quinta-feira, 4 de março de 2010

Participação de Pastor e Médico Adventista no Genocídio de Ruanda

Jornalista Descreve Participação de Pastor e Médico Adventista no Genocídio de Ruanda




Entre abril e julho de 1994 mais de um décimo da população de Ruanda foi exterminada, num genocídio só comparável ao Holocausto dos judeus sob o nazismo. Patrocinada pelo governo ruandês, a maioria hutu massacrou a minoria tutsi diante da indiferença da chamada "comunidade internacional". A tragédia, supostamente motivada pelo "ódio ancestral" entre as duas etnias, teve na verdade origens políticas e econômicas muito concretas.

"Começamos a ver grupos de sujeitos se reunindo naquela mesma noite, e quando saímos de manhã para trabalhar, vimos esses grupos junto com os líderes locais do Poder Hutu, organizando a população. A gente não sabia exatamente o que havia, só sabia que alguma coisa estava para acontecer.

No trabalho, Samuel observou "uma mudança de clima”. Ele disse que "ninguém conversava mais com ninguém, e muitos de seus colegas passavam todo o tempo em reuniões com um certo dr. Gerard, que não fazia segredo de seu apoio ao Poder Hutu.

Samuel ficou chocado com isso, porque o dr. Gerard fora educado nos Estados Unidos, e era filho do presidente da Igreja Adventista em Kibuye, portanto era visto como uma figura de grande autoridade, um líder da comunidade - alguém que serve como exemplo.

Dizia-se que um pastor adventista e seu filho colaboraram estreitamente com o prefeito na organização da chacina em Rwamatamu. Mas talvez Samuel não tenha ouvido a respeito disso dos feridos que encontrou, que chegavam "baleados ou atingidos por granadas, amputados de um braço, ou uma perna. Ele ainda imaginava que Mugonero pudesse ser poupada.

Em 12 de abril, o hospital estava lotado por uns 2 mil refugiados, e o suprimento de água fora cortado. Ninguém podia sair. Milicianos e membros da Guarda Presidencial haviam sitiado o complexo. Mas quando o dr. Gerard soube que várias dúzias de hutus estavam entre os refugiados, arranjou para que fossem evacuados. Ele também trancou a farmácia, negando tratamento aos feridos e doentes - porque eram tutsis, disse Samuel.

Espiando para fora de seu cativeiro, os refugiados no hospital viam o dr. Gerard e seu pai, o pastor Ntakirutimana, rodando para cima e para baixo com milicianos e membros da Guarda Presidencial.

Os refugiados se perguntavam se aqueles homens haviam esquecido seu Deus.

Entre os tutsis no complexo da igreja e hospital de Mugonero estavam sete pastores adventistas que logo assumiram seu papel costumeiro de líderes do rebanho. Quando dois policiais apareceram no hospital para anunciar que seu trabalho era proteger os refugiados, os pastores tutsis fizeram uma coleta e levantaram quase quatrocentos dólares para os policiais.

Por vários dias, tudo esteve calmo. Então, quando caía a noite de 15 de abril, os policiais disseram que tinham de partir porque o hospital seria atacado na manhã seguinte. Foram embora num carro com o dr. Gerard, e os sete pastores aconselharam seus companheiros refugiados a se preparar para o fim. Então os pastores sentaram juntos e escreveram cartas para o prefeito e para o superior deles, pastor Elizaphan Ntakirutimana, o pai do dr. Gerard, pedindo a eles em nome de Deus que intercedessem a seu favor.

E a resposta veio disse Samuel. "Foi o doutor Gerard que a anunciou: Sábado, dia 16, às nove em ponto da manhã, vocês serão atacados, Mas foi a resposta do pastor Ntakirutimana que arrasou o espírito de Samuel, e ele repetiu duas vezes, bem devagar, as palavras do presidente da igreja: "Já foi encontrada uma solução para o seu problema. Vocês devem morrer.

Um dos colegas de Samuel, Manase Bimenyimana, lembrava da resposta de Ntakirutimana de um modo ligeiramente diferente. Ele me disse que as palavras do pastor foram: "Vocês devem ser eliminados. Deus não quer mais vocês

Manase partiu imediatamente. Fugiu para a cidade vizinha de Murambi, onde se juntou a um pequeno grupo de sobreviventes de outros massacres, que também haviam buscado refúgio em igrejas adventistas. Por quase 24 horas, segundo ele, tiveram paz. Então o dr. Gerard veio com um comboio de milicianos.

Terminada a nefanda tarefa, o Pastor e seu filho médico continuaram em Rwanda por um pouco de tempo. Assim que a situação política se modificou, os dois fugiram. O Pastor foi para os Estados Unidos , colocando-se sob a proteção da corporação asd e morando numa grande mansão. Posteriormente, acabaram presos e condenados -- Elihaj HaRosh.

Quarta-Feira, 19 de Fevereiro, 02:17 PM

Pastor Adventista de Ruanda e Filho Médico São Condenados por Genocídio

NAIRÓBI, Quênia (Reuters) - Um pastor de Ruanda e o filho dele foram condenados na quarta-feira a 10 e a 25 anos de prisão, respectivamente, por um tribunal da Organização das Nações Unidas (ONU) que os considerou culpados de terem contribuído para o massacre de membros da etnia tutsi.



Tribunal da ONU sentencia pastor por genocídio

Arusha, Tanzânia - Um tribunal da ONU sentenciou um pastor ruandês e seu filho médico por genocídio, por eles terem chamado gangues de hutus para assassinar várias pessoas da minoria tutsi que pediram abrigo em uma igreja durante a carnificina de 1994, em Ruanda.

Elizaphan Ntakirutimana, com 78 anos, e Gerald Ntakirutimana, 45, foram sentenciados por genocídio, cumplicidade em genocídio e crimes contra a humanidade por sua participação nos assassinatos de tutsis na igreja Adventista do Sétimo Dia em Kibuye, Ruanda, em 16 de abril de 1994.

O julgamento foi realizado no Tribunal Criminal Internacional da ONU para Ruanda, que vem analisando casos envolvendo os principais suspeitos no genocídio. Elizaphan, o pastor da igreja de Kibuye, foi sentenciado a 10 anos de prisão. Gerald, que trabalhou em um hospital associado à igreja, foi sentenciado a 25 anos.

Fonte: http://www.estadao.com.br/agestado/noticias/2003/fev/19/195.htm


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Justiça Americana Decide Extraditar Ex-Presidente de Associação Acusado de Genocídio

O pastor Elizaphan Ntakirutimana, de 75 anos, terá de responder perante o tribunal criminal internacional das Nações Unidas por sua alegada participação no genocídio de 500 mil pessoas em Ruanda. A decisão foi tomada hoje (24/01/00) pela suprema corte dos Estados Unidos, que rejeitou a apelação que pleiteava sua não-extradição por não existir tratado dessa natureza entre os Estados Unidos e seu país de origem. Apenas a secretária de estado Madeleine Albright pode agora reverter a situação. Ntakirutimana era o presidente da Associação Adventista em Ruanda. O assassinato de centenas de irmãos "tutsis" ocorreu dentro da igreja num sábado.





adventistas@adventistas.com

IASD E AS DUAS GUERRAS MUNDIAIS - II

FINALMENTE!


Igreja Adventista Pede Perdão Por Apoiar o Nazismo (Texto já traduzido abaixo)



25 de agosto de 2005.

Igrejas Adventistas da Alemanha e Áustria Pedem Desculpas às Vítimas do Nazismo



Frauke Brauns

Bielefeld, Alemanha (ENI). Líderes de Igrejas Adventistas do Sétimo dia na Alemanha e Áustria, 60 anos depois do final da Segunda Guerra Mundial declararam que eles "lamentam" em profundo pesar pela participação ou apoio a atividades Nazistas.

As igrejas adventistas no EUA enviaram cópias da declaração a Yad Vashem, a Autoridade de Recordação dos Heróis e Mártires do Holocausto em Israel.



Europa: Igrejas da Alemanha e Áustria Pedem Desculpas Por Ações Durante Holocausto



August 16, 2005 Hannover, Germany .... [Mark A. Kellner/ANN Staff]



Uma cópia da declaração foi fornecida a Yad Vashem, autoridade do Memorial de Recordação dos Mártires e Heróis do Holocausto em Israel, acrescentou o Dr. Rolf Pöhler, ex-presidente da área eclesiástica do Norte Alemã, que atua presentemente como consultor teológico, e estava envolvido com a redação da declaração.



"Profundamente lamentamos que o caráter da ditadura Nacional Socialista não havia sido percebida em tempo e de modo suficientemente claro, e a natureza contrária a Deus da ideologia [nazista] não havia sido devidamente identificada", afirma a declaração. A Igreja declara que também lamenta "que em algumas de nossas publicações . . . se encontraram artigos glorificando Adolf Hitler e concordando com a ideologia do anti-semitismo numa forma que é incrível para a perspectiva atual".



Durante a I Guerra Mundial, uma porção de adventistas alemães afastaram-se da denominação, opondo-se a qualquer serviço militar. Isso levou os nacionais socialistas em 1936 a proibir o chamado "Movimento da Reforma" durante o tempo em que estiveram no poder. Brugger declarou que a preocupação com o fechamento das igrejas adventistas oficiais todas pelos nazistas pode ter pesado sobre os líderes daquela era.



"Creio que durantes aqueles tempos a liderança oficial de nossa Igreja teve medo de perder o controle sobre a Igreja e perder a Igreja porque as autoridades políticas já haviam . . .



[confundido] nossa Igreja com o movimento de Reforma", ele explicou. "Creio que nossos líderes tiveram medo de perder o reconhecimento oficial de nossa Igreja, assim pode ser que não foram tão fiéis a nossas crenças como teria sido necessário".



E acrescentou: "Foi algo mais político do que teológico, tenho certeza".



A principal Igreja Adventista do Sétimo Dia na Alemanha foi também brevemente proibida sob o nazismo, observa Pöhler. Uma rápida reviravolta pelo regime levou a um alívio entre os adventistas, mas também a um nível de cooperação com o governo que não foi salutar.



"Tivemos que reconhecer que uma declaração errada, uma ação por uma pessoa poderia significar que findaria num campo de concentração" comentou Pöhler a respeito daquela era. Essa teria sido "a razão por que excluímos adventistas de origem judaica dentre nossos membros: se uma igreja local não tivesse feito isso, [os nazistas] teriam fechado a igreja, levado o ancião para a prisão e teria significado que a Igreja inteira seria proibida.



"Mudamos o nome de Escola Sabatina para 'Escola Bíblica'-- evitando o nome original "por causa de representar um risco", prosseguiu Pöhler. "Estávamos no perigo de sermos confundidos com os judeus. Ao recusarmos chamá-la de escola sabatina, estabelece-se uma pequena distância entre você e os judeus", aduziu.



"Os líderes denominacionais se adaptaram e até adotaram algo da ideologia anti-semítica dos nazistas; em alguns casos, fizeram mais do que o necessário para agradar as autoridades [nazistas]. Isto é algo que realmente nos parece estranho", declarou Heinz.



Ao mesmo tempo, ele disse, "sei que muitos membros adventistas, pessoas comuns, ajudaram os judeus, mas nunca falaram a respeito".



Traído por um ministro adventista diante do tribunal

Gustav Psyrembel

O irmão Metzner serviu como instrumento para que um jovem de Karlsmark, distrito de Brieg, conhecesse o Movimento de Reforma.

Estava surgindo o poder totalitário estatal na Alemanha e os militares exigiam que os cidadãos tomassem posição definida em defesa da pátria. Como resultado, o jovem Gustav Psyrembel, foi convocado.

Fazia pouco tempo que se havia casado, quando chegou a intimação para o alistamento. Psyrembel recusou-se a cumprir o dever militar por crer no Evangelho da paz anunciado por Cristo.

Declarou em termos breves e claros que se negava a participar de treinamentos de guerra por ser atitude incompatível com o espírito pregado no Sermão da Montanha. Tinha plena certeza de que todos quantos cressem no Evangelho deveriam estar unidos numa comunidade internacional, e que era sua tarefa "buscar e salvar o que se havia perdido."

Portanto, ao lado dos companheiros de fé, não podia, conscientemente, concordar com a participação na guerra sanguinolenta entre nações, nem com outras coisas referentes a ela.

Foi preso, e depois de infrutíferos esforços para mudar seu modo de pensar, foi levado perante a corte marcial em Berlim. Disseram-lhe que devia prestar contas de suas ações, não diante de um concílio de igrejas, mas da corte militar. Tentaram persuadi-lo de que todo homem deve obedecer o governo.

Psyrembel corajosamente testificou que o reino de Deus não é deste mundo e, portanto, os seguidores de Cristo não podem lutar por reinos da Terra. Então apresentaram-lhe uma carta longa, escrita por um ministro adventista do sétimo dia, que recomendava a defesa da pátria como dever cristão. O jovem, de pé, perante o tribunal superior de guerra, traído por ministros da Igreja Adventista que o acusavam de ter pontos de vista errôneos, declarou firmemente que não podia servir a dois senhores.

Segundo suas convicções, somente a cristandade apostatada podia estar com a Bíblia numa das mãos e a espada na outra. Toda igreja que agisse dessa maneira não tinha a eficácia da piedade, mas apenas a aparência.

Psyrembel foi condenado à morte. Numa carta cheia de pormenores à esposa, expressou pesar ao saber que um ministro adventista, em carta dirigida ao tribunal, o havia traído e apresentado sob falsa luz sua posição. Nem essa traição o desanimou. Numa cela solitária, esperou o dia da execução da sentença.

Só Deus sabe que sentimentos passaram na alma desse soldado da cruz durante aqueles dias tenebrosos. Sua última carta mostra que o Espírito do Senhor [218] havia posto seus pensamentos acima de toda privação, sofrimento e necessidade. Seus olhos estavam dirigidos para cima, para além deste mundo em conflito com Deus. Ele possuía a certeza serena de que "todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão", o que se cumpriu literalmente na História em 1945, cinco anos depois de sua morte.

As cidades onde ele foi prisioneiro por causa da fé, onde a corte militar o sentenciou à morte e seu sangue foi derramado, foram destruídas por um bombardeio. E nós, mais uma vez nos lembramos de que "tudo o que o homem semear, isso também ceifará." (Condensado do livro And Follow Their Faith, págs. 9, 10, 13 e 14).

3. Mas a história toda, inclusive do presidente da Associação Alemã Oriental que obrigou os irmãos a saudarem a bandeira da suástica para não prejudicar a imagem da Iasd, é contada pela revista Liberty:

"No povoado adventista de Friedensau, o Estado parlamentar Nazista obteve 99,9% dos votos. Quando alguns adventistas se recusaram a saudar a bandeira suástica e usar a saudação de Hitler, o presidente da Associação Alemã Oriental, W. Mueller, argumentou que essa atitude não faria bem à imagem da igreja. Ele concluiu que 'sob nenhuma circunstância o adventista tem o direito de resistir ao governo, ainda que o governo o obrigue a contrariar sua fé.' A resistência seria inconveniente porque rotularia os adventistas como oponentes do novo Estado, uma situação que se deveria evitar." - Texto traduzido de http://www.libertymagazine.org/html/lngerman.html.

CASAMENTO

CASAMENTO




ORIGEM DO CASAMENTO CIVIL





- O ano era 1854 e a cidade era a de Recife, hoje a capital do estado de Pernambuco.

Esses jovens filhos dos Protestantes ou tinham o casamento negado pelos padres católicos ou não se submetiam a receber o batismo romano nem tão pouco a praticar toda a idolatria peculiar àquela igreja e, portanto, viam-se em tremenda dificuldade para oficializarem suas uniões, já que as igrejas protestantes eram desconsideradas como instituição com autoridade para tal, sendo que, reuniões "às escondidas" eram comuns para que se celebrassem os casamentos entre os crentes por aqui.

- Nessa época, em uma manhã de domingo, um pastor metodista mais encorajado do que os demais, resolveu celebrar um casamento com portas abertas. Na platéia havia um delegado de polícia que, sabe-se lá o que fazia por ali, algemou o pastor e o levou preso em flagrante sob a acusação de "exercício ilegal de profissão", já que os pastores não tinham autoridade para isso.

- Provisoriamente o que se fez foi uma autorização civil, para que os casais pudessem, então, regulamentarem suas situações para então, segundo a fé que tivessem, se dirigissem ao sacerdote de suas preferências para, então, receberem a bênção correspondente àquela união que a justiça passou a considerar válida.

- Note-se que por todo o mundo não havia casamento civil. Os interessados fossem eles católica ou Protestante reunião suas famílias e tinham suas uniões celebradas pelos sacerdotes, o que era considerado mais que suficiente para validar a união dos casais.

- Na 1ª Constituição Federal, em 1889, quando da Proclamação da Rapública, é que se criou em definitivo o que hoje conhecemos como casamento civil, mais tarde como união civil.

- Com o passar dos tempos, pela falta de conhecimento histórico relacionado à questão, a autorização civil passou a ter mais valor do que a antiga bênção espiritual.

- No fim, o que se vê é um total desprezo pela bênção de um homem de Deus que viu um casal nascer, crescer, os batizou e, agora, os vê ser mais "abençoados" por um tabelião que jamais os viu nem verá novamente e que provavelmente para ele tanto faz falar em um cachorro bem como em Deus o que não faz diferença. E o pior é que as autoridades espirituais dizem: O casamento civil é que tem validade para Deus.

- Simplesmente lamentável.



DO CASAMENTO RELIGIOSO COM EFEITOS CIVIS E O NOVO CÓDIGO CIVIL



1. Considerações preliminares

É inegável a influência que a igreja possui em matéria familiar, sobretudo quando se trata do casamento. Orlando Gomes, no primeiro capítulo da obra Direito de Família, já afirma que "(...) não se pode omitir a influência da Igreja, por sua doutrina e ação, na elaboração do estatuto da família. (...) A Religião e a Moral influem na formação dos costumes familiares e, portanto, na legislação que o Estado dita para regular a constituição da família e as relações provenientes”. É curioso notar que, ainda hoje, persiste no povo brasileiro a idéia da necessidade das duas cerimônias: a religiosa e a civil.

2. De Trento ao Rio de Janeiro

O casamento civil surgiu, dentre outros fatores, da preocupação da Igreja Católica com os casamentos clandestinos e da necessidade de parametrização, normatização da matéria, uma vez que com o nascimento do anglicanismo, católicos passaram a não reconhecer os casamentos celebrados por protestantes e vice-versa.

"O casamento cristão, ao contrário do que se poderia imaginar, não é tão antigo quanto o Cristianismo. O casamento tal como conhecemos atualmente é uma invenção medieval e se casar na Igreja só se tornou prática corrente no século XIII".

Nos moldes atuais, o casamento civil foi instituído na Holanda, em 1580. Naquele país, todos os não calvinistas deveriam se casar perante o magistrado civil. Aos judeus, dispensava-se e, aos calvinistas, facultava-se.

Preocupada com as transformações sociais (a proliferação do casamento clandestino e a definição do padre como testemunha ou não na celebração) e religiosas (a reforma protestante), a Igreja Católica viu-se obrigada a convocar um concílio para definir sua doutrina a respeito de vários assuntos, inclusive casamento. Em 1.545, inicia-se o Concílio de Trento.

O Concílio resultou na afirmação do casamento como um contrato indissolúvel e no reconhecimento do princípio monogâmico na determinação do livre consentimento dos nubentes para contrair o matrimônio na obrigatória presença do ministro eclesiástico e testemunhas, com a benção.

A Igreja caminha soberana disciplinando o casamento até o século XVIII, com a Revolução Francesa, que “... inaugura o começo do período do casamento civil, obrigatório, determinando, a Constituição de 03/09/1791, no art. 7º, título 2, ‘que a lei considera o casamento somente como um contrato civil’".

"Em Portugal, o alvará de 12-09-1564 publicou e mandou observar as disposições do Sagrado Concílio Tridentino em todos os domínios da Monarquia Portuguesa...", por conseguinte, no Brasil. Este alvará, de autoria do Cardeal D. Henrique, regente português, foi ratificado por D. Sebastião, em 1569.



ORIGEM DO CASAMENTO NOS MOLDES HODIERNO É PAGÃO



Você sabia que a cerimônia de casamento nasceu na Roma antiga? Todo esse ritual da noiva se vestir especialmente para a cerimônia, veio de lá e virou uma tradição. Foi em Roma ainda que aconteceram as primeiras uniões de direito e a liberdade da mulher casar por sua livre vontade.

Desta forma quando as igrejas cristãs realizam o casamento na igreja nos moldes copiado da tradição romana, o que na verdade estão fazendo, estão abençoando o casamento pelos deuses romanos, porque os casamentos religiosos realizados nas igrejas cristãs é uma cópia fiel da sacramentação de origem pagã.

Seja honesto: abençoaria Deus um casamento nos moldes pagão como estão sendo realizado só porque nossos pastores e teólogos querem? Rejeitam o domingo porque dizem ser de origem pagã embora fora cristianizada pelo poder romano; porque dois pesos e duas medidas? Chama isto de honestidade espiritual? Seria este o motivo do grande número de divórcios no meio dos cristãos?

As igrejas estão seguindo exemplos pagãos oficializado pelo catolicismo, e depois querem afirmar que os realizados nos moldes católicos são sem validade, pura hipocrisia.

A mulher casar de forma obrigatória como foi no passado também não é de origem bíblica, e sim, do machismo, a liberdade de escolha é recíproca. Temos direitos iguais perante Deus.



BUQUÊT DE CASAMENTO É DE ORIGEM PAGÃ



Buquês e seus Significados - Os primeiros buquês de noivas incluíam não apenas flores, mas também ervas e temperos. Os mais populares geralmente com cheiro mais forte, como os alhos, eram usados para espantar os maus espíritos. As flores tinham cada uma, seu significado: hera representava fidelidade; lírio a pureza; rosas vermelhas o amor; violetas a modéstia; não-te-esqueças-de-mim era o símbolo de amor verdadeiro; flores de laranja davam fertilidade e alegria ao casal.



ALIANÇA DE CASAMENTO NO DEDO É TRADIÇÃO



Você sabia que o uso da aliança de casamento vem da tradição cristã, desde o século XI, e que era colocada no 3º dedo da mão esquerda, pois acreditavam que nesse dedo havia uma veia que ia direto para o coração? Aliás, ainda hoje, esse costume é praticado nos casamentos islâmicos.



VESTIDO DE CASAMENTO



Você sabia que o vestido branco para o casamento, que foi adotada em todo mundo, veio da Inglaterra, através da rainha Vitória em sua união com o primo, príncipe Albert. Sabia que foi a rainha quem o pediu em casamento? Pois, é! Naquela época não era permitido fazer um pedido desses a uma rainha, então, a rainha não teve alternativa, a não ser ela mesma pedir o príncipe em casamento.

• 11/09/1861 – Decreto 1144 – Efeitos civis dos casamentos religiosos.

• 17/04/1863 – Decreto 3069 – Pastores de religiões não-católicas têm autorização para efeitos civis dos casamentos.

• 25/04/1874 – Decreto 5604 – Regulamentou os registros civis de nascimentos, casamentos e óbitos.

• 14/06/1890 – Decreto 181 – Regulamentou a solenidade do casamento civil.

O que existe na verdade, é uma imposição anti-bíblica da intervenção da sagração do casamento e todas as igrejas aceitaram como se fosse uma intervenção oriunda do Eterno; e quando esta intervenção do homem em referência ao dizimo é questionada, todos chiam porque envolve altísimo valores monetários, é intocável bem como sobre o sábado, mas sobre o casamento qualquer um pode impor suas imposições que nossos líderes aceitam prontamente, desde que eles sejam exaltados em pessoa ou em suas decisões. É de se lamentar profundamente que nossos líderes sejam tão instável e que os liderados não tenha livre arbítrio, ainda são escravos espirituais e morais dos homens.



O CASAMENTO NA PALAVRA DO ETERNO



O casamento na Palavra do Eterno nunca teve formalidades a serem seguidas, com a continuidade da existência do ser humano, eles é que sempre procuraram inovar as instituições divinas, e “ÁI” de quem for ao contrário dos mandamentos denominacionais que não passam de normas humanas, esta pessoa é tida como alienada do reino de Deus por não mais darem crédito a certas imposições humanas. - Em vão, porém, me honram, Ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição. Mc. 7: 7. 9.

Para estes mesmos líderes podem perguntar a origem do casamento religioso e civil que eles não sabem, e por não saberem, suas orientações são baseadas em seus próprios umbigos teológicos impuros e convencionais.

► Em Sua eterna sabedoria Deus viu que não seria bom o homem viver sem uma companheira, não foi descoberta humana - Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea. Gn. 2: 18.

► O primeiro clone realizado antes do progresso da ciência e com perfeito sucesso, foi realizado por Deus - Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre o homem, e este adormeceu; tomou-lhe, então, uma das costelas, e fechou a carne em seu lugar. Gn. 2: 21.

1. ► Há um grande engodo ensinado por nossos líderes, de que o primeiro casamento foi realizado por Deus, mas um acurado estudo das Sagradas Escrituras, podemos observar que foi o contrário, Deus apenas fez a mulher e a levou para Adão - E da costela que o senhor Deus lhe tomara, formou a mulher e a trouxe ao homem. Gn. 2: 22.

2. ► Quem realizou o casamento foi o próprio Adão, Deus apenas consentiu, abençoou, aprovou, foi testemunha e tornou próspera esta união, este texto mostra a realização do casamento por Adão - Então disse o homem: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada. Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne. Gn. 2: 18, 21, 22 – 24.

3. ► Abraão mandou seu servo procurar uma esposa para Isaque, quando ele a viu, gostou dela e a levou para a tenda (casa) que tinha pertencido a sua mãe, e a partir daquele momento Rebeca passou a ser sua esposa, como podem observar, foi isento de celebração e bênção familiar, religiosa ou civil, ou seja, ele mesmo realizou o seu casamento, aprovado e abençoado por Deus. - Isaque, pois, trouxe Rebeca para a tenda de Sara, sua mãe; tomou-a e ela lhe foi por mulher; e ele a amou. Assim Isaque foi consolado depois da morte de sua mãe. Gn. 24: 67.

4. O casamento dos antecessores do Senhor Jesus foram realizado pelo noivo, sem a presença de autoridade civil ou religiosa. Assim tomou Boaz a Rute, e ela lhe foi por mulher; e ele a possuiu, e o SENHOR lhe fez conceber, e deu à luz um filho. Rt. 4: 13.

5. Outro casamento dos antecessores do Senhor Jesus que realizou o próprio casamento, sem a presença de autoridade civil ou religiosa. O que foi mal aos olhos de Deus foi o ato dele adulterar, tomar a mulher de outro homem e matar, não foi ele realizar o próprio casamento. E, passado o luto, enviou Davi, e a recolheu em sua casa, e lhe foi por mulher, e deu-lhe à luz um filho. Porém esta coisa que Davi fez pareceu mal aos olhos do SENHOR. II Sm. 11: 27.

6. O que Deus condena como pecado é, se uma pessoa tiver relações sexuais sem compromisso matrimonial, mas a relação sexual com compromisso matrimonial não é pecado, ou seja, eu conheço uma pessoa e ela passa a ser minha esposa sem a benção de um juiz quer seja cristão ou pagão ou de um líder religioso, Deus reconhece como sendo um casamento legítimo. Se alguém enganar alguma virgem, que não for desposada, e se deitar com ela, certamente a dotará e tomará por sua mulher. Ex. 22: 16.

7. Estes estatutos sobre o casamento são de origens Divina; quem é o homem para mudar os estatutos do Eterno? A própria igreja ensina que Deus não muda; ou por conveniência para a igreja Deus resolveu mudar? Estes são os estatutos que o SENHOR ordenou a Moisés entre o marido e sua mulher; entre o pai e sua filha, na sua mocidade, em casa de seu pai. Ne. 30: 16.

8. Se um casal se separa por motivos justos ou não, e casam com outro ou simplesmente tenha relações sexuais sem compromisso matrimonial, se no futuro os dois resolverem morar juntos novamente, isto é abominação para Deus, não deve haver esta reconciliação matrimonial, embora a igreja pregue que podem casar-se novamente com o ex-companheiro(a). Então seu primeiro marido, que a despediu, não poderá tornar a tomá-la, para que seja sua mulher, depois que foi contaminada; pois é abominação perante o SENHOR; assim não farás pecar a terra que o SENHOR teu Deus te dá por herança. Dt. 24: 4.

9. Casamento sem a presença ou bênção de autoridade civil ou religiosa aprovado por Deus. E olhai, e eis aí as filhas de Siló a dançar em rodas, saí vós das vinhas, e arrebatai cada um sua mulher das filhas de Siló, e ide-vos à terra de Benjamim. Jz. 21: 21.

10. Casamento sem a presença ou bênção de autoridade civil ou religiosa aprovado por Deus. E Abigail se apressou, e se levantou, e montou num jumento com as suas cinco moças que seguiam as suas pisadas; e ela seguiu os mensageiros de Davi, e foi sua mulher. I Sm. 25: 42.

11. A única justificativa para uma pessoa dissolver um casamento e não incorrer em desagrado perante Deus, é por motivos justos de adultério de alguma das partes. Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério. Mt. 5: 32.

12. O Senhor Jesus falando sobre a instituição do casamento, Ele confirmou a realização do verdadeiro casamento que é apenas uma união matrimonial independente da presença de autoridade eclesiástica ou civil. Mas as religiões hodiernas impõem o casamento civil apenas com a intenção de controlar a fé das pessoas. E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? Mt. 19: 5.



ORIGEM DO CASAMENTO RELIGIOSO



Com a origem da Igreja Católica no terceiro século da era cristã, foi idealizado várias normas e impostas aos fieis, para com esta atitude a igreja poder controlar a fé dos fieis, e uma desta instituições idealizada foi a implantação do casamento religioso pagão tornando invalido a outra forma de casamento que por milênios havia sido realizado, e quando as igrejas realizam esta cerimônia religiosa estão seguindo um dogma de origem pagão, e o mais curioso é que, é feito nos moldes pagãos.

E o casamento civil teve origem no século dezoito.

O interessante que para as instituições religiosas o casamento que tem valor legal para Deus é o realizado por um juiz, mesmo que ele seja um pagão, um idólatra, um blasfemador ou mesmo um homossexual, ato esse reprovado por todas as instituições religiosas, embora jamais devamos ser discriminatórios, para mim a escolha sexual não é motivo para julgar a honestidade pessoal. A questão é que devem ser obedecidas as imposições religiosas como se fossem instituições divinas. Ao mesmo tempo estas instituições religiosas realizam casamentos religiosos, fica um questionamento que já o fiz pessoalmente, mas ao responderem os líderes afirmam que o casamento religioso não tem nenhuma validade para Deus, é apenas formalismo da igreja. Qual o casamento que tem valor para Deus, é o religioso ou o civil?

Uma outra curiosidade é que, o casamento religioso independente do civil, é reconhecido pelo estado Brasileiro com o mesmo valor do civil, o pastor Lira da IASD que foi do distrito de Coroatá – Ma, disse que: A IASD em outros paises realiza casamento só no religioso.







http://www.irmaos.com/bibliaonline/?



http://igrejasbiblicas.blogspot.com/2007/01/origem-do-casamento-civil.html



http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=2662

IASD E AS DUAS GUERRAS MUNDIAIS

1. Após a Primeira Guerra Mundial, dizia-se que a Igreja Adventista do Sétimo Dia não repetiria o erro cometido em 1914-1918. Contudo as evidências revelaram, para o nosso grande desapontamento, que ainda seguiam o mesmo modo de proceder. Finalmente, irrompe outra guerra mundial, e nossos irmãos adventistas tiveram nova oportunidade de provar que se colocavam ou a favor ou contra a lei de Deus. Se realmente lamentassem o que fizeram durante e após a Primeira Guerra Mundial, tiveram agora excelente oportunidade de se redimirem de sua passada falta. As declarações abaixo citadas, de seus próprios escritos, mostrarão como eles agiram.


2. Na Alemanha

"Estamos agora em meio a uma tempestade de acontecimentos que abalam o mundo....

"Nunca devemos esperar que nos países deste mundo sejam realizados os princípios do reino de Deus. Eles têm suas próprias legislações, segundo a vontade de Deus. Se não fosse assim, a Escritura Sagrada não poderia falar das mesmas como sendo ordenadas por Deus. Por isso é que nos sujeitamos, não só voluntariamente, mas de bom grado, a cada serviço exigido de nós. Quem neste (serviço) perder sua vida bem poderá gloriar-se com as seguintes palavras: 'Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém sua vida pelos amigos'. (João 15:13). Lembremo-nos dos nossos varões combatentes, e particularmente dos irmãos que arriscam suas vidas pela pátria e pelos que ficaram em seu lar! Oremos também pelo Fuehrer e seus colaboradores." Der Adventbote [Periódico adventista publicado na Alemanha] 1/10/1939.

"Enquanto nossos irmãos, pais e filhos, além das fronteiras se empenhavam na mais feroz batalha, afanando-se, de vitória em vitória, pela grandeza e futuro da pátria, sentimos a intervenção de Deus no mundo, nos acontecimentos testemunhados nestas poucas últimas semanas. Em silenciosa adoração, agradecemos a Deus que, em Sua sábia providência deu o Fuehrer ao nosso povo.

"Ao mesmo tempo não podemos como também não queremos permanecer calados. Isso provamos no passado e agora estamos novamente provando, porque é uma santa decisão pôr em ação a vontade de Deus. O orgulho que como compatriotas alemães sentimos nas grandes vitórias de nossos soldados, é para nós um novo incentivo para imitá-los na frente de batalha da pátria e mais conscienciosamente empregar nossa força para a vitória." Was tun die Adventisten in der Wohlfahrtspflege? [Relatório do Serviço Social Adventista de 1939, na Alemanha].

Jamais esqueceremos o momento em que nos foi anunciada a entrada em vigor do armistício com a França. ...

"Recobramos a coragem, pusemo-nos a trabalhar e, como estávamos diante das necessidades, lutamos como nunca dantes. E Deus inverteu a balança do destino ao nosso favor.... A Alemanha crê nos sacrifícios que humanamente fizemos até os limites de nossa capacidade, e também crê num Deus que está abençoando nossa batalha humana. Este sentimento foi expresso em palavras alegres porém humildes, e se implantou em nossos corações ao ser cantado em santas melodias e à medida que ressoavam dos campanários. E permanecerá até a última etapa da batalha, que nos trará a vitória sobre o último adversário, e então teremos paz.

"Quão gloriosa é a hora da vitória! Nós, que uma vez fomos ignominiosamente enganados acerca da vitória e da paz justa, provamo-la agora, com calmo e profundo júbilo, todavia sem qualquer arrogância.... Isto não é mera fraseologia hipocritamente piedosa; é uma declaração feita com o sentido da responsabilidade perante Deus. ...

"Luta e sacrifício ainda serão necessários. Para quê? Ora, isto é suficientemente claro. Pensar na vitória significa pensar em tarefas ingentes. Um povo que não pôde ser intimidado por quaisquer inimigos armados ou ameaças, não se eximirá aos últimos esforços em direção ao alvo, nem a tarefas futuras, não importa quão grandes sejam. Fomos colocados neste mundo para lutar e trabalhar. ..." Der Adventbote [Periódico adventista publicado na Alemanha], 15 de julho de 1940.

3. "Como soldados de vanguarda, deixamos nossos lares e nossos negócios e aqui estamos para defender a pátria nestes postos mais avançados." Der Adventbote [Periódico adventista publicado na Alemanha], 1 de junho de 1941.

4. "Vivemos hoje em tempos momentosos e agitados, em que nosso destino jaz diante das mais graves decisões e pesadas tarefas. Estamos em meio a uma guerra terrível e total. Esta batalha está sendo sem dúvida travada direta e principalmente por nossos soldados no exterior, no front, mas como esta é a maior luta possível, a nação inteira nela toma parte. Todos os compatriotas alemães são no mesmo grau combatentes e por isso todos devem agir e lutar como soldados no pleno sentido da palavra. Devem ser bravos, cautelosos, abnegados, e demonstrar senso do dever, como se o resultado dependesse de cada um individualmente. Deste modo, a vitória está igualmente implantada no coração de cada um de nós. Qualquer que seja o posto em que estejamos, cumpre-nos provar, cada dia e cada hora, que somos guerreiros valentes, dignos de nossos heróicos irmãos do campo de batalha. Só um pensamento nos deve hoje dominar: Como posso ajudar a alcançar a vitória? Para este alvo devemos dirigir todas as nossas comissões e omissões, toda a nossa fala e nosso silêncio, todos os nossos desejos e exigências. Esta extensíssima guerra requer de todos os companheiros alemães os máximos e mais elevados esforços em todo um tempo de expectação, sofrimento, sacrifício e luta." Gegenwarts-Fragen [Periódico adventista publicado na Alemanha], 7 de novembro de 1941. -- A Mensagem de Deus ao Povo do Advento, Estudo 11: "Objeção de Consciência ou Combatência", págs. 39-41, publicado pela Editora Missionária A Verdade Presente.

"No povoado adventista de Friedensau, o Estado parlamentar Nazista obteve 99,9% dos votos. Quando alguns adventistas se recusaram a saudar a bandeira suástica e usar a saudação de Hitler, o presidente da Associação Alemã Oriental, W. Mueller, argumentou que essa atitude não faria bem à imagem da igreja. Ele concluiu que 'sob nenhuma circunstância o adventista tem o direito de resistir ao governo, ainda que o governo o obrigue a contrariar sua fé.' A resistência seria inconveniente porque rotularia os adventistas como oponentes do novo Estado, uma situação que se deveria evitar." - Texto traduzido de http://www.libertymagazine.org/html/lngerman.html. Liberty:



5. Declarações em documentos adventistas, tais como esta a seguir, demonstram a triste tendência: “Estamos agora no meio de um tumulto de eventos de mudanças de amplidão mundial. Uma grande época deve encontrar um grande homem ... Portanto, não somente nos submetemos de boa vontade mas também com muito prazer realizaremos cada trabalho requerido. Para aqueles que perderam suas vidas nesta realização podemos citar as palavras de Jesus: ‘Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos.’ (João 15: 13). Lembremo-nos de todos os homens que lutam e especialmente nossos irmãos, que estão preparados para arriscar as suas próprias vidas pela terra natal e por aqueles que são deixados para trás. Vamos também orar a favor do Fuher e seus associados.” – Adventobe, 1 de outubro de 1939.

6. ROMÊNIA 1924

“O serviço militar e a participação na guerra não estão fazendo uma aliança com o mundo, nem defendendo a Babilônia. A participação na guerra é simplesmente um dever; com respeito à guerra os nossos jovens também cumprirão o dever deles no dia de descanso.” - Prophecy, por P.P.Paulini, p.39.

7. YUGUSLÁVIA 1925 “O ensino da Escritura que diz: ‘Dê a César o que é de César e a Deus o que é de Deus’ corresponde aos adventistas em todo sentido. Atendem conscienciosamente ao tempo do serviço militar que é requerido deles, com armas nas mãos, na paz assim como na guerra; e um número significante de adventistas foram provados na Guerra Mundial por meio de sua coragem, e muitos trazem no peito uma medalha do mais alto reconhecimento em razão da sua bravura.” – Adventizam, p.53.

8. RÚSSIA 1924 e 1928“Estamos convencidos que Deus por meio da sua providência, guiou o coração de nosso inesquecível W.J.Lenin, e deu-lhe e também aos seus companehiros sabedoria para trazer as únicas e oportunas declarações para o mundo hoje. Por esta razão os Adventistas do Sétimo Dia querem ser os melhores cidadãos na crença na República Socialista Federal. A doutrina dos Adventistas do Sétimo Dia permite aos seus membros a liberdade de consciência com respeito ao dever militar, e não tenta ditar-lhes como eles devem agir , considerando que cada pessoa deve ser responsável por si mesmo com respeito ao problema militar, de acordo com a sua própria consciência.” - Presidente H.J.Loebsack, Comitê da Conferência.

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