sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

FINALMENTE!


FINALMENTE!
Igreja Adventista Pede Perdão Por Apoiar o Nazismo (Texto já traduzido abaixo)

25 de  agosto de 2005.  
Igrejas Adventistas da Alemanha e Áustria Pedem Desculpas às Vítimas do Nazismo

Frauke Brauns  
Bielefeld, Alemanha (ENI). Líderes de Igrejas Adventistas do Sétimo dia na Alemanha e Áustria, 60 anos depois do final da Segunda Guerra Mundial declararam que eles "lamentam" em profundo pesar pela  participação ou apoio a atividades Nazistas.  
As igrejas adventistas no EUA enviaram cópias da declaração a Yad Vashem, a Autoridade de Recordação dos Heróis e Mártires do Holocausto em Israel.  

Europa: Igrejas da Alemanha e Áustria Pedem Desculpas Por Ações Durante Holocausto

August 16, 2005 Hannover, Germany .... [Mark A. Kellner/ANN Staff]

Uma cópia da declaração foi fornecida a Yad Vashem, autoridade do Memorial de Recordação dos Mártires e Heróis do Holocausto em Israel, acrescentou o Dr. Rolf Pöhler, ex-presidente da área eclesiástica do Norte Alemã, que atua presentemente como consultor teológico, e estava envolvido com a redação da declaração.

"Profundamente lamentamos que o caráter da ditadura Nacional Socialista não havia sido percebida em tempo e de modo suficientemente claro, e a natureza contrária a Deus da ideologia [nazista] não havia sido devidamente identificada", afirma a declaração. A Igreja declara que também lamenta "que em algumas de nossas publicações . . . se encontraram artigos glorificando Adolf Hitler e concordando com a ideologia do anti-semitismo numa forma que é incrível para a perspectiva atual".

Durante a I Guerra Mundial, uma porção de adventistas alemães afastaram-se da denominação, opondo-se a qualquer serviço militar. Isso levou os nacionais socialistas em 1936 a proibir o chamado "Movimento da Reforma" durante o tempo em que estiveram no poder. Brugger declarou que a preocupação com o fechamento das igrejas adventistas oficiais todas pelos nazistas pode ter pesado sobre os líderes daquela era.

"Creio que durantes aqueles tempos a liderança oficial de nossa Igreja teve medo de perder o controle sobre a Igreja e perder a Igreja porque as autoridades políticas já haviam . . .

[confundido] nossa Igreja com o movimento de Reforma", ele explicou. "Creio que nossos líderes tiveram medo de perder o reconhecimento oficial de nossa Igreja, assim pode ser que não foram tão fiéis a nossas crenças como teria sido necessário".

E acrescentou: "Foi algo mais político do que teológico, tenho certeza".

A principal Igreja Adventista do Sétimo Dia na Alemanha foi também brevemente proibida sob o nazismo, observa Pöhler. Uma rápida reviravolta pelo regime levou a um alívio entre os adventistas, mas também a um nível de cooperação com o governo que não foi salutar.

"Tivemos que reconhecer que uma declaração errada, uma ação por uma pessoa poderia significar que findaria num campo de concentração" comentou Pöhler a respeito daquela era. Essa teria sido "a razão por que excluímos adventistas de origem judaica dentre nossos membros: se uma igreja local não tivesse feito isso, [os nazistas] teriam fechado a igreja, levado o ancião para a prisão e teria significado que a Igreja inteira seria proibida.

"Mudamos o nome de Escola Sabatina para 'Escola Bíblica'-- evitando o nome original "por causa de representar um risco", prosseguiu Pöhler. "Estávamos no perigo de sermos confundidos com os judeus. Ao recusarmos chamá-la de escola sabatina, estabelece-se uma pequena distância entre você e os judeus", aduziu.

"Os líderes denominacionais se adaptaram e até adotaram algo da ideologia anti-semítica dos nazistas; em alguns casos, fizeram mais do que o necessário para agradar as autoridades [nazistas]. Isto é algo que realmente nos parece estranho", declarou Heinz.

Ao mesmo tempo, ele disse, "sei que muitos membros adventistas, pessoas comuns, ajudaram os judeus, mas nunca falaram a respeito".

Traído por um ministro adventista diante do tribunal
Gustav Psyrembel
O irmão Metzner serviu como instrumento para que um jovem de Karlsmark, distrito de Brieg, conhecesse o Movimento de Reforma.
Estava surgindo o poder totalitário estatal na Alemanha e os militares exigiam que os cidadãos tomassem posição definida em defesa da pátria. Como resultado, o jovem Gustav Psyrembel, foi convocado.
Fazia pouco tempo que se havia casado, quando chegou a intimação para o alistamento. Psyrembel recusou-se a cumprir o dever militar por crer no Evangelho da paz anunciado por Cristo.
Declarou em termos breves e claros que se negava a participar de treinamentos de guerra por ser atitude incompatível com o espírito pregado no Sermão da Montanha. Tinha plena certeza de que todos quantos cressem no Evangelho deveriam estar unidos numa comunidade internacional, e que era sua tarefa "buscar e salvar o que se havia perdido."
Portanto, ao lado dos companheiros de fé, não podia, conscientemente, concordar com a participação na guerra sanguinolenta entre nações, nem com outras coisas referentes a ela.
Foi preso, e depois de infrutíferos esforços para mudar seu modo de pensar, foi levado perante a corte marcial em Berlim. Disseram-lhe que devia prestar contas de suas ações, não diante de um concílio de igrejas, mas da corte militar. Tentaram persuadi-lo de que todo homem deve obedecer o governo.
Psyrembel corajosamente testificou que o reino de Deus não é deste mundo e, portanto, os seguidores de Cristo não podem lutar por reinos da Terra. Então apresentaram-lhe uma carta longa, escrita por um ministro adventista do sétimo dia, que recomendava a defesa da pátria como dever cristão. O jovem, de pé, perante o tribunal superior de guerra, traído por ministros da Igreja Adventista que o acusavam de ter pontos de vista errôneos, declarou firmemente que não podia servir a dois senhores.
Segundo suas convicções, somente a cristandade apostatada podia estar com a Bíblia numa das mãos e a espada na outra. Toda igreja que agisse dessa maneira não tinha a eficácia da piedade, mas apenas a aparência.
Psyrembel foi condenado à morte. Numa carta cheia de pormenores à esposa, expressou pesar ao saber que um ministro adventista, em carta dirigida ao tribunal, o havia traído e apresentado sob falsa luz sua posição. Nem essa traição o desanimou. Numa cela solitária, esperou o dia da execução da sentença.
Só Deus sabe que sentimentos passaram na alma desse soldado da cruz durante aqueles dias tenebrosos. Sua última carta mostra que o Espírito do Senhor [218] havia posto seus pensamentos acima de toda privação, sofrimento e necessidade. Seus olhos estavam dirigidos para cima, para além deste mundo em conflito com Deus. Ele possuía a certeza serena de que "todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão", o que se cumpriu literalmente na História em 1945, cinco anos depois de sua morte.
As cidades onde ele foi prisioneiro por causa da fé, onde a corte militar o sentenciou à morte e seu sangue foi derramado, foram destruídas por um bombardeio. E nós, mais uma vez nos lembramos de que "tudo o que o homem semear, isso também ceifará." (Condensado do livro And Follow Their Faith, págs. 9, 10, 13 e 14).
3. Mas a história toda, inclusive do presidente da Associação Alemã Oriental que obrigou os irmãos a saudarem a bandeira da suástica para não prejudicar a imagem da Iasd, é contada pela revista Liberty:
"No povoado adventista de Friedensau, o Estado parlamentar Nazista obteve 99,9% dos votos. Quando alguns adventistas se recusaram a saudar a bandeira suástica e usar a saudação de Hitler, o presidente da Associação Alemã Oriental, W. Mueller, argumentou que essa atitude não faria bem à imagem da igreja. Ele concluiu que 'sob nenhuma circunstância o adventista tem o direito de resistir ao governo, ainda que o governo o obrigue a contrariar sua fé.' A resistência seria inconveniente porque rotularia os adventistas como oponentes do novo Estado, uma situação que se deveria evitar." - Texto traduzido de http://www.libertymagazine.org/html/lngerman.html.


Jornalista Descreve Participação de Pastor e Médico Adventista no Genocídio de Ruanda

Entre abril e julho de 1994 mais de um décimo da população de Ruanda foi exterminada, num genocídio só comparável ao Holocausto dos judeus sob o nazismo. Patrocinada pelo governo ruandês, a maioria hutu massacrou a minoria tutsi diante da indiferença da chamada "comunidade internacional". A tragédia, supostamente motivada pelo "ódio ancestral" entre as duas etnias, teve na verdade origens políticas e econômicas muito concretas.
"Começamos a ver grupos de sujeitos se reunindo naquela mesma noite, e quando saímos de manhã para trabalhar, vimos esses grupos junto com os líderes locais do Poder Hutu, organizando a população. A gente não sabia exatamente o que havia, só sabia que alguma coisa estava para acontecer.
No trabalho, Samuel observou "uma mudança de clima”. Ele disse que "ninguém conversava mais com ninguém, e muitos de seus colegas passavam todo o tempo em reuniões com um certo dr. Gerard, que não fazia segredo de seu apoio ao Poder Hutu.  
Samuel ficou chocado com isso, porque o dr. Gerard fora educado nos Estados Unidos, e era filho do presidente da Igreja Adventista em Kibuye, portanto era visto como uma figura de grande autoridade, um líder da comunidade - alguém que serve como exemplo.
Dizia-se que um pastor adventista e seu filho colaboraram estreitamente com o prefeito na organização da chacina em Rwamatamu. Mas talvez Samuel não tenha ouvido a respeito disso dos feridos que encontrou, que chegavam "baleados ou atingidos por granadas, amputados de um braço, ou uma perna. Ele ainda imaginava que Mugonero pudesse ser poupada.
Em 12 de abril, o hospital estava lotado por uns 2 mil refugiados, e o suprimento de água fora cortado. Ninguém podia sair. Milicianos e membros da Guarda Presidencial haviam sitiado o complexo. Mas quando o dr. Gerard soube que várias dúzias de hutus estavam entre os refugiados, arranjou para que fossem evacuados. Ele também trancou a farmácia, negando tratamento aos feridos e doentes - porque eram tutsis, disse Samuel.
Espiando para fora de seu cativeiro, os refugiados no hospital viam o dr. Gerard e seu pai, o pastor Ntakirutimana, rodando para cima e para baixo com milicianos e membros da Guarda Presidencial. 
Os refugiados se perguntavam se aqueles homens haviam esquecido seu Deus.
Entre os tutsis no complexo da igreja e hospital de Mugonero estavam sete pastores adventistas que logo assumiram seu papel costumeiro de líderes do rebanho. Quando dois policiais apareceram no hospital para anunciar que seu trabalho era proteger os refugiados, os pastores tutsis fizeram uma coleta e levantaram quase quatrocentos dólares para os policiais.
Por vários dias, tudo esteve calmo. Então, quando caía a noite de 15 de abril, os policiais disseram que tinham de partir porque o hospital seria atacado na manhã seguinte. Foram embora num carro com o dr. Gerard, e os sete pastores aconselharam seus companheiros refugiados a se preparar para o fim. Então os pastores sentaram juntos e escreveram cartas para o prefeito e para o superior deles, pastor Elizaphan Ntakirutimana, o pai do dr. Gerard, pedindo a eles em nome de Deus que intercedessem a seu favor.
E a resposta veio disse Samuel. "Foi o doutor Gerard que a anunciou: Sábado, dia 16, às nove em ponto da manhã, vocês serão atacados, Mas foi a resposta do pastor Ntakirutimana que arrasou o espírito de Samuel, e ele repetiu duas vezes, bem devagar, as palavras do presidente da igreja: "Já foi encontrada uma solução para o seu problema. Vocês devem morrer.
Um dos colegas de Samuel, Manase Bimenyimana, lembrava da resposta de Ntakirutimana de um modo ligeiramente diferente. Ele me disse que as palavras do pastor foram: "Vocês devem ser eliminados. Deus não quer mais vocês
Manase partiu imediatamente. Fugiu para a cidade vizinha de Murambi, onde se juntou a um pequeno grupo de sobreviventes de outros massacres, que também haviam buscado refúgio em igrejas adventistas. Por quase 24 horas, segundo ele, tiveram paz. Então o dr. Gerard veio com um comboio de milicianos.
Terminada a nefanda tarefa, o Pastor e seu filho médico continuaram em Rwanda por um pouco de tempo. Assim que a situação política se modificou, os dois fugiram. O Pastor foi para os Estados Unidos , colocando-se sob a proteção da corporação asd e morando numa grande mansão. Posteriormente, acabaram presos e condenados -- Elihaj HaRosh.
Quarta-Feira, 19 de Fevereiro, 02:17 PM
Pastor Adventista de Ruanda e Filho Médico São Condenados por Genocídio
NAIRÓBI, Quênia (Reuters) - Um pastor de Ruanda e o filho dele foram condenados na quarta-feira a 10 e a 25 anos de prisão, respectivamente, por um tribunal da Organização das Nações Unidas (ONU) que os considerou culpados de terem contribuído para o massacre de membros da etnia tutsi.

Tribunal da ONU sentencia pastor por genocídio
Arusha, Tanzânia - Um tribunal da ONU sentenciou um pastor ruandês e seu filho médico por genocídio, por eles terem chamado gangues de hutus para assassinar várias pessoas da minoria tutsi que pediram abrigo em uma igreja durante a carnificina de 1994, em Ruanda.
Elizaphan Ntakirutimana, com 78 anos, e Gerald Ntakirutimana, 45, foram sentenciados por genocídio, cumplicidade em genocídio e crimes contra a humanidade por sua participação nos assassinatos de tutsis na igreja Adventista do Sétimo Dia em Kibuye, Ruanda, em 16 de abril de 1994.
O julgamento foi realizado no Tribunal Criminal Internacional da ONU para Ruanda, que vem analisando casos envolvendo os principais suspeitos no genocídio. Elizaphan, o pastor da igreja de Kibuye, foi sentenciado a 10 anos de prisão. Gerald, que trabalhou em um hospital associado à igreja, foi sentenciado a 25 anos.
Fonte: http://www.estadao.com.br/agestado/noticias/2003/fev/19/195.htm


Justiça Americana Decide Extraditar Ex-Presidente de Associação Acusado de Genocídio

O pastor Elizaphan Ntakirutimana, de 75 anos, terá de responder perante o tribunal criminal internacional das Nações Unidas por sua alegada participação no genocídio de 500 mil pessoas em Ruanda. A decisão foi tomada hoje (24/01/00) pela suprema corte dos Estados Unidos, que rejeitou a apelação que pleiteava sua não-extradição por não existir tratado dessa natureza entre os Estados Unidos e seu país de origem. Apenas a secretária de estado Madeleine Albright pode agora reverter a situação. Ntakirutimana era o presidente da Associação Adventista em Ruanda. O assassinato de centenas de irmãos "tutsis" ocorreu dentro da igreja num sábado.



Um comentário:

cristão livre disse...

Outra fonte da informação sobre a IASD e o NAZIZMO:

http://nitrogricerinapura2010.blogspot.com.br/2011/08/igreja-adventista-pedem-perdao-por-ter.html#more