quarta-feira, 28 de setembro de 2011

ATUALIZADO -O SOL FOI CRIADO NO PRIMEIRO OU NO QUARTO DIA?




O Sol e o "Haja luz"


É interessante notarmos as duas posições de interpretação para a criação do sol:

1ª) O sol foi criado no 4º dia da criação e só.
2ª) O sol "apareceu" no 4º dia da criação, havendo sido criado antes.

Particularmente creio na 2ª opção e explico o por que.

Veja que Deus pode criar algo manifestando-o somente depois - por exemplo, a "porção seca" de Gn 1:9: Ele a criou "no princípio" apesar de ela aparecer depois!

Outro detalhe que é bom enxergar é o seguinte: A que "céus" se refere Moisés em Gn 1:1?

ü  À morada de Deus é bastante estranho posto que o Senhor é "Pai da eternidade" e, portanto, Sua morada é eterna...

ü         Ao céu atmosférico (firmamento) não faz sentido, já que este foi criado no 2º dia (verso 6).

ü  Parece-me que resta somente os "céus" siderais - o espaço! 
           
Daí vem que o conteúdo desses "céus" pode ter-se originado "no princípio", isto é, antes do 4º dia da criação.

Veja você que, em Gênesis 1 Moisés narra apenas a criação na Terra e não a criação de outros corpos do Universo!

Assim sendo, posso pensar que o "haja luz" do Senhor no 1º dia, pode se referir a luz solar, e ainda porque os horários aparecem após essa ordem divina! "Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre luz e trevas. E chamou Deus à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o primeiro dia" (versos 4 e 5). É o movimento de rotação da Terra (movimento de "pião"), cuja duração é de aproximadamente 24 horas cada volta completa, que permite a aparição da "luz" e das "trevas". Realmente é, para mim, complicado entender o surgimento dos dias e das noites sem a existência do sol...

Agora, julgue ainda um argumento do Profº José Carlos Ramos em favor desta 2ª opção:

“Esta posição explica também o que são as 'águas abaixo' do céu atmosférico, e as 'águas sobre' o céu atmosférico (v. 7). Naturalmente, os raios solares, aquecendo a superfície aquática (v. 2; compare com II Pe 3:5) da Terra original, produziram uma camada tão espessa de vapor que o bloco líquido, no núcleo, se envolveu em trevas (Gn 1:2). É a partir deste ponto, a meu ver, que Moisés traça o relato da semana da criação. De início essa camada tocava as águas líquidas. Na verdade, a ordem divina 'haja luz', do primeiro dia (v. 3), fez com que a camada se dissolvesse parcialmente, tornando-se menos espessa e permitindo que a luz solar penetrasse atingindo o bloco líquido em baixo, que se iluminou mais ou menos como num dia de neblina; houve iluminação sem que o sol fosse visto. O segundo   dia  da  semana  Deus   fez   'separação'   entre   águas   e   águas,  colocando  um 'firmamento' entre elas (vs. 6 e 7). Em outros termos, Ele ordenou que o vapor se elevasse e se condensasse acima. Este 'firmamento' recebeu o nome de 'céus' (v. 8), e é, com efeito, a camada atmosférica que envolve o planeta. Isso feito, Deus fez surgir, das águas líquidas, o solo, a chamada 'porção seca' do verso 9; a partir deste ponto, a superfície do planeta é dividida em 'mares' e 'terra' (solo). Havendo vapor d’água e solo, o ambiente tornou-se propício para Deus criar a primeira forma de vida, a vegetal. Esses milagres todos ocorreram no 'terceiro dia' (vs. 9-13). (...) Deus, então, no quarto dia, fez com que a camada gasosa restante acima se desvanecesse, e o sol incidisse diretamente sobre as plantas”. [Revista Adventista 12/2001, p.16]

Concluo dizendo que não há ofensa ao relato bíblico quando cremos que o sol não foi criado no 4º dia da criação, mas apenas foi completamente manifestado na Terra nesse dia. (Perguntas & Respostas volume I, pp. 9 e 10


QUESTIONAMENTOS FEITO POR EURIAS: EU FAÇO A SEGUINTE INTERROGAÇÃO: SE O SOL FOI REALMENTE CRIADO NO PRIMEIRO DIA DA SEMANA E ELE FICOU INVISÍVEL FICOU PARA QUEM? SE DISSEREM QUE FOI PARA OS ANIMAIS EU DIGO QUE ESTARÁS MENTINDO, POIS OS MESMOS FORAM CRIADOS NO QUINTO DIA. SE DISSERES QUE FOI PARA ADÃO E EVA EU NOVAMENTE AFIRMAREI QUE ESTARÁS MENTINDO, POIS O HOMEM FOI CRIADO NO SEXTO DIA E A MULHER NO FUTURO. SE DISSERES QUE FOI PARA DEUS NOVAMENTE EU O CHAMO DE MENTIROSO, POIS NADA FICA EM OCULTO PARA DEUS. SE DISSERES QUE FOI PARA OS ANJOS CONTINUARÁS MENTINDO, POIS NADA FICA ESCONDIDO DE SEUS OLHOS. ENFIM FICOU INVISÍVEL PARA QUEM? carneiro.eurias@gmail.com

HOMOSSEXUALISMO – UMA PERSPECTIVA BÍBLICA !

http://setimodia.wordpress.com/2010/12/13/homossexualismo-uma-perspectiva-biblica/
Raoul Dederen, Ph. D. — Professor de Teologia histórica no Seminário Teológico da Universidade Andrews, EUA. Publicado na Revista Adventista deAbril/1982.


Homossexualismo – Uma Perspectiva Bíblica !

A cultura contemporânea está forçando os cristãos a reconsiderarem sua posição histórica e teológica sobre o homossexualismo. Neste artigo o autor examina quem deve ditar as normas – a experiência humana ou as Escrituras Sagradas.
A crise homossexual chegou à igreja, notadamente nos Estados Unidos. Alguns homossexuais estão vindo para a igreja não apenas em busca de perdão e misericórdia, mas para dizer à igreja o mesmo que têm dito ao mundo: “A homossexualidade não é pecado. Para mim isto é natural. Deus me fez assim. Ele me aceita como eu sou. Conseqüentemente, chegou o momento de a igreja me aceitar também como eu sou.”
A crise não está mais “lá fora”; está às portas da maioria das igrejas cristãs, desafiando a tradicional posição judaico-cristã neste assunto, e pressionando em favor de uma mudança radical, da rejeição do homossexualismo para a afirmação de que ele faz parte da Criação em que Deus declarou tudo ”muito bom”.
Até recentemente a igreja considerava firmemente a prática do homossexualismo como pecado, embora os homossexuais não praticantes fossem bem-vindos na igreja — pelo menos teoricamente. Em anos recentes, porém, vários estudos e indivíduos têm questionado a forma tradicional como a igreja tem abordado o problema.
Em 1955 Derrick Sherwin Bailey publicou o livro Homosexuality and the Western Christian Tradition (O Homossexualismo e a Tradição Cristã Ocidental), e desde então quantidades cada vez maiores de livros sobre homossexualismo e igreja têm saído dos prelos eclesiásticos. Grande parte desse material é favorável a um estilo de vida “cristão-homossexual” praticante. Ao mesmo tempo, comissões de estudo envolvendo denominações inteiras têm-se manifestado, elaborando documentos de estudo sobre homossexualismo para a Igreja Unida de Cristo, Igreja Presbiteriana Unida, Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, Igreja Episcopal, e Igreja Luterana Americana, entre outras.
A cultura contemporânea também está exercendo pressão sobre a tradicional teologia histórica da igreja, no tocante ao homossexualismo, por meio de novos dados fornecidos pelas ciências sociais. Embora o desacordo científico seja às vezes frustrante, os cristãos estão descobrindo que há entre os homossexuais maior variedade do que geralmente se pensava. Nem todos os homossexuais são efeminados em suas maneiras, fala e jeito de andar. Nem todos são, tampouco, de aparência masculinizada, porte atlético, ou propensos a vestir roupas de homem. Alguns homossexuais (tal e qual os heterossexuais) são promíscuos e têm obsessão sexual, enquanto outros vivem reservadamente.
A natureza e causa real do homossexualismo continua sendo provavelmente a questão mais desalentadora. Em 1973 a Associação Psiquiátrica Americana decidiu remover o homossexualismo de sua lista de doenças, mas as ciências seculares não estão de acordo quanto à sua natureza e origem. A pergunta central não respondida é se o homossexualismo deve ser considerado normal ou anormal. As implicações de uma tal resposta são enormes. Se o homossexualismo é uma variação normal da sexualidade humana, torna-se supérfluo falar em cura. Se é uma doença ou anormalidade, sua causa e tratamento são essenciais. Aqui, novamente, os dados científicos continuam sendo conflitantes e incompletos.
Alguns clínicos e terapeutas afirmam que certas pessoas homossexuais podem ser “constitucionais”, isto é, nasceram para isto, e que o homossexualismo parece originar-se em níveis pré-conscientes da formação da personalidade, tão cedo na vida que se fixa de modo imutável, como parte integrante da vida da pessoa. Outros alegam que o homossexualismo não é uma condição pré-estabelecida, mas que parece na verdade surgir de um conjunto de condições complexas, inclusive danos pessoais e psicológicos causados pelo ambiente.

Advogados do Homossexualismo

O que é claro, porém, é que o homossexualismo envolve tanto a ”orientação” como a expressão do mesmo pela pessoa. Seus defensores insistem em dizer que o homossexualismo é primeiramente uma ”condição”, ou uma “orientação”, e só secundariamente os pensamentos e ações decorrentes dessa condição. Essa distinção, afirmam eles, só foi reconhecida recentemente pelos cristãos. Eles entendem que tal orientação significa que uma pessoa se sente atraída para o seu próprio gênero, e tal atração é considerada uma coisa tão natural para essa pessoa, como o é a atração pelo sexo oposto para uma pessoa heterossexual.
No livro Is the Homosexual My Neighbor? Another Christian View (1978), os autores Letha Scanzoni e Virgínia R. Mollenkott afirmam que para os que têm exclusivamente impulsos homossexuais e não conseguem modificar-se, a solução mais cristã é muitas vezes manter um relacionamento homossexual permamente, dedicado e responsável.
Tal indivíduo, segundo seu ponto de vista, não é mais doente ou imoral do que uma pessoa que é canhota.1
Logicamente, tal conclusão vai de encontro a toda interpretação tradicional das Escrituras nesse sentido. Scanzoni, Mollenkott e outros se dispõem a defender tal posição porque aos seus olhos o que a Bíblia condena são certos tipos de práticas homossexuais — notadamente estupro grupal, idolatria, e promiscuidade licenciosa — e não um “permanente e dedicado relacionamento amoroso entre homossexuais, semelhante ao casamento heterossexual.2 A Bíblia, argumentam eles, nada fala sobre a condição homossexual em si, e conseqüentemente suas declarações sobre homossexualismo não se aplicam a muitas pessoas homossexuais hoje.
Esses advogados do homossexualismo entendem que os pecados de Sodoma (Gênesis 19) e Gibeá (Juízes 19) eram violentos estupros grupais e inospitalidade, provavelmente nem mesmo cometidos por pessoas de inclinação homossexual. Eles geralmente concordam em que os regulamentos levíticos (Lev. 18:22; 20:13), contrários aos atos homossexuais entre homens, se referem a atividades homossexuais, mas consideram-nas como advertências relativas não contra o homossexualismo em si, mas contra a prostituição entre homens, utilizada nos rituais pagãos
Assim também, segundo a opinião desses indivíduos, Romanos 1:26 e 27 descreve atos homossexuais no contexto da licenciosidade e idolatria, não se aplicando assim ao caso de um sincero cristão homossexual que ama a Cristo e deseja conhecer a Deus, mas se sente atraído a alguém do mesmo sexo por amor e não por sensualismo. O mesmo argumento geralmente se estende a I Coríntios 6:9 e 10 e I Timóteo 1:10 e 11, que o cristão homossexual considera irrelevante, uma vez que, em sua opinião, essas passagens descrevem abusos praticados entre pessoas do mesmo sexo, e não uma condição ou inclinação homossexual vitalícia.
Não é de surpreender que Scanzoni e Mollenkott concluam seu estudo das referências escriturísticas ao homossexualismo com as seguintes palavras: “Como a Bíblia silencia no tocante à condição homossexual, os que desejam entendê-la devem se basear nos achados da moderna ciência do comportamento e no testemunho dos que são homossexuais.”3

Examinando o Contexto Bíblico

Embora esta reinterpretação das declarações bíblicas sobre homossexualismo possa parecer plausível, o contexto bíblico não o favorece. Pode muito bem ser verdade que Gênesis 19 não se refira ao homossexualismo em geral, e sim a estupro homossexual violento. Entretanto, a opinião de que a inospitalidade, e não o homossexualismo seja o pecado condenado aqui, parece extremamente improvável. Por que Ló ofereceria suas duas filhas a indivíduos que exigiam unicamente os dois estrangeiros? O contexto parece deixar claro que os homens de Sodoma queriam abusar sexualmente dos visitantes de Ló. O mesmo se aplica à narrativa de Juízes 19.
Não parece haver, tampouco, qualquer razão conclusiva para abandonarmos a interpretação usual de Levítico 18:22 e 20:13. É admissível que a maioria dos cristãos ignore a proibição contra o manter relações sexuais com uma mulher durante o seu período menstrual, referida no mesmo código levítico (cap. 20:18), bem como a instrução para não usar roupa “de dois estofos misturados” (19:19). Mas dizer que o contexto histórico da proibição contra o homossexualismo seja a necessidade de pureza cerimonial ou o desejo de separar-se dos cultos da fertilidade e da prostituição masculina dos vizinhos de Israel, absolutamente não convence. Simplesmente não há evidência positiva de homossexualismo ritualístico nas religiões cananéias. Na ausência de uma tal evidência contextual parece lógico afirmar que estes textos levíticos consideram o homossexualismo em si, pecaminoso, pois perverte o relacionamento sexual e familial pretendido para a humanidade.
Com respeito ao testemunho do Novo Testamento, os defensores do homossexualismo salientam com bastante correção que em I Coríntios 6:9 e 10 a natureza do pecado homossexual condenado se baseia em duas palavras gregas combinadas e traduzidas como ”pervertidos sexuais” em algumas versões bíblicas. As palavra malakoi e arsenokoitai são provavelmente mais obscuras em seu sentido do que geralmente se pensa. Ainda assim, elas parecem se referir aos parceiros passivos (malakos) e ativos (arsenokoitês) envolvidos na prática de determinado tipo de atividade homossexual, possivelmente prostituição masculina ou perversão de rapazes.
A declaração de I Timóteo 1:10 é de certa forma semelhante à de I Coríntios 6:9 e 10, pois o termo arsenokoitai (traduzido como “sodomitas”) é novamente usado. Estaria o texto se referindo apenas a homossexuais que agem de modo abusivo e perverso, ou a todos que se envolvem em práticas homossexuais? A segunda alternativa parece mais provável, mas deixa lugar a dúvidas.
Finalmente, temos a declaração de Paulo em Romanos 1:26 e 27: ”Por causa disso os entregou Deus a paixões infames; porque até as suas mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas, por outro contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens”. A julgar pela aparência, o texto considera pecaminosos tanto os atos homossexuais do homem como da mulher.
Os defensores do homossexualismo, porém, argumentam que Paulo não estava censurando o homossexualismo “saudável” e “natural”, e sim a experimentação homossexual degenerada entre pessoas heterossexuais, que procuram simplesmente excitação, e para as quais um tal relacionamento seria “contrário à natureza”, e conseqüentemente condenado pelo apóstolo. Acrescentam eles ainda que as práticas homossexuais exercidas num contexto de amor a Deus e ao próximo não são consideradas “contrárias à natureza” aos cristãos sinceros, os quais, deste modo, escapam à condenação pretendida pelo texto. Além disso, dizem eles, se o que Paulo tinha em mente era o comportamento homossexual, ele estaria denunciando apenas o homossexalismo idólatra.
Uma simples leitura do contexto, porém, é suficiente para demonstrar que a preocupação de Paulo em Romanos 1 não é quanto à idolatria e abuso homossexual, e sim quanto à queda da humanidade e suas desordens resultantes. A intenção de Paulo não é separar um grupo de pecadores considerando-o mais desprezível do que outro, ou meramente expor certas práticas pecaminosas. O apóstolo está, na verdade, argumentando que “todos pecaram” (cap. 3:23), e utiliza as práticas homossexuais como ilustração da desordem produzida pelo pecado.4 As desordens por ele mencionadas são erradas não pelo fato de resultarem de idolatria; elas são erradas em si.
Na verdade, em Romanos 1:24-27 toda a sexualidade humana, seja ela heterossexual ou homossexual, é retratada como sendo licenciosa por causa da inclinação inerente do homem para o egocentrismo, por causa de sua rebelião contra Deus, e em razão do caos que a Queda provocou. A luz da presente evidência, cremos ser válido concluir que Romanos 1:26 e 27 considera a prática homossexual como pecaminosa em si.
Deve-se ter em mente, porém, que uma discussão destes textos bíblicos, individualmente, ainda que inteligentemente interpretados, pode não chegar à verdade se não fundamentar a explicação de referências ocasionais ao homossexualismo nas mais importantes referências bíblicas à sexualidade humana. Uma compreensão adequada do homossexualismo só pode ser obtida dentro de um contexto mais amplo, através de uma investigação da doutrina bíblica da sexualidade humana. E nesse ponto as Escrituras são muito explícitas.
Os capítulos de abertura do Gênesis deixam claro que a sexualidade pertence à Criação. A narrativa da Criação afirma que Deus não criou o homem sozinho. Deus também não criou homem/homem ou mulher/mulher. Ele criou a humanidade como sendo macho e fê-mea. A imagem de Deus na humanidade é incompleta sem a presen-ça de ambos: homem e mulher. Isto significa também que o objetivo da sexualidade cristã não é a satisfação pessoal mas a inteireza interpessoal. Os dois se tornam “uma só carne” (Gên. 2:24; ver também S. Mar. 10:7 e 8). Não temos aqui simplesmente uma relação entre duas pessoas, mas uma relação entre macho e fêmea. Sakae Kubo diz: “Não é o relacionamento em si, mas o caráter complementar desse relacionamento que é significativo.”5 A inteireza é a união de opostos, a junção das diferenças, não apenas diferenças sexuais — embora estas sejam fundamentais para um entendimento da sexualidade segundo a Bíblia — mas também as diferenças de personalidade, temperamento, função social e aspirações. Todas elas se reúnem no símbolo físico da diferenciação de gênero. Por esse padrão, as ligações homossexuais são incompletas.
As referências do Velho e Novo Testamentos sobre casamento e sexualidade, o cerne da narrativa da Criação, o testemunho de Jesus e de Paulo sobre a Criação, o casamento e a Queda, são partes de todo um sistema que de modo unânime e invariável retratam o amor heterossexual como sendo da vontade de Deus, e conseqüentemente bom e normativo.
É verdade que as Escrituras silenciam quanto à “condição” homossexual, em distinção às práticas homossexuais licenciosas. Isto não nos deveria surpreender, uma vez que as Escrituras em geral demonstram pouco interesse na condição em que nos achamos quando enfrentamos a tentação. Elas antes apelam à nossa resposta. Assim, os adúlteros não são desculpados em virtude de sua condição pecaminosa. Eles são instados a deixar de adulterar. Não há dúvida de que alguns adúlteros sincera e profundamente se amam; mas este fato não os isenta de culpa. Nem tampouco lhes é oferecida uma concessão, ou instados a tornar seu relacionamento tão permanente e amoroso quanto possível. Eles são antes convidados a abandoná-lo e a voltar aos seus verdadeiros cônjuges.
Isto não quer dizer que as pessoas que têm desejos adúlteros ou homossexuais sejam culpadas de pecado. Mas são responsáveis quanto à maneira como respondem a esses impulsos, como todos nós somos responsáveis pela maneira como reagimos aos vários tipos de tentações. A responsabilidade de pessoas impelidas por desejos homossexuais não é fácil. Mas é impossível que os homossexuais se curem e se modifiquem em sua inclinação sexual?

Há Possibilidade de Cura?

Alguns são inflexíveis quanto à impossibilidade de que um verdadeiro homossexual mude sua inclinação. “Não há sequer uma sombra de evidência de que tenha havido uma conversão válida para a inclinação heterossexual através de terapia ou conversão cristã e oração”, afirma Ralph Blair. Outros declaram que os homossexuais podem, e na verdade estão sendo curados e transformados em sua orientação sexual, conforme o próprio Paulo afirma (I Cor. 6:11), através dos amplos recursos da graça disponível ao cristão.
É verdade que até recentemente pouca ou nenhuma evidência científica existia, mostrando que tal modificação pudesse ocorrer dentro da igreja ou em qualquer outro lugar. Entretanto, num recente artigo publicado no American Journal of Psychiatry, os Drs. E. Mansell Pattison e Myrna Loy Pattison, da Faculdade de Medicina da Geórgia, documentaram onze casos de homens que afirmam ter mudado sua orientação sexual, de exclusivo homossexualismo para exclusivo heterossexualismo, através da participação numa comunidade pentecostal.6 O trabalho do Dr. Pattison não está sem apoio, 7 e embora alguns homossexuais que constam desse estudo não tenham sido curados, não se pode mais falar em impossibilidade de mudança de orientação sexual, e conseqüentemente, da “naturalidade” do homossexualismo entre homossexuais exclusivos.

Qual Deve Ser a Atitude da Igreja

Isto significa boas novas para os cristãos que se preocupam com seus irmãos homossexuais. A igreja não deve se sentir no dever de procurar e eliminar homossexuais praticantes, inclusive os que já estão em seu meio. Ela deve antes lançar um desafio aos homossexuais, para que examinem sua consciência e se arrependam de seus pecados. A igreja deve, sem hesitação, apoiar os ensinos bíblicos, mas precisa ao mesmo tempo demonstrar compaixão, e esforçar-se por compreender as lutas pessoais dos homossexuais. O mais importante testemunho das Escrituras, com respeito ao homossexualismo, não é condenação mas promessa de libertação — libertação de uma velha vida de escravidão ao pecado para uma nova vida de liberdade em Jesus Cristo! Encaremos seriamente as promessas do Espírito Santo e Seu poder restaurador.
Ao mesmo tempo, grande parte do arrependimento que deve ocorrer, quanto a este assunto, precisa ter lugar na vida de pessoas corretas, inclusive cristãos corretos. Inclinamo-nos a esquecer que, como pecadores heterossexuais, não nos achamos em posição de vantagem da qual mirar com ares de superioridade os pecadores homossexuais. Na verdade, nossos pecados de negligência, temor e ódio, podem estar impedindo que muitos homossexuais encontrem a Cristo e alcancem libertação. Poderia dar-se o caso de que a nossa incapacidade de manter uma atitude de compassivo interesse pelos homossexuais, enquanto ao mesmo tempo desaprovamos o estilo de vida homossexual, indique na verdade uma séria falta de convicção do pecado em nossa vida?
No fundo, a questão não é homossexualismo. É moralidade. A questão perante nós não é de direitos dos homossexuais, mas de direitos de Deus, Seus direitos de chamar-nos para uma vida de alegre submissão a Sua vontade.
A cultura contemporânea está forçando os cristãos a reconsiderarem sua compreensão teológica do homossexualismo. É interessante que as linhas de divisão entre nós são com freqüência apenas um reflexo de opiniões contraditórias concernentes à utilidade e legitimidade da observação pessoal, cultural e científica no processo teológico.
Alguns estão dando crescente importância aos “fatos” propostos por cientistas sociais com respeito à natureza do homossexualismo. Mas a natureza, embora criada por Deus, continua maculada e deformada pelo pecado. É preciso julgá-la segundo um padrão externo autorizado, ou seja, a Palavra de Deus. As Escrituras devem guiar-nos em nossa observação do mundo que nos cerca. Elas devem ser a norma teológica de todos nós. A questão discutida aqui é se as Escrituras devem ser a regra suprema de nossa fé e convicções ou se elas devem transferir sua função normativa para a experiência humana, para a razão, ou hipóteses científicas contemporâneas.
A sugestão moderna de que abandonemos a primeira alternativa e adotemos a segunda, revela ausência de entendimento teológico quanto ao papel profético da igreja em chamar seus membros e o mundo ao arrependimento dos pecados individuais e sociais.
Há muita confusão, tanto na sociedade como na igreja, com respeito ao homossexualismo e às práticas homossexuais. As pessoas estão em busca de uma palavra autorizada, bíblica, divina, em vez de opiniões mutantes de homens. As palavras que refletem o caráter de Cristo, ao serem confrontadas com lassidão moral e pessoas quebrantadas, ainda são palavras que combinam compaixão com firmeza moral.

Referências

1. Págs . 77 e 78.
2. Idem, págs . 71 e 72.
3. Idem, pág. 71.
4. A declaração de Paulo de que as práticas homossexuais são “contrárias à natureza” não significam que elas são contrárias à orientação natural de um indivíduo. “Contrá-rio à natureza” significa, na verdade, contrário à intenção de Deus no tocante ao comportamento sexual humano, que é plenamente visível na natureza.
5. Sakae Kubo, Theology and Ethics of Sex, pág. 24.
6. “‘Ex-Gays ‘ Religiously Mediated Change in Homosexuals”, American Journal of Psychiatry 137:12 (Dezembro, 1980). págs . 1553-1563.
7. Ver, por exemplo, Robert K. johnston, “Homosexuality: (1) Can It Be Cured?” The Reformed Journal março 1981. págs . 11 e 12.
Raoul Dederen, Ph. D. — Professor de Teologia histórica no Seminário Teológico da Universidade Andrews, EUA. Publicado na Revista Adventista deAbril/1982.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

ATUALIZADO - SONHO ESPÍRITA DA SRA. WHITE



SONHO ESPÍRITA DE SUA SANTIDADE WHITE



Para saber se algo consiste em verdade ou mentira, devemos ler de forma imparcial e ir às fontes citadas para saber se existe consistência ou inconsequência.
Há grande diferença entre acusar e mostrar a verdade dos fatos, portanto o que Ellen White escreveu torna-se indesculpável ou injustificável ao tentarem harmonizar o que está errado com o que é correto.
Também é necessário ter o espírito do discernimento para não confundir acusações com revelações de algum erro que aparentemente esteja sustentado pelo que é correto, aparência não é fundamento, aparência é algo exterior com a intenção de enganar ou resgatar, por isso que é meio complicado tomar uma decisão pela aparência; fundamento é algo consistente que tem a função de enganar ou resgatar, também vai depender da intenção de quem faz e traz a informação e isto é fácil de verificar, vai depender se o receptor é uma pessoa que tem livre arbítrio de decisão ou se é escrava de sua decisão anterior o que torna a pessoa incapacitada de decidir entre o erro e o que é correto.
A verdade sempre incomodou as pessoas e tem acendido a ira das que não suportam ver cair por terra os sonhos ao ser confrontado com a verdade. Ou fica a luz (verdade) ou fica as (trevas) mentira. É impossível as duas estarem em paz.
Deus prometeu que nos finais dos tempos após seus servos receberem o Espírito Santo, filhos e filhas (dos verdadeiros adoradores) profetizariam, os velhos teriam sonhos e os jovens visões. Aqui entra duas questões:
a) A IASD modificou o texto do plural para o singular com o intuito de enaltecer Ellen White e enclausura-la como sendo a única pessoa usada por Deus e com a capacidade de receber revelações e visões. Lendo de forma honesta a profecia não é com referência a uma pessoa, e sim, a números indeterminadados.
b) Estes sonhos, visões e profecias seriam por intermédio de revelações do Espírito Santo.
Teria a profetisa do Advento tido um sonho por meio do espírito de um morto?  E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões. Joel 2: 28.
Após ter tido este sonho ela relata como se fosse uma revelação de Deus. Leia o sonho com muita atenção e verás que a profetisa do advento obedeceu à voz do espírito de um morto e ainda alega ser de procedência Divina.
Neste sonho Tiago White é chamado de “Pai” e Ellen White de “Mãe”, tratamento carinhoso entre eles.
É extremamente proibido por Deus a pessoa consultar (buscar/aceitar orientações) informações pelo intermédio do espírito de um morto, e neste sonho Ellen White consultou e deu ouvidos ao espírito de seu marido depois de morto, ele veio encontrar-se com ela e dá-lhe informações a ser seguidas. Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos. ...nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas É ABOMINÁVEL AO SENHOR, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti. Det. 18: 9 - 12.
O homem ou mulher que CONSULTAR OS MORTOS ou for feiticeiro, certamente será morto. Lev. 20: 27.
Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os feiticeiros, que chilreiam e murmuram, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? Acaso a favor dos vivos consultará os mortos? Isa. 8: 19.
Ellen Sonha com James [Tiago White] Após Sua Morte
 (Somos gratos aos irmãos que nos enviaram algumas traduções, através das quais pudemos compor este texto em português. Esta versão final foi revisada pelo ex-redator da CPB e tradutor de vários livros do Espírito de Profecia, Azenilto G. Brito).

O SONHO:

Alguns dias após estar implorando por luz ao Senhor com relação à minha tarefa. À noite, sonhei que eu estava na carruagem, guiando, sentada ao lado direito. Pai estava na carruagem, sentado ao meu lado esquerdo. Ele estava muito pálido, mas calmo e composto. "Ora, pai*?", exclamei. "Eu estou tão feliz por tê-lo ao meu lado mais uma vez! Eu tenho sentido que metade de mim se foi. Pai, eu o vi morrer; eu o vi enterrado. Teve o Senhor pena de mim e deixou que voltasse para mim novamente para trabalharmos juntos como fazíamos? "Ele parecia muito triste. Ele disse: "O Senhor sabe o que é melhor para você e para mim. Meu trabalho era muito querido para mim. Nós cometemos um erro. Respondemos a convites urgentes de nossa irmandade para assistir a reuniões importantes. Nós não tivemos coragem de recusar. Essas reuniões nos exauriram mais do que percebemos. Nossa ótima irmandade esteve agradecida, mas eles não entenderam que nessas reuniões nós carregamos fardos maiores que nossa idade podia suportar com segurança. Eles nunca saberão o resultado dessa longa e contínua tensão sobre nós. Deus desejaria tê-los feito carregar os fardos que suportamos durante anos. Nossas energias nervosas foram continuamente sobrecarregadas, e assim nossa irmandade ao interpretar mal nossos motivos e ao não perceber nossos fardos, enfraqueceu nossa vontade do coração. Eu cometi erros, e o maior deles foi permitir minhas simpatias pelo povo de Deus levarem-me a carregar trabalhos sobre mim que outros deviam ter carregado.
"Agora, Ellen, convites serão feitos como antes, desejando que você compareça a reuniões importantes, como foi o caso no passado. Mas apresente essa situação perante o Senhor e não responda aos mais sinceros convites. Sua vida pende como se estivesse num fio. Você deve contar com descanso tranqüilo, liberdade de toda excitação e toda preocupação desagradável. Nós certamente contribuímos em muito com nossas penas em assuntos de que o povo precisa e sobre que tivemos iluminação, e podemos apresentar diante deles luz que outros não têm. Assim você pode trabalhar quando sua força voltar, o que acontecerá, e você poderá fazer muito mais com sua pena do que com sua voz."
Ele me encarou como se apelando e disse: "Você não negligenciará essas advertências, não é, Ellen? Nosso povo nunca entenderá sob que dificuldades trabalhamos para servi-los porque nossas vidas estavam interligadas com o progresso da causa, mas Deus sabe de tudo. Eu lamento por ter-me sentido tão profundamente inadequado e em emergências agido de modo irrazoável, sem cuidar dos princípios de vida e saúde. O Senhor não exigiu que carregássemos fardos tão pesados enquanto nossa irmandade tão poucos. Devíamos ter ido para a Costa do Pacífico antes, e dedicado nossas vidas a escrever. Você fará isso agora? Você, quando sua força retornar, pegará sua pena e deixará escritas estas coisas que há tanto antecipamos, e agirá devagar? Há coisas importantes de que o povo precisa. Faça desta sua primeira ocupação. Você terá que falar um pouco ao povo, mas fique longe das responsabilidades que nos exauriram."
"Bem," disse eu, "Tiago, você ficará para sempre comigo agora e nós trabalharemos juntos. "Disse ele: "Fiquei em Battle Creek por muito tempo. Eu deveria (40) ter ido para a Califórnia há mais de um ano. Mas eu quis ajudar o trabalho e às instituições em Battle Creek. Cometi um erro. Seu coração é terno. Você será induzida a cometer os mesmos erros que cometi. Sua vida pode servir à causa de Deus. Oh, quão preciosos assuntos Deus me faria trazer ao povo, preciosas jóias de luz!"
Eu acordei. Mas esse sonho pareceu tão real. Agora você pode ver e entender porque não sinto que é minha tarefa ir a Battle Creek no propósito de assumir as responsabilidades na assembléia da Associação Geral. Não é minha tarefa apresentar-me na assembléia da Associação Geral. O Senhor me proíbe. Isso é o bastante. -- Carta 17, 1881, pp. 2-4. (para W. C. White, 12 de setembro, 1881.) White Estate Washington, D. C. 25 de Março, 1980.
Fonte: Manuscript Releases, Volume 10, Título do capítulo: "Ellen G. White and Family Life" [Ellen G. White e a Vida Familiar], pages 38-40.
Início: Manuscript Releases, Volume Ten, page 38, paragraph 2
Manuscript Releases Volume Ten [Nos. 771-850] (1990), page 38, paragraph 2
Chapter Title: MR No. 781 - Ellen G. White and Family Life
Ellen Dreams of James After His Death--A few days since I was pleading with the Lord for light in regard to my duty. In the night I dreamed I was in the carriage, driving, sitting at the right hand. Father was in the carriage, seated at my left hand. He was very pale, but calm and composed. "Why Father," I exclaimed, "I am so happy to have you by my side once more! I have felt that half of me was gone. Father, I saw you die; I saw you buried. Has the Lord pitied me and let you come back to me again, and we work together as we used to?" 
He looked very sad. He said, "The Lord knows what is best for you and for me. My work was very dear to me. We have made a mistake. We have responded to urgent invitations of our brethren to attend important meetings. We had not the heart to refuse. These meetings have worn us both more than we were aware. Our good brethren were gratified, but they did not realize that in these meetings we took upon us greater burdens than at our age we could safely carry. They will never know the result of this long-continued strain upon us. God would have had them bear the burdens we have carried for years. Our nervous energies have been
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"Now, Ellen, calls will be made as they have been, desiring you to attend important meetings, as has been the case in the past. But lay this matter before God and make no response to the most earnest invitations. Your life hangs as it were upon a thread. You must have quiet rest, freedom from all excitement and from all disagreeable cares. We might have done a great deal for years with our pens, on subjects the people need that we have had light upon and can present before them, which others do not have. Thus you can work when your strength returns, as it will, and you can do far more with your pen than with your voice."
He looked at me appealingly and said, "You will not neglect these cautions, will you, Ellen? Our people will never know under what infirmities we have labored to serve them because our lives were interwoven with the progress of the work, but God knows it all. I regret that I have felt so deeply and labored unreasonably in emergencies, regardless of the laws of life and health. The Lord did not require us to carry so heavy burdens and many of our brethren so few. We ought to have gone to the Pacific Coast before, and devoted our time and energies to writing. Will you do this now? Will you, as your strength returns, take your pen and write out these things we have so long anticipated, and make haste slowly? There is important matter which the people need. Make this your first business. You will have to speak some to the people, but shun the responsibilities which have borne us down."  
"Well," said I, "James, you are always to stay with me now and we will work together." Said he, "I stayed in Battle Creek too long. I ought to have-40-
gone to California more than one year ago. But I wanted to help the work and institutions at Battle Creek. I have made a mistake. Your heart is tender. You will be inclined to make the same mistakes I have made. Your life can be of use to the cause of God. Oh, those precious subjects the Lord would have had me bring before the people, precious jewels of light!"  
I awoke. But this dream seemed so real. Now you can see and understand why I feel no duty to go to Battle Creek for the purpose of shouldering the responsibilities in General Conference. I have no duty to stand in General Conference. The Lord forbids me. That is enough.--Letter 17, 1881, pp. 2-4. (To W. C. White, September 12, 1881.)
White Estate Washington, D. C. March 25, 1980.
Similaridade? - Meu pai faleceu em 1987, já sonhei várias vezes com ele e não tem problema nenhum,
Ellen White ter sonhado com seu marido morto também não há nenhum problema, mas, a questão é, se você observar com o olhar da honestidade e abandonar o olhar do protecionismo você verá alguns pormenores incontestável:
1 - Eu nunca falei com meu pai morto em sonhos e ela sim.
2 – Nos sonhos nunca recebi conselhos de um morto e Ellen White recebeu conselhos de um morto e obedeceu.
3 – Eu nunca atribui a Deus em ter sonhado com meu pai como sendo obra de dEle.
4 - Ellen White conversou com um morto em sonho que era tão real como se ele estivesse vivo, trocou idéias, ouviu os conselhos de um morto e obedeceu e ainda afirmou que foram revelações de Deus. Observando acuradamente foi inegavelmente comunicação com um morto.
5 – Se você observar com honestidade, esta situação é uma tremenda de uma sessão espírita, se tiver como provar o contrário fique a vontade, mas não seja cego espiritual.
Leia novamente o sonho com honestidade e confirmarás.
Concluindo: Se este episódio tivesse acontecido com alguma pessoa simples ou de destaque de alguma igreja evangélica você seria o primeiro a jogar pedras dizendo que tal pessoa seria um falso profeta por ter recebido visões do espírito de um morto, mas, como é com a profetisa do advento e com ela tudo pode, é bem notório que seja aceito e justificado de forma injusta e ímpia; fica um questionamento: As outras visões que ela teve e que usou termos maçons e do ocultismo não teria recebido em situações parecidas?
Deus em sua palavra afirmou: não há conversas entre pessoas mortas e vivas e ela teve este contato e ainda declarou que foi algo bem vivo e real. Volte a ler com honestidade e abandone o espírito de protecionismo encima do que você aprendeu e aprenda a pesquisar como os crentes bereanos, aceite o que é fato, verídico e verdadeiro.
Jamais, em hipótese alguma vou continuar depositando minha fé em uma pessoa que conversa com um morto independente de ser em sonho ou não e que segue orientações dele, e que esta pessoa alem de conversar com um morto ainda obedece a suas orientações e atribui ser revelação de Deus o contato com o espírito de demônio. Em nome do Senhor o Cristo, só creio em sua palavra "Bíblia". Quem quiser continuar crendo e servindo a uma necromante fique a vontade. Eu e minha casa serviremos ao Eterno. Js. 24: 15.
Conselhos aos que dão ouvidos a esta profetisa, as profecias que são citadas são as que aparentemente houve cumprimento, mas se fizerem uma busca são plágios da Bíblia as que cumpriram, e as que de si mesma foram anunciadas não cumpriram - Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Não deis ouvidos às palavras dos profetas, que entre vós profetizam; fazem-vos desvanecer; falam da visão do seu coração, não da boca do SENHOR. Dizem continuamente aos que me desprezam: O SENHOR disse: Paz tereis; e a qualquer que anda segundo a dureza do seu coração, dizem: Não virá mal sobre vós. Tenho ouvido o que dizem aqueles profetas, profetizando mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei. O profeta que tem um sonho conte o sonho; e aquele que tem a minha palavra, fale a minha palavra com verdade. Que tem a palha com o trigo? diz o SENHOR. Eis que eu sou contra os profetas, diz o SENHOR, que usam de sua própria linguagem, e dizem: Ele disse. Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o SENHOR, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com as suas leviandades; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e não trouxeram proveito algum a este povo, diz o SENHOR. Jer. 23: 16,17,25,28,31,32.

12 PROFECIAS QUE NÃO TEVE E NÃO TERÃO CUMPRIMENTO

Um profeta algumas vezes faz afirmações com relação ao futuro que encontram cumprimento em seu tempo ou após sua morte. Via de regra, esta é uma das principais indicações do caráter divino da obra de um profeta. Também é verdade que existem profecias condicionais. Mas essa análise deve ser feita com sabedoria.
1.                Ellen G. White predisse que a Inglaterra declararia guerra contra os Estados Unidos. Sua profecia com relação a Inglaterra dizia respeito à Guerra Civil americana e não se cumpriu. (Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 259).
2.                Ellen G. White predisse que Jerusalém jamais seria reconstruída. A cidade de Jerusalém foi reconstruída e Israel voltou a existir como país. (Primeiros Escritos, p. 75).
3.                 Ellen G. White, baseando-se equivocadamente em outros autores, predisse que a Turquia deixaria de existir. A Turquia continua a existir e atualmente não parece haver possibilidades de que venha a deixar de ser um país tão cedo. (Ver Josiah Litch, "The Rise and Progress of Adventism," The Advent Shield and Review, maio de 1844, p. 92, citado em Seventh-day Adventist Bible Students' Source Book, p. 513). (Ver The Seventh-day Adventist Encyclopedia , vol. 11, pp. 51 e 52).
4.                 Ellen G. White profetizou que alguns que estavam vivos em 1856 estariam vivos por ocasião do retorno de Cristo. (O Testemunho de Jesus, p. 108). Ela se referia a pessoas que estavam presentes em uma reunião da Igreja Adventista e por já haverem morrido todos, essa profecia também não se cumpriu.
5.                 Ellen G. White afirmou em 1850 que Cristo retornaria em poucos meses. (Primeiros Escritos 58, 64, 67).
6.               Ellen G. White afirmou que a Guerra Civil Americana era um sinal de que Cristo iria logo retornar. (Testimonies For The Church, T.1:260). A Guerra Civil americana terminou em 1865.
7.               Ellen G. White profetizou que Cristo voltaria antes da escravidão ser abolida. (Early Writings, pp 35).
8.                Ellen G. White profetizou que a escravidão seria restabelecida nos estados do sul dos Estados Unidos. (Spalding, Magan Collection, page 21 et 2 MR #153, page 300). O contexto da sua declaração era também por ocasião da Guerra civil Americana e essa profecia não se cumpriu. Talvez possa se cumprir no futuro.
9.               Ellen G. White profetizou que a “Terra será logo despovoada" se Jesus demorar a voltar. (Testimony" #8, p.94, in Spiritual Gifts III-IV - Battle Creek: Steam Press, 1864). A despeito de tantas guerras, fomes e epidemias, o que vemos é que a Terra está cada vez mais povoada a medida que o tempo passa.
10.             Ellen White predisse que os senhores dos escravos dos seus dias experimentariam as sete últimas pragas descritas no livro do Apocalipse. (Early Writings, p. 276). Todos os senhores dos escravos de seu tempo já estão mortos.
11.             Ellen G. White profetizou que estaria viva quando Jesus regressasse. (Early Writings, pp. 15-16).
Às vezes Sra. White fazia predições específicas que envolviam certas pessoas. Uma delas foi o pioneiro adventista Moses Hull. Em 1862 Hull estava no processo de perder sua fé no adventismo. Parece que o casal White desistiu de argumentar com ele e agora Ellen G. White recorre ao apelo de profetizar sobre o terrível futuro que o aguardava se ele saísse do povo do advento: “Se você procede do modo que você começou, miséria e aflição estão diante de você. A mão de Deus o prenderá até o ponto em que você não poderá vestir-se. A ira dele não dormirá. Testemunhos, Vol. 1, pp. 430-431. Isto nunca aconteceu. Apesar das advertências da sra. White, ele abandonou o adventismo e procedeu “como ele tinha começado”. E é um fato que o "sr. Hull se manteve bem por muitos longos anos até uma idade avançada e nada do que foi predito aconteceu". (D.M. Canright, Life of E.G. White, cap. 15).
12.             Ellen G. White afirmou que a “a enfermidade” do irmão C. Carlstedt “não era para morte, mas para a glória de Deus”. (C. Carlstedt estava gravemente enfermo de febre tifóide e parecia que não viveria muito tempo mais). Ele morreu dois dias depois. (Charles Lee, Three Important Questions for Seventh-Day Adventists to Consider).
Agora sou o maior inimigo de vocês por ter revelado este lado oculto da profetisa que os líderes espirituais escondem a qualquer custo por questões financeiras? Tornei-me, acaso, vosso inimigo, porque vos disse a Verdade? Gl. 4: 16.
Minha fé é a do Senhor Jesus Cristo que uma vez foi entregue aos santos.
Depois de você conhecer mais este lado negro desta profetisa, ainda terá coragem de continuar crendo nela?
Deus em Sua Palavra afirma que a luz jamais terá comunhão com as trevas. 

Eurias R. Carneiro