quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

UM SÓ BATISMO OU ILIMITADO?



UM SÓ BATISMO OU ILIMITADO?
A ESPECULAÇÃO DA INSTITUIÇÃO


INTRODUÇÃO

Em algumas religiões cristã, ao ser aceito uma pessoa como membro é realizado um batismo por imersão ou aspersão, após o mesmo chegar a viver fora dos parâmetros e princípios baseados nos textos sagrados das Escrituras ou das doutrinas da igreja, a pessoa para ser novamente admitida como membro é necessário que seja realizado um novo batismo, ou seja, toda a vez que a pessoa desviar-se é necessário que seja realizado este ritual.
Já outras religiões dentro da linha do cristianismo, após a pessoa ser admitida como membro por meio do batismo ao ele sair da igreja, independentemente da quantidade de vezes, é feito apenas a reconciliação da mesma sem a necessidade de um novo batismo.
Dentro dos princípios bíblicos estabelecidos por Deus, qual das duas atitudes estaria sendo colocado em prática de forma correta? Seria o rebatismo o correto? Ou seria apenas a reconciliação da pessoa com Cristo e com a igreja?
A Palavra de Deus é quem tem a autoridade máxima e palavra final que nos fala sem rodeios e nos guia ao caminho correto, mas infelizmente para nossos líderes e liderados a palavra final é o da teologia.
O autor.

                                  O BATISMO DESCRITO NA PALAVRA DIVINA

João Batista, como ficou conhecido, introduziu na igreja de Deus o costume de batizar as pessoas de ambos os sexos, e ao mesmo tempo ele ensinava que o batismo ERA UMA ÚNICA VEZ NA VIDA, o que podemos aprender com ele é que, quando a pessoa desvia-se de seguir ao Senhor, ao retornar ele deve apenas fazer a reconciliação com Deus e com a Igreja, se for realizado um novo batismo o oficiante estará desta forma praticando algo não ensinado ou abonado pela Palavra de Deus, ou seja, colocando em prática doutrina de homens feito sob medida para engrandecer a teologia, são atitudes destas realizadas por conveniência que levou Jesus Cristo a rejeitar os ensinamentos judaicos.  Assim vocês anulam a palavra de Deus, por meio da tradição que vocês mesmos transmitiram. “E fazem muitas coisas como essa”. Mc. 7: 13.
O batismo ensinado por João era o batismo de arrependimento e destinado ao perdão dos pecados. Assim surgiu João, batizando no deserto e pregando UM BATISMO de arrependimento para o perdão dos pecados. Mc. 1: 4.
Quando a Palavra de Deus diz “UM” é um mesmo e não tem o que ser discutido; quando diz “DOZE” são doze mesmo não tem o que ser discutido. Infelizmente o ser humano sempre acha um jeitinho de tentar mudar as normas, os princípios e os desígnios estabelecidos pelo Eterno.
Antes de Jesus começar o Seu ministério, João PREGOU E REALIZOU APENAS UM ÚNICO BATISMO destinado ao arrependimento e jamais em quantidade superior a um como é praticado hoje por algumas Igrejas que se autodenominam de posseiras da verdade, e que ao ser questionado algum erro doutrinário a pessoa é tida como dissidente e quando são questionados os erros doutrinários de outras igrejas é tido como usada por Deus, ou, se a pessoa fica apenas encurvando a cabeça a direção da igreja dizendo: Sim senhor! São de Deus os erros adotados. Esta pessoa é tida com sendo um verdadeiro cristão. Antes da vinda de Jesus, João PREGOU UM BATISMO de arrependimento para todo o povo de Israel. At. 13: 24.
Apolo foi um homem cristão destemido na obra de Deus e pregava o evangelho com ousadia, apesar de conhecer o batismo de João o qual não se tem registro como era oficializado e quais as palavras que eram proferidas, o importante é que houve um grande despertamento entre o povo de Deus e ainda haverá de forma coletiva se assim os atuais permitirem que Deus o faça, embora este despertamento está ocorrendo de forma isolada em toda a terra. Fora instruído no caminho do Senhor e com grande fervor falava e ensinava com exatidão acerca de Jesus, embora conhecesse apenas o batismo de João. At. 18: 25.
Os que creram no Messias que havia de vir foram batizados no batismo de João, havia um grupo de cristãos que não tinham crido no Messias embora tinha sido batizado por João, ao crerem no Messias que já tinha vindo eles foram batizados em nome de Jesus, fica uma questão a ser respondida: “Porque não foram batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo? O batismo de João era o do arrependimento, e o posterior é realizado com qual objetivo?” Porque os apóstolos batizavam apenas em o nome do Senhor Jesus e jamais no nome triúno? A outra questão é que eles não foram rebatizados, o batismo que eles haviam recebido não tinha valor porque eles viviam na incredulidade como mostra o texto, o batismo só tem validade se o mesmo for realizado na credulidade. "Então, que batismo vocês receberam?", perguntou Paulo. "O batismo de João", responderam eles. Disse Paulo: "O batismo de João foi um batismo de arrependimento. Ele dizia ao povo que cresse naquele que viria depois dele, isto é, em Jesus". Ouvindo isso, eles foram batizados no nome do Senhor Jesus. At. 19: 3 – 5.
A simbologia do batismo foi mudada após a morte e ressurreição do Senhor Jesus, deixou de ser o símbolo do arrependimento para simbolizar o sepultamento dos pecados e o renascimento em Cristo das obras mortas para a Glória do Eterno, para podermos viver em novidade de vida. Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova. Rm. 6: 4.
Quando na Palavra de Deus é ensinado que o rito do batismo é ordenado apenas uma única vez na vida da pessoa eles dizem: “Único é apenas na fórmula, o rebatismo é uma nova lavagem, pois a pessoa foi sujada novamente pelo pecado, portanto, é necessário que seja feito um novo batismo cada vez que a pessoa retornar à Igreja”.
Se for verdade, neste caso, quando a Palavra de Deus afirma no mesmo texto que há:
1.     UM SÓ SENHOR – devemos crer que é apenas na fórmula como ensina a teolomentira, e jamais, na essência da palavra.
2.     UMA SÓ FÉ – devemos crer que é apenas na fórmula como ensina a teolomentira, e jamais, na essência da palavra.
3.     UM SÓ DEUS – devemos crer que é apenas na fórmula como ensina a teolomentira, e jamais, na essência da palavra.
4.     ACEITAR OU REJEITAR – é questão de ter uma fé incorruptível ou uma fé corrupta; a qual classe você quer pertencer? Dos que creem na Palavra de Deus e aceitam apenas um único batismo caracterizando uma fé incorruptível o,u dos que creem na palavra da teolomentira e aceitam variações de batismo caracterizando uma fé corrupta?
Para quem tem uma fé incorruptível, um SÓ SENHOR, UMA SÓ FÉ, UM SÓ DEUS não é na fórmula, e sim, na essência e profundidade da palavra e numérico em todos os sentidos, bem como, UM SÓ BATISMO. Rebatizar uma pessoa é viver princípios corrompidos e aventados pela teolomentira para satisfazer os autoconhecimentos da teologia da apostasia, que em muitos casos tem substituído as verdades de Deus, embora a teologia usada de forma correta seja útil ao desenvolvimento espiritual e jamais para substituir os princípios básicos e primordiais estabelecidos por Deus em Sua Palavra. UM SÓ Senhor, UMA SÓ fé, UM SÓ batismo, UM SÓ Deus e Pai de todos, que é sobre todos, por meio de todos e em todos. Ef. 4: 5,6.
O batismo realizado depois da morte de João e após a ressurreição de Jesus Cristo deixou de simbolizar o arrependimento para simbolizar o sepultamento da velha natureza pecaminosa para a ressurreição de uma nova natureza purificada e santificada no Senhor Jesus. Isso aconteceu quando vocês foram sepultados com ele no batismo, e com ele foram ressuscitados mediante a fé no poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos. Cl. 2: 12.
O batismo não retira a sujeira do corpo material ou espiritual, o batismo em si é apenas um mergulho nas águas feito por outra pessoa, o que o torna em valor é a fé que a pessoa tem de que o Senhor Jesus o purifica de todo o pecado e com o batismo a pessoa firma um compromisso de viver uma boa consciência diante de Deus, firmado na ressurreição de Jesus, se por ventura, esse compromisso for quebrado, não é feito um novo batismo, apenas é feita a reconciliação com Deus, pois é um só batismo, o compromisso ou aliança quebrada não é o batismo, é a aliança que Deus faz com o ser humano e esta aliança é com o sangue de Jesus Cristo. Ao ser reatado esta aliança não há necessidade de um novo batismo, pois somos lavados e purificados é no sangue do Senhor Jesus e jamais com o batismo. A aliança ou comunhão não é o batismo.
·         Nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo. I Jo. 1: 3.
·         Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. I Jo. 1: 7.
·         E isso é representado pelo batismo que agora também salva vocês - não a remoção da sujeira do corpo, mas o compromisso de uma boa consciência diante de Deus - por meio da ressurreição de Jesus Cristo. I Pd. 3: 21.
É melhor obedecermos e crermos nos ensinamentos da Palavra de Deus, ou, obedecermos às doutrinas espalhafatosas e corruptas da teolomentira? Assim vocês anulam a palavra de Deus, por meio da tradição que vocês mesmos transmitiram. “E fazem muitas coisas como essa”. Mc. 7: 13. - Pedro e os outros apóstolos responderam: “É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens!” At. 5: 29.
O que temos a perder se aceitarmos apenas um batismo ensinado pela Palavra de Deus? Só temos a ganhar.
O que temos a perder se aceitarmos infinidade de batismos para a mesma pessoa inventados pela teologia? A vida eterna.
No batismo a pessoa ao mergulhar ele está sendo simbolicamente sendo sepultado com Cristo em sua morte porque ele está morrendo para o pecado, quando ele sai das águas simbolicamente ele está ressuscitando com Cristo, ou seja, toda vez que ele é rebatizado Cristo está sendo morto novamente e a pessoa está sendo sepultada e ressuscitada com Cristo várias vezes, contrariando desta forma os ensinamentos da Palavra de Deus que diz: Cristo morreu uma única vez pelos nossos pecados e é determinado por Deus aos homens morrerem uma única vez.  “Isso aconteceu quando vocês foram sepultados com ele no batismo, e com ele foram ressuscitados mediante a fé no poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos”. Col. 2: 12. – “Como está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o juízo”. He. 9: 27.
O batismo realizado atualmente é feito em nome da Divindade ou, é feito apenas no título da Divindade?
Pai não é nome é um título, Filho não é nome é um título, ou seja, quando o oficiante do batismo realiza o batismo pronunciando as seguintes palavras: “Eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, o batismo não está sendo realizado no nome como ordenado por Jesus Cristo, e sim, no título”.
Para que o batismo seja realizado conforme estabelecido por Jesus, deve ser realizado no nome e jamais no título como está sendo feito por todas as Igrejas Cristãs, ou seja, deve-se usar o nome: “Eu te batizo em nome de Jeová, de Jesus Cristo e do Espírito Santo, assim estará sendo oficializado o batismo no nome da Divindade e não apenas no título”. É pecado rever nossos princípios da teolomentira? Sair do erro doutrinário teológico é cair em apostasia? Ou continuar no erro após a advertência é estar em defesa da verdade?   Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, BATIZANDO-OS em nome DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO. Mt. 28: 19.
Vocês sabiam que nossa igreja até a década de 40 só batizava no nome de Jesus? Você sabia que nossa igreja começou de forma isolada a adotar o batismo na trindade nesta década e em pouco tempo toda liderança mundial adotou e como sempre os liderados apenas aceitaram sem saber o por quê?  No livro “Adventistas ou Católicos” Pavol Eirene, pg. 58. A IASD é acusada de está errada porque batizava somente no nome de Jesus e jamais no nome do Pai, Filho e Espírito Santo. Qual a justificativa para esta mudança e para a alteração na ordem do Espírito Santo para ser realizado apenas um único batismo na vida de uma pessoa?
O que já foi feito no tempo da ignorância não é levado em conta por Deus, porém, a permanência é fatal. “Agora, irmãos, eu sei que vocês agiram por ignorância, bem como os seus líderes”. At. 3: 17. – “No passado Deus não levou em conta essa ignorância, mas agora ordena que todos, em todo lugar, se arrependam”. At. 17: 30.
Devemos agora abandonar o tempo da ignorância? Vamos continuar na ignorância só porque um não teólogo mostrou a verdade? Ou o pilar da verdade é a teolomentira?
Ou devemos continuar sujeitos a uma mentira e respeitá-la somente porque um teólogo inventou o rebatismo e a denominação impôs como sendo verdade absoluta?
Eles estão obscurecidos no entendimento e separados da vida de Deus por causa da ignorância em que estão devido ao endurecimento do seu coração. Ef. 4: 18.
A mim que anteriormente fui blasfemo, perseguidor e insolente; mas alcancei misericórdia, porque o fiz por ignorância e na minha incredulidade. I Tm. 1: 13.
Podemos ser libertos da ignorância basta querer.
No entanto, somente o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos, apenas uma vez por ano, e nunca sem apresentar o sangue do sacrifício, que ele oferecia por si mesmo e pelos pecados que o povo havia cometido por ignorância. He. 9: 7.
Como filhos obedientes, não se deixem amoldar pelos maus desejos de outrora, quando viviam na ignorância. I Pd. 1: 14.
Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatosVivam como pessoas livres (estar livres é estar ligado a Cristo e devotar toda a crença na Palavra de Deus, e colocar a prova nossas doutrinas a luz da Palavra de Deus, o que estiver certo devemos conservar e o que estiver errado não podemos aceitar, mesmo contrariando a liderança - Assim diz o SENHOR: "Maldito é o homem que confia (devota suas crenças e fé) nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força (só aceita e crer o que o pastor e os teólogos estabelecem como verdades), mas cujo coração se afasta do SENHOR. Jr. 17: 5.), Mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus. I Pd. 2: 15, 16.
Devemos sim, obedecer e honrar não só os pastores bem como toda a liderança da igreja, desde que eles se submetam à Palavra de Deus revendo os conceitos que não estão de acordo com Sua Palavra, caso contrário devem ser honrados como qualquer cidadão e como líderes espirituais devem ser rejeitados.
Os conceitos que estão de acordo com a Palavra de Deus não são os defendidos pelos que estão questionando a tudo e a todos, e sim, o que é revelado e que mesmo indo de encontro ao que nós cremos devem ser levados em consideração e se há falhas, devem ser revistos e corrigidos.
O que devemos pregar ao mundo? Seria o que estamos pregando a respeito de arrependimento de obras que levam a morte, ou, da fé em Deus, ou, a instrução a respeito de batismo, ou, da imposição de mãos, ou, da ressurreição de mortos e do juízo eterno?  Portanto, deixemos os ensinos elementares (rudimentar, primário) a respeito de Cristo e avancemos para a maturidade, sem lançar novamente o fundamento do arrependimento de atos que conduzem à morte, da fé em Deus, da instrução a respeito de batismos (a doutrina do batismo), da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno. Assim faremos, se Deus o permitir. He. 6: 1 – 6.
Qual a mensagem que devemos dar ao mundo? Apesar que esta deva ser dada não como o ponto fundamental como está sendo feito.

JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ.

“Mas, nos dias em que o sétimo anjo estiver (bem próximo) para tocar sua trombeta (sinal de alerta, convocação para a batalha final), vai cumprir-se o mistério de Deus (o que é mistério é porque não foi revelado), da forma como ele o anunciou aos seus servos, os profetas”.  Então me foi dito: "É preciso que você profetize de novo (a profecia jamais deveria cessar ou ser resumida em apenas a uma única pessoa ou ficar restrita a uma denominação como tem sido propagado) acerca de muitos povos, nações, línguas e reis" (seria de amplidão mundial profetizado por multidões).  Ap. 10: 7,11.
Profetiza não é revelar o que está em oculto, e sim, pregar a salvação e a volta do Senhor Jesus.
Tendo sido, pois, justificados pela fé (purificados, perdoados, limpos e tornados santos diante do eterno pelo poder do sangue do Cordeiro de Deus), temos paz (depois da justificação pela fé passamos a ser amigos de Deus) com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo (após sermos justificados, o justificador que é Jesus, Ele assume toda a responsabilidade pelos meus atos do passado, presente e futuro e de minha pessoa a partir do momento que fui justificado), por meio de quem obtivemos acesso pela fé (e jamais por meio da lei, do sábado ou de qualquer outra coisa correta ou boa que tenhamos feito, é tão somente por meio da fé que é confiança total no justificador, mas não fiquem enganados pensando que, a justificação os isenta da obediência aos princípios Divinos) a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. Rm. 5: 1,2.
Como agora fomos justificados por seu sangue (por meio desta justificação somos totalmente isentos de qualquer culpa), muito mais ainda, por meio dele, seremos salvos da ira de Deus! Se quando éramos inimigos de Deus fomos reconciliados com ele mediante a morte de seu Filho, quanto mais agora, tendo sido reconciliados, seremos salvos por sua vida (a morte do Senhor Jesus nos uniu a Deus, por meio da justificação somos isentos da culpa e por meio da Sua vida somos salvos)! Glória e louvor a este Deus maravilhoso. Rm. 5: 9,10.
As obras da fé que é creditado na salvação, jamais é o que fiz de bom, e sim, unicamente os méritos do Senhor Jesus é que são creditados para minha salvação.
Logo, assim como por meio da desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim também, por meio da obediência de um único homem muitos serão feitos justos. A fim de que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reine pela justiça para conceder vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. Rm. 5: 19,21.
Portanto, deixemos os ensinos elementares a respeito de Cristo e avancemos para a maturidade, sem lançar novamente o fundamento do arrependimento de atos que conduzem à morte, da fé em Deus, da instrução a respeito de batismos, da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno. Assim faremos, se Deus o permitir. He. 6: 1 – 3.
“Mesmo que a minha carta lhes tenha causado tristeza, não me arrependo. É verdade que a princípio me arrependi, pois percebi que a minha carta os entristeceu, ainda que por pouco tempo. Agora, porém, me alegro, não porque vocês foram entristecidos, mas porque a tristeza os levou ao arrependimento. Pois vocês se entristeceram como Deus desejava, e de forma alguma foram prejudicados por nossa causa. A tristeza segundo Deus não produz remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação, e a tristeza segundo o mundo produz morte. Vejam o que esta tristeza segundo Deus produziu em vocês: que dedicação, que desculpas, que indignação, que temor, que saudade, que preocupação, que desejo de ver a justiça feita! Em tudo vocês se mostraram inocentes a esse respeito”. II Co. 7: 8 - 13.
Infelizmente tem sido assim, temos falado da justificação pela fé, porém, na prática tem sido ensinado pelas obras, pela lei e pela obediência incondicional ao pastor, deixarei apenas um exemplo: É ensinado que, quem salva é Jesus, mas, se não obedecer de forma incondicional à igreja, e também não crer nos ensinos pastorais, não tem como ser salvo. A obediência à igreja e ao pastor é condicional e si estiver de acordo com a Palavra de Deus, mas não tem nenhum peso na salvação. A salvação é Jesus Cristo se creres e aceitares serás salvo.
Eu decido ficar com a Palavra de Deus, e você qual a decisão que tomarás?
Deus seja magnificado.


Autor: Eurias R. Carneiro