segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Na capa está escrito: "O que os homossexuais precisam do pastor".

OBS: O ARTIGO A SEGUIR NÃO É DE MINHA AUTORIA, MAS, O ACHEI IMPORTANTE E VOCÊ DEVE LER, PENSAR E TOMAR A DECISÃO CORRETA DIANTE DO ETERNO, INDEPENDENTE DAS CIRCUNSTÂNCIAS.


Capa da revista  MINISTRY (November 1996)  e  a  página 11   
Editor da revista WILL EVA
Na capa da revista Ministry (orgão oficial para pastores, da Conferência Geral) Novembro de 1996 você vê 2 homens de mãos dadas entrando numa igreja. (um é branco, e o outro é da raça afro-americana)  Uma capa insinuante  e  imoral , pretendendo demonstrar  a  isenção de preconceito racial da revista Ministry !   
Em vez de apontarem Jesus,  com poder para regenerar o pecador, indicam uma agremiação de homossexuais, que prega que nem a Bíblia ou Ellen White condenam o homossexualismo.

Na capa está escrito: "O que os homossexuais precisam do pastor".
( Página 11 - tradução do escrito abaixo)
"Eles precisam sentir uma calorosa aceitação e apoio por parte dos membros da igreja,  que compreendam que alguém empenhado numa séria guerra contra o pecado,  pode  não ganhar todas as batalhas."
(sugerem aos pastores tolerância na prática do homossexualismo na igreja. assim como se toleram outros pecados...)
ministry.jpg (27842 bytes)
Tradução:  ”Outra organização Adventista para homossexuais é a Kinship. Porque muitos de seus membros adotam uma interpretação alternativa das escrituras e acreditam que a relação homossexual é aceitavel para eles, a igreja Adventista não reconhece oficialmente a Kinship. A despeito desses inconvenientes,  a organização provê algo que a nossa igreja não oferece - Uma atmosfera amorável para os homossexuais que amam a sua igreja, mas não acham saída para a sua orientação... Eles têm que sentir um caloroso apoio por parte dos outros membros da igreja, que entendem que, os que estão empenhados numa séria luta contra o pecado,  podem não ganhar todas as batalhas. Nós devemos mostrar a eles o mesmo perdão e paciência, igual aos que ocasionalmente cedem ao orgulho, ciúmes e desvios heterossexuais.”
NOSSO COMENTÁRIO: Apresenta como uma organização Adventista. Não diz que é a agremiação que promove o homossexualismo, e sim os membros. (veja no web da Kinship que precisa se declarar homossexual ou lésbica para  ser membro da agremiação)  Não reconhecer oficialmente, quer dizer: "reconhecer de fato" ! ----- O que  chama de "atmosfera amorável",  são os acampamentos de homossexuais que promove e pode constatar isso no web   SDAKinship.  Não condena a agremiação e ainda,  elogia !  ------ Admite ser  uma alternativa para conciliarem a igreja e a condição  de homossexuais. -----  A Ministry  pede aos pastores adventistas que os perdoe em caso de reincidência. (tolerância)  -----  Ainda compara uma abominação,  com pecados triviais, como o orgulho e ciúmes, etc. (em outra parte da revista, comparam o homossexualismo com a glutonaria)
Veja:
http://sdakinship.org/

http://sdakinship.org/pt/about.html   (veja o terceiro parágrafo)
" Kinship ASDI acredita que a Bíblia não condena ou mesmo menciona a homossexualidade como orientação sexual. Ellen G. White não comenta nenhum dos textos bíblicos comumente usados para condenar homossexuais. Grande parte da angustia imposta sobre filhos de Deus que cresceram como LGBTI tem suas raízes em equívocos sobre o que a Bíblia diz."
 
A "Adventist Kinship" tem livre curso nos colégios Adventistas da América !
Uma agremiação que congrega homossexuais e lésbicas, ensinando no seu website (link abaixo) que "nem a Bíblia ou Ellen White condenam  o homossexualismo", mesmo assim é recomendada pela Associação Ministerial da Conferência Geral, por sua Revista Oficial MINISTRY.
"... a organização (Adventist Kinship) provê algo que a nossa igreja não oferece - Uma atmosfera de ternura para os homossexuais que amam a sua igreja, mas não acham saída para a sua orientação."

Clique:  http://www.adventistas.ws/ministry1996.htm

Todo o número da revista MINISTRY foi dedicada ao homossexualismo, incluindo artigo assinado por pseudônimo e por pastor não adventista que elogia um coral de homosexuais que cantam música sacra !!!  (coral composto de não adventistas)

Leo Ranzolin na época era o presidente de uma comissão relativa a sexo, da Conferência Geral, não obstante preferiu ignorar a existência do link da Kinship no website da Andrews University.

Disse o vice-presidente Ranzolin em e-mail para o professor Azenilto Brito, que telefonou para o vice-diretor da Andrews, e que negara a existência do tal link.

Certo é que o Ranzolin também não conferiu na Internet e foi mais fácil negar tudo, dizendo que "eram alegações infundadas de Ennis Meier".

 

 
Jesus disse: "Vai e não peques mais."

A Revista Ministry ensina a tolerância: Compara o homossexualismo a pecados triviais.

Isto é: Para a MINISTRY o homossexualismo é tão grave como comer demais e o ciúme !  
 (V&V)

A Ministry recomenda como solução uma agremiação homossexual: Adventist Kinship
Insinua ser uma inclinação sem cura, negando o poder regenerador de Cristo.  

 
"Eles (os homossexuais) precisam sentir uma calorosa aceitação e apoio por parte dos membros da igreja, que compreendam que alguém empenhado numa séria guerra contra o pecado, pode não ganhar todas as batalhas."


Revista MINISTRY :
 (revista oficial para pastores, editada pela Conferência Geral) 
"homossexualismo é uma interpretação alternativa das Escrituras".
A Conferência Geral, através da sua revista oficial para pastores MINISTRY, ofereceu um indisfarçável suporte a uma agremiação homossexual, que ensina na sua página de Internet, que nem a Bíblia ou Ellen White condenam o homossexualismo. --- clique

A agremiação "Seventh- day Adventist - Kinship" constou da lista de links adventistas da Andrews University por mais de 6 anos, desaparecendo da Internet faz menos de 2 anos (desativaram a página da lista).
Leo Ranzolin (na ocasião vice-presidente da Conferência Geral) respondendo ao professor Azenilto Brito, em e-mail afirmou "que havia telefonado para o vice-diretor da Andrews, e que eram invenções de Ennis Meier". --- O link da Andrews continuou na Internet por mais de 5 anos !

Sobre essa lista na Andrews, Ennis Meier enviou 10 FAXs para Roberto Folkenberg (Presidente da CG) e Leo Ranzolin (vice-presidente)  e munca obtive qualquer resposta.

Por trás dos bastidores, há uma história vergonhosa de um importante departamental da Conferência Geral que indignado, nos garantiu que ele mesmo iria falar com o Presidente Folkenberg.  ---  Depois de 2 meses, esse departamental afirmou para Ennis Meier: "não falei com presidente, porque lá todo mundo está sabendo desse link na lista da Andrews" (teve medo de se envolver).

Cabe esclarecer que Leo Ranzolin era o diretor da comissão de assuntos sobre o sexo na Conferência Geral, tendo se omitido num caso que era simplesmente ligar o seu computador na Internet e constatar um FATO.

http://www.sdakinship.org/

Leia em português a agremiação de homossexuais recomendada pela revista MINISTRY.

http://www.sdakinship.net/sdakinship/pt/about-.html 

Esclarecimento:
Não estamos fazendo crítica discriminando classe, ou orientação sexual.
Achamos que todas as pessoas devem ser respeitadas assim como elas são, e na igreja deve haver lugar para todos.

Estamos criticando a organização Adventista por não ser coerente na pregação, promovendo uma agremiação que deturpa o que se encontra na Bíblia.

Há uma grande diferença entre criar fobias contra grupos minoritários e promover uma agremiação que faz afirmações contrárias à Bíblia.

Não estamos violando nenhuma lei, seja dos Estados Unidos onde se encontra o hospedeiro do adventistas.ws ou do Brasil cuja língua é utilizada nesta página, simplesmente por fazer referência ao que se encontra em revistas denominacionais, ou por chamar à atenção da  incoerência na pregação Adventista.

O Direito Constitucional do cidadão de poder se expressar livremente, não autoriza a injúria contra qualquer segmento da sociedade.

Porém, nenhuma legislação para proteger raças ou grupos minoritários, pode ir tão longe ao ponto de atropelar os Direitos Constitucionais da livre expressão e pensamento do cidadão.
Porque os Adventistas devem apoiar o casamento de homosexuais.

A revista SPECTRUM 
(não denominacional) apresenta um artigo de pastor Adventista defendendo o casamento de homosexuais.
http://www.spectrummagazine.org/  (Pastor Jared Wright está se formando em "Master of Divinity" no La Sierra University)

Why Adventists Should Consider Supporting Gay Marriage
16 June 2008 | JARED WRIGHT

Today is a historic day in the history of the State of California and in the history of the United States as a whole. Today is the day when a ban on homosexual marriage will be lifted in accordance with a decision of the California Supreme Court. Homosexual couples from across the United States will descend on California in the coming days and weeks, and will receive the legal rights and responsibilities that accompany marriage.
Today’s removal of the ban on same-sex marriage is part of a larger debate in America over the definition of marriage. Because at stake in the discussion are issues of morality, justice, ethics, and separation of church and state, Adventists cannot and must not remain silent on the issue. Adventists have always insisted on speaking the truth, demonstrating God’s love, and working for justice. For those reasons, I suggest several reasons below that voters in California and elsewhere should stand in firm opposition to any constitutional amendments that would ban same-sex marriage. Below, I enumerate my reasons and provide a starting place for further conversation on the topic.

Seven reasons to oppose a ban on same-sex marriage
1. Adventists affirm separation of church and state. Advocating a ban on same-sex marriage on moral grounds is tantamount to coercive mandating of a religious viewpoint. We cannot spread morality by force through law! We should oppose all efforts to do so.
2. Protecting marriage: Supporters of a ban on same-sex marriage define the issue as protection of marriage. We must note that same-sex marriage is still marriage. Marriage as an institution is not under attack. Rather, it is being affirmed.
3. Promoting fidelity and monogamy: If we, as Christians, support and uphold fidelity and monogamy as better than cohabitation, then we should be consistent. The purpose of marriage is to promote monogamy and fidelity. Get it?
4. Marriage is beneficial for society both structurally and fiscally. Marriage promotes stable, lasting relationships over transient ones. Further, marriage is related to greater financial security and mental and physical health. Married people provide societal benefits for those reasons.
5. We cannot defer to the “will of the people” or “deeply rooted tradition,” as attempts by some organizations have done, to ban same-sex marriage. The will of the people and tradition consented to slavery in America. America’s elected officials outlawed slavery as a violation of human freedoms and dignity. America enacted laws banning interracial marriage by the will of the people and tradition. Appointed judges rescinded the laws as violations of the U.S. Constitution’s 14th amendment. Majority does not equal right. The court-ordered desegregation of schools in the 1950’s also went against the will of the people.
6. Same-sex marriage is NOT a slippery slope to the permitting of polygamy in America. (See discussion below).
7. Same-sex marriage does not threat pose a threat to me, my choices, or my way of life. The practice of marital fidelity by homosexual couples does not impinge upon any of my liberties, it does not harm me or my religious practice, and it does not threaten God or God's sovereignty.

Discussion – an opening for polygamists?
Some have argued that allowing same-sex marriage will open the door to a broad definition of marriage that will inevitably come to include polygamy. That slippery slope argument is demonstrably false. The following discussion comes courtesy of the article Gay Marriage and Polygamy, and is reprinted here for your convenience.
Any proposal for the expansion of marriage must be good both (1) for the individuals involved and (2) for the society in which they live. Gay marriage meets both of these criteria. The case for polygamous marriage is distinguishable (and weaker) on both counts, especially the second.
On the first issue — the effect of allowing gay marriage on homosexuals themselves — the deprivation for gays if gay marriage is banned is greater than the deprivation to polygamists if polygamy is banned. A polygamist may still marry someone if we ban polygamy; he simply may not marry many someones.
The deprivation to the polygamist is large, especially if polygamy involves the exercise of his religious faith, but not total. The gay person, however, has no realistic choice of a mate available under a gay-marriage ban. The deprivation is total.
Further, there is no “polygamous orientation” causing a person to need the close companionship of multiple partners (though some people may prefer it). There is, however, a homosexual orientation, causing a person to need the close companionship of a same-sex partner. The ban on polygamous marriage is the denial of a preference, perhaps a strong one; the ban on gay marriage is the denial of personhood itself.
On the second issue — the effect of recognition on society — the differences between gay marriage and polygamous marriage are more pronounced. There is ample evidence that people who live in stable, committed couples are healthier, happier, and wealthier than those who are single. Gay marriage is a good idea because it will benefit not only the gay couple but their families, friends, neighbors, and taxpayers whose burdens to care for unmarried gay partners is greater.
Jared Wright is pursuing a M.Div at La Sierra University. He blogs at Adventist Environmental Advocacy.
Of course anyone can respond below, but if someone would like to write up a formal essay responding to the seven points that Pastor Wright makes, email us.
Daneen Akers - Mon, 06/16/2008 - 08:33
Thanks Jared for articulating your thoughts so clearly. I'm in full agreement with you that Christians (Adventist and otherwise) should firmly support gay marriage. The theological issues that have often come up on this site are not the crux here--and, although through my study of scripture I've come to see that gay marriage is not at all in opposition to Biblical principles, that really isn't the issue here at all. This is a civil rights and separation of church and state issue. We should not legislate our religious views of morality. Churches retain the right to bless gay marriages or not at their own discretion. And, as supporters of monogamous relationships, we should support this affirmation of commitment.
This is simply a situation where the CA Supreme Court Justices (who are almost all Republican-appointed, fyi) looked at the legal precedents. If marriage is a fundamental right (they decided it was), then there has to be an overwhelming reason for California to deny same-sex couples this basic right. And, as you point out, marriage actually helps families, communities, and society as a whole, so we all have much to gain by this decision. This decision isn't really as radical as it seems if you read the actual opinion. I also appreciate you pointing out why the slippery slope to polygamy isn't a worry at all by this decision's legal reasoning, and that argument is, in fact, a red herring. I really hope California voters decide not to write discrimination into the constitution in November--that would be a first and an unfortunate use of this document that has traditionally brought all of us equality and more protection.
I love that the first couple to be married today in San Francisco (in about 20 minutes, to be precise) is a lesbian couple in their 80s who have been together for 50 years. As a happily married heterosexual, I feel that the institution of marriage is affirmed by recognizing their lifelong love and commitment to each other--their marriage vows strengthen my marriage vows.