quinta-feira, 10 de março de 2011

SONHO REAL E VERDADEIRO


O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra. Sl. 34:8.
OBS: OS TESTEMUNHOS JÁ ESTÃO NO BLOGGER.
Antes de relatar os Testemunhos que o Senhor Jesus fez pela minha pessoa, vou relatar um sonho muito importante que tive na década de 90.

Há vários anos, em uma determinada noite, eu tive o seguinte sonho e por vários anos fiquei sem saber o seu significado.
Neste sonho fui a Roma e fiquei hospedado na casa de uma família conhecida a qual não tenho lembranças dos nomes e muito menos a fisionomia.
Nas igrejas romanas o luxo era indescritíveis, alguém que me acompanhava pediu que eu desse permissão para que ela fizesse uma oração em meu favor, ajoelhávamos, e ao término da oração, ao eu abrir os olhos, nós estávamos de joelhos em frente de um ídolo, eu justificava para várias pessoas presentes e conhecidas que não havia nada de errado em eu ter me ajoelhado em frente de um ídolo com o objetivo único de agradar a pessoa que estava comigo.
Por causa da justificativa que apresentei alguém me acusava de que eu havia murmurado, porque eu não era um dos deles.
Eu saia da igreja Católica e como turista ficava admirando a beleza, a suntuosidade e o luxo dos templos, ao mesmo tempo ficava atormentado por não ter em mãos uma máquina fotográfica para fazer os registros.
Ao dirigir-me a um setor da cidade por onde passava um rio, eu descia uma grande escada de concreto dirigindo-me a um templo na beira do rio, no trajeto, deparava-me com cristais lindos e de várias cores, ao tentar pegar alguns, um policial deteve-me e conduziu-me a uma sala da referida igreja.
Nesta sala eu era julgado por duas pessoas, a minha família tinha permissão para deixar o local e eu ficaria detido pelo crime de tentar apanhar alguns cristais para levar comigo.
Só havia uma forma pela qual eu poderia ser absolvido de tal crime, se eu comprasse algumas relíquias romanas. Não tenho lembranças se comprei ou não.
Ao acordar fiquei impressionado com este sonho e o escrevi para não correr o risco de esquecê-lo.

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