sábado, 3 de dezembro de 2011

PORQUE ELA MENTIU? - ATUALIZADO



PORQUE ELA MENTIU?

“Disse o anjo: "Pensais que o Pai entregou o bem-amado Filho sem luta? Não, não." Foi de fato uma luta para o Deus do Céu decidir se deixaria perecer o homem culpado ou daria o Seu querido Filho para morrer por eles.” (Primeiros Escritos, pág.126).
O interessante é que a Palavra do Eterno mostra o contrário das afirmações de Ellen White, enquanto ela afirma que Jesus Cristo era Filho de Deus antes de Nascer de Maria, as Sagradas Escrituras ensinam que Jesus Cristo passou a ser, se passou ainda não era Filho de Deus, somente depois que nasceu de Maria é que veio a ser o Filho de Deus. Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus. FL. 2: 6.
Ele, Cristo foi voluntário, jamais houve luta entre Ele e o Pai para que fosse decidido que Ele morreria por mim. Mas ESVAZIOU-SE A SI MESMO, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens. Fl. 2: 7.
Antes de nascer de Maria Ele era apenas Deus, ou seja, ao nascer de Maria é que Ele passou a ser chamado Filho de Deus. Sendo assim ela mente quando afirma que Jesus era filho de Deus antes de nascer de Maria.
Este será grande, e SERÁ CHAMADO FILHO DO ALTÍSSIMO...
Lc. 1: 32.
...  o Santo, que de ti há de nascer, SERÁ CHAMADO FILHO DE DEUS. Lucas 1: 35.
Tem outra questão importantíssima, ela afirma que foi uma luta o Pai entregar o Filho para morrer e trazer a salvação aos seres humanos, esta declaração traz a seguinte implicação: Se for verdade esta afirmação de Ellen White, está bem claro que a decisão pelo sacrifício que salvaria o ser humano não foi baseado no amor, e sim, em um conflito entre o Pai e o Filho, sendo assim, a decisão de salvar o pecador não foi enraizado no amor, e sim, em uma discordância entre os dois, ou seja, a profetisa do Advento insinua que Deus é imperfeito, pois temeu ao concordar sobre a morte de Cristo. No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e O QUE TEME NÃO É PERFEITO EM AMOR. I Jo. 4: 18.
Por outro lado a Palavra do Eterno Deus afirma que a decisão do Pai foi baseada unicamente no amor incondicional pela raça humana pecadora, sendo assim, a profetisa da Igreja Adventista do Sétimo dia está mentindo e acusando de forma indireta que Deus é egoísta. Não houve luta, não houve temor; não houve egoísmo, não houve dúvida, não houve nada de não. O que houve foi apenas amor voluntário e decisivo sem condicionamento.
Esta é a verdade do Espírito Santo: Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Jo. 3: 16.
Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. I Jo. 4: 8.
Mentira de Ellen White: “Disse o anjo: "Pensais que o Pai entregou o bem-amado Filho sem luta? Não, não." Foi de fato uma luta para o Deus do Céu decidir se deixaria perecer o homem culpado ou daria o Seu querido Filho para morrer por eles.” (Primeiros Escritos, pág.126).
Se você dá crédito a ela você está classificando a Palavra de Deus como sendo uma fonte de mentira.
Se você dá crédito a Palavra de Deus você está classificando os escritos de Ellen White de fonte de mentira, não tem como as duas fontes serem germinadoras de verdade. É impossível a mesma fonte jorrar verdade e mentira. É impossível Ellen White e a Palavra de Deus ser a mesma verdade.
Porventura lança uma fonte por uma mesma bica água doce e água amargosa? Tg. 3: 11.
Acaso, meus irmãos, pode a figueira dar azeitonas ou a videira dar figos? Do mesmo modo a fonte de água salobra não pode dar água doce. Tg. 3: 12.
Agora, ó Senhor Javé, vós sois Deus, e vossas palavras são a mesma verdade... II Sm. 7: 28.
Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores. Mt. 7: 15.
Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má, bons frutos. Mt. 7: 18.
A quem darás crédito como sendo verdade eterna, absoluta e que não muda?
(  ) A Palavra de Deus.
(  ) A palavra de Ellen White.
Só o Senhor Jesus Cristo salva!
Autor: Eurias R. Carneiro.
carneiro.eurias@gmail.com