sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A VERDADE QUE ESCONDEM POR NÃO CREREM


A VERDADE QUE ESCONDEM POR NÃO CREREM

SE NÃO CONCORDA EXPLIQUE OS MESMOS TEXTOS SEM RODEIOS
O cristão deve ter ousadia em falar a cerca da verdade de Deus, não confundir ousadia com ignorância. "Tendo, pois, tal esperança, usamos de muita ousadia no falar." II Cor. 3: 12.
Qualquer pessoa tem capacidade para questionar, ignorar, rejeitar, aceitar ou manipular a verdade, ela não tem é a capacidade de destruir a verdade ou impedir que a mesma seja manifestada, por si mesma a verdade é indestrutível. Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. II Cor. 13: 8.
Infelizmente os dois textos que serão analisados ao serem citados para alguma pessoa que vive pelo monte Sinai, a mesma não está disposta a explicar.

EXPLICAÇÃO QUE ME FOI ENVIADO POR EMAIL

galatas 4:21 a 31 ha duas alianças sim avelha só vivia de obras sombras,a nova da final, pq nao matamos mais animais Yeshua o ultimo sacrificio,se estamos na graça pela promessa Yahweh que é o salvador Yeshua é o veiculo que traz a salvação! das mulheres pq nós os israelitas espirituais livre,os judeus como nação estão segos igual os cristãos na apostasia,eles nao perseguem nós que nascemos no espirito estesque nasceram na carne! perseguem mtendo o pau dese qdo ele estve na terra Yeshua.
vou te passar a ult vrz sobre II cor 3.6 aqui é se guir os rabanitas,as festas cerimoniais,e outros preceitos,pois nós dacong unitarista como Yeshua seguimos as mitzvot de Hashem, mais não somos messianicos nem nos travestirmos de moda judaica9pura palhaçada), a unica coisa que Yeshua manda hoje é a ceia noturnadia 14 de nisa,outra coisa a unicafesta que tera é o sucot no milenio... Ai quer dizer para fazermos o bem e não ficar em cima da lei ao excesso como fazem os ortodoxos qque nem acendem a luz no shabat!
eu te respondi ou vc nao leu....o que me perguntou antes... aqui te falo de jr 5.13  yahweh destruira estas tranqueiras de falsos profetas e profetizas como a NSAEGW, josefh smith , jo luis de miranda,david coresh e outros e olha que o coresh ja era.... o ultimo profeta foi joao n tem mais...
ez 34.18,19 quer dizer os menbros comerem o lixo que os bodes,lobos,pregam e passam a eles escrementos ,pois a palavra de babilonia é lixo... outra cois nao me compare a adv e reformista,não sou cristão sou anunsita e sigo oc aminho antigo de Yeshua!

PARTE II – EXPLICAÇÃO QUE ME FOI ENVIADO POR EMAIL

Gal. 4: 21 a 31
Estudar cartas é bem interessante. É diferente de estudar evangelhos, que são registros historiados, ou profecias, que são registros simbolizados. As cartas são instrumentos literários mais pessoais que os outros dois (evangelhos, profecias). Talvez isso a torne especial. É como um diálogo, mas à distância. E naquele tempo (sem internet e telefone) era o meio à distancia mais eficaz de diálogo. Então pense em duas partes conversando. As cartas bíblicas são um lado. Os recebedores são o outro lado do diálogo. O ponto ruim, é que quase sempre as cartas de Paulo eram respostas nesse diálogo. Então se pressupõe que haviam as primeiras conversas que motivavam a Paulo responder. Mas não temos essas conversas, então isso faz a leitura das cartas paulinas se tornarem desafiadoras a nós, de tempos tão idos.
Havia um estilo comum de se escrever cartas nos tempos antigos e Paulo usava este estilo. As cartas continham quase sempre:
(1) A saudação: Romanos 1:1; 1 Coríntios 1:1; 2 Coríntios 1:1; Gálatas 1:1; Efésios 1:1; Filipenses 1:1; Comesse guloseimas 1:1-2; 1 Tessalonicenses 1:1; 2 Tessalonicenses 1:1.
(2) A oração: em todos os casos Paulo ora pedindo a graça de Deus para com a gente a que escreve: Romanos 1:7; 1 Coríntios 1:3; 2 Coríntios 1:2; Gálatas 1:3; Efésios 1:2; Filipenses 1:3; Colossenses 1:2; 1 Tessalonicenses 1:3; 2 Tessalonicenses 1:3.
(3) O agradecimento: Romanos 1:8; 1 Coríntios 1:4; 2 Coríntios 1:3; Efésios 1:3; Filipenses 1:3; 1 Tessalonicenses 1:3; 2 Tessalonicenses 1:2; Gálatas 1:3 e 5.
(4) O conteúdo especial: o corpo principal da carta constitui o conteúdo especial.
(5) Saudações finais: Romanos 16; 1 Coríntios 16:19; 2 Coríntios 13:13; Filipenses 4:21-22; Colossenses 4:12-15; 1 Tessalonicenses 5:26. Gálatas 6:16-18.
As cartas de Paulo, e principalmente a de Gálatas, tinha uma função especial. Paulo não escreveu como se estivesse tranqüilo em casa e de repente pensou: Ah, vou escrever uma carta aos irmãos lá na cidade tal. Não. Paulo ficou sabendo de problemas que surgiram nalgumas igrejas por onde fora pastor. Havia uma situação ameaçadora em Corinto, Galácia, Filipos e Tessalônica. E escreveu para enfrentá-la. Ao escrever, pensava diretamente nas pessoas a quem se dirigia, nas pessoas vítimas daquelas ameaças de seu tempo. Mas Deus inspirou as mensagens por que via com Sua onisciência outros tempos futuros em que estas cartas teriam valor ao povo de Deus em todos os tempos.
Jesus iniciou Seu ministério no ano em que foi batizado (ano 27 da era Cristã). Durante sete anos (até ano 34) o evangelho fora pregado apenas nas terras de Israel. Uma cultura errônea arraigada na mente dos judeus, mesmo dos discípulos de Jesus, prevalecia: achavam que o evangelho do Messias era apenas para judeus – dali de Israel ou de outras terras (haviam judeus espalhados em várias partes do mundo habitado). Quando Jesus disse que eles receberiam poder e pregariam em todas as nações (Mat. 28:18-20), os discípulos achavam que era a todas as nações, mas para judeus. Chegavam mesmo ao ponto de criticar o contato com gentios (Atos 11:1-3).
Duas atitudes foram tomadas. Dar a Pedro a visão dos animais no lençol (Atos 10) que modificaria a mentalidade desse líder, ampliando-a (Atos 10:17). O faria compreender que o evangelho era para judeus e gentios de qualquer nação (Atos 10: 34, 35; 11: 17, 18). Outra atitude seria a conversão de Paulo,que tornar-se-ia pelo Senhor evangelista aos gentios de terras longínquas: “E disse-me: Vai, porque hei de enviar-te aos gentios de longe."  (Atos 22 : 21).
O problema do exclusivismo judeu fora condenado por Jesus durante Seu ministério, mas os discípulos não entenderam muito. Num sermão poderoso, Cristo denunciou:
Mateus 23: 1, 2, 4 e 13:
Reparem o exclusivismo: fecham o reino dos céus aos homens. Os judeus ensinavam que Deus havia rejeitado aos ímpios gentios e apenas eles tinham o favor de Deus, então não se precisava perder tempo pregando aos ímpios.
Infelizmente muitos judeus que se convertiam não tinham a mente aberta. Primeiro não concordaram com a pregação aos gentios. Satanás estava por trás disso. Depois, como Deus conseguiu mudar a mentalidade desses homens, o inimigo ideou outro plano: tudo bem, ele disse, preguem aos gentios, mas os gentios precisam praticar costumes do cerimonialismo judaico.
Assim surgiu novo embate para Paulo e outros lideres da Igreja. Veja em Atos 15:1 e 5 a narração dos fatos:
Percebeu? Alguns irmãos, ou seja, eram cristãos por que tinham crido, tinham mentalidade judaica. Chamamos cristãos judaizantes. Os judaizantes insistiam agora que os gentios poderiam ser evangelizados, mas tinham que se submeter aos ritos que esses irmãos quando ainda eram do judaísmo praticavam. Deixaram o judaísmo, mas queriam manter uma tese errada dos judeus.
Essa história tem rendido pano pra manga. Muitos líderes evangélicos hoje insistem em que pregar a obediência a doutrinas e diretrizes divinas é judaizar. Não confundamos. Os judaizantes não insistiam para obedecer a Deus, e sim aos costumes de Moises, como no caso da circuncisão, que era um dos muitos ritos cerimoniais.
Bem, esses ensinos judaizantes não coadunavam com a doutrina da salvação pela graça. Pois o judaísmo do tempo dos fariseus baseava-se na justiça própria, mas a salvação pela graça tem seu plano na justiça de Cristo. Na nova vida em Cristo a pessoa convertida passa a viver “no Espírito”, e andar conforme a vontade de Deus na medida em que se entrega a Ele diariamente, estando, pois, em conformidade com Seu decálogo.
Quando Paulo soube das teses desses irmãos judaizados, foi corajosamente oposto a estes ensinos. A discussão com eles não foi pequena. (Atos 15: 2  “Tendo tido Paulo e Barnabé não pequena discussão e contenda contra eles”).
É nesse contexto amigo, que surge a discussão da lei e da graça na Carta de Paulo aos Gálatas. E aqui amigo chamo atenção para um sério detalhe: se você não compreender os diferentes modos como a Palavra usa o mesmo termo, a interpretação ficará prejudicada. Ou seja, a Bíblia usa às vezes dois termos iguais para significar coisas diferentes. Isso é muito comum na comunicação. Então tomo permissão para fugir um pouca da explicação de Gálatas para entendermos esse aspecto.
Usamos comumente manga de comer e manga de camisa. Cada uma em seu lugar.
Falamos do canto do pássaro que é maravilhoso. E do canto da casa que de som não tem nada, mas está pintado de novo. Dizemos: “vou colocar extrato de tomate para o molho”, na cozinha e também dizemos “Agora tenho que ir ao banco pegar o extrato” e logicamente não se trata do extrato de cozinha, que se pega no mercado. Você já rio tanto, e quem sabe deparando-se com a cena de um rio bem límpido. É normal achar-se são e salvo após perigos e ainda os consideramos que são possíveis de se repetir.
Chamamos a esse fenômeno lingüístico de homonímia. Pode ocorrer quanto ao som (homofonia) ou quanto a escrita (homografia). Qual a técnica para se distinguir: é conhecer os usos, as diferenças e aplicações da palavra em cada contexto.
Dentro da bíblia também tem homonímia. Vejamos:
Morto (espiritual) x morto (físico)
"Jesus, porém, disse-lhe: Segue-me, e deixa os mortos sepultar os seus mortos."  (Mateus 8 : 22)
Fermento (verdade) x fermento (hipocrisia)
"Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento, que uma mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que tudo esteja levedado."  (Mateus 13 : 33)
"E Jesus disse-lhes: Adverti, e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus."  (Mateus 16 : 6; ver lucas 12:1)
Pesquise por exemplo os vários sentidos da palavra espírito. Tente achar os versos.
Espírito (sentimento) x espírito (demônios), espírito (consciência), espírito (fôlego de vida). Etc.
Há um homônimo bem ligado com o assunto de Gálatas. É a “lei”. Havia o uso da palavra lei em várias circunstancias e com vários sentidos no tempo de Jesus (e hoje também). Na bíblia essa palavra assume diferentes elementos e, se não compreendermos isso, chegaremos a conclusões errôneas no estudo da Palavra de Deus. Muitos teólogos escorregam nesse ponto dos estudos e dizem coisas distorcidas sobre o problema em Gálatas.
Lei pode ser “a Bíblia”. No tempo de Jesus o novo testamento não existia (os livros do Novo Testamento foram iniciados cerca de dez a vinte anos depois, pelo menos). A parte do velho testamento era “toda Escritura” para eles, e frequentemente era chamada “Lei”. Leia o contexto de Lucas 10:26: “E ele lhe disse: Que está escrito na lei? Como lês?”. (Veja também João 10:34 – repare nestes textos que o lugar em que está escrito são trechos do velho testamento. O escritor chama “lei” a escritura – verso de João 10:35).
Lei significa a lei de Deus. Outras vezes os escritos bíblicos usam o termo lei para falar da lei divina – os dez mandamentos.  Rom. 3: 31 diz: “Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei”. Paulo explica depois que lei é essa em Rom. 7:22 – “Porque segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus”.
Lei significa Lei cerimonial (lei de Moisés). Há várias outras aplicações de lei, mas estas três bastam. E esta última se refere ao uso do termo “lei” cerimonial. O termo cerimonial não vem acompanhando os termos lei, como no texto “deixe que os mortos (espirituais) enterrem seus mortos (físicos)”, mas pelo contexto conseguimos distinguir o sentido da Palavra lei. Repare que Paulo distingue as duas leis com os complementos “obras” e “fé”. Em Rom. 3: 27 diz “Onde está, logo, a jactância? É excluída. Por qual lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé”. Logo, o proprio Paulo sabia distinguir os vários tipos de “lei”.  A lei cerimonial ou lei de Moisés era a lei das obras. (Depois poderemos lhe passar um estudo só sobre a diferença das duas leis). Repare que Jesus foi circuncidado segundo a lei de Moisés, que tratava de cerimônias judias (Luc. 2:22).
O fato é que ali em Gálatas Paulo usa os termos lei e precisamos saber de que lei ele está falando. Se dissermos que é tudo a mesma coisa, induziremos a Palavra a se contradizer, por que a Lei de Deus, ou lei da fé, está em vigor (Rom. 3:31). Já a lei cerimonial foi cravada na cruz e não vale mais (Colossenses 2:14).
Paulo usa alegorias, próprias dos judeus, para ilustrar seus argumentos contra os cristãos judaizantes que queriam induzir os cristãos gentios a seguir a lei cerimonial, de que uma das regras tratava da circuncisão. Em Gal. 4: 21 Paulo fala dos que queriam “estar debaixo da lei”, ou seja se guiar pela lei cerimonial, mas não “ouviam”, não entediam o que a lei (palavra) diziam nem atendiam o que a lei (divina) mandava (Leia Rom. 2:23 e 24).
Então Paulo usa a alegoria de “Abraão” que “teve dois filhos, um da escrava, e outro da livre” para distinguir a justiça própria (pregada pelos judaizantes) da justiça de Cristo (Rom. 5:1), e conclui “O que se entende por alegoria” (Gál. 4:24).
Alegoria é um modo ilustrativo de aplicar lições. Paulo ilustrou histórias de Abraão, Agar, Sara, e seus filhos para falar da “Jerusalém que é de cima é livre; a qual é mãe de todos nós”.
Fala da zombaria de Ismael sobre Isaque como sendo alegórico da perseguição que os judaizantes estavam a fazer de cristãos que não seguiam suas idéias sobre a lei (cerimonial).
Paulo fala do monte Sinai, que fica na Arábia. Ali foram dadas as duas leis: a divina e a cerimonial (Ex. cap. 20 e seguintes). Os judeus se prendiam muito à lei cerimonial e é a isso que Paulo se refere para reprová-los.
Ensinava Paulo que os pecadores estavam perdidos sem Jesus, mas que poderiam ser justificados pela fé (Rom. 5:1) e ter uma nova vida em Cristo (II Cor. 5:17; Gal. 6:15), que devesse viver não por obras de justiça própria, mas tendo uma fé que opera por amor (Gál. 5:6), andasse em boas obras (Efésios 2:10).
Ensinava que o homem é salvo pela graça (Efésios 2:8; Atos 15:11), mas que a nova vida em Cristo é em obediência à Lei de Deus, pois somente quem está na carne não segue a lei de Deus (Rom. 8:7).
Então, amigo, fazendo boa diferença entre lei divina e lei cerimonial, entendemos a harmonia dos ensinos dos apóstolos. Não pense que reprovaram a lei de Deus. Reprovaram os judaizantes. Paulo sintetizou a diferença das duas leis quando disse:
“A circuncisão é nada, e a incircuncisão nada é, mas, sim, a observância dos mandamentos de Deus”. Circuncisão é símbolo da lei cerimonial, abolida na cruz. Observância dos mandamentos de Deus implica a lei divina ainda em vigor.
Jesus disse a cada um de nós: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos.” (João 14:15; veja 14:21 e 15:10).
Jesus disse ainda que a violação dos mandamentos de Deus não é bem vinda no céu (Mat. 5:19). E que não podemos confundir os mandamentos de Deus com mandamentos de homens (Marcos 7:7). Quando Ele falava de mandamentos de Deus, se referia aos dez mandamentos, inclusive deu exemplos (Marcos 10:19). E quando falava de mandamentos de homens, chamou de tradições (Mateus 15:3; Marcos 7:8).
Jesus ensinou que os mandamentos de Deus são baseados no amor (Mat. 22:40).
Paulo confirmou este ensino (Rom. 13:10).
Os mandamentos de Deus são mandamentos de Jesus (I Tess. 4:2) e não se confundem com os de homens (Tito 1:140.
Os obedientes recebem as bênçãos de Deus (Deut. 28:1-4) e ainda o Seu Espirito (Atos 5:32). Cristo é Autor da salvação para aqueles que lhe obedecem (Hebreus 5:9).
João termina dizendo: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados”. (I João 5:3).
E chama de mentiroso os pastores ou crentes que dizem conhecer a Deus mas não guardam Seus mandamentos. “Aquele que diz: Eu conheço-O, e não guarda os Seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade”. (I João 2:2).
Portanto amigo, é mentirosa a tese de que o povo de Deus não guardou e não deve guardar a lei dos dez mandamentos. A única lei que não devemos guardar é a cerimonial, e o inimigo ainda hoje provoca confusão para se possível enganar os próprios escolhidos.

VERDADE NEGADA SOBRE II CORINTIOS 13

Antes de entrarmos em detalhes sobre “II Cor. 13 e Gál. 4”, quero salientar dois pontos:
1.            Pedi a um amigo adventista para me explicar Gl. 4: 21 a 31 e ele só faltou me bater, parecia que o cara tinha recebido umas 10 legiões de demônios, por email recebi duas respostas as quais os mesmo fizeram bastante rodeios e não entraram em detalhes sobre os versículos dos textos, os quais estão acima citados.
2.            Há uma grande confusão que o povo do advento e os evangélicos fazem por não conhecerem a palavra de Deus e Seu poder.
a)            Pensam eles que os dez mandamentos escritos em pedras é uma lei exclusiva de Deus e que as outras são apenas de Moisés ou cerimoniais, jamais foi ou o será, em Êx. 20 estão contidos treze mandamentos incluso os dez que foram escritos em tábuas de pedras, tanto os dez como os restantes de todos os outros constituem na lei de Deus, se apenas os dez é que constituem na lei de Deus as outras são de quem? Quando você faz a afirmação que a lei de Deus é apenas a dos dez mandamentos, de forma indireta você está afirmando que as outras são do Diabo, quando a Palavra de Deus fala ‘LEI’ é com referência a Palavra de Deus e, quando fala ‘LEIS’ está falando em todo o conjunto de leis espalhados em Sua Palavra.
Exemplos:
1.            Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia. Jo. 12: 48. - E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. Tg. 1: 22. - Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados. Rm. 2: 13. Não havendo profecia, o povo perece; porém o que guarda a lei, esse é bem-aventurado.  Provérbios. 29: 18. - O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável. Pv. 28: 9. – Todos estes textos é com referência a Palavra de Deus como um todo é só comparar os textos e jamais referenciado aos dez mandamentos.
2.            Tu repreendeste asperamente os soberbos que são amaldiçoados, que se desviam dos teus mandamentos. Sl. 119: 21.Neste caso refere-se exclusivamente a todos os mandamentos contidos na Palavra de Deus, se você ler com honestidade jamais vai encontrar textos semelhantes com referência exclusiva aos dez mandamentos. Os que eles fazem é forçar a Palavra de Deus mostrar algo que não existe.
Analisaremos em detalhes o texto supracitado e que as pessoas que afirmam crerem na Palavra de Jeová não os explicam, eles devem temer alguma falha no que eles crer e ensinam, em outros casos os que explicam em detalhes o que está contido nestes textos as pessoa logo dizem: Você está é contra o sábado. Em verdade estas mesmas pessoas não sabem nem o que é sábado e muito menos em que consiste o verdadeiro descanso e santificação.
O Senhor Jesus Cristo capacita seus seguidores a serem ministros do Novo Testamento, se uma pessoa afirma que é seguidor dEle, mas, usa o Velho Testamento para anular alguma afirmação no Novo, existe alguma coisa errada com este suposto cristão. Outra questão é que o discernimento da Palavra de Deus não é pela letra, e sim, de forma espiritual e só consegue quem é espiritual, os carnais jamais compreenderão as lições contidas nas letras das Sagradas Escrituras. O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. II Cor. 3: 6. - As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais. Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. II Cor. 2: 13 – 15.
Tanto Adventistas, Reformistas e outros tais, ensinam que a lei que foi gravada em pedras é a “LEI DO AMOR”, existe alguma verdade nesta citação? A verdade revelada pelo Espírito Santo é que, as palavras que foram escritas em pedras é o ministério da morte, ou seja, sendo da morte não existe nenhum resquício de amor contido nela. O que foi escrito em pedras na verdade não é lei, e sim, um conjunto de mandamentos e as pessoas os confundem como se fosse lei. Lei não é mandamento, lei é norma e principio, e mandamento é mandado e ensinamento. Estes mandamentos escritos em pedras é o ministério da morte, eles tiveram sua glória (prestígio/honra) e esta glória (prestígio/honra) era transitória breve e rápida.  E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória. II Cor. 3: 7.
O ministério do Espírito Santo tem Sua glória (prestígio/honra) superior, alto e elevado acima do ministério dos mandamentos das pedras, pelo seguinte motivo: a) o ministério dos mandamentos das pedras é o da morte, b) o ministério do Espírito Santo é o da vida. Como não será de maior glória o ministério do Espírito? II Cor. 3: 8.
Embora o Espírito Santo classifique os dez mandamentos de ministros da morte ainda o classifica de ministério da condenação, observem bem o contraste entre o ministério do Espírito Santo e o que foi escrito em pedras. Este ministério escrito em pedras foi glorioso, ou seja, teve seu período de supremacia e sucesso; muito maior e em excelência é o ministério do Espírito Santo em supremacia e sucesso. Enquanto os dez mandamentos são classificados pelo Espírito Santo como sendo ministros da morte e condenação, o do Espírito Santo é classificado como sendo o da justiça. Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça. II Cor. 3: 9.
Apesar dos mandamentos das pedras terem sido glorificados nesta parte em terem sido designados como ministros da morte e da condenação, na verdade não era a glória de Deus refletida por eles, o que impediu de que estes mandamentos tivessem uma excelente glória foi à glória do ministério do Espírito Santo. Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória. II Cor. 3: 10.
Os mandamentos tiveram seu ministério apenas por tempo determinado, ou seja, seu ministério foi transitório, para os que crêem realmente na Palavra do Eterno, estes ensinamentos são para quem tem o entendimento no Espírito Santo, compreendem que a glória do Espírito é o que permanece e a anterior perdeu sua glória ao ser manifesto a do Santo Espírito. Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece. II Cor. 3: 11.
Pelo fato das pessoas não crerem nas Sagradas Escrituras, apenas nas partes que lhes interessam, elas negam explicar os textos que estou analisando, de forma que ficam dúvidas na fé que eles professam. Tendo, pois, tal esperança, usamos de muita ousadia no falar. II Cor. 3: 11.
Nós não devemos ser como era Moisés que escondia a face para que não vissem a glória refletida em seu rosto, este véu foi usado para ocultar aos Israelitas o que era transitório, breve e rápido, desta forma algumas pessoas estão ocultando a verdade de Deus por aceitarem apenas o que lhes interessam, eles pisoteiam a Palavra dando explicações superficiais em vez de aprofundarem seus conhecimentos. E não somos como Moisés, que punha um véu sobre a sua face, para que os filhos de Israel não olhassem firmemente para o fim daquilo que era transitório. II Cor. 3: 12.
As pessoas estão com suas mentes cauterizadas pela incredulidade na nova aliança estabelecida por Jesus Cristo, elas ainda estão presas na velha aliança o qual foi abolido pelo Senhor Jesus Cristo. Estas pessoas não conseguem enxergar a beleza da salvação pela fé em Cristo, vivem para o que é velho e abolido, elas não conseguem a liberdade que o Salvador proporciona aos que o seguem em verdade e retidão. Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido. II Cor. 3: 14.
Os que vivem e sustentam sua fé pela velha aliança estão com o véu da incredulidade sobre seus corações, não conseguem ser livres e ver a beleza da santidade de Deus, continuam tão escravos do erro e do pecado tanto quanto aqueles que jamais ouviram falar do Senhor Jesus Cristo. E até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles. II Cor. 3: 15.
Esta graça da verdadeira liberdade, quando a pessoa a alcança ao converter-se ao Senhor Jesus, é movido este véu da incredulidade de seu coração, quando a pessoa afirma que foi liberta da escravidão da incredulidade, mas, permanece ligado a velha aliança é porque jamais foi liberta, continua presa a velhas práticas: Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: Não toques, não proves, não manuseies? As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne.
Cl. 2:20-23. - Permita que o Senhor Jesus te liberte e tire este véu de seu coração. Mas, quando se converterem ao Senhor, então o véu se tirará. II Cor. 3: 16.

VERDADE NEGADA SOBRE GÁLATAS

As pessoas que se autodenominam de cristãs verdadeiras, vivem para e pela velha aliança, tudo gira em torno da lei, do sábado e não conseguem ver nada além da lei, estas mesmas pessoas não querem ouvir em hipótese alguma os ensinamentos da lei, ficam presas na letra e em costumes ultrapassados e não estão dispostos a viverem pelo Espírito Eterno. Dizei-me, os que quereis estar debaixo da lei, não ouvis vós a lei? Gl. 4: 21.

A Palavra de Deus nos ensina que o pai da fé teve dois filhos, um que nasceu da escrava, cresceu e morreu como escravo simbolizando os crentes que nunca saíram da escravidão; o outro nasceu, cresceu e morreu livre representando os crentes que foram libertos da escravidão. Por incrível que pareça às pessoas ainda preferem serem filhos da escrava e permanecerem desta forma, quando vêm à liberdade eles a rejeitam alegando que é desta forma que o verdadeiro cristão deve viver que sob o chicote da escravidão, isto a Palavra Eterna jamais afirma, ela nos ensina que Cristo veio para sermos verdadeiramente livres e depois de livres não tem nenhuma ligação com a escravatura. Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava, e outro da livre. Gl. 4: 22. - Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. Jo. 8: 36.

Os que vivem sobre a escravidão, ou seja, passam a ser cristãos e permanecem escravos é porque o seu nascimento na fé foi segundo a carne e não segundo o Espírito Santo. Aquele que não nascer da água e do Espírito não pode ver o reino de Deus, este é o grande motivo pelo qual a pessoa continua escrava embora tenha conhecido o Libertador, elas não conseguem nascer do Espírito embora pensem que nasceram da água por terem sido banhados (batizados) em algum templo. Israel saiu do Egito, mas continuou escravo em todo o trajeto para Canaã e por toda a sua história. Todavia, o que era da escrava nasceu segundo a carne, mas, o que era da livre, por promessa. Gl. 4: 23.

Este texto da Palavra de Deus que estamos estudando é uma parábola para que possamos ter o verdadeiro conhecimento e discernimento na Palavra por meio do Eterno Espírito da Verdade. O que é parábola não é a lei, e sim, as duas mulheres e o monte. O Espírito Santo está falando de duas alianças, a que foi feita no monte Sinai por meio de Dez Mandamentos que gera para a escravidão e é representado pela escrava Agar, ou seja, as pessoas que afirmam que são cristãos e permanecem ligadas ao monte Sinai, elas jamais foram libertas da escravidão espiritual, continuam sendo filhos e filhas da escrava egípcia Agar e não querem ser filhos e filhas de Deus para serem libertas em Jesus Cristo. O que se entende por alegoria; porque estas são as duas alianças; uma, do monte Sinai, gerando filhos para a servidão, que é Agar. Gl. 4: 24.

O monte Sinai é simbolizado pela escrava egípcia onde nasceu a lei dos dez mandamentos, ou seja, os que vivem pela aliança do monte Sinai que são os dez mandamentos continua sendo escravo do Egito espiritual que representa o pecado, ao elas pregarem e converterem pessoas, as mesmas passam a ser escravas do mesmo modo como seu tutor. Ora, esta Agar é Sinai, um monte da Arábia, que corresponde à Jerusalém que agora existe, pois é escrava com seus filhos.  Gl. 4: 25.

A Jerusalém do céu representa a verdadeira liberdade em Cristo, esta sim, é a verdadeira mãe dos que são libertos por Jesus Cristo e jamais Agar, os libertos da escravidão não tem nenhum laço com a mãe (Monte Sinai) da escravidão. Mas a Jerusalém que é de cima é livre; a qual é mãe de todos nós. Gl. 4: 26.

Na Palavra do Eterno está escrito que a estéril não produz filhos, esta que não está com dores de parto, motivos pelo qual seus filhos são produtos da fé em Jesus Cristo e jamais do monte Sinai. Os filhos da solitária que são as pessoas que são os verdadeiros seguidores da verdade e libertos da escravidão são aos milhares sem estarem identificados com o monte Sinai, em outro ponto está os que se autodenominam de verdadeiros seguidores do Monte Sinai pensando está seguindo o Libertador, estes batem no peito e dizem: Nós somos a verdadeira igreja por estarmos vivendo (guardando) a lei dos dez mandamentos, sendo assim, não estamos abandonados, temos o verdadeiro Deus (marido). Os que afirmam ter marido (está na igreja verdadeira) desconhecem que os filhos da promessa e livres são aos milhões espalhados por toda a Terra e que estes jamais farão parte de suas fileiras porque eles não se submeterão a escravidão novamente. Porque está escrito: Alegra-te, estéril, que não dás à luz; Esforça-te e clama, tu que não estás de parto; Porque os filhos da solitária são mais do que os da que tem marido. Gl. 4: 27.
Os verdadeiros filhos de Deus são os livres, ou seja, não tem nenhuma ligação com o monte Sinai. Nós que somos verdadeiramente livres da escravidão egípcia (monte Sinai), somos filhos da promessa assim como o foi Isaque filho do pai da fé. Mas nós, irmãos, somos filhos da promessa como Isaque. Gl. 4: 28.

Como aconteceu no passado, da mesma forma a história volta a repetir. Os que são nascidos na carne (monte Sinai) perseguem os que são nascidos da fé, ou seja, ficam acusando-os de estarem perdidos por não querer fazer parte da aglomeração de filhos escravos do monte Sinai (Agar/Egito/dez mandamentos) e muitos são desviados da liberdade para a escravidão e voltam para viverem no Egito espiritual sob escravidão e chicote da teologia. Mas, como então aquele que era gerado segundo a carne perseguia o que o era segundo o Espírito, assim é também agora. Gl. 4: 29.

O Espírito Santo por intermédio das Sagradas Escrituras afirma que, para a pessoa ser verdadeiramente livre em Jesus Cristo ela deve abandonar a escrava que é o monte Sinai e seu filho, este filho é o que foi gerado no Sinai, ou seja, o que foi gerado e veio à existência no monte Sinai foram os dez mandamentos das pedras. Em hipótese alguma os filhos da escrava que é a geração do monte Sinai será herdeiro com o filho da livre que são os que nasceram apenas e unicamente pela fé. Esta é a verdade das duas alianças, você deve escolher qual a melhor que lhe trará verdadeira liberdade e eternidade com o libertador Cristo Jesus. Mas que diz a Escritura? Lança fora a escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava herdará com o filho da livre. Gl. 4: 30.
Os que vão subir com o Senhor Jesus Cristo são apenas os que alcançaram a verdadeira liberdade, as gerações dos descendentes do monte Sinai não poderão estar na eternidade com os filhos dá fé, pois os mesmos rejeitaram a liberdade que o Salvador lhes proporcionou. De maneira que, irmãos, somos filhos, não da escrava, mas da livre. Gl. 4: 31.
Este é o grande motivo pelo qual a geração descendente do monte Sinai que se autodenominam de cristãos, escusam e negam a explicar estes textos.
Se hoje ouvirdes a Sua voz não endureça vossos corações - E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. Jo. 8: 32, 36.
Porque continuar sendo escravo apenas porque uma determinada denominação o deseja fazê-lo?
Para você o que foi abordado é mentira ou verdade?

Autor: Eurias R. Carneiro.
carneiro.eurias@gmail.com

8 comentários:

Simplesmente, Hail - חיל disse...

Jesus nao e' o messias,
nao chegou nem perto de ser, as interpretacoes dadas por todos os cristaos que sao filhos de Roma, nao tem nada a ve^ com o original que e' a Tanach judaica. o NT e' um livro totalmente fora de contexto, cheio de contradicao. meu nome Hail ben Yossef - hailbenyossef@gmail.com

AS VERDADES BIBLICAS E OS TEÓLOGOS disse...

SE AS CONTRADIÇÕES INVALIDAM O NOVO TESTAMENTO, NESTE CASO PARA SERMOS HONESTOS TEREMOS QUE INVALIDAR O VELHO TESTAMENTO POR O MESMO ESTÁ CHEIO DE CONTRADIÇÕES.
LOGO POSTAREI AS CONTRADIÇÕES.
JESUS CRISTO É O MESSIAS.

Simplesmente, Hail - חיל disse...

Eu acho que vc não terá condições de me mostrar as contradições do TORÁ bem como do TANACH, pois os livros que vc chama de velho, só nosso povo tem os originais, essas cópias da septuaginta assim como a própria, foram todas adulterada pelos cristãos romano, eu tenho certesa que que vc nunca teve acesso a nossos livros sagrados se é realmente sincero, encotrarás a verdade!

Simplesmente, Hail - חיל disse...

Quém tem autoridade pra falar de cristianismo, são os proprios cristãos que o trouxeram isso pro Brasil, veja esse video do padre Carreira das Neves, um professor de nome internacional, e veja o que um dos maiores téologo do brasil Leonardo Boff, disse a respeito de jesus. http://www.youtube.com/watch?v=eHz-FHLlf2Q&feature=related

Simplesmente, Hail - חיל disse...

Com toda certeza, Jesus é o messias dos cristãos; apenas deles, de ninguém mais. Uma religião que não tem luz própria, que não se esplica, conduz a uma fé cega, seja raional, brilhar com a luz dos outros, como de Roma, de onde é a origem de todos os cristiãnismos comtemporânios, usando cópias adulteradas de tudo que Roma e Constantino com seus padres cúmplices roubaram dos judeus, fizeram uma biblia para eles, o NT. Como ficam as milhares de religiões evangêlicas que adoram o masmo jesus da madeira como Roma, que usam tudo que é de Roma, até o calendário gregoriano é Romano. adoram um deus que morre, um deus matéria, praticam a mesma idolatria transgredindo o 1º mandamento que é o principal de todos? espero com toda siceridade de meu coração, que você encontre essa luz e saia das trevas religiosa! tenha um ano de paz!
Esse é meu blog se é que se intereça.
http://judaismoluz.blogspot.com/

A. G. Brito disse...

Eu dei resposta adequada a esta pergunta "irrespondível" do Sr. Carneiro num debate no Facebook. Não é tão difícil de responder. Pelo contrário, é bem fácil.

Vejam minha resposta:

Para entender Gálatas, temos que ver o que PRIMEIRO foi escrito por Paulo, como a epístola aos Romanos. Em Rom. 9:30-32 temos a chave para entender o teor dos debates de Paulo quanto à lei e ao concerto:

"Que diremos pois? Que os gentios, que não buscavam a justiça, alcançaram a justiça? Sim, mas a justiça que é pela fé. Mas Israel, que buscava a lei da justiça, não chegou à lei da justiça. Por quê? Porque não foi pela fé, mas como que pelas obras da lei; pois tropeçaram na pedra de tropeço",

Paulo não condena a lei, e sim a busca de justiça na mesma. Nem poderia, pois a recomenda naturalmente aos GENTIOS de Éfeso e Roma em seus 5o., 6o., 7o., 8o., 9o. e 10o. preceitos (Efé. 6:1-3; 4:25-31; Rom. 13:8-10).

O que Paulo condena é o uso indevido da lei (1 Tim. 1:8), não a obediência legítima à mesma. Em Rom. 7:25 ele diz que buscava servir à "lei de Deus" que é a que tinha na mente, embora acossado pelo peso do pecado. E ele identifica essa "lei de Deus" como a que traz o preceito "não cobiçarás" (vs. 7 e 8). E usando o TEMPO VERBAL PRESENTE diz que a lei É (não diz 'era') santa, justa, boa, espiritual, prazenteira (vs. 12, 14, 22).

Portanto, o problema do Sr. Eurias Carneiro é confundir LEI com CONCERTO. Não é a mesma coisa. Mesmo porque o tema do Novo Concerto [Novo Testamento] trata de. . . LEI. De cara já fala em LEI, e não o contrário disso. Afirma que sob o Novo Concerto Deus mesmo é quem Se propõe a escrever o que é tratado de "Minhas leis" nos corações e mentes dos que aceitam os seus termos.

Agora, eu costumo apresentar uma pergunta de RETRIBUIÇÃO quando me levantam perguntas, e tenho esta para o Sr. Carneiro.


PERGUNTA TIRA-TEIMA SOBRE O TEMA DO SÁBADO NO NOVO CONCERTO

Tendo em conta que a passagem mais importante da Bíblia a tratar da transferência do velho para o novo pacto é Heb. 8:6-10 (ver também 10:16), onde é dito nessa passagem que ao escrever o que é tratado como Minhas leis [de Deus], nos corações e mentes dos que aceitam os termos do Novo Pacto [Novo Testamento], como é a promessa dos referidos textos, nesse processo Deus:

a) deixa de fora o mandamento do sábado;

b) mantém o preceito do sábado, mas trocando a santidade do 7o. para o 1o. dia da semana;

c) estabelece que este suposto novo “dia do Senhor” dominical é como um “domingão do crentão”, para ser observado de modo mais 'light', nele podendo-se comprar, vender, ver o esporte no estádio ou na TV;

OU

d) deixa o princípio do dia de repouso como algo vago, voluntário e variável, que se ajusta aos interesses ou conveniências do crente (ou do seu empregador)?

E MAIS:

e) deixa de fora as regras de alimentos impuros;

f) deixa de fora a regra de sustentação do ministério mediante dízimos?

** Textos básicos: Heb. 8:6-10, 10:16; 2ª. Cor. 3:6-8; cf. Jer. 31:31-33 e Eze. 36:26, 27, Isa. 66:16-18; 1 Cor. 9:13, 14.

É a velha equação que prossegue indemonstrada:

NOVO CONCERTO = NOVA LEI

AS VERDADES BIBLICAS E OS TEÓLOGOS disse...

NA VERDADE É UMA EQUAÇÃO OU SEJA DELIBERAÇÃO CARNAL, MAS A EXPLICAÇÃO TEXTO POR TEXTO COMO FOI QUESTIONADO NÃO HOUVE RESPOSTA ADEQUADAMENTE BÍBLICA, NA LEITURA É BEM CLARO NAS EXPRESSÕES, HOUVE MAIS ENROLAÇÃO QUE EXPLICAÇÃO. USANDO O OLHAR DA HONESTIDADE VOCÊ LEITOR DESCOBRIRÁ MANTENDO-SE NEUTRO NO QUE CRER OU DEIXA DE CRER. ABÇ. A TODOS.

AS VERDADES BIBLICAS E OS TEÓLOGOS disse...

MESMO ASSIM FICO GRATO AO IRMÃO BRITO PELO COMENTÁRIO, NA VERDADE NÃO DEVO CRER NELE E ELE NÃO DEVE CRER EM MIM, A CRENÇA DEVE SER NA BÍBLIA E AS OPINIÕES DE IDEIAS SEMPRE EXISTIRÁ. CABE AO LEITOR OBSERVAR O QUE REALMENTE A BÍBLIA QUER NOS ENSINAR INDEPENDENTEMENTE DA CRENÇA DE TERCEIROS.