sábado, 19 de março de 2011


QUEM FOI A IASD NAS GUERRAS MUNDIAIS

Se a pessoa perguntar a nossa liderança qual foi à participação de nossa igreja nas guerras mundiais eles dirão: Foi somente como padioleiro e enfermeiro salvando vidas, quando pesquisamos a história a verdade é totalmente diferenciada da realidade oferecida por eles.
Quando Hitler chegou ao poder em 1933, ordenou um rearmamento em larga escala e passou a executar seus planos de conquista. A doutrina nazista exigia que a Alemanha mais uma vez se tornasse uma grande potência militar. Isto tornou evidente que a Segunda Guerra Mundial não estava muito distante.
Após a Primeira Guerra Mundial, dizia-se que a Igreja Adventista do Sétimo Dia não repetiria o erro cometido em 1914-1918. Contudo as evidências revelaram, para o nosso grande desapontamento, que ainda seguiam o mesmo modo de proceder. Finalmente, irrompe outra guerra mundial, e nossos irmãos adventistas tiveram nova oportunidade de provar que se colocavam ou a favor ou contra a lei de Deus. Se realmente lamentassem o que fizeram durante e após a Primeira Guerra Mundial, tiveram agora excelente oportunidade de se redimirem de sua passada falta. As declarações abaixo citadas, de seus próprios escritos, mostrarão como eles agiram.

NA ALEMANHA

"Estamos agora em meio a uma tempestade de acontecimentos que abalam o mundo....
"Nunca devemos esperar que nos países deste mundo sejam realizados os princípios do reino de Deus. Eles têm suas próprias legislações, segundo a vontade de Deus. Se não fosse assim, a Escritura Sagrada não poderia falar das mesmas como sendo ordenadas por Deus. Por isso é que nos sujeitamos, não só voluntariamente, mas de bom grado, a cada serviço exigido de nós. Quem neste (serviço) perder sua vida bem poderá gloriar-se com as seguintes palavras: 'Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém sua vida pelos amigos'. (João 15:13). Lembremo-nos dos nossos varões combatentes, e particularmente dos irmãos que arriscam suas vidas pela pátria e pelos que ficaram em seu lar! Oremos também pelo Fuehrer e seus colaboradores.Der Adventbote [Periódico adventista publicado na Alemanha] 1/10/1939.
"Enquanto nossos irmãos, pais e filhos, além das fronteiras se empenhavam na mais feroz batalha, afanando-se, de vitória em vitória, pela grandeza e futuro da pátria, sentimos a intervenção de Deus no mundo, nos acontecimentos testemunhados nestas poucas últimas semanas. Em silenciosa adoração, agradecemos a Deus que, em Sua sábia providência deu o Fuehrer ao nosso povo.
"Ao mesmo tempo não podemos como também não queremos permanecer calados. Isso provamos no passado e agora estamos novamente provando, porque é uma santa decisão pôr em ação a vontade de Deus. O orgulho que como compatriotas alemães sentimos nas grandes vitórias de nossos soldados, é para nós um novo incentivo para imitá-los na frente de batalha da pátria e mais conscienciosamente empregar nossa força para a vitória.Was tun die Adventisten in der Wohlfahrtspflege? [Relatório do Serviço Social Adventista de 1939, na Alemanha].
Jamais esqueceremos o momento em que nos foi anunciada a entrada em vigor do armistício com a França. ...
"Recobramos a coragem, pusemo-nos a trabalhar e, como estávamos diante das necessidades, lutamos como nunca dantes. E Deus inverteu a balança do destino ao nosso favor.... A Alemanha crê nos sacrifícios que humanamente fizemos até os limites de nossa capacidade, e também crê num Deus que está abençoando nossa batalha humana. Este sentimento foi expresso em palavras alegres porém humildes, e se implantou em nossos corações ao ser cantado em santas melodias e à medida que ressoavam dos campanários. E permanecerá até a última etapa da batalha, que nos trará a vitória sobre o último adversário, e então teremos paz.
"Quão gloriosa é a hora da vitória! Nós, que uma vez fomos ignominiosamente enganados acerca da vitória e da paz justa, provamo-la agora, com calmo e profundo júbilo, todavia sem qualquer arrogância.... Isto não é mera fraseologia hipocritamente piedosa; é uma declaração feita com o sentido da responsabilidade perante Deus. ...
"Luta e sacrifício ainda serão necessários. Para quê? Ora, isto é suficientemente claro. Pensar na vitória significa pensar em tarefas ingentes. Um povo que não pôde ser intimidado por quaisquer inimigos armados ou ameaças, não se eximirá aos últimos esforços em direção ao alvo, nem a tarefas futuras, não importa quão grandes sejam. Fomos colocados neste mundo para lutar e trabalhar. ..." Der Adventbote [Periódico adventista publicado na Alemanha], 15 de julho de 1940.
"Como soldados de vanguarda, deixamos nossos lares e nossos negócios e aqui estamos para defender a pátria nestes postos mais avançados.Der Adventbote [Periódico adventista publicado na Alemanha], 1 de junho de 1941.
"Vivemos hoje em tempos momentosos e agitados, em que nosso destino jaz diante das mais graves decisões e pesadas tarefas. Estamos em meio a uma guerra terrível e total. Esta batalha está sendo sem dúvida travada direta e principalmente por nossos soldados no exterior, no front, mas como esta é a maior luta possível, a nação inteira nela toma parte. Todos os compatriotas alemães são no mesmo grau combatentes e por isso todos devem agir e lutar como soldados no pleno sentido da palavra. Devem ser bravos, cautelosos, abnegados, e demonstrar senso do dever, como se o resultado dependesse de cada um individualmente. Deste modo, a vitória está igualmente implantada no coração de cada um de nós. Qualquer que seja o posto em que estejamos, cumpre-nos provar, cada dia e cada hora, que somos guerreiros valentes, dignos de nossos heróicos irmãos do campo de batalha. Só um pensamento nos deve hoje dominar: Como posso ajudar a alcançar a vitória? Para este alvo devemos dirigir todas as nossas comissões e omissões, toda a nossa fala e nosso silêncio, todos os nossos desejos e exigências. Esta extensíssima guerra requer de todos os companheiros alemães os máximos e mais elevados esforços em todo um tempo de expectação, sofrimento, sacrifício e luta."   Gegenwarts-Fragen [Periódico adventista publicado na Alemanha], 7 de novembro de 1941. -- A Mensagem de Deus ao Povo do Advento, Estudo 11: "Objeção de Consciência ou Combatência", págs. 39-41, publicado pela Editora Missionária A Verdade Presente.
"No povoado adventista de Friedensau, o Estado parlamentar Nazista obteve 99,9% dos votos. Quando alguns adventistas se recusaram a saudar a bandeira suástica e usar a saudação de Hitler, o presidente da Associação Alemã Oriental, W. Mueller, argumentou que essa atitude não faria bem à imagem da igreja. Ele concluiu que 'sob nenhuma circunstância o adventista tem o direito de resistir ao governo, ainda que o governo o obrigue a contrariar sua fé.' A resistência seria inconveniente porque rotularia os adventistas como oponentes do novo Estado, uma situação que se deveria evitar." - Texto traduzido de http://www.libertymagazine.org/html/lngerman.html. Liberty:
Declarações em documentos adventistas, tais como esta a seguir, demonstram a triste tendência: “Estamos agora no meio de um tumulto de eventos de mudanças de amplidão mundial. Uma grande época deve encontrar um grande homem ... Portanto, não somente nos submetemos de boa vontade mas também com muito prazer realizaremos cada trabalho requerido. Para aqueles que perderam suas vidas nesta realização podemos citar as palavras de Jesus: ‘Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos.’ (João 15: 13). Lembremo-nos de  todos os homens que lutam e especialmente nossos irmãos, que estão preparados para arriscar as suas próprias vidas pela terra natal e por aqueles que são deixados para trás. Vamos também orar a favor do Fuher e seus associados.” – Adventobe, 1 de outubro de 1939.


A Igreja Silenciosa, Os Direitos Humanos e a Ética Social Adventista Zdravko Plantak
St. Martins's Press, Inc., New York, N.Y., 1998. [Texto extraído das págs. 17-21]

ROMÊNIA 1924

“O serviço militar e a participação na guerra não estão fazendo uma aliança com o mundo, nem defendendo a Babilônia. A participação na guerra é simplesmente um dever; com respeito à guerra os nossos jovens também cumprirão o dever deles no dia de descanso.” - Prophecy, por P.P.Paulini, p.39.
YUGUSLÁVIA 1925 “O ensino da Escritura que  diz: ‘Dê a César o que é de César e a Deus o que é de Deus’ corresponde aos adventistas em todo sentido. Atendem conscienciosamente ao tempo do serviço militar que é requerido deles, com armas nas mãos, na paz assim como na guerra; e um número significante de adventistas foram provados na Guerra Mundial por meio de sua coragem, e muitos trazem no peito uma medalha do mais alto reconhecimento em razão da sua bravura.” – Adventizam, p.53.
RÚSSIA 1924 e 1928“Estamos convencidos que Deus por meio da sua providência, guiou o coração de nosso inesquecível W.J.Lenin, e deu-lhe e também aos seus companehiros sabedoria para trazer as únicas e oportunas declarações para o mundo hoje. Por esta razão os Adventistas do Sétimo Dia querem ser os melhores cidadãos na crença na República Socialista Federal. A doutrina dos Adventistas do Sétimo Dia permite aos seus membros a liberdade de consciência com respeito ao dever militar, e não tenta ditar-lhes como eles devem agir , considerando que cada pessoa deve ser responsável por si mesmo com respeito ao problema militar, de acordo com a sua própria consciência.” - Presidente H.J.Loebsack, Comitê da Conferência.
OS ADVENTISTAS NA ALEMANHA
Os Adventistas alemães parecem ter sido incoerentes com sua proclamação de liberdade religiosa por ocasião da I Guerra Mundial, entre as duas guerras, e durante a II Guerra Mundial. Na Alemanha imperial, a maioria dos Adventistas adotaram um nacionalismo extremado e a colaboração militar ativa. Um autor Adventista argumentava em dezembro de 1915 que 'a Bíblia ensina, primeiro, que participar da guerra não se opõe ao sexto mandamento; e segundo, que combater no sábado não transgride o quarto mandamento.' Entretanto, depois da guerra, em uma reunião da Divisão Européia em Gland, Suíça, em 2 de janeiro de 1923, os dirigentes da igreja na Alemanha reconheceram o equívoco de sua política, e confessaram sua lealdade à comunidade Adventista mundial.
Esta declaração, no entanto, foi enfraquecida por um pronunciamento adicional que reconhecia que cada membro possuía 'absoluta liberdade para servir a seu país, em todo momento e em todo lugar, de acordo com os ditames de sua convicção e consciência pessoal.' Essa declaração permitiu aos adventistas alemães repetir o engano da I Guerra mundial durante o regime de Hitler sob o Terceiro Reich.
Como observou corretamente Erwin Sicher em 'As Publicações Adventistas do Sétimo Dia e a Tentação Nazista,' os Adventistas falharam em numerosas maneiras em relação ao regime nazista. Já em 1928, antes de que Hitler chegasse ao poder, os adventistas estavam pedindo um Führer forte. Artigo após artigo tratava desse ideal do Führer em escritos alemães e em publicações Adventistas.
Mais tarde, os escritores Adventistas deram as boas-vindas, em suas publicações e também com seu voto, ao aparente renascimento da Alemanha. No povoado adventista de Friedensau, 99,9% tinham votado pelo estado parlamentar nazista. Quando alguns adventistas recusaram-se a saudar a bandeira com a suástica e fazer a saudação hitleriana, o Presidente da Associação da Alemanha Oriental, W. Mueller, argumentou que isso era mau para a imagem da igreja. Terminou dizendo que 'sob nenhuma circunstância têm os adventistas direito a resistir ao governo, ainda que o governo os impeça de exercer sua fé. A resistência poderia ser inoportuna porque marcaria os Adventistas como opositores ao novo estado, uma situação que se deveria evitar.
Outro proeminente escritor adventista e editor de várias publicações religiosas Adventistas, Kurt Sinz, via o forte comando de Hitler no começo do regime nacional-socialista como designado por Deus. Otto Bronzio foi um passo mais à frente, pois disse no periódico oficial adventista, Der Adventbote, que 'a Revolução Nacional Socialista era a maior de todos os tempos, porque fazia da preservação de uma herança pura a base de sua vida étnica.' Alguns sugerem que o que ele quis dizer possivelmente foi tirado de uma citação destacada dee Hitler - sobre a questão do sangue - que aparecia na mesma página.
Esta idéia de uma 'herança pura,' instigada por Hitler e proclamada através da nação alemã, também afligia os adventistas alemães. Embora o racismo explícito raramente aparecesse em publicações adventistas, os adventistas imprimiam com freqüência comentários negativos com relação aos judeus, apoiavam tacitamente a esterilização dos mentalmente incapazes, e muitos foram apanhados pelo estimulado orgulho do nacionalismo alemão.
A mesma doutrina da superioridade da Alemanha sobre outras nações foi transferida à educação Adventista na Alemanha, onde se estimulava os estudantes a aprender a ter vontade e a pensar em Alemão. Ter vontade em alemão era um conceito místico nazista; porque, no pensamento do Partido, os alemães 'tinham vontade' de diferente maneira que quaisquer outros cidadãos. O educador W. Eberhardt insistia, além disso, que as escolas Adventistas alimentavam 'o Espírito Nacional Socialista' entre períodos de classes, quando revisavam as notícias, estudavam os ideais nazistas, e cantavam canções nacionais alemãs.
Com uma crescente pressão para uma maior colaboração, muitos adventistas de todos os grupos de idades ingressaram em organizações nazistas, como a Juventude Hitleriana, a BDM (Associação de Moças Alemãs), o Serviço Trabalhista, e a Cruz Vermelha alemã. Todos estes clubes estavam desenhados para fins de doutrinação nazista, e embora os Adventistas soubessem que um percentual significativo dos participantes no Serviço Trabalhista eram membros da SA, SS, e Stanhelm, os grupos mais fanáticos que doutrinavam e militarizavam aos jovens, aprovavam a participação nos clubes.
Johannes Langholf apoiava fortemente ao Serviço Trabalhista. Ele escreveu no Aller Diener, "Esperamos que cada membro obedeça o mandamento divino, 'orar e trabalhar'. Seria absolutamente contrário à nossa compreensão se nos recusássemos a participar do Serviço Trabalhista." Patt sugeria que a razão principal para que os Adventistas ingressassem na Frente Trabalhista Nazista era o desemprego e as dificuldades econômicas, e que "a maioria dos operários adventistas sucumbia à pressão e se convertiam em membros do serviço trabalhista para salvar a suas famílias." Entretanto, ingressar em uma organização partidária não era obrigatório, e alguns ingressavam no Partido também.
Na Alemanha, os adventistas apoiaram a política externa nazista e, finalmente, a guerra. A possível falta de acesso a informação confiável e, como resultado, um conceito errôneo da verdadeira situação, levou-lhes a acreditar que o Führer era "um homem de paz". Quando a Áustria foi incorporada ao Reich, os adventistas alemães "compartilharam a felicidade da volta dos austríacos de volta à mãe pátria". Acreditavam que com a ajuda de Deus e "através da assistência divina ao nosso capazFührer, Adolf Hitler se tornou o libertador da Áustria." Mesmo depois da liquidação da Checoslováquia em 16 de março de 1939, os Adventistas ainda não fizeram objeção. E até para esse ato de crueldade e opressão, encontraram alguma justificação.
Então veio o ataque contra Polônia, que toda a Europa reconheceu como um ato de agressão. Entretanto, em um editorial, Sinz pôde escrever que, em vista das "desumanas torturas que nossos camaradas do povo sofreram entre este povo estrangeiro," o ataque alemão foi provavelmente justificado. Os Adventistas continuaram apoiando ao Hitler, e celebraram seu qüinquagésimo aniversário 11 dias depois de que a guerra tinha avançado para o Oeste com a invasão da Dinamarca e Noruega pela Alemanha em 9 de abril de 1940. O periódico Adventista Morning Watch Calendar, embora impresso quatro meses antes, dizia:
"A confiança em seu povo deu ao Führer a força necessária para levar adiante a luta pela liberdade e a honra na Alemanha. A inabalável fé de Adolf Hitler lhe permitiu fazer grandes proezas, que lhe adornam hoje diante de todo mundo. Desinteressada e fielmente, lutou por seu povo; valorosa e orgulhosamente, defendeu a honra de sua nação. Com humildade cristã, em momentos importantes quando podia celebrar com seu povo, deu honra a Deus no céu e reconheceu sua dependência das bênçãos de Deus. Esta humildade o tem feito grande, e esta grandeza foi a fonte de sua bênção, da qual sempre deu para seu povo. Só uns poucos estadistas brilham tanto ao sol de uma vida abençoada, e são tão elogiados por seu próprio povo como o Führer. Ele sacrificou muito nos anos de seus esforços, e pensou pouco em si mesmo durante a difícil obra em favor de seu povo. Comparamos as inumeráveis palavras que ele disse ao povo como vindas de um coração cálido, como sementes que amadureceram e agora produzem frutos maravilhosos".
É irônico que, embora os adventistas insistam sobre a liberdade religiosa, não levantaram suas vozes contra a perseguição de incontáveis judeus. Em vez disso, até excluíram de suas igrejas os que tinham antecedentes judeus. No período em que os adventistas alemães publicavam a revista sobre liberdade religiosa Kirche und Staat(um observador de fora notou que seu propósito principal era a oposição às leis dominicais), guardaram silêncio a respeito das purgações (eliminações) de 1933 quando centenas foram assassinadas, e não disseram nada contra a perseguição dos judeus ou a respeito dos territórios ocupados.
Embora alguns adventistas individuais aparentemente resistiram à tentação nazista, Sicher mostrou, a partir de publicações contemporâneas, que 'não parece ter existido nenhuma oposição oficial ativa ao desumano regime nazista, e nem sequer parece ter existido entre os próprios adventistas.' O comentário do Sicher é uma apresentação desafortunada, mas honesta do Adventismo alemão na primeira metade do século vinte.
"Quão gloriosa é a hora da vitória! Nós, que uma vez fomos ignominiosamente enganados acerca da vitória e da paz justa, provamo-la agora, com calmo e profundo júbilo, todavia sem qualquer arrogância.... Isto não é mera fraseologia hipocritamente piedosa; é uma declaração feita com o sentido da responsabilidade perante Deus. ...
"Luta e sacrifício ainda serão necessários. Para quê? Ora, isto é suficientemente claro. Pensar na vitória significa pensar em tarefas ingentes. Um povo que não pôde ser intimidado por quaisquer inimigos armados ou ameaças, não se eximirá aos últimos esforços em direção ao alvo, nem a tarefas futuras, não importa quão grandes sejam. Fomos colocados neste mundo para lutar e trabalhar. ..." Der Adventbote [Periódico adventista publicado na Alemanha], 15 de julho de 1940.


"Em silenciosa adoração, agradecemos a Deus que, em Sua sábia providência deu o Fuehrer ao nosso povo."
Documentos Comprovam Apoio da IASD a Hitler Durante a 2ª Guerra Mundial

Se fosse qualquer outra religião, elas seriam massacradas pela nossa, mas, somos a bola da vez e sendo assim é contada uma estória da carrocinha para encobrir a verdade aos membros que têm boa intenção.
carneiro.eurias@gmail.com