domingo, 26 de fevereiro de 2012

COMO ANDA OS HOSPITAIS ADVENTISTAS ?


4 Hospitais Adventistas dos US multados em 3.9 milhões de dólares por fráudes no sistema de saúde americano. click aqui


Hospitais Adventistas são acusados pelo maior jornal da capital dos  Estados Unidos, de serem os únicos protestantes conservadores que praticam o  "aborto eletivo".



(Não se tratam dos casos que no Brasil são  previstos por lei: estupro, mal formação)
"Elective abortion" é quando o feto ainda não é  capaz de viver fora do útero, sendo legal nos Estados Unidos desde  1973.
Dependendo do Estado, o limite é por volta de 24 semanas. (6  meses)
(publicamos aqui faz cerca de 1  ano)



"But the denomination may be the only  theologically conservative Protestant group that allows elective  abortions".

http://onfaith.washingtonpost.com/onfaith/undergod/2011/01/adventists_and_abortion.html


As bem-aventuranças dos pastores idiotas




(Em entrevista concedida em 2010, o pastor Silas Malafaia chamou todos os pregadores que rejeitam a teologia da prosperidade de “idiotas”. Para comentar o fato, o pastor Geremias do Couto escreveu o texto a seguir)

Por Geremias do Couto
Bem-aventurados sois vós, “pastores idiotas”, quando fordes xingados com este epíteto simplesmente por acreditardes no que disse Jesus: “Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem consomem, e onde os ladrões minam e roubam” (Mateus 6.9). Tal ato insano, ao invés de vos maldizer, mostra que ainda estais firmes na verdade.

Bem-aventurados sois vós, “pastores idiotas”, que não sucumbistes aos “encantos” da teologia da prosperidade por compreender que “os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína” (1 Timóteo 6.9). Não vos entristeçais, nem penseis que estais sozinhos. Há muitos outros “idiotas” convosco, inclusive o apóstolo Paulo.

Bem-aventurados sois vós, “pastores idiotas”, por não vos curvardes aos arautos que vos maltratam em virtude de crerdes que aos ricos deste mundo a Palavra de Deus ordena: “Não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas” (1 Timóteo 6.7). Tal maldição é, na verdade, um reconhecimento de que pondes a vossa confiança não nas riquezas desta vida, mas na abundância que vos é dada para a glória de Deus.

Bem-aventurados sois vós, “pastores idiotas”, que resistis aos apelos dos que vos querem enredar com o brilho do ouro que perece, porque vós bem sabeis que é vosso dever continuardes a ensinar às suas ovelhas “que façam o bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boa mente, e sejam comunicáveis” (1 Timóteo 6.18). Saibais que outros “pastores idiotas” iguais a vós foram já recebidos na glória e aguardam o precioso galardão.

Bem-aventurados sois vós, “pastores idiotas”, porque não perdestes a visão da semeadura e, por isso mesmo, sabeis que não se ganham almas com o glamour das riquezas humanas, mas com a sementeira do evangelho. Sem esquecerdes da advertência da parábola do semeador, que diz: “Os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera” (Mateus 13.22).

Bem-aventurados sois vós, “pastores idiotas”, por não perfilardes o triunfalismo da pregação humanista, centrada no homem, que enriquece a quem prega e defrauda a quem ouve. Ainda que vos pareça estardes “fora do modelo contemporâneo”, alegrai-vos porque continuais apegados ao modelo bíblico, que diz: “Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo” (Gálatas 6.14).

Bem-aventurados sois vós, “pastores idiotas”, que embora injuriados pela vossa pregação “arcaica”, ainda carregais no bolso do vosso coração a credencial de servo do Altíssimo, enquanto alguns já a trocaram pelas credenciais de semideus, arrogante e soberbo e usam-na ao sabor das circunstâncias para se locupletarem em cima da lã de suas ovelhas.

Bem-aventurados sóis vós, “pastores idiotas”, que, enquanto alguns voam os céus do mundo em modernos jatinhos, trafegam as grandes avenidas em luzentes automóveis e se deleitam nos mármores de grandes mansões, o vosso prazer é estar junto das ovelhas, alegrardes com elas e, se preciso for, dar por elas a vossa própria vida. Não vos esqueçais que outros “idiotas” iguais a vós se encontram já no Reino do Pai.

Bem-aventurados sois vós, “pastores idiotas”, que preferis o “prejuízo” da coerência, da fidelidade a toda prova aos princípios imutáveis da Palavra de Deus, do que sucumbirdes – ainda que tentados – às lentilhas que se vos oferecem para amenizar eventuais necessidades imediatas. Mais vale o pão dormido da consciência tranquila do que os banquetes da consciência aprisionada.

Bem-aventurado sois vós, “pastores idiotas”, pelo modo como sois tratados por amor do nome do Senhor e por não vos enredardes pelo brilho passageiro da glória humana. Não sois melhores por isso, mas também não sois piores. Todavia, enchei o vosso coração de alegria porque o vosso nome faz parte da galeria dos heróis da fé que professam somente a Cristo e têm Deus como o bem maior da vida. Tende como lema o que Paulo ensinou: “Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos” (Filipenses 4.4).
Assina um “idiota” como todos vós.

Será que o açúcar pode ser tóxico?



No tempo que você leva para ler essa frase, uma pessoa no mundo morreu de diabetes tipo 2. Duas outras serão diagnosticadas com a doença.
A diabetes tem uma progressão lenta e está ligada com a obesidade, e por isso é considerada “diferente” e “autoinduzida”. Apesar de ser uma “assassina”, não é tão violenta como o câncer e doenças infecciosas. Mas, ao analisar os impactos pessoais e econômicos que ela causa, nós deveríamos dar mais atenção para ela.
De acordo com uma pesquisa da Universidade da Califórnia, o açúcar é um risco à saúde – contribuindo com cerca de 35 milhões de mortes por ano – e por isso deveria ser considerado uma substância potencialmente tóxica como o álcool e o tabaco.
Os pesquisadores dizem que sua ligação com a diabetes é tão grande, que impostos extras deveriam ser cobrados sobre comidas e bebidas com muito açúcar. Eles também recomendam o banimento da venda desse tipo de alimento perto de escolas, assim como restrições de idade nos produtos.
Você deve ter pensado: açúcar? Tóxico? Impossível. A verdade é que existe muita evidência de que o açúcar realmente é perigoso, por ser um fator de duas epidemias irmãs: a obesidade e a diabetes.
Os pesquisadores argumentam que particularmente tóxica é a sacarose – um composto natural formado de glicose e frutose, que é refinado para produzir o açúcar branco e um super açúcar processado. Ambos são adicionados aos alimentos processados – cereais, barras de café da manhã, algumas carnes, iogurtes, sopas e molhos. Ao invés de aumentar o conteúdo de frutas de um alimento, os produtores preferem colocar mais açúcar processado.
O que faz desse açúcar tão perigoso é que a frutose do açúcar refinado é quebrada primeiro no fígado (ao contrário da glicose que é lentamente liberada dos carboidratos complexos, durante a digestão). O rastro que esse açúcar refinado deixa no fígado começa um processo que pode levar até a diabetes tipo 2.
Isso porque altos níveis de açúcar no sangue significam que o pâncreas tem que produzir muita insulina – um hormônio que controla essa quantidade. Com o tempo, o pâncreas se cansa e começa a parar. Ao mesmo tempo, as células do corpo ficam resistentes aos efeitos da insulina, mantendo os níveis de açúcar no sangue muito altos.
É importante esclarecer que isso é diferente da diabetes tipo 1, quando as células do sistema imunológico atacam e destroem as células secretoras de insulina. Isso pode afetar pessoas muito jovens, e não tem relação com a alimentação. A tipo 2 é predominante na meia idade, afetando as populações de países desenvolvidos, e iniciada com uma dieta rica em açúcar e alimentos processados. Ela afeta todos os órgãos do corpo e está ligada com doenças do rim e do coração. Atinge também a circulação sanguínea e os vasos, podendo levar a amputações e cegueira.
Por causa da nossa alimentação, a diabetes tipo 2 está atingindo proporções epidêmicas. No Reino Unido, existem 2,6 milhões de pessoas afetadas, e outras 1 milhão ainda não foram diagnosticadas. O custo dessa situação na saúde é extraordinário. Globalmente, o gasto econômico é estimado em quase R$ 1 trilhão por ano. Para colocar em perspectiva, o custo dos terremotos e do tsunami no Japão foi de R$ 180 bilhões.
Mas ao contrário da ligação entre o fumo e o câncer de pulmão, a relação entre o açúcar e a diabetes não chegou ao público, não se transformando em políticas de saúde. Talvez esteja na hora de tratar a comida com açúcar da mesma maneira que os cigarros. Mas qual a chance de conseguirmos isso quando as cadeias de fast food e indústrias alimentícias estão cada vez mais influenciando as políticas de saúde? [Telegraphhttp://hypescience.com/sera-que-o-acucar-pode-ser-toxico/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

CONGREGANDO - ATUALIZADO



CONGREGANDO


Por ter sido feito por várias vezes a seguinte pergunta a minha pessoa: Onde você está congregando? Sempre tenho respondido com outra pergunta: Primeiro defina o que é congregar e depois te afirmarei onde estou congregando. Quando a pessoa persisti eu afirmo: Estou congregando com Cristo.
Resolvi verificar na Palavra de Deus esta questão difundida pelas lideranças religiosas que afirma: Congregar é assistir todos os cultos realizados no templo.
O que realmente consiste em congregar? Seria está presente em todas as reuniões realizadas no templo que você freqüenta?
1.            Está na presença de Deus é está congregando, está no templo não é sinal de que está congregando, a presença de Deus no local da reunião é a garantia de está congregando com os verdadeiros adoradores, está em um templo não é a garantia de está congregado com os verdadeiros adoradores. Congregai perante mim... Dt. 31: 28.
O próprio Cristo confirmou que congregar não é está em algum templo, se há reuniões espirituais em nome do Senhor Jesus em qualquer casa independente de sua ligação religiosa, a pessoa está congregando na presença de Deus, pois os mesmos estão na presença do Eterno. A questão é, se você observar com o olhar da honestidade verá que as reuniões espirituais nos templos são em nome: Do pastor, da fachada do templo, de algum profetada, da lei, do sábado, da teologia, exaltação de alguma pessoa de bom conhecimento teológico e etc. Está reunido em o nome do Senhor Jesus não é começar afirmando: Estamos reunidos em nome de Jesus e etc. É a vivência de Cristo que consiste a congregação em nome dEle. Pois onde; se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles. Mt. 18: 20.
2.            Os que estão realmente congregando na presença do Eterno não são pessoas filiadas a alguma denominação religiosa, e sim, os santos que são as pessoas que seguem o Cordeiro de Deus e jamais regulamentos de alguma religião. Congregai os meus santos, aqueles que fizeram comigo um pacto por meio de sacrifícios. Sl. 50: 5.
3.            Os filhos de Deus são congregados em um só corpo, este corpo é o aprisco das ovelhas que constituem em o corpo de Cristo e jamais uma agremiação religiosa como tem sido ensinado.  Está ligado ao corpo de Cristo que é o verdadeiro aprisco das ovelhas é necessário nascer da água em o nome de Jesus e do Espírito. ...e não somente pela nação, mas também para congregar num só corpo os filhos de Deus que estão dispersos. Jo. 11: 52. - Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco; a essas também me importa conduzir, e elas ouvirão a minha voz; e haverá um rebanho e um pastor. Jo. 10: 16.
4.              Não confundir instituição religiosa com igreja. Alguns pensam que a igreja é um templo feito de tijolos, outros pensam que a igreja de Deus é uma instituição religiosa organizada com um centro administrativo mundial e com registro em cartórios, Deus jamais teve ou terá uma igreja na terra com registros em cartórios, fábricas, escolas, rádios ou TV`s e etc. Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns - Não deixemos de reunir-nos como igreja. He. 10: 25.
5.            A verdadeira congregação do Eterno onde estão os eleitos, justos e salvos em Cristo, é composto por verdadeiros adoradores e esta congregação é em Cristo, ou seja, congregar em verdade é está em Cristo e jamais unido a uma instituição religiosa. De tornar a congregar em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra. Ef. 1: 10.
6.            Congregar é está reunido em um só corpo que é o de Cristo. E não somente pela nação, mas também para reunir em um corpo os filhos de Deus que andavam dispersos. Jo. 11: 52.
A MULHER (IGREJAS COM REGISTRO EM CARTÓRIO)
E SEU LÍDER.
7.            Os que pensam que está congregando em um Templo é verdadeiramente está congregando com os filhos de Deus, saibam de uma coisa, os adoradores de demônios são que congregam em um edifício denominado igreja com um nome distinto registrado em cartório como sendo propriedade em que um grupo separado não pode usar o mesmo nome por ter sido patenteado. A igreja do Eterno tem como patente apenas o sangue do Cordeiro, as que procuraram os cartórios para terem seus registros e desta forma ficarem isentas de impostos são na verdade a sinagoga de Satanás. Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso. Ap. 16: 14.
Igreja é um edifício construído com blocos e cimento? Não. É um edifício construído com pedras vivas sem um nome denominacional com registro em cartório, apenas com resgistro nos livros celestiais. “Também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo” (1 Pedro 2:5). Estas pedras vivas são chamadas santos e são membros da família de Deus: “Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular; no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito” (Efésios 2:19-22).
A palavra grega traduzida como “igreja” significa, literalmente, “chamado para fora” e assim refere-se a um grupo de pessoas chamadas para saírem do pecado no mundo e servirem ao Senhor. A igreja não é nenhum tipo de instituição ou objeto impessoal. É um corpo constituído de componentes vivos. Como um organismo vivo, a igreja pode sentir medo (Atos 5:11), pode orar (Atos 12:5) e pode falar (Mateus 18:17). Pessoas que são chamadas para saírem do pecado não continuam participando do mal no mundo, porque elas estão santificadas ou separadas do pecado (estude João 17:14-23; Colossenses 1:13; 1 Pedro 2:9; 1 João 4:5-6). Deus chama o povo para deixar o mal deste mundo através da mensagem do evangelho (2 Tessalonicenses 2:13-14). Aqueles que são convertidos verdadeiramente a Cristo são chamados santos (1 Coríntios 1:2; Colossenses 1:1-2).
Entender o conceito bíblico de igreja como um corpo de pessoas chamadas para fora do pecado, para serem santos, ajuda-nos a apreciar a riqueza da descrição de Paulo da “igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue” (Atos 20:28). Jesus não morreu para comprar terra e edifícios, nem para estabelecer alguma instituição. Ele morreu para comprar as almas dos homens e mulheres que estavam mortos no pecado, mas que agora têm salvação e esperança de vida eterna (Romanos 5:8; 1 Coríntios 6:19-20).

A Igreja Universal e a Igreja Local

Igreja é um edifício construído com blocos e cimento? Não. É um edifício construído com pedras vivas. “Também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo”(1 Pedro 2:5). Estas pedras vivas são chamadas santos e são membros da família de Deus: “Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular; no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito” (Efésios 2:19-22).
A palavra grega traduzida como “igreja” significa, literalmente, “chamado para fora” e assim refere-se a um grupo de pessoas chamadas para saírem do pecado no mundo e servirem ao Senhor. A igreja não é nenhum tipo de instituição ou objeto impessoal. É um corpo constituído de componentes vivos. Como um organismo vivo, a igreja pode sentir medo (Atos 5:11), pode orar (Atos 12:5) e pode falar (Mateus 18:17). Pessoas que são chamadas para saírem do pecado não continuam participando do mal no mundo, porque elas estão santificadas ou separadas do pecado (estude João 17:14-23; Colossenses 1:13; 1 Pedro 2:9; 1 João 4:5-6). Deus chama o povo para deixar o mal deste mundo através da mensagem do evangelho (2 Tessalonicenses 2:13-14). Aqueles que são convertidos verdadeiramente a Cristo são chamados santos (1 Coríntios 1:2; Colossenses 1:1-2). Entender o conceito bíblico de igreja como um corpo de pessoas chamadas para fora do pecado, para serem santos, ajuda-nos a apreciar a riqueza da descrição de Paulo da “igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue” (Atos 20:28). Jesus não morreu para comprar terra e edifícios, nem para estabelecer alguma instituição. Ele morreu para comprar as almas dos homens e mulheres que estavam mortos no pecado, mas que agora têm salvação e esperança de vida eterna (Romanos 5:8; 1 Coríntios 6:19-20).
Algumas vezes a Bíblia usa a palavra “igreja” no sentido universal, isto é, para falar de todo o povo que pertence a Cristo, não importa de onde ele possa ser. Jesus falou da igreja deste modo: “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus 16:18). Ele não está falando apenas de uma congregação local, nem está falando de uma organização ou instituição mundial. Ele está falando de pessoas, pedras vivas, construídas sobre Jesus Cristo, a fundação sólida. Paulo falou da igreja, neste mesmo sentido universal, quando escreveu: “...Cristo é o cabeça da Igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo” (Efésios 5:23). Jesus é o cabeça sobre todos aqueles que o servem, todos aqueles lavados e purificados de seus pecados (Efésios 5:26).
Frequentemente, a palavra “igreja” é usada para descrever uma congregação local ou assembleia de santos. Note uns poucos exemplos: “…à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos…” (1 Coríntios 1:2); “E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano” (Mateus 18:17); “...saudai igualmente a igreja que se reúne na casa deles” (Romanos 16:5). Igrejas locais são o resultado da pregação do evangelho. Quando as pessoas obedecem a palavra e se tornam cristãs, elas começam a reunir-se com outros irmãos na fé.

A Igreja: Organismo, não Organização

A igreja é uma organização? Muitas pessoas têm a noção errada de que a igreja é uma organização ou instituição, independente do povo que compõe a igreja. Este não é o conceito bíblico de igreja. Jesus não morreu para estabelecer uma instituição, mas para salvar o povo do pecado (Atos 20:28; 1 Coríntios 6:20). Jesus e o Pai não habitam numa organização, mas no povo que os obedece (João 14:15, 23).
Em vez de falar de uma organização, a Bíblia descreve a igreja como um corpo composto de membros vivos (Romanos 12:4-5; 1 Coríntios 12:12-27; Colossenses 1:18,24; Efésios 5:23). Estes membros do corpo são “blocos” ou “pedras” usados na construção da igreja (1 Pedro 2:5; 1 Coríntios 3:10-15).
Muitas pessoas sugerem que a “igreja universal” é constituída de todas as congregações locais no mundo. Isto não é um conceito bíblico. Uma igreja local consiste de cristãos que se reúnem num determinado lugar. Eles podem ser identificados e contados (Romanos 16:14, 15; 1 Coríntios 16:19; Colossenses 4:15). A igreja universal consiste de todos os discípulos de Cristo em todo o mundo. Nenhum homem é capaz de identificar e contar todos os membros deste corpo universal. Tentativas de contar todos os verdadeiros cristãos em uma nação ou no mundo ilustram a ignorância e a vaidade dos homens. Somente Deus pode contar e identificar seus “primogênitos arrolados nos céus” (Hebreus 12:23).

Descrições Bíblicas da Igreja que Pertence a Jesus

A Bíblia não usa um nome exclusivo para a igreja. É errado, portanto, insistirmos num único nome que todas as igrejas fiéis tenham que usar. Muitas passagens falam simplesmente da igreja, algumas vezes identificando o local (cidade ou casa) onde o grupo de cristãos se reunia. Portanto, podemos nos referir à igreja simplesmente como “a igreja” (Atos 8:1; 9:31; Romanos 16:1).
Frequentemente, as descrições da igreja no Novo Testamento mostram a relação que existe entre o Senhor e sua igreja. A igreja pertence a Deus, e é, muitas vezes, chamada “a igreja de Deus” (veja Atos 20:28; 1 Coríntios 1:2; 10:32; Gálatas 1:13; 1 Timóteo 3:5,15). Jesus derramou seu sangue para comprar a igreja. Portanto, Paulo falou de “igrejas de Cristo” (Romanos 16:16) e Jesus falou de sua própria igreja (Mateus 16:18). O povo de Deus pode ser corretamente descrito como a “igreja dos primogênitos arrolados nos céus” (Hebreus 12:23).
Consideremos o significado de descrições bíblicas comuns da igreja.
- O Corpo de Cristo (Colossenses 1:24; Efésios 1:22-23; 4:12). Assim como o corpo humano não pode sobreviver separado da cabeça, não podemos viver sem nosso cabeça, Jesus Cristo (Efésios 5:23; Colossenses 1:18). Discípulos de Jesus são membros do corpo (Romanos 12:4-5; 1 Coríntios 12:12-27; Efésios 3:6; 4:16; 5:30).
- O Reino de Deus ou Reino dos Céus (Mateus 3:2; 4:17; Lucas 4:43; Atos 8:12; 19:8; 20:25; 28:23,31). A ideia de reino ressalta a posição de autoridade do rei (veja 1 Coríntios 4:20; Hebreus 1:8; 12:28-29; Mateus 28:18-20; Apocalipse 12:10). O reino de Cristo não é deste mundo (João 18:36). Em vez de ser uma entidade política e mundana, a igreja é um reino espiritual assentado no caráter santo de Deus. Podemos entrar no reino somente quando formos transformados espiritualmente (Colossenses 1:13). Como servos do Rei, temos que desenvolver as características espirituais de nosso Senhor (Tiago 2:5), incluindo sua humildade, inocência (Marcos 10:14-15) e santidade (1 Coríntios 6:9-10; Gálatas 5:19-21).
- A Casa de Deus (1 Timóteo 3:15) não é um edifício material, mas o santuário e a habitação do Senhor (Efésios 2:21-22). É um edifício espiritual (1 Pedro 2:5).
- O Rebanho de Deus (Atos 20:28). Jesus é o bom pastor que deu sua vida pelas ovelhas (João 10:11). As ovelhas ouvem sua voz e o seguem para receber a vida eterna (João 10:27-28).

Nomes Humanos Causam Divisão

A divisão religiosa em nossa sociedade é vergonhosa. Muitas pessoas estão confusas num mundo com muitos nomes diferentes de igrejas. Alguns destes nomes honram certos homens, enquanto outros ressaltam pontos doutrinários específicos.
A unidade dos salvos é baseada no nome e na doutrina de Cristo. Devemos fazer tudo pela autoridade de Jesus ou em seu nome (Colossenses 3:17).“Não há salvação em nenhum outro...nome...” (Atos 4:12). Esta unidade é possível somente quando falamos e pensamos a mesma coisa, que é a doutrina de Cristo (1 Coríntios 1:10). Quando os homens começam a seguir outros homens, perdem a unidade com Cristo e seu povo (1 Coríntios 1:11-13). Divisões e contendas acontecem na igreja, em parte, porque algumas pessoas se identificam somente com nomes humanos. Paulo argumentou que devemos identificar-nos somente com o Senhor que servimos. Jesus foi crucificado por nós e somos batizados em seu nome. Jesus, e não homens, merece nossa dedicação e honra. Os verdadeiros seguidores de Deus fazem parte da igreja que pertence a Jesus.
Por: Eurias e Dennis Allan

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Refrigerantes dietéticos podem matar você?



Duas universidades americanas uniram esforços para investigar um produto alimentício muito consumido nos últimos anos. Em uma comparação entre refrigerantes normais e refrigerantes dietéticos, pesquisadores da Universidade de Miami (Flórida) e da Universidade de Columbia (Nova Iorque) descobriram que os últimos podem ser mais nocivos à saúde.
O consumo de refrigerantes feitos para emagrecer, conforme eles apuraram, aumenta mais do que o refrigerante comum o risco de derrame, ataque cardíaco e morte vascular. Em uma pesquisa com 2.564 voluntários, que tiveram analisadas suas dietas e quadros de saúde, os pesquisadores descobriram que aqueles que costumavam beber refrigerantes dietéticos eram 43% mais propensos a estas doenças.
A pesquisa levou em conta condições pré-existentes, especialmente aquelas ligadas a problemas vasculares, como disfunções no metabolismo, diabetes e pressão alta. E o maior risco vale tanto para consumo moderado quanto exagerado: entre uma vez por mês e seis por semana, o panorama geral dos pesquisados foi de chances elevadas de problemas vasculares.
Embora os números tenham passado essa informação, os cientistas não souberam detectar exatamente os motivos da tendência. Ainda é necessário, segundo eles, estudar tanto o refrigerante comum quanto o dietético para tirar conclusões mais precisas. [ScienceDaily]

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O DÍZIMO NA TUA IGREJA É BÍBLICO? III


O DÍZIMO NA TUA IGREJA É BÍBLICO?  III


Em continuidade ao estudo do “USO CORRETO DOS DÍZIMOS”, é necessário abordar alguns tópicos em decorrência de uma afirmativa que um amigo fez a minha pessoa, disse ele: Pagar o dízimo é entregar a Deus e jamais ao pastor.
Em outras palavras existe a afirmação de que a entrega do dízimo não é benefício para o pastor, e sim, para o benefício da obra de Deus, portanto vamos fazer algumas análises dentro da Palavra de Deus e de forma não tendenciosa.



A VERDADEIRA OBRA DO ETERNO DEUS

                                      A OBRA DE DEUS


     As pessoas pensam que fazer a obra de Deus é pregar as doutrinas da igreja, fazer tudo que a instituição religiosa ordena crer e aceitar as doutrinas impostas pela igreja.
Pobres coitados agem desta forma porque não conhecem a Deus e muito menos o Seu Poder.
     A verdadeira obra do Eterno Deus é esta: A obra de Deus é esta: Crer naquele que Ele enviou.  Jo. 6: 29.
     As pessoas e seus líderes preferem crer na doutrina da instituição, na instituição, no slogan da igreja, em seus ritos, em seus líderes, em seus profetadas, em seus livros denominacional, e ainda tem a petulância em afirmar que levar estes conhecimentos está fazendo a obra de Deus.
     Queira você ou não, aceite ou não, creia você ou não, determine você ou não...
     A verdadeira obra de Deus é: CRER NO ETERNO SENHOR JESUS CRISTO.
     Se você aceitar e crer estará afirmando que Deus e Sua Palavra são verdadeiros, caso não creia nesta verdade você estará declarando que Deus e Sua Palavra são mentirosos.
     Qual será a tua decisão?
     Foi o Senhor Jesus Cristo quem afirmou: PARA VOCÊ ELE MENTIU? Caso você creia nele deve aceitar o que Ele ensina em Sua Palavra. É uma condição para você demonstrar que você é um verdadeiro Cristão. 
     Guardar o sábado não prova nada, qualquer pessoa tem condições de guardá-lo sem ter Cristo em sua vida tendo apenas teologia e doutrinas da instituição, mas, amar em verdade e genuinamente só terá condições quem ama a Deus, quem não ama não O conhece jamais amará de verdade. I JO. 4: 8.

PARTE I

Seria mesmo verdade que o dízimo é para a pregação do evangelho e que os pastores O estão pregando?

a)            Em verdade e retidão quem prega o suposto evangelho que não passa de teologia da instituição são os membros da igreja, estas pessoas ficam de porta em porta se escaldando no sol quente e às vezes debaixo de chuva, em contraste os pastores vão apenas ao local ou a igreja fazer o batismo dos que decidem seguir as regras institucionais. Sendo assim, a afirmação de que os pastores pregam o evangelho é baseado em uma falsa premissa.
b)            As despesas que por eventualidade poderá ter em tais evangelismos que não passam de show de prêmios, são financiados pelos próprios membros, quando os mesmos não tem como suster com seus recursos financeiros, os mesmos vão ao comercio pedirem esmolas para os pastores fazerem sorteios. Sendo assim, quando afirmam que o dízimo é para o evangelismo é a mais falsa premissa.

PARTE II

Trazei todos os dízimos à casa do tesouro... Ml. 3: 10.
Onde fica a casa do tesouro? Todo o dízimo arrecadado vai para a missão como se a mesma fosse à casa do tesouro. Em verdade a casa do tesouro é a tesouraria da igreja e jamais a missão. Estas missões, divisões, associações foram criadas apenas como entrave ao desenvolvimento da pregação do evangelho bem como sumidouro dos tesouros dizimados. É tão verdade que estas instituições jamais têm dinheiro para estornar a igreja de origem, em João Lisboa é um dos exemplos, a igreja está para cair na cabeça dos irmãos e os mesmos é que a construíram com muitíssimo sacrifício e estas instituições jamais colaboraram com algum recurso financeiro, estas instituições sabem do problema, mas não resolvem porque esta igreja é bem pobrezinha e não dá lucro substancial para as organizações, mesmo assim, os irmãos são obrigados a entregarem o dízimo à missão.
A casa do tesouro ficava no Santuário, mas, com a morte do Senhor Jesus Cristo o mesmo perdeu o valor, sendo assim, neste caso, como o recolhimento do dízimo implicava em duas coisas, o mesmo perdeu o valor juntamente com o Santuário Terrestre, ou seja, Hebreus 9: 1 a 13, fala sobre duas leis, a lei do sacerdócio e a do dízimo, como o sacerdócio mudou até de tribo por meio do Senhor Jesus Cristo caracterizando o cancelamento do sacerdócio terrestre da mesma forma a lei do dízimo foi cancelada.
Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei. Porque aquele de quem estas coisas se dizem pertence à outra tribo, da qual ninguém serviu ao altar. He. 7: 12, 13.
A outra questão é que as únicas pessoas autorizadas pela lei do dízimo a receberem o dízimo são os levitas, quando a igreja roga a si mesma esta lei do dízimo e consagra pessoas que jamais pertenceram à linhagem da tribo de Levi, elas estão roubando a Deus e as pessoas, estes são os motivos pelo qual você jamais viu alguma pessoa ser abençoada por intermédio do dízimo. O que existe sim são testemunhos falsos de pessoas iludidas e que vive a utopia da prosperidade.
As únicas pessoas autorizadas por Deus por intermédio da lei a receberem o dízimo são os levitas, alem disto é roubar o bolso e a consciência dos que não conhecem a Palavra de Deus e Seu poder.
Esquecem os cobradores de dízimos que, Deus além de não se arrepender ele confirma o que Ele estabelece jamais muda em hipótese alguma para beneficiar o ser humano quem quer que seja ou a uma instituição. Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria? Nu. 23: 19.
O que Deus deixou escrito em Sua Palavra, ela é cumprida conforme a determinação do Eterno, jamais alguma coisa será mudada para beneficiar a doutrina de alguma igreja ou a teologia. Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei. Is. 55: 11.
Na lei do dízimo foi ordenado e autorizado por Deus para receber e cobrar o dízimo de seus irmãos apenas os levitas; diaconisa, diáconos e pastores não são levitas, a partir do momento que estas pessoas afirmam que são levitas ou substitutos deles, estas pessoas passam a ser sinagoga de Satanás. A lei do dízimo não foi alterada, e sim abolida, mas, se você quer realmente continuar pagando ou recebendo dízimo, você deverá obedecer a lei dizimal ao pé da letra, pois a mesma afirma que somente os levitas é que estão autorizados. Se você não obedecer toda a lei do dízimo ou pagar para quem não é levita você continua mesmo assim sendo ladrão. Leia bem as palavras do Espírito Eterno: Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Tg. 2: 10. - Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade. I Jo. 2: 4. - Guarda-te que não te esqueças do SENHOR teu Deus, deixando de guardar os seus mandamentos, e os seus juízos, e os seus estatutos que hoje te ordeno. Dt. 8: 11. - E guarda a ordenança do SENHOR teu Deus, para andares nos seus caminhos, e para guardares os seus estatutos, e os seus mandamentos, e os seus juízos, e os seus testemunhos, como está escrito na lei de Moisés; para que prosperes em tudo quanto fizeres, e para onde quer que fores. I Re. 2: 3.
Quando é afirmado que os diáconos e diaconisas são as pessoas que substituem os levitas, tanto a liderança bem como os que obedecem a suas ordens deixa de ser Sinagoga do Espírito Santo para serem Sinagogas de Satanás.
.. e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são a sinagoga de Satanás. Ap. 2: 9.
Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, mas mente... Ap. 3: 9.
Tanto os Pastores e as lideranças constituídas por eles em uma voz uníssona afirmam com ares doutorais: Quem não paga o dízimo está roubando a Deus e ladrão não entra no céu. É só observarem em suas pregações que tais afirmações são ditas de forma indireta.
Querem dizer que se você não pagar não tem como ser salvo, ao mesmo tempo ensinam que a salvação é totalmente de graça e você não paga nada, mas, se não pagarem a eles o dízimo você não tem como ser salvo, bem na verdade de forma indireta eles estão afirmando que: Você só é salvo se nos pagarem o dízimo, caso contrário você jamais será salvo porque não permitiremos.
Enquanto isso, se você observar de forma honesta as únicas pessoas que estão sendo abençoadas “beneficiadas” com os dízimos são os pastores em seus luxos enquanto você fica a mendigar de alguma forma. A verdade é tão verdadeira que os pastores não moram em seus distritos, preferem morar em bairro nobre, sabem por quê? É que no bairro de seu referido distrito não tem residência a altura deles e criaram uma desculpa esfarrapada afirmando que: É para facilitar a ida dos líderes em suas casas. Acredite quem quiser.
Para quem está ensinando que só é salvo se pagar o dízimo e aos que estão dando crédito a estes picaretas leiam com bastante atenção estas afirmações da Palavra do Eterno: Mas disse-lhe Pedro: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro. At. 8: 20.
A salvação é dom de Deus e quem paga dízimo não está salvo e quem não paga não está perdido. Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Ef. 2: 8.
 Quem seriam os banqueiros a quem o dinheiro deve ser dado? Seria o cofre de alguma igreja?  Devias então ter dado o meu dinheiro aos banqueiros e, quando eu viesse, receberia o meu com os juros. Mt. 25: 27.
Os banqueiros são as pessoas pobres e a ordem de Deus estabelecida na lei do dízimo é que: os pobres, as viúvas, os órfãos e os estrangeiros devem ser amparados com o dízimo e está escrito na lei do dízimo. Ao SENHOR empresta o que se compadece do pobre, ele lhe pagará o seu benefício. Pr. 19: 17.
Então eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? Mt. 24: 44.
A questão é que as pessoas preferem darem crédito ao espírito da mentira que se manifestou em meio à cristandade com o nome de teologia.
Autor: carneiro.eurias@gmail.com

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Análise da Doutrina do Juízo Investigativo


A DOUTRINA DO JUIZO INVESTIGATIVO ANALIZADA




Análise da


 Doutrina do Juízo


 Investigativo

Phillipe Hottman




Introdução


Num estudo minucioso, que, somados os meses, levou mais de um ano para ficar pronto, analisei ponto a ponto a doutrina do Juízo Investigativo, seja nos escritos de Ellen G. White, seja nos textos bíblicos indicados pela doutrina adventista para sustentar essa doutrina.


Cheguei as seguintes conclusões:
1.      Sem os escritos de Ellen G. White, a doutrina do Juízo Investigativo NÃO se sustenta;
2.      Para justificar a existência do Juízo Investigativo, os versos bíblicos utilizados (para dar embasamento a essa teoria) são distorcidos, manipulados, retirados de seu contexto e forçados a dizer coisas que eles não dizem, nem em seu texto, nem em seu contexto.
3.      A doutrina do Juízo Investigativo é uma criação de Ellen G. White para justificar a data, a interpretação e o movimento de 1844.

O que Ellen White naquela época não sabia e não previa, é que essa doutrina daria muito trabalho e traria muitos problemas para a teologia adventista e ainda mais especialmente, para os teólogos adventistas. Isso mesmo, para sustentar e justificar essa doutrina, a IASD investiu pesado e com isso perdeu homens valorosos, capazes, verdadeiros, cristãos sinceros, que, por mais que estudassem, não viam nenhum sentido nessa doutrina estranha e antibíblica. Outros tiveram que se calar para manter suas posições, empregos e famílias.

Quando comecei o estudo, eu ainda acreditava em Ellen White, pois como adventista do sétimo dia, ainda que visse alguns problemas em aspectos específicos do seu ministério (a questão do empréstimo literário – plágio), no conjunto, eu ainda acreditava na questão do dom. Então, a princípio, o estudo não partia de um oponente, mas de um membro devoto. Mas quando terminei o estudo...

Bem, vamos ao estudo. Como ele é um pouco extenso, eu o dividi em duas partes.


Parte I – Apresentando o Porquê da Crença Adventista no Juízo Investigativo


Os Versos Bíblicos

1.      Após ler o Manual da Igreja [na parte das Doutrinas adventistas] e os textos de Ellen White, pode-se extrair os principais versos utilizados para sustentar a doutrina do Juízo Investigativo:
a)    o anúncio de um juízo (Apoc. 14:6 e 7);
b)   um juízo realizado nos Céus a “favor dos santos” e “contra o poder que os oprimia” (Daniel 7:9 e 10);
c)    [há] uma consulta aos livros para ver quem será livrado no tempo de angústia (Daniel 12:1 e 2);
d)   o fato de que os santos serão julgados antes dos ímpios (I Ped. 4:17).

2.      Outros textos bíblicos são ainda utilizados para ajudar a construir e reforçar a ideia do “juízo investigativo”. No entanto é bom recordar que a maioria dos textos seguintes falam sobre o juízo de forma geral e não trazem absolutamente nada que possa implicar em um juízo investigativo. Ou seja, a teologia adventista criou a partir desses versos uma associação com o tema, já que os versos falam sobre juízo.

3.      Estes versos bíblicos que são utilizados por Ellen White e pelos teólogos adventistas falam sobre:
a)      os livros (Êxodo 32:32 e 33, Salmos 69:27 e 28, Lucas 10:20, Apoc. 3:5, 20:12 e 15),
b)      o Livro da Vida (20:12),
c)      todos serão julgados (Eclesiastes 3:7, 12:14), 
d)      os mortos serão julgados (20:12),
e)      os santos julgarão os ímpios e os anjos (I Cor. 6:2 e 3),
f)        o galardão, a recompensa (Apoc. 22:12).

4.      Ainda outras referências bíblicas, que não utilizam a palavra ‘juízo’, são utilizadas como uma ‘ponte de ligação’ para se forçar uma chegada ao assunto, como por exemplo, Daniel 8:14, que fala sobre a purificação do santuário.

5.      Numa exegese límpida, sem extrair dos versos bíblicos o que não está [revelado] claramente no texto e no seu contexto, não há na Teologia Adventista e nos escritos de Ellen White os [alegados] elementos suficientes para estabelecer o “juízo investigativo” ou “juízo pré-advento”.

6.      Assim, qualquer inferência ou dedução para um “juízo investigativo” com tantos detalhes como os apresentados por Ellen G. White na obra “O Grande Conflito” é apenas e tão somente “uma interpretação” particular, NÃO uma afirmação clara do texto bíblico.


A análise de Apoc. 14:6 e 7Daniel 7:9 e 10Daniel 12:1 e 2 e I Ped. 4:17 e dos demais versos apresentados, não leva de forma alguma por si mesmos ao juízo investigativo. Nenhum teólogo e nenhuma Igreja defende isso. Em outras palavras, somente a Igreja Adventista e sua profetiza, partindo desses versos conseguiram chegar a essa conclusão.


A contribuição de Ellen White


Afirmamos a princípio que sem as declarações [afirmações] de Ellen White não é possível sustentar a doutrina do Juízo Investigativo. Você verá o porquê agora. Observe as afirmações que ela fez sobre o assunto “juízo investigativo” no livro “O Grande Conflito” (as páginas estão nos parênteses):

“A obra do juízo investigativo e extinção dos pecados deve efetuar-se antes do segundo advento do Senhor. Visto que os mortos são julgados pelas coisas escritas nos livros, é impossível que os pecados dos homens sejam cancelados antes de concluído o juízo em que seu caso deve ser investigado.” (p. 488)
"... os únicos casos a serem considerados são os do povo professo de Deus. O julgamento dos ímpios constitui obra distinta e separada, e ocorre em ocasião posterior". (p. 480)
"Começando pelos que primeiro viveram na Terra, nosso Advogado apresenta os casos de cada geração sucessiva, finalizando com os vivos. Todo o nome é mencionado, cada caso minuciosamente investigado. Aceitam-se nomes, e rejeitam-se nomes.” (p. 486).
"O sangue de Cristo, oferecido em favor dos crentes arrependidos, assegurava-lhes perdão e aceitação perante o Pai; contudo, ainda permaneciam seus pecados nos livros de registroComo no serviço típico havia uma expiação ao fim do anosemelhantementeantes que se complete a obra de Cristo para redenção do homemhá também uma expiação para tirar o pecado do santuário. Este é o serviço iniciado quando terminaram os 2.300 dias. Naquela ocasião, conforme fora predito pelo profeta Daniel, nosso sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo para efetuar a última parte de Sua solene obra: purificar o santuário." (p. 420). "Pela sua morte iniciou essa obra, para cuja terminação ascendeu ao Céu, depois de ressurgir." (p. 492). "Remissão, ou ato de lançar fora o pecado, é a obra a efetuar­se."(p. 417).
Vivemos hoje no grande dia da expiação.” (p. 489)
“Os que estiverem vivendo sobre a Terra quando a intercessão de Cristo cessar no santuário celestial, deverão, sem mediador, estar em pé na presença do Deus santo. Suas vestes devem estar imaculadas, o caráter liberto de pecado, pelo sangue da aspersão. Mediante a graça de Deus e seu próprio esforço diligente, devem eles ser vencedores na batalha contra o mal.” (p. 425)
“Deixando Ele o santuário, as trevas cobrem os habitantes da Terra. Naquele tempo terrível os justos devem viver à vista de um Deus santo, sem intercessor.”(p. 614)
“Satanás nada pôde achar no Filho de Deus que o habilitasse a alcançar a vitória. Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia nEle pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia.”(p. 623)
“Esta era a obra que, dia após dia, se prolongava por todo o ano. Os pecados de Israel eram assim transferidos para o santuário, e uma obra especial se tornava necessária para a sua remoção. Deus ordenou que fosse feita expiação para cada um...” (p. 418)
“Aceitam-se nomes, e rejeitam-se nomes. Quando alguém tem pecados que permaneçam nos livros de registro, para os quais não houve arrependimento nem perdão, seu nome será omitido do livro da vida, e o relato de suas boas ações apagado do livro memorial de Deus. O Senhor declarou a Moisés: "Aquele que pecar contra Mim, a este riscarei Eu do Meu livro." Êxo. 32:33. E diz o profeta Ezequiel: "Desviando-se o justo da sua justiça, e cometendo a iniqüidade, ... de todas as suas justiças que tiver feito não se fará memória." Ezeq. 18:24. (p. 483)
“Os livros de registro no Céu, nos quais estão relatados os nomes e ações dos homens, devem determinar a decisão do juízo.” (p. 480)
A obra de cada homem passa em revista perante Deus, e é registrada pela sua fidelidade ou infidelidade. Ao lado de cada nome, nos livros do Céu,estão escritoscom terrível exatidão, toda má palavra, todo ato egoísta, todo dever não cumprido, e todo pecado secreto, juntamente com toda artificiosa hipocrisia. Advertências ou admoestações enviadas pelo Céu, e que foram negligenciadas, momentos desperdiçados, oportunidades não aproveitadas, influência exercida para o bem ou para o mal, juntamente com seus resultados de vasto alcance, tudo é historiado pelo anjo relator.” (p. 482)
“O juízo ora se realiza no santuário celestial. Há muitos anos esta obra está em andamentoBreve, ninguém sabe quão breve, passará ela aos casos dos vivos. Na augusta presença de Deus nossa vida deve passar por exame.” (p. 490)
“O mais profundo interesse manifestado entre os homens nas decisões dos tribunais terrestres não representa senão palidamente o interesse demonstrado nas cortes celestiais quando os nomes inseridos nos livros da vida aparecerem perante o Juiz de toda a TerraO Intercessor divino apresenta a petição para que sejam perdoadas as transgressões de todos os que venceram pela fé em Seu sangue, a fim de que sejam restabelecidos em seu lar edênico, e coroados com Ele como co-herdeiros do "primeiro domínio". (p. 483, 484)


As Conclusões Adventistas

A partir dos textos bíblicos (mencionados a princípio) e dos textos de Ellen White (mencionados acima), o adventistas creem que em 1844, ao Jesus passar do Santo para o santíssimo do Santuário Celestial, teve início o juízo investigativo. O termo juízo investigativo se refere a obra de examinar os registros, mantidos pelos anjos celestiais, de todos os atos dos que professaram ser filhos de Deus. O resultado desta investigação minuciosa determinará quem estará qualificado para ir para o céu.

Assim, a teologia adventista crê num juízo investigativo porque acredita que:

a)       todos serão julgados, os justos e os ímpios;
b)       existem registros nos Céus do que se passa na Terra;
c)       existe a possibilidade de um nome ser riscado do livro da Vida;
d)       os justos serão julgados antes dos ímpios;
e)       os justos participarão do julgamento final na posição de juízes, pois também estarão julgando.

É verdade que estes itens são uma simplificação didática. Para a crença de que [todos] os justos serão julgados [num julgamento separado] antes dos ímpios, é dado o nome [ao juízo dos justos] de “Juízo Investigativo”.

Uma pessoa que não gastasse tempo analisando minuciosamente cada ponto, poderia até mesmo ser convencida da validade dessa ‘interpretação particular’ adventista. E durante um tempo, eu acreditei nessa doutrina. Mas felizmente, resolvi analisar e rapidamente descobri que há problemas nessa interpretação que levaram a controvérsias entre os teólogos da igreja sobre questões vitais ligadas ao juízo investigativo. Logo, a maioria dos que discordam da “crença oficial” preferem manter silêncio sobre a sua maneira de ver este tema, para não entrar em conflito com a Igreja (ou seja, com Ellen White).


Analisando e Questionando os pontos “sensíveis”


Há três grandes “questões” na doutrina do juízo investigativo que derivam de afirmações de Ellen G. White ou de escritores adventistas. A primeira é ligada ao próprio “juízo investigativo”, a segunda é ligada ao “pecado” e à “expiação” e a terceira é ligada aos santos no “tempo de angústia”. Essas questões são de fato “problemas”.

1.      O primeiro “problema” da doutrina do “juízo investigativo” reside em cinco conclusões de Ellen White. Ou seja, NÃO são afirmações do texto bíblico, são apenas conclusões da sra. White:
a)      de que o ‘juízo investigativo’ só se refere aos santos onde todos os que professaram ser o povo de Deus serão julgados;
b)      de que no “juízo investigativo” todos os que professaram ser o povo de Deus em todas as épocas serão julgados;
c)      os santos não comparecerão ao seu próprio juízo, mas serão representados;
d)      de que o ‘juízo investigativo’ começou em 1844;
e)      de que, a qualquer instante o “juízo investigativo” pode chegar a uma pessoa que está viva no tempo presente.

2.      O segundo “problema” da doutrina do “juízo investigativo” é derivado de sete questões ligadas ao “pecado” e à “expiação” no Santuário Celestialsegundo a interpretação de Ellen G. White e de outros autores adventistas que seguiram a mesma linha de raciocínio dela. Novamente vale destacar, NÃO são afirmações dos textos bíblicos, mas interpretações:
a)      de que durante “dezoito séculos” os pecados foram apenas perdoados, não cancelados;
b)      de que “é impossível que os pecados dos homens sejam cancelados antes de concluído o juízo em que seu caso deve ser investigado” (p. 488);
c)      de que os pecados perdoados continuam anotados “nos livros de registro” (p. 420);
d)      de que é necessário que Cristo peça “perdão” uma segunda vez pelos pecados já confessados e perdoados dos santos (p. 483);
e)      de que a expiação de Cristo não é uma obra “completa” na cruz e tem sido completada ao longo dos séculos no santuário celestial;
f)        de que o “dia da expiação” no Santuário Celestial não dura “um dia”, mas um período de tempo indefinido (p. 489);
g)      de que o “dia da expiação” era uma figura (tipo) do dia do juízo.

3.      O terceiro “problema” dessa doutrina é ligado a conclusões de Ellen White sobre dois eventos subsequentes ao encerramento do juízo investigativo e a obra de Cristo no Santuário Celestial que ocorrem no “tempo de angústia”. NÃO são afirmações dos textos bíblicos, mas interpretações. Para Ellen White, ao finalizar o “juízo investigativo”, Jesus deixa o Santuário e antes do seu retorno a Terra:
a)      os santos terão de viver diante de Deus sem um intercessor;
b)      os santos alcançarão um tal  padrão de perfeição, ou de impecabilidade que “provará” para o Universo que é possível a “perfeita obediência humana” à lei de Deus.


Novamente sendo didáticos, percebe-se que há muitos pontos peculiares na “interpretação” adventista que levam à crença do “juízo investigativo” e a maioria deles é sustentada pelas declarações de Ellen White:

I.          O “juízo investigativo” só se refere aos santos;
II.       No “juízo investigativo” todos os que professaram ser o povo de Deus em todas as épocas serão julgados;
III.     Os santos não comparecerão ao seu próprio juízo, mas serão representados;
IV.    “juízo investigativo” começou em 1844;
V.       qualquer instante o “juízo investigativo” pode chegar a uma pessoa que está viva no tempo presente.
VI.    Durante “dezoito séculos” (ou mais) os pecados foram apenas perdoados, não cancelados;
VII.  “É impossível que os pecados dos homens sejam cancelados antes de concluído o juízo em que seu caso deve ser investigado”;
VIII.         Os pecados perdoados continuam anotados “nos livros de registro”;
IX.    É necessário que Cristo peça “perdão” uma segunda vez pelos pecados já confessados e perdoados dos santos;
X.       Afirmar que no sistema sacrificial através dos sacrifícios diários “o pecado transferia-se, mediante o sangue, em figura, para o santuário”, “contaminando-o”;
XI.    expiação de Cristo não é uma obra “completa” na cruz e tem sido completada ao longo dos séculos no santuário celestial;
XII.  O “dia da expiação” no Santuário Celestial não dura “um dia”, mas um período de tempo indefinido;
XIII.         O  “dia da expiação” era uma figura (tipo) do dia do juízo.
XIV.         Os santos terão de viver diante de Deus sem um intercessor no tempo de angústia;
XV. Os santos no tempo de angústia alcançarão um tal  padrão de perfeição, ou de impecabilidade que “provará” para o Universo que é possível a “perfeita obediência humana” à lei de Deus.


Analisemos agora separadamente, um a um, os problemas dessa teoria ou doutrina do Juízo Investigativo, que tornam essa crença uma verdadeira distorção da mensagem bíblica.


I. O “juízo investigativo” só se refere aos santos onde todos os que professaram ser o povo de Deus serão julgados;


1.      EGW fala que os santos serão julgados, mas a Bíblia fala que os santos não passarão por juízo. João 5:24: “Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juízo, mas já passou da morte para a vida.”

2.      Ellen G. White afirmou que no juízo investigativo “os únicos casos a serem considerados são os do povo professo de Deus”. Se é assim, como entender quando o Apocalipse fala: “Bem aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor” (Apoc. 14:13). Como poderia a Bíblia chamar de ‘bem aventurado’ alguém que ainda não foi julgado? E se essa pessoa não passar no “juízo investigativo”? Ela deixará de ser ‘bem-aventurada’?

II. No juízo investigativo todos os que professaram ser o povo de Deus em todas as épocas serão julgados;

3.      Ellen G. White fala que começando por Adão, cada caso será minuciosamente investigado. Se é dessa forma, por que então haveria a necessidade de juízo investigativo de pessoas que foram declaradas salvas antes de começar o Juízo Investigativo? Abel (Mateus 23:35), Abraão (Rom. 4:2-5), Isaque e Jacó (Mateus (8:11), O Ladrão na Cruz (Lucas 22:43), Moisés (Judas 9). 

4.      Ou seja, há uma lógica em se analisar o caso de alguém sobre quem se tenha dúvidas de sua salvação, mas é COMPLETAMENTE ILÓGICO fazer um julgamento de quem já foi “absolvido” e declarado ‘salvo’. E ainda se considerarmos que há “expectadores” invisíveis e de outros mundos nos observando, eles já estão conscientes da salvação alcançada pelos santos acima mencionados.

5.      Para Ellen G. White “todo nome é mencionado” no juízo de investigação. Qual a necessidade dos apóstolos passarem por um “juízo investigativo”? Seus nomes fazem parte dos fundamentos da Nova Jerusalém: “E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.” (Apocalipse 21:14). É difícil de imaginar o que poderia ocorrer se algum deles for reprovado no juízo investigativo.

6.      Ellen G. White afirma que o exame no Juízo Investigativo começará pelos primeiros habitantes da terra e “nosso Advogado apresenta os casos de cada geração sucessiva”. Estranho, pois a  onisciência divina se revela claramente no conhecimento que Deus tem daqueles que lhe pertencem: “Todavia o fundamento de Deus permanece firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que lhe pertencem...”(II Timóteo 2:19). Como isso precisa depender de um “juízo investigativo”? E qual a necessidade disso, se Jesus sabe quem lhe pertence? Em João 10:14 ele diz: “Eu sou o bom pastor;conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem”.



III. Os santos não comparecerão ao seu próprio juízo, mas serão representados;

7.      Ellen White afirma que os justos “não estarão presentes em pessoa no tribunal em que seus registros são examinados e decidido seu caso”. Porém, Paulo afirma que “todos nós devemos comparecer ante o tribunal de Cristo” (II Coríntios 5:10). Essa é uma contradição bizarra de Ellen White, pois se ela dissesse o contrário, até haveria algum sentido, pois este verso a justificaria.  


IV. O “juízo investigativo” começou em 1844;

8.      Ellen G. White afirmou que “é impossível que os pecados dos homens” [sejam] fossem cancelados antes de 1844. Se ninguém teria seus pecados totalmente “expiados” antes de 1844, pois ninguém ainda havia passado pelo “juízo investigativo” para o “cancelamento” dos mesmos, como a Bíblia afirma que Moisés, Elias e Enoque já estão no Céu? Ou no caso deles é diferente, porque como eles viveram antes da morte de Jesus, o sangue de bodes e carneiros foi suficiente para fazer a expiação? Eles foram dispensados do juízo investigativo? Ou a expressão “todos” que Ellen G. White utiliza não quer realmente dizer “todos”?

9.      Na nossa doutrina, nós afirmamos que as 2300 tardes e manhãs de Daniel 8:14 cumprem-se em 1844. Isso está bem estabelecido com datas, textos bíblicos, diagramas proféticos e fatos históricos. Porém nós adicionamos como obra de Cristo no santuário Celestial, além da intercessão, a obra do “juízo investigativo”. Em Hebreus, livro “chave” no estabelecimento de nossa doutrina do Santuário, só há a descrição da “expiação” e “intercessão” de Cristo no Santuário Celestial. Não há nenhuma menção a algum “juízo” que Cristo realiza no Santuário. Não nos parece isso estranho?


V. A qualquer instante, o “juízo investigativo” pode chegar a uma pessoa que está viva no tempo presente.

10.  Temos as afirmações de Ellen G. White de que a qualquer momento o nome de uma pessoa que está viva  pode “passar” no Juízo Investigativo. Essa pessoa deve estar preparada para não ser pego de surpresa e ter seu destino traçado para sempre. Isto é incompatível com a segurança da salvação prometida pela Bíblia.

11.  I João 5:13 fala claramente da segurança da salvação. “Estas coisas vos escrevo, a vós que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna.”  Para uma pessoa que crê no juízo investigativo, como ela pode se sentir segura de sua salvação? Pense na suposição de que “ela creia firmemente que está salva” e se “sinta segura de sua salvação”, mas ela esteja “definitivamente perdida” com base no juízo investigativo. De que adiantam suas ações, sua certeza, sua segurança? Estaria Deus brincando com as pessoas?

12.  Em que a “insegurança” ajuda na vida do cristão? Como ele pode ter “paz” em Cristo, se Cristo não pode dar para ele a “segurança” da salvação (Mateus 11:28)?

13.  Na perspectiva do juízo investigativo, como ensinado pela Igreja Adventista, desde 1844 “convivemos” com “milhares de pessoas” que já estão irremediavelmente perdidas. Não há o que fazer por elas. Certamente algumas já passaram pelo “juízo investigativo”. Sabemos que pode ser qualquer um de nós. O que estamos fazendo na Igreja?

14.  Pelo visto, Paulo nada sabia do “juízo investigativo”, pois afirmou: "Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro." (Filipenses 1:21). Se soubesse do juízo investigativo, ele não teria tanta certeza assim. Paulo disse também: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas também a todos os que amarem sua vinda.” (II Timóteo 4:7 e 8).

15.  Na verdade, nós adventistas não podemos seguir o “exemplo” de Paulo, que diversas vezes, de diferentes maneiras expressava sua segurança na salvação, pois Ellen G. White afirma que “aos que aceitam o salvador, por sincera que seja sua conversão, jamais se deve ensinar a dizer ou a sentirque são salvos.” (LPGM, p. 155, 1900).  Segundo ela, nós não podemos nem mesmo “sentir” que estamos salvos. Imaginamos que a única coisa que podia fazer Ellen White pensar assim era o “juízo investigativo”.



VI. Durante “dezoito séculos” (ou mais) os pecados foram apenas perdoados, não cancelados;

16.  Ellen G. White faz clara distinção entre ‘pecados perdoados’ e ‘pecados cancelados’. Para ela, os pecados perdoados dos santos só foram ou só começaram a ser cancelados a partir de 1844. A Bíblia afirma que os pecados são cancelados por ocasião da nossa conversão. Pedro afirmou: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados.” (Atos 3.19)



VII. “É impossível que os pecados dos homens sejam cancelados antes de concluído o juízo em que seu caso deve ser investigado”;


17.  Ellen G. White afirma que nossos pecados só estarão definitivamente apagados depois do Juízo Investigativo individual. A Bíblia afirma que os nossos pecados são apagados no momento em que nos arrependemos e os confessamos. Isaías 44:22: “Apago as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi.” Atos 3:19: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, de sorte que venham os tempos de refrigério, da presença do Senhor”. 

18.  Três versos são ainda mais taxativos no sentido de dizer que nossos pecados, uma vez perdoados, são completamente esquecidos, apagados, purificados e lavados. Miquéias 7:18 e 19: “Quem é Deus semelhante a ti, que perdoa a iniquidade, e que passa por cima da rebelião do restante da sua herança? Ele não retém a sua ira para sempre, porque tem prazer na sua benignidade. Tornará a apiedar-se de nós; sujeitará as nossas iniquidades, e tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar.” I João 1:7: “... mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado.” E Apocalipse 1:5: “Aquele que nos ama e em seu sanguenos lavou dos nossos pecados.”


VIII. Os pecados perdoados continuam anotados “nos livros de registro”;


19.   Ellen G. White desconsidera que a Bíblia se explica a si mesma, pois usa textos no Grande Conflito (p. 481) para justificar que os registros permanecem no Céu, quando o próprio Deus prometeu “apagar” as transgressões quando nos arrependemos, confessamos e somos perdoados. Ela cita: "Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom quer seja mau." (Ecl. 12:14), mas lamentavelmente deixa de citar:  “E não me lembrarei mais de seus pecados e de suas iniqüidades” (Hebreus 10:17).

20.  Ellen White cita: "De toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo" e  "Por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado" (Mat. 12:36 e 37). Mas deixa de citar: “Apagai as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi.” (Isaías 44:22). Ela também propositalmente ou por negligência não cita o que o Senhor declara ao profeta Isaías: "Eu, Eu mesmo, sou O que apago as tuas transgressões por amor de Mim, e dos teus pecados Me não lembro" (Isa. 43:25).

21.  Ela cita que Deus "trará à luz as coisas ocultas das trevas, e manifestará os desígnios dos corações". I Cor. 4:5. Mas deixa de citar o profeta Miquéias, quando inspirado, ele diz: “Tornará a apiedar-se de nós; sujeitará as nossas iniquidades, e tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar.”( Miquéias 7:18 e 19).

22.  Ela ainda cita: "Eis que está escrito diante de Mim: ... as vossas iniquidades, e juntamente as iniquidades de vossos pais, diz o Senhor." Isa. 65:6 e 7, mas deixa de citar: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados.” (Atos 3.19).

23.  Ou seja, para manter e justificar a doutrina do juízo investigativo, Ellen White não permite que a Bíblia fale por si mesma e só cita versos que, deslocados, supostamente sustentariam a sua tese.

24.  Se Ellen G. White tivesse compreendido a grande misericórdia e o amor de Deus, ela talvez teria entendido textos como este de Juízes 10:16: “... e tiraram os deuses alheios do meio de si e serviram ao Senhor; então, Ele já não pôde reter a sua compaixão por causa da desgraça de Israel.” Ou esse outro onde Paulo declara que “Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores ... sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho”. (Rm 5: 6,8,10). Em síntese, para Ellen G. White, Deus é só justiça, não misericórdia.

IX. É necessário que Cristo peça “perdão” uma segunda vez pelos pecados já confessados e perdoados dos santos;

25.  Ellen White afirma que no momento do juízo investigativo “o Intercessor divino apresenta a petição para que sejam perdoadas as transgressões de todos os que venceram pela fé em Seu sangue” e também: “Jesus não lhes justifica os pecados, mas apresenta o seu arrependimento e fé, e,reclamando o perdão para eles (...)”. (Grande Conflito, 484). Essa parte do Grande Conflito é tremendamente incompreensível e estranha, pois diversos textos bíblicos mostram que Deus perdoa os pecados daqueles que se arrependem, confessam e pedem o seu perdão. Mas para Ellen White, Jesus Cristo tem que pedir NOVAMENTE perdão para os santos. Não faz nenhum sentido essa ideia de Ellen White. Ora, com base em Atos 3:19, que diz “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados”, acreditamos que somos de fato perdoados. Mas para Ellen G. White não é assim que as coisas acontecem, pois é necessário que Cristo peça de novo perdão pelas nossas transgressões perante o Pai.

26.  Equivocadamente Ellen G. White assim afirma: “Assim se realizará o cumprimento total da promessa do novo concerto: "Porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais Me lembrarei dos seus pecados." (citando Jeremias 31:34 no Grande Conflito, p. 485).

27.  Observe que Ellen White  desconsidera a interpretação que o próprio apóstolo Paulo deu a esse mesmo texto de Jeremias. Sim, Paulo já havia utilizado o texto de Jeremias e o interpretado em Hebreus 10:14 e 17. Vejamos:
14. Porque com uma só oferta aperfeiçoou para sempre os que são santificados.
15. E também o Espírito Santo no-lo testifica, porque depois de haver dito:
16. Esta é a aliança que farei com eles Depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, E as escreverei em seus entendimentos; acrescenta:
17. E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades.
18. Ora, onde há remissão destes, não há mais oferta pelo pecado.

28.  Paulo afirmou que “o Espírito Santo (também) no-lo testifica” que após o sacrifício (oferta) de Jesus se cumpre a promessa do novo concerto, de que Deus “não se lembraria dos nossos pecados”.  Observe a clara diferença: para Paulo isso já era um fato a partir da oferta de Jesus, em seus dias, mas para Ellen White essa promessa do novo concerto só se cumpre após o juízo investigativo, isto é, só a partir de 1844. Incrível: para sustentar uma doutrina absurda, Ellen White não aceita a interpretação de Paulo.

29.  Mas Ellen G. White não se satisfaz em “desconsiderar” apenas a interpretação de PauloVeja o que diz Pedro em Atos 3:19 e 20: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam cancelados (apagados) os vossos pecados, de sorte que venham os tempos de refrigério, da presença do Senhor, e envie ele o Cristo, que já dantes vos foi indicado”. Observe que Pedro CLARAMENTE coloca apenas o arrependimento e a conversão para que sejam CANCELADOS os pecados. Pedro não estabelece um intervalo de tempo após a conversão, para que os pecados sejam cancelados.

30.  E agora veja o que diz Ellen G. White sobre a declaração de Pedro: “Mas o apóstolo Pedro declara expressamente que os pecados dos crentes serão apagados quando vierem "os tempos do refrigério pela presença do Senhor", e Ele enviar a Jesus Cristo (Atos 3:19 e 20). Quando se encerrar o juízo de investigação, Cristo virá, e Seu galardão estará com Ele para dar a cada um segundo for a sua obra.” (Grande Conflito, p. 485).   

31.  Impressionante, não? Pedro situa o “cancelamento dos pecados” após o arrependimento e conversão ‘para que’ ou ‘de sorte que’ “venham os tempos de refrigério”. Perceba que infelizmente Ellen White (ou quem a influenciou nesta interpretação) faz uma “montagem” sutil da declaração de Pedro, para que pareça que os pecados só  serão cancelados no futuro. Uma ‘pequena distorção’, uma montagem sutil, para justificar mais um dos aspectos da doutrina do juízo investigativo. Leia o texto em diferentes versões (mesmo no grego) e você verá que de fato não há nenhuma separação de tempo entre a conversão e o cancelamento de pecados. Será que houve falta de conhecimento ou uma distorção intencional para justificar o posicionamento doutrinário com relação ao ‘juízo investigativo’?

32.  Ellen White distorce declarações bíblicas e interpretações de textos bíblicos feitas pelos próprios apóstolos para justificar a doutrina do juízo investigativo.

33.  A Bíblia afirma em Romanos 8:1 que “agora não há nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”. Só há uma forma de entender a expressão agora (desde o ‘momento’ presente e desde a ‘decisão’ presente). Mas segundo Ellen G. White, o juízo investigativo ‘estabelece’ ou ‘cria’ a possibilidade de condenação. Estranho, não é?


XI. A expiação de Cristo não é uma obra “completa” na cruz e tem sido completada ao longo dos séculos no santuário celestial;


34.  Ellen G. White afirma que o trabalho de expiação de Jesus está quase terminado, mas ainda não foi completado. Para ela a “remissão, ou ato de lançar fora o pecado, é a obra a efetuar­se” no santuário celestial por Jesus (GC, p. 417). No entanto a Bíblia afirma que a expiação é uma “obra terminada”: através do sacrifício de Cristo na cruz (João 19:30 – “Está consumado”) e da consequente purificação dos pecados (Hebreus 1:3 – “... havendo feito a purificação de nossos pecados”). E Efésios 1:7 é taxativo: “Em quem temos a redenção pelo seu sanguea remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça.”


XII. O “dia da expiação” no Santuário Celestial não dura “um dia”, mas um período de tempo indefinido;


35.  Para Ellen G. White nós estamos vivendo no “dia da expiação”. Além de separar o “ato da expiação” (morte de Cristo) do “dia da expiação” (supostamente o dia 22 de outubro de 1844), ela alonga indefinidamente a duração desse dia. Porém, de acordo com Hebreus 1:3, o apóstolo Paulo  apresenta como algo já realizado:  "... havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se a destra da majestade nas alturas.” Paulo não estava fazendo uma profecia, ele estava falando de algo que já ocorrera, Jesus Cristo JÁ ESTAVA assentado a destra do PAI na época em que Paulo escreveu.


XIII. O  “dia da expiação” era uma figura (tipo) do dia do juízo.

36.  Embora Ellen White se esforce para mostrar que Levítico 16 tenha relação com o “juízo”, não havia nenhum “juízo” no dia da Expiação na antiga Aliança. O sacrifício era “expiatório” apontando para o sacrifício de Cristo. E a expiação estava ligada diretamente ao perdão dos pecados, não a um juízo final (investigativo, no caso dos santos). O dia da expiação prefigurava o dia da morte de Cristo no calvário, não o dia do juízo.

37.  Fruto desse raciocínio divergente do que tipificava realmente o “dia da expiação”, algumas declarações de nossos teólogos são muito conflituosas. Veja o que diz M.L. Andreasen, que foi um dos maiores especialistas adventistas nesse assunto:  “O dia da expiação é um tipo adequado do dia do juízo.” (O Ritual do Santuário, p. 218).

38.  Não se sabe como Andreasen pôde divergir tanto do que é claro na Bíblia. Porque ele não disse que o “dia da expiação” era um tipo do “dia da morte de Cristo”?  É realmente difícil entender porque ele preferiu fazer referência ao dia do juízo.

39.  Como ele pôde fazer de um dia de perdão e reconciliação um dia de condenação? Como ele pôde pegar um dia  que é o “tipo” no Velho Testamento da redenção, da expiação, da salvação em Cristo e transformá-lo num “tipo” do “dia de juízo”? Certamente ele estava fazendo teologia influenciado pelos escritos de Ellen White.

40.  Não seria o “calvário” o dia da vitória suprema de Cristo sobre Satanás, e o dia da expiação dos nossos pecados o antítipo perfeito? A única explicação plausível é encontrada se compreendermos o esforço de Andreasen em não divergir das afirmações de Ellen G. White. Nos parece que teria sido mais lógico e mais fácil seguir o que está na Palavra de Deus.

41.  O “dia da expiação” é o “tipo” adequado do dia do nosso resgate, o ‘tipo’ do “dia da morte de Cristo”. O ‘tipo’ (dia da expiação) encontrando o ‘antítipo’ (dia da morte de Cristo). Isso na Bíblia é claro como cristal. Isso é claro para todos os cristãos! Era um “dia de aflição”, como diz Levítico 23:29, assim como o dia da morte de Cristo também foi “um dia de aflição”. Mas acima de tudo, o dia da expiação no Velho Testamento era um dia que simbolizava “a expiação suprema de Cristo”, não o juízo.






Em breve Parte II – Como Ellen White influenciou a Teologia adventista para um caminho de descrédito na Doutrina do Juízo Investigativo