segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Na capa está escrito: "O que os homossexuais precisam do pastor".

OBS: O ARTIGO A SEGUIR NÃO É DE MINHA AUTORIA, MAS, O ACHEI IMPORTANTE E VOCÊ DEVE LER, PENSAR E TOMAR A DECISÃO CORRETA DIANTE DO ETERNO, INDEPENDENTE DAS CIRCUNSTÂNCIAS.


Capa da revista  MINISTRY (November 1996)  e  a  página 11   
Editor da revista WILL EVA
Na capa da revista Ministry (orgão oficial para pastores, da Conferência Geral) Novembro de 1996 você vê 2 homens de mãos dadas entrando numa igreja. (um é branco, e o outro é da raça afro-americana)  Uma capa insinuante  e  imoral , pretendendo demonstrar  a  isenção de preconceito racial da revista Ministry !   
Em vez de apontarem Jesus,  com poder para regenerar o pecador, indicam uma agremiação de homossexuais, que prega que nem a Bíblia ou Ellen White condenam o homossexualismo.

Na capa está escrito: "O que os homossexuais precisam do pastor".
( Página 11 - tradução do escrito abaixo)
"Eles precisam sentir uma calorosa aceitação e apoio por parte dos membros da igreja,  que compreendam que alguém empenhado numa séria guerra contra o pecado,  pode  não ganhar todas as batalhas."
(sugerem aos pastores tolerância na prática do homossexualismo na igreja. assim como se toleram outros pecados...)
ministry.jpg (27842 bytes)
Tradução:  ”Outra organização Adventista para homossexuais é a Kinship. Porque muitos de seus membros adotam uma interpretação alternativa das escrituras e acreditam que a relação homossexual é aceitavel para eles, a igreja Adventista não reconhece oficialmente a Kinship. A despeito desses inconvenientes,  a organização provê algo que a nossa igreja não oferece - Uma atmosfera amorável para os homossexuais que amam a sua igreja, mas não acham saída para a sua orientação... Eles têm que sentir um caloroso apoio por parte dos outros membros da igreja, que entendem que, os que estão empenhados numa séria luta contra o pecado,  podem não ganhar todas as batalhas. Nós devemos mostrar a eles o mesmo perdão e paciência, igual aos que ocasionalmente cedem ao orgulho, ciúmes e desvios heterossexuais.”
NOSSO COMENTÁRIO: Apresenta como uma organização Adventista. Não diz que é a agremiação que promove o homossexualismo, e sim os membros. (veja no web da Kinship que precisa se declarar homossexual ou lésbica para  ser membro da agremiação)  Não reconhecer oficialmente, quer dizer: "reconhecer de fato" ! ----- O que  chama de "atmosfera amorável",  são os acampamentos de homossexuais que promove e pode constatar isso no web   SDAKinship.  Não condena a agremiação e ainda,  elogia !  ------ Admite ser  uma alternativa para conciliarem a igreja e a condição  de homossexuais. -----  A Ministry  pede aos pastores adventistas que os perdoe em caso de reincidência. (tolerância)  -----  Ainda compara uma abominação,  com pecados triviais, como o orgulho e ciúmes, etc. (em outra parte da revista, comparam o homossexualismo com a glutonaria)
Veja:
http://sdakinship.org/

http://sdakinship.org/pt/about.html   (veja o terceiro parágrafo)
" Kinship ASDI acredita que a Bíblia não condena ou mesmo menciona a homossexualidade como orientação sexual. Ellen G. White não comenta nenhum dos textos bíblicos comumente usados para condenar homossexuais. Grande parte da angustia imposta sobre filhos de Deus que cresceram como LGBTI tem suas raízes em equívocos sobre o que a Bíblia diz."
 
A "Adventist Kinship" tem livre curso nos colégios Adventistas da América !
Uma agremiação que congrega homossexuais e lésbicas, ensinando no seu website (link abaixo) que "nem a Bíblia ou Ellen White condenam  o homossexualismo", mesmo assim é recomendada pela Associação Ministerial da Conferência Geral, por sua Revista Oficial MINISTRY.
"... a organização (Adventist Kinship) provê algo que a nossa igreja não oferece - Uma atmosfera de ternura para os homossexuais que amam a sua igreja, mas não acham saída para a sua orientação."

Clique:  http://www.adventistas.ws/ministry1996.htm

Todo o número da revista MINISTRY foi dedicada ao homossexualismo, incluindo artigo assinado por pseudônimo e por pastor não adventista que elogia um coral de homosexuais que cantam música sacra !!!  (coral composto de não adventistas)

Leo Ranzolin na época era o presidente de uma comissão relativa a sexo, da Conferência Geral, não obstante preferiu ignorar a existência do link da Kinship no website da Andrews University.

Disse o vice-presidente Ranzolin em e-mail para o professor Azenilto Brito, que telefonou para o vice-diretor da Andrews, e que negara a existência do tal link.

Certo é que o Ranzolin também não conferiu na Internet e foi mais fácil negar tudo, dizendo que "eram alegações infundadas de Ennis Meier".

 

 
Jesus disse: "Vai e não peques mais."

A Revista Ministry ensina a tolerância: Compara o homossexualismo a pecados triviais.

Isto é: Para a MINISTRY o homossexualismo é tão grave como comer demais e o ciúme !  
 (V&V)

A Ministry recomenda como solução uma agremiação homossexual: Adventist Kinship
Insinua ser uma inclinação sem cura, negando o poder regenerador de Cristo.  

 
"Eles (os homossexuais) precisam sentir uma calorosa aceitação e apoio por parte dos membros da igreja, que compreendam que alguém empenhado numa séria guerra contra o pecado, pode não ganhar todas as batalhas."


Revista MINISTRY :
 (revista oficial para pastores, editada pela Conferência Geral) 
"homossexualismo é uma interpretação alternativa das Escrituras".
A Conferência Geral, através da sua revista oficial para pastores MINISTRY, ofereceu um indisfarçável suporte a uma agremiação homossexual, que ensina na sua página de Internet, que nem a Bíblia ou Ellen White condenam o homossexualismo. --- clique

A agremiação "Seventh- day Adventist - Kinship" constou da lista de links adventistas da Andrews University por mais de 6 anos, desaparecendo da Internet faz menos de 2 anos (desativaram a página da lista).
Leo Ranzolin (na ocasião vice-presidente da Conferência Geral) respondendo ao professor Azenilto Brito, em e-mail afirmou "que havia telefonado para o vice-diretor da Andrews, e que eram invenções de Ennis Meier". --- O link da Andrews continuou na Internet por mais de 5 anos !

Sobre essa lista na Andrews, Ennis Meier enviou 10 FAXs para Roberto Folkenberg (Presidente da CG) e Leo Ranzolin (vice-presidente)  e munca obtive qualquer resposta.

Por trás dos bastidores, há uma história vergonhosa de um importante departamental da Conferência Geral que indignado, nos garantiu que ele mesmo iria falar com o Presidente Folkenberg.  ---  Depois de 2 meses, esse departamental afirmou para Ennis Meier: "não falei com presidente, porque lá todo mundo está sabendo desse link na lista da Andrews" (teve medo de se envolver).

Cabe esclarecer que Leo Ranzolin era o diretor da comissão de assuntos sobre o sexo na Conferência Geral, tendo se omitido num caso que era simplesmente ligar o seu computador na Internet e constatar um FATO.

http://www.sdakinship.org/

Leia em português a agremiação de homossexuais recomendada pela revista MINISTRY.

http://www.sdakinship.net/sdakinship/pt/about-.html 

Esclarecimento:
Não estamos fazendo crítica discriminando classe, ou orientação sexual.
Achamos que todas as pessoas devem ser respeitadas assim como elas são, e na igreja deve haver lugar para todos.

Estamos criticando a organização Adventista por não ser coerente na pregação, promovendo uma agremiação que deturpa o que se encontra na Bíblia.

Há uma grande diferença entre criar fobias contra grupos minoritários e promover uma agremiação que faz afirmações contrárias à Bíblia.

Não estamos violando nenhuma lei, seja dos Estados Unidos onde se encontra o hospedeiro do adventistas.ws ou do Brasil cuja língua é utilizada nesta página, simplesmente por fazer referência ao que se encontra em revistas denominacionais, ou por chamar à atenção da  incoerência na pregação Adventista.

O Direito Constitucional do cidadão de poder se expressar livremente, não autoriza a injúria contra qualquer segmento da sociedade.

Porém, nenhuma legislação para proteger raças ou grupos minoritários, pode ir tão longe ao ponto de atropelar os Direitos Constitucionais da livre expressão e pensamento do cidadão.
Porque os Adventistas devem apoiar o casamento de homosexuais.

A revista SPECTRUM 
(não denominacional) apresenta um artigo de pastor Adventista defendendo o casamento de homosexuais.
http://www.spectrummagazine.org/  (Pastor Jared Wright está se formando em "Master of Divinity" no La Sierra University)

Why Adventists Should Consider Supporting Gay Marriage
16 June 2008 | JARED WRIGHT

Today is a historic day in the history of the State of California and in the history of the United States as a whole. Today is the day when a ban on homosexual marriage will be lifted in accordance with a decision of the California Supreme Court. Homosexual couples from across the United States will descend on California in the coming days and weeks, and will receive the legal rights and responsibilities that accompany marriage.
Today’s removal of the ban on same-sex marriage is part of a larger debate in America over the definition of marriage. Because at stake in the discussion are issues of morality, justice, ethics, and separation of church and state, Adventists cannot and must not remain silent on the issue. Adventists have always insisted on speaking the truth, demonstrating God’s love, and working for justice. For those reasons, I suggest several reasons below that voters in California and elsewhere should stand in firm opposition to any constitutional amendments that would ban same-sex marriage. Below, I enumerate my reasons and provide a starting place for further conversation on the topic.

Seven reasons to oppose a ban on same-sex marriage
1. Adventists affirm separation of church and state. Advocating a ban on same-sex marriage on moral grounds is tantamount to coercive mandating of a religious viewpoint. We cannot spread morality by force through law! We should oppose all efforts to do so.
2. Protecting marriage: Supporters of a ban on same-sex marriage define the issue as protection of marriage. We must note that same-sex marriage is still marriage. Marriage as an institution is not under attack. Rather, it is being affirmed.
3. Promoting fidelity and monogamy: If we, as Christians, support and uphold fidelity and monogamy as better than cohabitation, then we should be consistent. The purpose of marriage is to promote monogamy and fidelity. Get it?
4. Marriage is beneficial for society both structurally and fiscally. Marriage promotes stable, lasting relationships over transient ones. Further, marriage is related to greater financial security and mental and physical health. Married people provide societal benefits for those reasons.
5. We cannot defer to the “will of the people” or “deeply rooted tradition,” as attempts by some organizations have done, to ban same-sex marriage. The will of the people and tradition consented to slavery in America. America’s elected officials outlawed slavery as a violation of human freedoms and dignity. America enacted laws banning interracial marriage by the will of the people and tradition. Appointed judges rescinded the laws as violations of the U.S. Constitution’s 14th amendment. Majority does not equal right. The court-ordered desegregation of schools in the 1950’s also went against the will of the people.
6. Same-sex marriage is NOT a slippery slope to the permitting of polygamy in America. (See discussion below).
7. Same-sex marriage does not threat pose a threat to me, my choices, or my way of life. The practice of marital fidelity by homosexual couples does not impinge upon any of my liberties, it does not harm me or my religious practice, and it does not threaten God or God's sovereignty.

Discussion – an opening for polygamists?
Some have argued that allowing same-sex marriage will open the door to a broad definition of marriage that will inevitably come to include polygamy. That slippery slope argument is demonstrably false. The following discussion comes courtesy of the article Gay Marriage and Polygamy, and is reprinted here for your convenience.
Any proposal for the expansion of marriage must be good both (1) for the individuals involved and (2) for the society in which they live. Gay marriage meets both of these criteria. The case for polygamous marriage is distinguishable (and weaker) on both counts, especially the second.
On the first issue — the effect of allowing gay marriage on homosexuals themselves — the deprivation for gays if gay marriage is banned is greater than the deprivation to polygamists if polygamy is banned. A polygamist may still marry someone if we ban polygamy; he simply may not marry many someones.
The deprivation to the polygamist is large, especially if polygamy involves the exercise of his religious faith, but not total. The gay person, however, has no realistic choice of a mate available under a gay-marriage ban. The deprivation is total.
Further, there is no “polygamous orientation” causing a person to need the close companionship of multiple partners (though some people may prefer it). There is, however, a homosexual orientation, causing a person to need the close companionship of a same-sex partner. The ban on polygamous marriage is the denial of a preference, perhaps a strong one; the ban on gay marriage is the denial of personhood itself.
On the second issue — the effect of recognition on society — the differences between gay marriage and polygamous marriage are more pronounced. There is ample evidence that people who live in stable, committed couples are healthier, happier, and wealthier than those who are single. Gay marriage is a good idea because it will benefit not only the gay couple but their families, friends, neighbors, and taxpayers whose burdens to care for unmarried gay partners is greater.
Jared Wright is pursuing a M.Div at La Sierra University. He blogs at Adventist Environmental Advocacy.
Of course anyone can respond below, but if someone would like to write up a formal essay responding to the seven points that Pastor Wright makes, email us.
Daneen Akers - Mon, 06/16/2008 - 08:33
Thanks Jared for articulating your thoughts so clearly. I'm in full agreement with you that Christians (Adventist and otherwise) should firmly support gay marriage. The theological issues that have often come up on this site are not the crux here--and, although through my study of scripture I've come to see that gay marriage is not at all in opposition to Biblical principles, that really isn't the issue here at all. This is a civil rights and separation of church and state issue. We should not legislate our religious views of morality. Churches retain the right to bless gay marriages or not at their own discretion. And, as supporters of monogamous relationships, we should support this affirmation of commitment.
This is simply a situation where the CA Supreme Court Justices (who are almost all Republican-appointed, fyi) looked at the legal precedents. If marriage is a fundamental right (they decided it was), then there has to be an overwhelming reason for California to deny same-sex couples this basic right. And, as you point out, marriage actually helps families, communities, and society as a whole, so we all have much to gain by this decision. This decision isn't really as radical as it seems if you read the actual opinion. I also appreciate you pointing out why the slippery slope to polygamy isn't a worry at all by this decision's legal reasoning, and that argument is, in fact, a red herring. I really hope California voters decide not to write discrimination into the constitution in November--that would be a first and an unfortunate use of this document that has traditionally brought all of us equality and more protection.
I love that the first couple to be married today in San Francisco (in about 20 minutes, to be precise) is a lesbian couple in their 80s who have been together for 50 years. As a happily married heterosexual, I feel that the institution of marriage is affirmed by recognizing their lifelong love and commitment to each other--their marriage vows strengthen my marriage vows.

sábado, 15 de outubro de 2011

MIGUEL DE SERVETO - MORTO POR CALVINO AO FALAR CONTRA A TRINDADE


MIGUEL DE SERVETO, MORTO POR FALAR CONTRA A TRINDADE

2011-03-23 14:30
O Trágico Destino de Miguel Serveto, o Médico que Calvino Mandou Matar.
O nome de Miguel Servet, ou Michael Servetus em latim, acha-se definitivamente incorporado à história da medicina. Servet foi um precursor de Harvey na descoberta da circulação sangüínea. Foi quem primeiro descreveu a circulação pulmonar com exatidão.
Nascido em Aragão, na Espanha, seu verdadeiro nome de família era Michael Villanueva. O nome de Serveto, por ele mesmo adotado, transformou-se em Servet, em francês, e Servetus, em latim.
Espírito irrequieto, combativo, devotado a questões transcendentais de natureza religiosa e filosófica, viveu de 1511 a 1553, em meio às disputas religiosas resultantes da Reforma liderada por Lutero e Calvino.
Estudou leis em Toulouse, teologia e hebraico em Louvain, e medicina em Paris e Montpelier, tendo-se destacado por seu interesse pela anatomia.
Durante toda a sua vida, Servet escreveu sobre questões religiosas e dedicou-se à exegese da Bíblia. Pregava a volta a um cristianismo "puro", tal como fora ensinado por Jesus. Um dos dogmas da Igreja por ele contestado, e que o fez cair em desgraça, foi o da Santíssima Trindade. As suas idéias e os seus escritos desagradaram tanto aos católicos como aos protestantes.
É interessante conhecer a razão de seu interesse pela circulação pulmonar. Está escrito na Bíblia que "a alma da carne é o sangue" (Lev. 17.11) e que "o sangue é a vida (Deut. 12.23). No livro dos Salmos (104. 29), por sua vez, a importância da respiração para a manutenção da vida é ressaltada nas seguintes palavras: "se lhes tira a respiração, morrem, e voltam para o seu pó".
Essas passagens bíblicas levaram Servet a estudar a circulação pulmonar, onde o sangue e o ar se misturam, pois no seu entender, o conhecimento da circulação pulmonar conduziria a uma melhor compreensão da natureza da alma.
Sua descrição da circulação pulmonar está assim redigida:
"A força vital provém da mistura, nos pulmões, do ar aspirado e do sangue que flui do ventrículo direito ao esquerdo. Todavia, o fluxo do sangue não se dá, como geralmente se crê, através do septo interventricular. O sangue flui por um longo conduto através dos pulmões, onde a sua cor se torna mais clara, passando da veia que se parece a uma artéria, a uma artéria parecida com uma veia".
Admite-se que Servet tenha realizado observações próprias em animais para chegar a essa conclusão, embora não as tenha mencionado.
A sua descoberta da circulação pulmonar foi divulgada em um livro sobre religião, intitulado Christianismi restitutio, que foi considerado hereje, confiscado e incinerado. Salvaram-se apenas três exemplares, um dos quais se encontra em Paris, outro em Viena e outro em Edimburgo. Uma segunda edição, publicada em Londres em 1723, foi novamente apreendida e incinerada.
Acusado de heresia, Servet foi preso e julgado em Lyon, na França. Conseguiu evadir-se da prisão e quando se dirigia para a Itália, através da Suíça, foi novamente preso em Genebra, julgado e condenado a morrer na fogueira, por decisão de um tribunal eclesiástico sob direção do próprio Calvino. A sentença foi cumprida em Champel, nas proximidades de Genebra, no dia 27 de outubro de 1553.
Puseram-lhe na cabeça uma coroa de juncos impregnada de enxofre e foi queimado vivo em fogo lento com requintes de sadismo e crueldade.
A sua descoberta foi por muito tempo ignorada pela medicina oficial.
Um monumento em sua memória foi erguido em 1903, em Champel, assinalando o local de sua morte.
Joffre M. de Rezende
Membro da Sociedade Brasileira e da Sociedade Internacional de História da Medicina


Leia mais: http://adventista1844.webnode.com.br/news/miguel-de-serveto-morto-por-fala-contra-a-trindade-/

ISAAC NEWTON E A TRINDADE


ISAAC NEWTON E A TRINDADE

2011-04-03 15:39

ISAAC NEWTON E A TRINDADE




A tradição popular diz que a queda duma maçã fez com que Sir Isaac Newton passasse a trilhar o caminho para o descobrimento da lei da gravitação universal. Não importa se esta tradição é verdade ou não, é indubitável que Newton tinha uma notável faculdade de raciocínio. Somos informados sobre a sua famosa obra científica, Principia: “Todo o desenvolvimento da ciência moderna começa com esta grande obra. Ela predominou por mais de 200 anos.”
(1)
 
Famosos como eram os descobrimentos científicos de Newton, ele mesmo reconhecia humildemente suas limitações humanas. Era modesto. Pouco antes de sua morte em 1727, ele disse a respeito de si mesmo: “Não sei o que pareço ser para o mundo, mas, para mim mesmo, só pareço ter sido um menino brincando à beira do mar, e divertindo-me de vez em quando com achar uma pedra mais lisa ou uma concha mais bonita do que costuma ser, ao passo que o grande oceano da verdade jazia diante de mim ainda todo por descobrir.”(2)
 
Newton reconhecia que Deus é a Fonte de toda a verdade, e em harmonia com a profunda reverência que tinha por seu Criador, parece ter passado ainda mais tempo em buscar o verdadeiro Deus, do que na pesquisa de verdades científicas. Uma análise de tudo o que Newton escreveu revela que, dentre umas 3.600.000 palavras, apenas 1.000.000 tratavam das ciências, ao passo que umas 1.400.000 eram sobre tópicos religiosos.(3)

NEWTON LIDA COM A DOUTRINA DA TRINDADE
 
Nos seus escritos, Newton deu muita atenção à doutrina da Trindade. Uma de suas mais notáveis contribuições para a erudição bíblica, naquela época, era a sua obra Um Relato Histórico Sobre Duas Notáveis Corrupções de Escritura, primeiro publicada em 1754, vinte e sete anos após a sua morte. Reexaminava toda a evidência textual disponível, de fontes antigas, sobre duas passagens bíblicas, em I João 5:7 e I Timóteo 3:16.
 
Na Versão King James da Bíblia (em inglês; veja Almeida, Revista e Corrigida), I João 5:7 reza:
 
“Porque há três que dão testemunho no céu, o Pai, a Palavra e o Espírito
Santo: e estes três são um.”
 
Recorrendo aos primitivos escritores eclesiásticos, aos manuscritos gregos e latinos e ao testemunho das primeiras versões da Bíblia, Newton provou que as palavras “no céu, o Pai, a Palavra e o Espírito Santo: e estes três são um”, citados em apoio da doutrina da Trindade, não aparecem nas originais Escrituras Gregas, inspiradas. Ele traçou então o caminho pelo qual o texto espúrio se introduziu nas versões latinas, primeiro como nota marginal, e depois no próprio texto. Mostrou que foi incluído pela primeira vez num texto grego em 1515, pelo Cardeal Ximenes, à base dum manuscrito grego posterior, corrigido segundo o latim. Por fim, Newton considerou o senso e o
contexto do versículo, chegando à conclusão: “Este é o sentido claro e natural, e o pleno e forte argumento; mas, se inserir o testemunho ‘dos Três no Céu’, então o interrompe e corrompe”.
(4)
 
A parte mais curta desta dissertação se referia a I Timóteo 3:16, que reza (na Versão King James; veja a Versão Figueiredo):
 
“E, sem contradição, é grande o mistério da piedade: Deus foi manifestado na carne, justificado no Espírito, visto por anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido em cima, em glória.”
 
Newton mostrou como, por uma pequena alteração do texto grego, se inseriu a palavra “Deus”, fazendo a frase rezar: “Deus foi manifestado na carne.” Demonstrou que os primitivos escritores eclesiásticos, referindo-se a este versículo, não sabiam nada sobre tal alteração.
 
Até a poucos anos, este texto era também muito citado em apoio do ensino da Trindade, mas a maioria das versões modernas coloca agora “ele”, em vez de “Deus”; a versão católica da Bíblia de Jerusalém até mesmo acrescenta ao pé da página: “No masculino: Cristo.”
 
Resumindo as duas passagens, Newton disse: “Se as antigas igrejas, ao debaterem e decidirem os maiores mistérios da religião, não sabiam nada sobre estes dois textos, não entendo por que nós devíamos agora gostar tanto deles, já que os debates acabaram.”(5)
 
Nos mais de duzentos anos desde que este tratado foi redigido por Isaac Newton, apenas foi necessário fazer algumas poucas correções menores na evidência que ele aduziu. Contudo, foi apenas no século dezenove que apareceram traduções da Bíblia, que corrigiam estas passagens. Apresentamos a seguir a tradução do manuscrito original de Newton, “Um Relato Histórico”, refutando a doutrina da Trindade:
 
“. . . influenciados por ele. Assim, pois, por consenso unânime de todos os antigos e fiéis intérpretes até agora encontrados (os quais, sem dúvida, fizeram uso dos melhores manuscritos que puderam obter), o testemunho dos três no céu não existia antigamente no grego. - E que tampouco existia nas antigas versões, nem no grego, mas era inteiramente desconhecida às primitivas igrejas, é bem certo, em vista dum argumento aludido acima, a saber, de que em toda essa veemente controvérsia universal e duradoura sobre a Trindade, no tempo de Jerônimo e tanto antes, como por muito tempo depois, nunca se pensou neste texto a respeito daqueles no céu. Está agora na boca de todos e é considerado o texto principal para a questão, e teria sido assim, se tivesse estado nos seus livros e contudo, não é encontrado nem uma única vez em todas as Disputas, Epístolas, Discursos e outros escritos dos gregos e dos latinos (Alexandre de Alexandria, o Concílio de Sárdica, Atanásio, Basílio, . . .”

Por que não publicou Newton estes achados durante a sua vida? Um relance para o fundo histórico daqueles tempos talvez explique isso. Aqueles que escreviam contra a doutrina da Trindade ainda estavam sujeitos a sofrer perseguição na Inglaterra. Ainda em 1698, o Ato da Supressão de Blasfêmia e Profanação constituía em ofensa negar que uma das pessoas da Trindade era Deus, o que era punível com a perda do cargo, emprego e lucro, na primeira incidência, e na repetição, com o encarceramento. O amigo de Newton, William Whiston (tradutor inglês das obras de Josefo), perdeu por este motivo seu professorado na Universidade de Cambridge, em 1711. Em 1693, por ordem da Câmara dos Lordes, foi queimado um panfleto atacando a Trindade, e no ano seguinte foi processado seu impressor e autor. Em 1697, Thomas Aikenhead, estudante de dezoito anos de idade, acusado de negar a Trindade, foi enforcado em Edimburgo, na Escócia. 
(6), (7), (8)
 
POR QUE NEWTON REJEITAVA A TRINDADE

Por causa de seus estudos científicos, Newton passou a ter em alta estima o ‘Livro da Natureza’ e viu nele a evidência de intento por Deus, o grande Autor. Acreditava também que a Bíblia era a Revelação de Deus, e que ela sempre estava em harmonia com o testemunho da criação.
(9)
 
A Bíblia era a pedra de toque de Newton para testar ensinos e doutrinas. Na consideração dos credos da Igreja, Newton tornou bem clara esta atitude. À base do oitavo dos trinta e nove artigos tratando dos credos ou símbolos niceno, atanasiano e apostólico, ele disse a respeito da Igreja da Inglaterra:
 
“Ela não exige que os aceitemos à base da autoridade de Concílios Gerais, e muito menos ainda à base da autoridade de Conclaves, mas apenas porque são tirados das Escrituras. E, portanto, estamos autorizados pela Igreja a compará-los com as Escrituras e a ver como e em que sentido podem ser deduzidos delas? E quando não podemos ver a Dedução, não devemos estribar-nos na Autoridade de Concílios e Sínodos.”
 
Sua conclusão foi ainda mais enfática:
 
“Até mesmo Concílios Gerais erraram e podem errar em questões de fé, e o que eles decretam como necessário para a salvação não tem nenhuma força ou autoridade, a menos que possa ser demonstrado que foi tirado da Escritura sagrada.”(10)
 
O principal motivo de Newton para rejeitar a Trindade era que, quando procurava verificar as declarações dos credos e dos concílios, não encontrava nenhum apoio da Escritura para a doutrina.
 
Pesando esta evidência, Newton acreditava firmemente que se devia usar o raciocínio. Argumentava que nada do que foi criado por Deus foi feito sem objetivo e motivo, e que os ensinos bíblicos seriam corroborados pela aplicação similar da lógica e da razão.
 
 
Falando sobre os escritos do apóstolo João, Newton disse: “Eu lhe dou a honra de crer que ele escreveu com bom senso; e, portanto, acredito que seja o sentido dele, que é o
melhor.”
(11)
 
Portanto, como segundo motivo para rejeitar o ensino da Trindade, Newton declarou:
 
“Homoousion [a doutrina pela qual o Filho é da mesma substância que o Pai] é ininteligível. Não foi entendido no Concílio de Nicéia, nem desde então. O que não pode ser entendido, não é objeto de crença.”(12)
 
Tratando deste mesmo aspecto da Trindade, há um manuscrito de Newton, intitulado “Perguntas Sobre a Palavra Homoousios”. Este revela um terceiro motivo para a sua negação da Trindade. Este ensino não fazia parte do primitivo cristianismo. As perguntas doze a quatorze salientam todas que a doutrina tem falta de característica dum original do primeiro século:
 
Pergunta 12. Se a opinião da igualdade das três substâncias não foi lançada pela primeira vez no reinado de Juliano, o Apóstata [361-363 E. C.], por Atanásio, Hilário, etc.?
Pergunta 13. Se a adoração do Espírito Santo não foi lançada pela primeira vez só depois do Concílio de Sárdica? [343 E. C.]
Pergunta 14. Se o Concílio de Sárdica não foi o primeiro Concílio a se declarar a favor da doutrina da Trindade Consubstancial?”(13)
 
Em outro manuscrito, agora preservado em Jerusalém, Newton sumariou a única resposta a tais perguntas:
 
“Fomos mandados pelo Apóstolo (II Timóteo 1:13) a nos apegar à forma de palavras sadias. Contender a favor duma linguagem que não foi transmitida dos Profetas e Apóstolos é uma violação desta ordem e aqueles que a violam são também culpados pelas perturbações e pelos cismas assim causados. Não basta dizer que um artigo de fé pode ser deduzido da escritura. Ele precisa ser expresso na própria forma de palavras sadias em que foi transmitido pelos Apóstolos.”(14)
 
Portanto, à base das Escrituras, da razão e do ensino autêntico do primitivo cristianismo, Newton verificou que não podia aceitar a doutrina da Trindade. Ele cria fortemente na suprema soberania de Jeová Deus e na posição correta de Jesus Cristo, nem rebaixando-o como Filho de Deus, nem sublimando-o à posição ocupada pelo seu Pai.(15)
 
[Nota do Editor: Discordo do autor deste artigo ao ele afirmar que estamos rebaixando a Jesus quando afirmamos ser Ele o Filho de Deus]
 
Considerando com John Locke a passagem de Daniel 7:9, ele escreveu: “Donde deriva a certeza de que o Ancião de Dias é Cristo? Será que Cristo, em alguma parte, está sentado no Trono?”(16)
 
A própria conclusão a que ele chegou é óbvia, e a clareza de seu pensamento a respeito da relação do Pai com o Filho sempre é evidente nos escritos de Newton. Em outra parte, pois, ele apresenta o argumento de que a oração só pode ser feita a “Deus em nome do Cordeiro, mas não ao Cordeiro em nome de
Deus.”
(17)
 
Talvez o melhor resumo dos argumentos bíblicos de Isaac Newton para o seu repúdio da Trindade seja encontrado em quatorze ‘Argumentos’, escritos em latim, que apresentam citações bíblicas para muitos deles. Os de número quatro a sete são especialmente interessantes:
 
“4. Porque Deus gerou o Filho em algum tempo, este não teve existência desde a eternidade. Provérbios 8:23, 25.
5. Porque o Pai é maior do que o Filho. João 14:28.
6. Porque o Filho não sabia de sua última hora. Mar. 13:32, Mat. 24:36, Apoc. 1:1, 5:3.
7. Porque o Filho recebeu todas as coisas do Pai.”(18)
 
A leitura atenciosa dos escritos religiosos de Newton não pode deixar de impressionar o leitor com a sua meticulosidade e o reconhecimento da profunda e longa meditação dele, com a sua capacidade erudita e sua compreensão das línguas originais da Bíblia. Suas conclusões a respeito da Trindade, portanto, merecem nosso respeito e nossa consideração, embora ele não se sentisse obrigado a torná-las públicas durante a sua vida.
 
Hoje, quando há muito mais evidência disponível do que Newton teve à disposição, nós também devemos investigar nossas crenças assim como ele fez, sempre procurando raciocinar primeiro sobre a evidência da Palavra de Deus. Isto desenvolverá em nós uma forte fé, plenamente em harmonia com o ensino do cristianismo original.
 
 
[Nota do Editor: Por aquilo que acabamos de ler, Sir Isaac Newton não aceitava nem de longe a “lógica” dos doutores em divindade da Andrews que continuam insistindo em afirmar que “três são um”.]
 
 
Referências
1. The Encyclopoedia Britannica, ed. 1971, Vol. 16, p. 420.
 
2. The World Book Encyclopedia, ed. 1973, Vol. 14, p. 308.
 
3. The Correspondence of Isaac Newton, editado por H. W. Turnbull, F. R. S., Cambridge 1961, Vol. 1, p. XVII.
 
4. An Historical Account of Two Notable Corruptions of Scripture, de Sir Isaac Newton, Edição de 1830, Londres, p. 60.
 
5. Ibid., p. 95.
 
6. Our Unitarian Heritage, de Earl M. Wilbur, Boston 1925, pp. 289-294.
 
7. History of English Nonconformity, de Henry W. Clark, Londres 1913, Vol. II, p. 157.
 
8. Religious Opinions of Milton, Locke and Newton, de H. McLachlan, Manchester 1941, pp. 146, 147.
 
9. The Religion of Isaac Newton, de F. E. Manuel, Oxford 1974, p. 48.
 
10. Sir Isaac Newton Theological Manuscripts, escolhidos e editados por H. McLachlan, Liverpool 1950, pp. 37, 38.
 
11. An Historical Account of Two Notable Corruptions of Scripture, p. 61.
 
12. Sir Isaac Newton Theological Manuscripts, p. 17.
 
13. Ibid. pp. 45, 46.
 
14. The Religion of Isaac Newton, pp. 54, 55. Yahuda Ms. 15.1.fol.11r.
 
15. The Religion of Isaac Newton, p. 61
 
16. The Correspondence of Isaac Newton, Vol. III, Carta 362
 
17. The Religion of Isaac Newton, p. 61, Yahuda Ms. 15.4.fol.67v.
 
18. Isaac Newton, A Biography, p. 642.


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OS ACORDOS SECRETOS DA IASD


OS ACORDOS SECRETOS DA IGREJA ADVENTISTA

2011-04-22 08:33
OS ACORDOS  MACABROS  DA IASD.
Na década de 1950, a liderança americana da IASD entrou em acordo com líderes porta-vozes evangélicos americanos (Martin & Barnhouse), para que a IASD não mais fosse considerada uma seita, mas sim uma igreja como as demais igrejas evangélicas. Tanto assim que já em 1959, a IASD passou a fazer parte como membro cooperador do Concílio Nacional de Igrejas dos Estados Unidos, uma organização ecumênica.
Para tanto, a IASD deveria abdicar de certas doutrinas fundamentais dos pioneiros adventistas, as quais são apoiadas pelo Espírito de Profecia de Ellen G. White. Dentre essas doutrinas fundamentais está a da Encarnação, a qual os evangélicos e católicos crêem que JESUS encarnou com a natureza de Adão antes de sua queda, ou seja, Sua natureza seria isenta ou imune às paixões e às leis da hereditariedade a que estão sujeitos os filhos de Adão, depois de sua queda.
Assim, a partir de 1957, os teólogos adventistas passaram a ensinar que JESUS veio com a natureza sem pecado de Adão, antes de sua queda, ao contrário do que ensinavam os pioneiros e a Sra. White. JESUS seria apenas nosso substituto e não nosso exemplo a ser seguido. Com essa mudança teológica o mundanismo entrou na IASD, junto com o ecumenismo.
Na ocasião, uma das raras vozes oficiais que se levantaram contra esse compromisso apóstata foi a do Pr. Andreasen (1876-1962), conhecido entre nós brasileiros como o autor do livro O Ritual do Santuário. Depois de tentar em vão fazer-se ouvir pela liderança apóstata da Igreja, ele escreveu seis longas cartas às igrejas adventistas de todo mundo, denunciando toda essa conspiração ecumênico-doutrinária. Devido ao protesto do Pr. Andreasen, a Associação Geral, em 06.04.61, tirou suas credenciais e sua pensão por aposentadoria.
Só depois que uns irmãos do sul da Califórnia, revoltados com a injustiça feita ao Pr. Andreasen, ameaçaram não encaminhar mais o dízimo à Organização, é que a Associação Geral voltou a pagar sua aposentadoria, mas isto já perto de sua morte, que ocorreu em 19.02.62. Em 01.03.62, após sua morte, a Associação Geral restaurou as credenciais do Pr. Andreasen. 
Isso, ainda hoje continua assim...se for contra,não rezar pela cartilha da IASD, leva  um chute certeiro na bunda!


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1999 - O ANO DO ECUMENISMO ADVENTISTA NA EUROPA


1999,O ANO DO ECUMENISMO ADVENTISTA NA EUROPA

2011-04-25 13:35

1999 Foi o Ano do "Ecumenismo Adventista" na Europa
Outubro 99 - Resposta Evangélica ao Pedido de Perdão Católico
Em resposta à mensagem de pedido de perdão do Papa João Paulo II, pelos erros cometidos pela Igreja Católica, os evangélicos espanhóis consideram que o perdão é dado mas desejariam um ato público de reconciliação e de afirmação de respeito mútuo.
João Paulo II declarou em audiência pública que a Igreja Católica abria uma nova página na sua história, ao pedir publicamente perdão pelos pecados, erros, injustiças e violações dos direitos do homem que cometeu durante 2.000 anos. Um dia especial de arrependimento foi marcado para 8 de Março de 2000.
Apesar de nenhuma menção específica ter sido feita, o Papa pareceu referir-se às Cruzadas, à Inquisição e ao silêncio perante o genocídio nazista. O dia de arrependimento fará parte das celebrações especiais do Ano do Jubileu que durarão até 7 de Janeiro de 2001.
A Federação das Entidades Religiosas Evangélicas Espanholas (a Ferede), da qual a Igreja Adventista do Sétimo Dia é membro, publicou um comunicado relembrando os sofrimentos dos cristãos protestantes de Espanha, exterminados ou banidos pela inquisição, perseguidos pelo regime franquista e atualmente tolerados mas sem o verdadeiro apoio legal ou social.
Um ato público de reconciliação, afirmando, apesar das diferenças, a vontade de reencontro e de respeito mútuo, seria positivo e demonstraria, no contexto da Espanha católica, a intenção de pôr em prática aquilo que o Papa anunciou.
ALC/APD/BIA - Le Mée-sur-Seine, França
Junho 99 - Um luterano e um adventista distinguidos pela Universidade de Andrews
A Drª Faith Rohrbough, luterana, e o Dr. Bert Beach, adventista, receberam uma medalha da Universidade de Andrews.
Esta medalha é atribuída àqueles que, pelo seu senso de serviço humanitário ou profissional, manifestaram os valores defendidos pela universidade.
A senhora Rohrbough é actualmente presidente do Seminário de Teologia Luterana de Saskatoon no Canadá.
Bert Beach, diplomado da Sorbonne, trabalhou durante muitos anos no Departamento de Relações Públicas e de Liberdade Religiosa da Igreja Adventista, o que o levou, por exemplo, a representar a Igreja Adventista no concílio de Vaticano II.
Os dois distinguidos participaram nos diálogos luterano-adventistas que se realizaram recentemente.
ANN/BIA - Le Mée-sur-Seine, França
Abril 99 - Segundo Encontro do Diálogo Inter-religioso
Mil pessoas, (cristãs, muçulmanas, judias e budistas), encontraram-se a 7 de Março, no Grande Palácio de Lille.
Organizado pela revista Actualité des Religions e pelo diário Réforme, este congresso permitiu que houvesse uma alternância entre mesas redondas e ateliers. Experiências de diálogos "no próprio local" foram transmitidas por associações tais como: "A Voz do Oriente", associação belga em diálogo com os filósofos e as práticas religiosas provenientes do Oriente ou a associação "Retrouvailles" que agrupa judeus e muçulmanos.
A aventura vivida por Djamel Balhi que percorreu as principais cidades santas do mundo, de Paris ao Tibete, a pé (70 Km de percurso diário), foi particularmente salientada. Djamel Balhi sublinhou dois pontos comuns dos cristãos das diferentes religiões: o sentimento de hospitalidade e as posições de oração idênticas.
Durante as mesas redondas, o filósofo e professor da Sorbonne, André Comte Sponville, serviu-se da expressão utilizada, "ateu de serviço", e lembrou que o diálogo é possível a partir do momento em que cada um admita que o Estado, a verdade e Deus não pertencem a ninguém.
Os trabalhos nas oficinas, sete no total, abordaram assuntos como: "a escola, desafio das religiões", "integralismo e derivados sectários", "as religiões juntas pela paz."
A Igreja Adventista do Sétimo Dia foi representada no "Segundo encontro do diálogo inter-religioso" por Jean-Paul Barquon, secretário da Federação do Norte da França das Igrejas Adventistas e Jacques Trujillo, secretário da União Franco-Belga das Igrejas Adventistas.
BIA - Le Mée-sur-Seine, França
Janeiro 99 - Semana de Unidade e Aniversário da Declaração dos Direitos do Homem
Encorajados pelo sucesso do ano passado, e sob a iniciativa do Padre Pierre Cantelaube, o grupo de pastores da Igreja Reformada e da Igreja Adventista do Sétimo Dia, os padres católicos, o padre ortodoxo, a associação ACAT (Acção dos Cristãos para a Abolição da Tortura) e a Comissão Diocesana Ecuménica de Seine-et-Marne escolheram, este ano, o domingo 24 de Janeiro para uma celebração ecumênica no âmbito da Semana de Unidade e para recordar o 50º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem.
Para dar também um carácter festivo e fraterno a este encontro, o programa, em que participaram todas as confissões representadas, constou de leitura, declamação e mímicas de textos das Sagradas Escrituras, assim como de cânticos interpretados por um côro misto acompanhado por um grupo instrumental.
Quinhentas pessoas estiveram presentes neste encontro e excelente convívio foi conseguido.
Já se encontram em fase de preparação os encontros pascais da Paixão agendados para 16 de Fevereiro e 9 de Março de 1999.
BIA - Le Mée-sur-Seine, França
Fevereiro 99 - Semana de Oração Para a Unidade dos Cristãos
A exemplo do que feito o ano passado, a Igreja Adventista do Sétimo Dia de Yverdon investiu-se de dinamismo na organização desta semana especial de 11 a 18 de Janeiro.
Pela segunda vez, os membros das diferentes Igrejas representadas (O Exército da Salvação, a Igreja Darbiste Alargada, a Igreja Pentecostal, a Igreja Protestante da Reforma, a Igreja do Despertamento e a Igreja da Fraternidade Cristã) vieram engrossar as fileiras da Igreja Adventista, sexta-feira à noite 16 Janeiro.
A grande fraternidade que uniu todos os participantes, nessa noite, permanecerá durante muito tempo gravada nas suas memórias. Várias pessoas manifestaram os seus agradecimentos pelo acolhimento que lhes foi oferecido.
BIA - Le Mée-sur-Seine, França



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