantes, na Rússia, durante a II 'Guerra dos Trinta Anos', isto é,  a I e  II Guerras Mundiais - 1914-1945).
Quando chegar a noite, vamos pagar-lhes em moeda sonante, como se estivéssemos na idade Média. Que eles se gloriem de que nenhuma centelha resta agora sob as cinzas das estacas, a fim de podermos atear novos fogos... Eles nem sequer imaginam que somente nós sabemos  como preparar uma revolução [que foram as duas Guerras Mundiais], diante da qual as outras foram apenas infimas insurreições. Quando nos chamam de 'Jesuítas', eles pensam estar nos cobrindo de opróbrio. Contudo, nem suspeitam que lhes temos reservado o embargo da censura e as chamas, para o dia em que formos os seus senhores.

I - Destruindo os Protestantes
Guardemos no recôndito dos nossos corações  o princípio de que  -  qualquer um que não se juntar a nós devera ser ANIQUILADO e estejamos prontos a fazer issso, tão logo tenhamos os meios (já o conseguiram atraves do Federal Reserve Bank, USA, e da União Europeia).
O Protestantismo já está se desgastando e afundando. Sim, podemos nos gloriar de sua lenta agonia, marchando sobre o seu esqueleto e sobre os seus ossos dispersos. Vamos apressar a sua dissolução, através de nossos esforços combinados [Ecumenismo + Movimento Carismático]. O Protestantismo está se decompondo [Movimentos ocultistas, copiados dos cursilhos católicos, que separam as Igrejas evangélicas]. Temos altas personalidades, já por nós convencidas, de que se contiuarem defendendo o Protestantismo, estarão perdidas [Billy Graham, Robert Schuller, Elizabeth II, Tonny Blair, Bill Clinton, Georg Bush, e outros]

J - Visão da Bíblia
Ora,  a Bíblia (Versão Autorizada de 1611 - King James Bible), essa serpente de cabeça erguida e olhos flamejantes, nos tem ameaçado com o seu veneno, à medida que se arrrasta pela terra. Contudo, ela será trocada por outra [a Revised Version inglesa e as sucessivas versões modernas, que têm aparecido, como a Today`s Version, a New King James, a Good News Bible, a NIV, etc., todas elas embasadas nos corrompidos textos pro-Vulgata Latina, de Westcott e Hort, a partir de 1881, as quais seguem as normas do Concílio de Trento, e têm sido espalhadas em todo o mundo pelos Jesuitas, a começar de Dublin, Irlanda, como o golpe de misericórdia contra o Protestantismo]... Durante estes últimos séculos (1611-1825) esta áspide não nos tem dado descanso. Bem sabeis em que confusão ela nos tem colocado e com que presas venenosas nos tem mastigado (ênfase nossa).

Agora fala a tradutora:
Estas palavras ditas numa reunião secreta dos líderes jesuitas, em 1825, levaram 175 anos para se transformar em realidade com a criação da União Européia. Com o lançamento do Euro, em 2002, logo surgirá a necssidade de uma união religiosa, visto como já existirá a união econômica/política/monetária. Agora, se vocês não entenderam as palavras daquele arcebispo brasileiro entrevistado pela TV, falando de 'maior união religiosa entre os povos', posso explicar. No Consistório recentemente realizado em Roma, com a presença de todos os cardeais da Igreja, a pauta principal foi a instituição da Unidade Religiosa, ou seja, a Religiao Mundial, encabeçada pelo Papa (branco) em ofício e garantida pelo Papa Negro, o Conde Peter Hans Kolvenbach, que já tem em suas mãos o poder mundial. Os Jesuítas controlam o Federal Reserve Bank, o Bank of America, a CIA, o FBI, a Imigração, a Seguranca, as multinacionais de petroleo, ferro, aco, etc., enfim controlam toda a economia ocidental, segundo afirmam, com farta e confiável documentação, três dos maiores historiadores e pesquisadores de Catolicismo Romano do século XX - Avro Manahattan (The Vatican Billions), Dave Hunt (A Woman Rides the Beast) e Eric Jon Phelps (Vatican Assassins), autores de grandes bestsellers americanos.
Diz Phelps que, quando a Ordem incrementou os divertimentos (como os filmes de Hollywood a Disneylândia e a TV, por exemplo, bem como os grandes campeonatos de beisebol e futebol, e as olimpiadas mundiais), estava apenas tentando anestesiar os sentidos do povo americano, para que este não se apercebesse do perigo que se aproximava. 
Com um simples corte sumário de energia elétrica, nos países do Ocidente, o Papa Negro pode destruir, em poucos dias, a soberania de todos eles. Já não podemos resistir ao abraço de urso com que Roma se preparou para nos esmagar.
Leiamos a Biblia e oremos de joelhos para que Deus nos de força para a tribulação e o martírio que se aproximam, a fim de não renegarmos o Nome Santo e glorioso do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo, 'crucificando-O novamente e expondo-O ao vitupério' (Hebreus 6.6-c), com a nossa covardia de cristãos imaturos, que preferem ficar, horas e horas, na frente da maior ferramenta dos Jesuitas, a TV, em vez de ler e pesquisar a santa Palavra de Deus, a Biblia King James (no Brasil, a Almeida Revisada Fiel, da Sociedade Bíblica Trinitariana). Meus irmãos, leiam agora Mateus 22:29; João 17:17 e 2 Timóteo 3:16-17.
Mary Schultze - 08/06/01, 'Vatican Assassins', Eric Jon Phelp, págs. 365-369.


MIRAILDE - MUITO OBRIGADA IRMÃO EURIAS.
Acredito que vc deve ter falado do que está cheio o seu coração.
Acedito que vc não conhece ninguém mais do que conhece vc mesmo.
Espero que as palavras de aconselhamento que vc me deu, já tenha
pelo menos começado a ser praticado por vc que defedeu e acusou
quem vc achou por bem. A igreja, creio eu que vc conhece o que lhe
é permitido conhecer, mas as pessoas, não, Jesus vem buscar uma
igeja viva não uma instituição. Veja o peso das suas palavras, e a quem
 vc quer ferir com elas.
(E QUE NA ATUALIDADE ESTÁ MATANDO MILHARES DE PESSOAS COM A MALDITA LINGUA, OU SEJA, NÃO ESTAMOS SENDO MELHORES QUE OS JESUITAS, É MUITO BOM FICAR JOGANDO PEDRAS NOS ERROS DOS OUTROS )
Viu como suas palavras falam de vc mesmo? Que testemunho vc deu com vc mesmo.
Maldita língua!!!.
Deus te abençoe e te guarde!

PROSCRIÇÃO E ESQUECIMENTO
Este Movimento da Reforma foi logo colocado em risco. Nossa posição positiva contra a violência e o derramento de sangue, além da observância do dia de descanso idêntico ao dia de descanso dos judeus, que foram adversários declarados de Hitler, naturalmente sofreu provações e perseguições. Não demorou muito até que os fatos começassem a ocorrer. O Movimento da Reforma foi declarado como inimigo do Estado e publicamente proscrito pelo edito de 28 de fevereiro de 1933, No. 1; e em 29 de abril de 1936, foi oficialmente proscrito e toda propriedade confiscada. Voltaremos ao assunto depois.
O Adventobe (O Mensageiro Adventista), órgão oficial da Igreja Adventista Alemã, de 1 de janeiro de 1937, mostrava os estudantes do ministério Adventista em Friedensau alinhados em uniformes nazistas em frente ao seminário enquanto oficiais do governo os inspecionavam. Foi declarado: “Friedensau pertence àquelas comunidades que têm votado 100 % favorável ao Fuhrer.” Um ex-presidente da Conferência Geral (o pastor C.H.Watson – 1931) até mesmo respondeu uma pergunta ao dizer: “Podemos louvar a Deus por termos o governo atual. Hitler recebeu o seu poder de Deus.”

Declarações em documentos adventistas, tais como esta a seguir, demonstram a triste tendência: “Estamos agora no meio de um tumulto de eventos de mudanças de amplidão mundial. Uma grande época deve encontrar um grande homem ... Portanto, não somente nos submetemos de boa vontade mas também com muito prazer realizaremos cada trabalho requerido. Para aqueles que perderam suas vidas nesta realização podemos citar as palavras de Jesus: ‘Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos.’ (João 15: 13). Lembremo-nos de  todos os homens que lutam e especialmente nossos irmãos, que estão preparados para arriscar as suas próprias vidas pela terra natal e por aqueles que são deixados para trás. Vamos também orar a favor do Fuher e seus associados.” – Adventobe, 1 de outubro de 1939.

ROMÊNIA 1924
“O serviço militar e a participação na guerra não estão fazendo uma aliança com o mundo, nem defendendo a Babilônia. A participação na guerra é simplesmente um dever; com respeito à guerra os nossos jovens também cumprirão o dever deles no dia de descanso.” - Prophecy, por P.P.Paulini, p.39.
YUGUSLÁVIA 1925
“O ensino da Escritura que  diz: ‘Dê a César o que é de César e a Deus o que é de Deus’ corresponde aos adventistas em todo sentido. Atendem conscienciosamente ao tempo do serviço militar que é requerido deles, com armas nas mãos, na paz assim como na guerra; e um número significante de adventistas foram provados na Guerra Mundial por meio de sua coragem, e muitos trazem no peito uma medalha do mais alto reconhecimento em razão da sua bravura.” – Adventizam, p.53.
RÚSSIA 1924 e 1928
“Estamos convencidos que Deus por meio da sua providência, guiou o coração de nosso inesquecível W.J.Lenin, e deu-lhe e também aos seus companehiros sabedoria para trazer as únicas e oportunas declarações para o mundo hoje. Por esta razão os Adventistas do Sétimo Dia querem ser os melhores cidadãos na crença na República Socialista Federal. A doutrina dos Adventistas do Sétimo Dia permite aos seus membros a liberdade de consciência com respeito ao dever militar, e não tenta ditar-lhes como eles devem agir , considerando que cada pessoa deve ser responsável por si mesmo com respeito ao problema militar, de acordo com a sua própria consciência.” - Presidente H.J.Loebsack, Comitê da Conferência.
Membro da Comissão Executiva da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Yuguslávia 1925
Membro da Comissão Executiva da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Yuguslávia 1925


















                                                            
“O sexto congresso dos Adventistas do Sétimo Dia, em 1928, declara e decide que os Adventistas do Sétimo Dia são obrigados a dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, a saber, servir o estado pelo exército em todas as formas de serviço, de acordo com a lei estabelecida para todos os cidadãos.” – Resolução tomada pela Igreja Adventista do Sétimo Dia da Rússia, Moscou, 19 de maio de 1928.

Líderes da IASD Estimularam a Transgressão do Sábado e a Submissão ao Estado Nazista

Em circular datada de 3 de junho de 1936, por exemplo, E. Gugel, presidente de uma associação, enviou aos membros da igreja as seguintes instruções:
"Para ser lido em voz alta em todas as igrejas no Sábado 6 de junho:
"Prezados irmãos e irmãs em Cristo, em 18 de maio de 1936, as autoridades do Governo expediram decreto do qual apresentamos um trecho:
" ‘O Ministro da Ciência, Educação e Instrução Nacional julga não ser mais possível manter a posição especial concedida até agora às crianças adventistas em relação ao Sábado. Em conformidade com isso, todos os regulamentos de exceção à freqüência escolar de menores adventistas aos Sábados, foram abolidos.’ (Isso se refere tanto aos regulamentos de fevereiro de 1934 como aos anteriores).
"Em resposta à pergunta dirigida ao Departamento do Interior, bem como ao Departamento de Cultos Públicos, referente a fazermos nova petição, disseram-me que essa decisão era irrevogável. Devemos deixar que a Providência Divina decida se haverá num futuro próximo a possibilidade de fazermos outra petição. Faremos o possível. Considerando que, por agora, não vemos possibilidade de o regulamento ser abrandado, precisamos definir nossa atitude. Na América do Norte e na Inglaterra não há aulas em nenhuma escola aos Sábados. Portanto, essa dificuldade não existe ali. Até 1919 e 1921, respectivamente, não tivemos problemas quanto à obrigatoriedade de comparecimento às aulas no Sábado. Individualmente, irmãos nossos foram bem-sucedidos aqui e ali em obter dispensa. Alguns conseguiram isso enviando seus filhos para escolas particulares. Os mais pobres não puderam fazê-lo. Contudo, no futuro, mesmo as escolas particulares não poderão fazer exceção. Apesar disso, por 15 anos desfrutamos o privilégio que nossos irmãos e irmãs em muitos países da Europa não possuíam. Lamentavelmente, alguns entre nós não o apreciaram devidamente. Na Suíça livre as autoridades são inflexíveis nessa questão. Ainda que os pais paguem pesadas multas e de vez em quando sejam lançados na prisão, nada [212] obtiveram e finalmente cederam. Na Áustria, Hungria, Checoslováquia, Bulgária, etc. ... nossos irmãos e irmãs são adventistas tão bons quanto nós aqui (Deus queira!).
"Depois de termos feito tudo, realmente não creio que o Senhor considere
1. Na Alemanha
"Estamos agora em meio a uma tempestade de acontecimentos que abalam o mundo....
"Nunca devemos esperar que nos países deste mundo sejam realizados os princípios do reino de Deus. Eles têm suas próprias legislações, segundo a vontade de Deus. Se não fosse assim, a Escritura Sagrada não poderia falar das mesmas como sendo ordenadas por Deus. Por isso é que nos sujeitamos, não só voluntariamente, mas de bom grado, a cada serviço exigido de nós. Quem neste (serviço) perder sua vida bem poderá gloriar-se com as seguintes palavras: 'Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém sua vida pelos amigos'. (João 15:13). Lembremo-nos dos nossos varões combatentes, e particularmente dos irmãos que arriscam suas vidas pela pátria e pelos que ficaram em seu lar! Oremos também pelo Fuehrer e seus colaboradores.Der Adventbote [Periódico adventista publicado na Alemanha] 1/10/1939.
"Enquanto nossos irmãos, pais e filhos, além das fronteiras se empenhavam na mais feroz batalha, afanando-se, de vitória em vitória, pela grandeza e futuro da pátria, sentimos a intervenção de Deus no mundo, nos acontecimentos testemunhados nestas poucas últimas semanas. Em silenciosa adoração, agradecemos a Deus que, em Sua sábia providência deu o Fuehrer ao nosso povo.
"Ao mesmo tempo não podemos como também não queremos permanecer calados. Isso provamos no passado e agora estamos novamente provando, porque é uma santa decisão pôr em ação a vontade de Deus. O orgulho que como compatriotas alemães sentimos nas grandes vitórias de nossos soldados, é para nós um novo incentivo para imitá-los na frente de batalha da pátria e mais conscienciosamente empregar nossa força para a vitória.Was tun die Adventisten in der Wohlfahrtspflege? [Relatório do Serviço Social Adventista de 1939, na Alemanha].
"Jamais esqueceremos o momento em que nos foi anunciada a entrada em vigor do armistício com a França. ...
"Recobramos a coragem, pusemo-nos a trabalhar e, como estávamos diante das necessidades, lutamos como nunca dantes. E Deus inverteu a balança do destino ao nosso favor.... A Alemanha crê nos sacrifícios que humanamente fizemos até os limites de nossa capacidade, e também crê num Deus que está abençoando nossa batalha humana. Este sentimento foi expresso em palavras alegres porém humildes, e se implantou em nossos corações ao ser cantado em santas melodias e à medida que ressoavam dos campanários. E permanecerá até a última etapa da batalha, que nos trará a vitória sobre o último adversário, e então teremos paz.
"Quão gloriosa é a hora da vitória! Nós, que uma vez fomos ignominiosamente enganados acerca da vitória e da paz justa, provamo-la agora, com calmo e profundo júbilo, todavia sem qualquer arrogância.... Isto não é mera fraseologia hipocritamente piedosa; é uma declaração feita com o sentido da responsabilidade perante Deus. ...
"Luta e sacrifício ainda serão necessários. Para quê? Ora, isto é suficientemente claro. Pensar na vitória significa pensar em tarefas ingentes. Um povo que não pôde ser intimidado por quaisquer inimigos armados ou ameaças, não se eximirá aos últimos esforços em direção ao alvo, nem a tarefas futuras, não importa quão grandes sejam. Fomos colocados neste mundo para lutar e trabalhar. ..." Der Adventbote [Periódico adventista publicado na Alemanha], 15 de julho de 1940.
"Como soldados de vanguarda, deixamos nossos lares e nossos negócios e aqui estamos para defender a pátria nestes postos mais avançados.Der Adventbote [Periódico adventista publicado na Alemanha], 1 de junho de 1941.

"Vivemos hoje em tempos momentosos e agitados, em que nosso destino jaz diante das mais graves decisões e pesadas tarefas. Estamos em meio a uma guerra terrível e total. Esta batalha está sendo sem dúvida travada direta e principalmente por nossos soldados no exterior, no front, mas como esta é a maior luta possível, a nação inteira nela toma parte. Todos os compatriotas alemães são no mesmo grau combatentes e por isso todos devem agir e lutar como soldados no pleno sentido da palavra. Devem ser bravos, cautelosos, abnegados, e demonstrar senso do dever, como se o resultado dependesse de cada um individualmente. Deste modo, a vitória está igualmente implantada no coração de cada um de nós. Qualquer que seja o posto em que estejamos, cumpre-nos provar, cada dia e cada hora, que somos guerreiros valentes, dignos de nossos heróicos irmãos do campo de batalha. Só um pensamento nos deve hoje dominar: Como posso ajudar a alcançar a vitória? Para este alvo devemos dirigir todas as nossas comissões e omissões, toda a nossa fala e nosso silêncio, todos os nossos desejos e exigências. Esta extensíssima guerra requer de todos os companheiros alemães os máximos e mais elevados esforços em todo um tempo de expectação, sofrimento, sacrifício e luta."   Gegenwarts-Fragen [Periódico adventista publicado na Alemanha], 7 de novembro de 1941.

St. Martins's Press, Inc., New York, N.Y., 1998. [Texto extraído das págs. 17-21]

Adventists in Nazi Germany
The Silent Church, Human Rights, and Adventist Social Ethics
Zdravko Plantak
St. Martins's Press, Inc., New York, N.Y., 1998. [Text excerpted from pp. 17-21]

Adventists in Germany
The German Adventists seem to have fallen short of their proclamation of religious liberty at the time of World War I, between the two wars and during World War II. In imperial Germany, most Adventists espoused extreme nationalism and active military collaboration. An Adventist author argued n December 1915 that 'the Bible teaches first, that participation in war is not against the sixth commandment; second, that fighting on the Sabbath is no transgression of the fourth law'. The German church leaders, however, recognised the error of their policies after the war and confessed their loyalty to the worldwide Adventist community at the European Division meeting at Gland, Switzerland on 2 January 1923.
This declaration, however, was weakened by an additional pronouncement which recognised that each member possessed 'absolute liberty to serve his country, at all times and in all places, in accord with the dictates of his personal conscientious conviction'. This statement allowed German Adventists to repeat the mistake from the First World War during Hitler's regime under the Third Reich.
As Erwin Sicher has rightly observed in 'Seventh-day Adventist Publications and the Nazi Temptation', Adventists failed in numerous ways in regard to the Nazi regime. As early as 1928, before Adolf Hitler came to power, Adventists were calling for a strong Führer. Article after article dealt with this Führer ideal in German writings as well as in Adventist publications.
Later, Adventist writers welcomed the apparent rebirth of Germany in their publications and also by vote. The Adventist town of Friedensau had voted by 99.9 per cent for the Nazi parliamentary state. When some Adventists refused to salute the Swastika flag and to use the Hitler greeting, the President of the East German Conference, W. Mueller, argued that it was bad for the church's image. He concluded that 'under no circumstances did any Adventist have the right to resist the government, even if the government prevented him from exercising his faith. The resistance would be unfortunate because it would mark Adventists as opponents of the new state, a situation that should be prevented. Another prominent Adventist writer and the editor of various Adventist church papers, Kurt Sinz, saw Hitler's strong command at the beginning of National Social rule as designed by God. Otto Bronzio went a step further, saying in the official Adventist paper, Der Adventbote, that 'the National Socialist Revolution was the greatest of all time, because it made the maintenance of a pure inheritance the basis of its ethnic life'. Some suggest that what he meant may be gleaned from a boxed quotation from Hitler-on the question of blood-which appeared on the same page.
This idea of a 'pure inheritance', instigated by Hitler and carried throughout the German nation, also afflicted German Adventists. Although blatant racism seldom appeared in Adventist publications, Adventists did frequently print negative comments about the Jews, they tacitly supported sterilization of the mentally disabled, and many were caught in the quickened pride of German nationalism. The same doctrine of German superiority to other nations was carried into Adventist education in Germany where students were encouraged to learn to 'will and to think in German'. To will in German was a mystical Nazi concept; for, the Party taught, Germans 'will' differently from any other nationals. Educator W. Eberhardt insisted, in addition, that Adventist schools nurtured 'the National Socialist Spirit' between class periods, when they reviewed the news, studied Nazi ideals and sang German national songs.
With growing pressure for greater collaboration, many Adventists of all age groups joined Nazi organizations such as the Hitler Youth, the BDM (Association of German Girls), the Labour Service and the German Red Cross. All these clubs were designed for the purpose of Nazi indoctrination, and although Adventists knew that a significant percentage of the Labour Service participants were members of the SA, SS and Stanhelm, the most fanatical Nazi groups who indoctrinated and militarized the youth, they approved of participation in the clubs. Johannes Langholf strongly supported the Labour Service. He wrote in Aller Diener, 'We expect every member to follow the divine command, "pray and work". It would be absolutely contrary to our understanding if we refuse the Labour Service.' Patt suggested that the principal reason for Adventists joining the Nazi Labour Front was unemployment and other economic hardships and that 'most Adventist workingmen succumbed to the pressure and became members of the labor service to save their families.' Yet, joining a party organisation was not obligatory, and some joined the party as well.
In Germany Adventists supported Nazi foreign policy and, eventually, the war. Possible lack of access to reliable information and, as a result, a misconception of the real situation led them to believe that their Führer was 'a man of peace'. When Austria was incorporated into the Reich, German Adventists 'shared in the happiness over Austrians' return home to the motherland'. They believed that by God's help and through 'God's assistance our capable Führer Adolf Hitler became the liberator of Austria'. After the liquidation of Czechoslovakia on 16 March 1939, Adventists still raised no objections. Even for this act of cruelty and oppression they found some justification. Then came the attack on Poland which the whole of Europe recognised as an act of aggression. Nevertheless, in an editorial Sinz could write that in view of the 'inhuman tortures our Volkskomrads have suffered among this foreign people', the German attack was probably justified. Adventists continued to support Hitler and celebrated his 51st birthday 11 days after war had escalated in the West with the German invasion of Denmark and Norway on 9 April 1940. The Adventist Morning Watch Calendar although printed four months earlier stated:
Trust in his people has given the Führer the strength to carry through the fight for freedom and honour of Germany. The unshakable faith of Adolf Hitler allowed him to do great deeds, which decorate him today before the whole world. Selflessly and faithfully he has struggled for his people; courageously and proudly he has defended the honour of his nation. In Christian humility, at important times when he could celebrate with his people, he gave God in Heaven honour and recognised his dependence upon God's blessings. This humility has made him great, and this greatness was the source of blessing, from which he always gave for his people. Only very few statesmen stand so brilliantly in the sun of a blessed life, and are so praised by their own people as our Führer. He has sacrificed much in the years of his struggle and has thought little about himself in the difficult work for his people. We compare the unnumbered words, which he has issued to the people from a warm heart, with seeds which have ripened and now carry wonderful fruit.
It is ironic that while Adventists had insisted upon religious liberty, they did not raise a voice against the persecution of countless Jews. Instead, they even disfellowshipped those of Jewish background. At a time when German Adventists were publishing the religious liberty magazine Kirche und Staat (an outside observer noticed its primary purpose as being the opposition to the Sunday laws), they kept quiet about the 1933 purges when hundred were murdered, and they said nothing against the persecution of Jews or about the occupied territories. Although some individual Adventists apparently resisted the Nazi temptation, Sicher has shown from contemporary publications that 'no active official opposition to the inhuman Nazi regime seemed to have existed nor even to have been permitted among Adventists. Sicher's is an unfortunate but honest portrayal of German Adventism in the first half of the twentieth century.
Fonte: http://www.libertymagazine.org/html/lngerman.html em 06/03/2001

Os Adventistas na Alemanha Nazista (Tradução)
A Igreja Silenciosa, os Direitos humanos e a Ética Social Adventista
Zdravko Plantak
St. Martins's Press, Inc., New York, N.Y., 1998. [Texto extraído das págs. 17-21]

Os Adventistas na Alemanha
Os Adventistas alemães parecem ter sido incoerentes com sua proclamação de liberdade religiosa por ocasião da I Guerra Mundial, entre as duas guerras, e durante a II Guerra Mundial. Na Alemanha imperial, a maioria dos Adventistas adotaram um nacionalismo extremado e a colaboração militar ativa. Um autor Adventista argumentava em dezembro de 1915 que 'a Bíblia ensina, primeiro, que participar da guerra não se opõe ao sexto mandamento; e segundo, que combater no sábado não transgride o quarto mandamento.' Entretanto, depois da guerra, em uma reunião da Divisão Européia em Gland, Suíça, em 2 de janeiro de 1923, os dirigentes da igreja na Alemanha reconheceram o equívoco de sua política, e confessaram sua lealdade à comunidade Adventista mundial.
Esta declaração, no entanto, foi enfraquecida por um pronunciamento adicional que reconhecia que cada membro possuía 'absoluta liberdade para servir a seu país, em todo momento e em todo lugar, de acordo com os ditames de sua convicção e consciência pessoal.' Essa declaração permitiu aos adventistas alemães repetir o engano da I Guerra mundial durante o regime de Hitler sob o Terceiro Reich.
Como observou corretamente Erwin Sicher em 'As Publicações Adventistas do Sétimo Dia e a Tentação Nazista,' os Adventistas falharam em numerosas maneiras em relação ao regime nazista. Já em 1928, antes de que Hitler chegasse ao poder, os adventistas estavam pedindo um Führer forte. Artigo após artigo tratava desse ideal do Führer em escritos alemães e em publicações Adventistas.
Mais tarde, os escritores Adventistas deram as boas-vindas, em suas publicações e também com seu voto, ao aparente renascimento da Alemanha. No povoado adventista de Friedensau, 99,9% tinham votado pelo estado parlamentar nazista. Quando alguns adventistas recusaram-se a saudar a bandeira com a suástica e fazer a saudação hitleriana, o Presidente da Associação da Alemanha Oriental, W. Mueller, argumentou que isso era mau para a imagem da igreja. Terminou dizendo que 'sob nenhuma circunstância têm os adventistas direito a resistir ao governo, ainda que o governo os impeça de exercer sua fé. A resistência poderia ser inoportuna porque marcaria os Adventistas como opositores ao novo estado, uma situação que se deveria evitar.
Outro proeminente escritor adventista e editor de várias publicações religiosas Adventistas, Kurt Sinz, via o forte comando de Hitler no começo do regime nacional-socialista como designado por Deus. Otto Bronzio foi um passo mais à frente, pois disse no periódico oficial adventista, Der Adventbote, que 'a Revolução Nacional Socialista era a maior de todos os tempos, porque fazia da preservação de uma herança pura a base de sua vida étnica.' Alguns sugerem que o que ele quis dizer possivelmente foi tirado de uma citação destacada dee Hitler - sobre a questão do sangue - que aparecia na mesma página.
Esta idéia de uma 'herança pura,' instigada por Hitler e proclamada através da nação alemã, também afligia os adventistas alemães. Embora o racismo explícito raramente aparecesse em publicações adventistas, os adventistas imprimiam com freqüência comentários negativos com relação aos judeus, apoiavam tacitamente a esterilização dos mentalmente incapazes, e muitos foram apanhados pelo estimulado orgulho do nacionalismo alemão.
A mesma doutrina da superioridade da Alemanha sobre outras nações foi transferida à educação Adventista na Alemanha, onde se estimulava os estudantes a aprender a ter vontade e a pensar em Alemão. Ter vontade em alemão era um conceito místico nazista; porque, no pensamento do Partido, os alemães 'tinham vontade' de diferente maneira que quaisquer outros cidadãos. O educador W. Eberhardt insistia, além disso, que as escolas Adventistas alimentavam 'o Espírito Nacional Socialista' entre períodos de classes, quando revisavam as notícias, estudavam os ideais nazistas, e cantavam canções nacionais alemãs.
Com uma crescente pressão para uma maior colaboração, muitos adventistas de todos os grupos de idades ingressaram em organizações nazistas, como a Juventude Hitleriana, a BDM (Associação de Moças Alemãs), o Serviço Trabalhista, e a Cruz Vermelha alemã. Todos estes clubes estavam desenhados para fins de doutrinação nazista, e embora os Adventistas soubessem que um percentual significativo dos participantes no Serviço Trabalhista eram membros da SA, SS, e Stanhelm, os grupos mais fanáticos que doutrinavam e militarizavam aos jovens, aprovavam a participação nos clubes.
Johannes Langholf apoiava fortemente ao Serviço Trabalhista. Ele escreveu no Aller Diener, "Esperamos que cada membro obedeça o mandamento divino, 'orar e trabalhar'. Seria absolutamente contrário à nossa compreensão se nos recusássemos a participar do Serviço Trabalhista." Patt sugeria que a razão principal para que os Adventistas ingressassem na Frente Trabalhista Nazista era o desemprego e as dificuldades econômicas, e que "a maioria dos operários adventistas sucumbia à pressão e se convertiam em membros do serviço trabalhista para salvar a suas famílias." Entretanto, ingressar em uma organização partidária não era obrigatório, e alguns ingressavam no Partido também.
Na Alemanha, os adventistas apoiaram a política externa nazista e, finalmente, a guerra. A possível falta de acesso a informação confiável e, como resultado, um conceito errôneo da verdadeira situação, levou-lhes a acreditar que o Führer era "um homem de paz". Quando a Áustria foi incorporada ao Reich, os adventistas alemães "compartilharam a felicidade da volta dos austríacos de volta à mãe pátria". Acreditavam que com a ajuda de Deus e "através da assistência divina ao nosso capaz Führer, Adolf Hitler se tornou o libertador da Áustria." Mesmo depois da liquidação da Checoslováquia em 16 de março de 1939, os Adventistas ainda não fizeram objeção. E até para esse ato de crueldade e opressão, encontraram alguma justificação.
Então veio o ataque contra Polônia, que toda a Europa reconheceu como um ato de agressão. Entretanto, em um editorial, Sinz pôde escrever que, em vista das "desumanas torturas que nossos camaradas do povo sofreram entre este povo estrangeiro," o ataque alemão foi provavelmente justificado. Os Adventistas continuaram apoiando ao Hitler, e celebraram seu qüinquagésimo aniversário 11 dias depois de que a guerra tinha avançado para o Oeste com a invasão da Dinamarca e Noruega pela Alemanha em 9 de abril de 1940. O periódico Adventista Morning Watch Calendar, embora impresso quatro meses antes, dizia:
"A confiança em seu povo deu ao Führer a força necessária para levar adiante a luta pela liberdade e a honra na Alemanha. A inabalável fé de Adolf Hitler lhe permitiu fazer grandes proezas, que lhe adornam hoje diante de todo mundo. Desinteressada e fielmente, lutou por seu povo; valorosa e orgulhosamente, defendeu a honra de sua nação. Com humildade cristã, em momentos importantes quando podia celebrar com seu povo, deu honra a Deus no céu e reconheceu sua dependência das bênçãos de Deus. Esta humildade o tem feito grande, e esta grandeza foi a fonte de sua bênção, da qual sempre deu para seu povo. Só uns poucos estadistas brilham tanto ao sol de uma vida abençoada, e são tão elogiados por seu próprio povo como o Führer. Ele sacrificou muito nos anos de seus esforços, e pensou pouco em si mesmo durante a difícil obra em favor de seu povo. Comparamos as inumeráveis palavras que ele disse ao povo como vindas de um coração cálido, como sementes que amadureceram e agora produzem frutos maravilhosos".
É irônico que, embora os adventistas insistam sobre a liberdade religiosa, não levantaram suas vozes contra a perseguição de incontáveis judeus. Em vez disso, até excluíram de suas igrejas os que tinham antecedentes judeus. No período em que os adventistas alemães publicavam a revista sobre liberdade religiosa Kirche und Staat (um observador de fora notou que seu propósito principal era a oposição às leis dominicais), guardaram silêncio a respeito das purgações (eliminações) de 1933 quando centenas foram assassinadas, e não disseram nada contra a perseguição dos judeus ou a respeito dos territórios ocupados.
Embora alguns adventistas individuais aparentemente resistiram à tentação nazista, Sicher mostrou, a partir de publicações contemporâneas, que 'não parece ter existido nenhuma oposição oficial ativa ao desumano regime nazista, e nem sequer parece ter existido entre os próprios adventistas.' O comentário do Sicher é uma apresentação desafortunada, mas honesta do Adventismo alemão na primeira metade do século vinte.
Fonte: http://www.libertymagazine.org/html/lngerman.html em 06/03/2001.
Em espanhol: http://www.geocities.com/alfil2_1999/ASDs_en_Alemania_Nazi.html.


Mas a história toda, inclusive do presidente da Associação Alemã Oriental que obrigou os irmãos a saudarem a bandeira da suástica para não prejudicar a imagem da Iasd, é contada pela revista Liberty:
"No povoado adventista de Friedensau, o Estado parlamentar Nazista obteve 99,9% dos votos. Quando alguns adventistas se recusaram a saudar a bandeira suástica e usar a saudação de Hitler, o presidente da Associação Alemã Oriental, W. Mueller, argumentou que essa atitude não faria bem à imagem da igreja. Ele concluiu que 'sob nenhuma circunstância o adventista tem o direito de resistir ao governo, ainda que o governo o obrigue a contrariar sua fé.' A resistência seria inconveniente porque rotularia os adventistas como oponentes do novo Estado, uma situação que se deveria evitar." - Texto traduzido de http://www.libertymagazine.org/html/lngerman.html.
IASD Participa de Homenagem do Papa aos Mártires
O noticiário católico divulgou recentemente a inclusão de representante da Igreja Adventista entre os participantes do "serviço fraterno de oração pelos mortos" como mártires do século XX, realizado no Coliseu Romano em maio deste ano. É mais um fato absurdo que até agora não foi (e dificilmente será) confirmado pelo noticiário oficial adventista, mas isso não significa que não tenha ocorrido. Para maiores informações (em inglês) sobre essa solenidade, utilizes estes links:



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