terça-feira, 10 de abril de 2012

A Eleição – 1ª Parte


        A   Eleição   –  1ª Parte

NOTAS EXPLICATIVAS


        A controvérsia sobre esta importante doutrina bíblica existe desde os primeiros tempos da Igreja; ela foi criada e ensinada pelos Apóstolos, mas como tantas outras sofreram intervenções ao longo dos séculos e se descaracterizou.
Ao nos dispormos a examinar e tecer algumas considerações sobre o tão polêmico assunto, não temos intenção de criar mais polêmica; embora isto seja inevitável. Também não temos pretensões literárias e mesmo que tivéssemos, não temos capacidade; o que fica facilmente visível a qualquer um que tenha instrução secular.
O desejo de levar tal conhecimento à Igreja Amada do Senhor Jesus é intenso.
 Para efetuarmos este resumido estudo, nos valemos das orientações contidas no livro “ As antigas Doutrinas da Graça” do Autor Paulo Anglada; e naturalmente das Escrituras Sagradas – a Bíblia.

Elaborado por:
Israel Alves Dias
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             A  D O U T R I N A  D A  E L E I ÇÃO


        Praticamente quase todos os cristãos crêem na doutrina da eleição. A diferença é que uns acreditam que a Eleição é condicional e outros que ela seja incondicional.
         Para facilitar a apresentação dos argumentos utilizados em defesa de ambas formas de crer, chamaremos     de:

01º  -caso  ELEIÇÃO CONDICIONAL
02º  -caso -   ELEIÇÃO INCONDICIONAL
            
Os pontos principais da controvérsia são cinco:  A Queda, A Eleição, A Expiação, A Graça e A Salvação.


01º - Caso - crê que as diferenças estão somente na ênfase.

02º - Caso - crê que as diferenças são de conteúdo.

        A ênfase é quando dizemos um assunto apresentando-o com mais empolgação, firulas e argumentos rebuscados ou o mesmo assunto de modo simples e objetivo.  Assim o conteúdo do assunto é o mesmo, mas o modo de apresentá-lo é que faz a diferença.
        O conteúdo é aquilo que o assunto contém, independente da ênfase que possamos dar.
        Assim posto e explicado, deve ficar claro que diferença na ênfase não é o mesmo que diferença no conteúdo.                                           Pagina 02
          
Existem algumas pessoas que não se dando ao trabalho de examinar as diferenças do assunto, dizem que elas somente existem porque a ênfase empregada na apresentação do assunto é feita de modo diferente, e é exatamente sobre esta questão que trataremos o assunto da Doutrina da Eleição.

01º Ponto =     A QUEDA

             01º Caso (condicional)
                                                             
        De acordo com as escrituras Deus criou o homem um ser perfeito. Porém o homem, tendo o livre arbítrio, escolheu a oferta do diabo, que usou a serpente; e rejeitou o conselho do seu Criador.  E assim o homem perdeu a sua perfeição; porém, mesmo após ter caído, o homem continuou tendo o livre arbítrio para escolher ser ou não restaurado por Deus.  O Homem em seu estado natural tem capacidade para aceitar a oferta de restauração feita por Deus; ou então se assim o quiser, rejeitá-la.

       Segundo os que assim crêem e ensinam, a queda não o deixou incapacitado para tal escolha.  Desta forma o homem caído pode cooperar com a fé que gera o arrependimento, e ser salvo; a queda que não foi total, mas parcial; não foi   mortal.

                      02º Caso  (incondicional)

         Depois de sofrer a queda por ter duvidado da palavra de Deus, o homem já não tem mais o livre arbítrio para tomar a decisão de aceitar ou rejeitar.
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        Continua porém diante de Deus, como o único responsável por sua queda.  Ela é resultado de seu livre arbítrio quando no Éden escolheu a proposta da serpente e rejeitou o aviso do Criador.
        A queda foi total, separou completamente o homem de Deus; Houve a morte espiritual, isto é a separação.

         Por esta queda surgiu o primeiro pecado, que é o da incredulidade, e deste pecado se originou todos os demais.
Agora, o homem morto em delitos e pecados não tem mais capacidade de escolher por si só, pois é escravo do pecado, que o impede de ter vontade própria.  
        O escravo nunca tem vontade própria, seja ele quem for; nesta condição de morto é preciso primeiro que seja vivificado, aí então o homem poderá tomar a decisão; e a decisão tomada sempre será a de aceitação ao Senhor, porque a vivificação só se dará aos eleitos.
É preciso ser vivificado porque a queda foi mortal.

-Vivificar significa tornar a ter a vida-


02º  Ponto =   A ELEIÇÃO

01º Caso (condicional)

        O homem morto, sem vivificação, pode decidir aceitar a salvação. A eleição é ensinada nos escritos do Velho e Novo Testamento, como sendo condicional.
                                              
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O Criador escolheu, antes da fundação do mundo, aqueles que ele já sabia de antemão que iriam crer na salvação.  Assim Ele escolheu a todos os que Ele sabia que haveriam  de escolhe-lo.
Isto é eleição condicional, está condicionado a isto; se o homem escolhe a Deus, então Deus também o escolhe.

                    02º Caso  ( Incondicional ) –

        O Senhor escolheu antes da fundação do mundo, a alguns homens unicamente pela sua soberana vontade.  Ele os escolheu de antemão, pois sabia que o homem iria cair e morrer. Os assim escolhidos não o foram porque seriam merecedores por crerem, foram escolhidos pela misericórdia de Deus, e por sua livre e soberana vontade; não tiveram participação ou mérito algum, nem de fé ou arrependimento .

        A fé e o arrependimento não são condição para a eleição, mas o resultado produzido por aqueles que são eleitos.  A fé e o arrependimento é o meio empregado por Deus para aplicar em seus eleitos o desejo da salvação, e atender ao chamado; é por esta razão que Paulo escrevendo aos Romanos diz que a fé não vem do homem mas é Dom de Deus, e é também por isto que o Senhor Jesus exortou-nos a pedir para que nossa fé fosse acrescentada.
               Deus não elege por antever que o homem terá fé e arrependimento para a salvação; mas, é Ele que dá a fé que conduz ao arrependimento aos que Ele de antemão    escolheu.

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       A eleição é incondicional. Não está atrelada a nada que seja da vontade humana.  Somente na vontade do soberano.
                                                           

                    03º Ponto -  A  EXPIAÇÃO

                                                                        
                    01º Caso - (condicional  )

        Cristo morreu por todos os homens indistintamente. A expiação é de forma potencial e não individual.  Assim a expiação propicia a salvação de todos. Basta o homem crer e aceitar; mas ao mesmo tempo não garante a salvação individualmente a ninguém.
                                       
                     02º Caso – (incondicional )

         O sacrifício de expiação dos pecados, feito por Cristo na Cruz é suficiente em si mesmo para a salvação de todos os homens, mas foi endereçada somente aos escolhidos, que recebem através do Espírito santo a fé para acreditar nele e assim ser salvo.

    04º Ponto - A GRAÇA

     01º Caso - (condicional  )

        A graça de Deus pode ser aceita ou rejeitada pelo homem. A aplicação da redenção no coração do homem depende só da vontade livre deste e não da vontade soberana de Deus. Os redimidos são
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 aqueles que aceitam o apelo geral e indistinto, feito pelo Espírito Santo.               


02º Caso - (incondicional )

        A graça de Deus é irresistível, conforme a sua vontade de aplicar no coração do homem eleito a redenção. O chamado e a escolha eficaz de Deus para a salvação não pode ser resistido pelo escolhido.  Isto, porém não significa que o escolhido seja convertido a força, mas sim que a sua vontade é eficazmente convencida pelo Espírito Santo.
                                                     
        A vontade de Deus é irresistível, por esta razão ela é soberana. Operando Deus quem impedirá?  Assim não há eleição sem o chamado, e não há eleito sem justificação.  É por esta razão que é a graça o dom recebido, sem que haja merecimento por parte do objeto desta graça, que no caso é o homem.

                     05º Ponto -  A SALVAÇÃO

                     01º Caso - (condicional )  

        O eleito é quem escolhe por sua livre vontade ser elegido, através da sua fé, depositada no sacrifício de Cristo.  Assim sendo, sua permanência até o fim, só depende dele próprio.  Se não permanecer, perde a salvação.  Se ao homem ser salvo e regenerado depende dele ter fé e da sua própria vontade em depositar esta fé no objeto da salvação, Cristo; então Ele tem também o livre arbítrio para prosseguir até o fim ou desistir; perdendo sua salvação.                                                                     Pagina 07
02º Caso – (incondicional )

        O Senhor foi quem escolheu, de acordo com sua soberana vontade, ao homem, e por esta razão lhe dará a fé suficiente para prosseguir até o fim. Não permitirá que caia definitivamente e afaste-se do caminho, perdendo assim a sua salvação.
        A justificação do eleito, a sua regeneração e adoração são obras irreversíveis. O Senhor é fiel a si mesmo e aos seus propósitos, e a obra da salvação do eleito é um ato do seu propósito.  O homem é salvo de acordo com o propósito daquele que o elegeu. Nada, nem ninguém poderá separá-lo do amor de Deus, cujo  propósito foi justificá-lo e salvá-lo. O fim do eleito será a sua glorificação.
                                                           
        Após considerarmos os argumentos apresentados pelos 01º caso e os do 02º caso, já não nos resta dúvidas que as diferenças não estão na ênfase, mas sim no   conteúdo.
Na verdade são duas doutrinas opostas entre si, e não somente a mesma doutrina apresentada de modo diferente; como alguns dizem.

01º Caso:
A escolha não é propriamente de Deus, mas sim que ele criou o método, a morte de Cristo, para que o homem por sua livre vontade rejeite-o ou aceite-o, sendo assim salvo.  Não se concebe que Deus possa ter escolhido alguns poucos homens para serem salvos, deixando que outros se percam.

02º Caso:
Deus escolhe e elege uns para vasos que portarão sua
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Glória, e outros para vasos de ira.  Os eleitos recebem a fé para crerem no sacrifício salvífico de Cristo, que é a única maneira pela qual o homem possa ser salvo.

01º Caso:
Deus santifica o homem que por si só construiu sua eleição através da fé num redentor em potencial, que apenas viabilizou a redenção do mundo com o seu sacrifício feito na cruz do calvário. O Espírito Santo apenas tem a função de convencer o homem a respeito deste método de salvação, mas pode ser resistido não só por algum tempo, mas definitivamente.

02º Caso:
Deus elege de acordo com a sua vontade soberana.  Salva de acordo com o seu propósito de escolha.  A redenção é uma obra objetiva destinada a redimir os eleitos. O trabalho do Espírito santo que convence o homem do pecado, do juízo e da justiça, não pode ser resistido definitivamente pelo homem eleito.  Fica entendido que as controvérsias não são apenas de ênfase, mas de conteúdo.

No 01º Caso:
 A queda não é fatal, mas pode se dizer que é apresentada como um escorregão com algumas conseqüências. A eleição como é ensinada não pode ser entendida como sendo eleição de Deus, mas sim do próprio homem que elege-se a si. No caso Deus apenas vê com antecedência os que aceitariam e assim os elege; tal eleição não chega nem mesmo a ser considerada como sendo feita parte por Deus e parte pelo homem.
                
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        Podemos dizer que da forma como é explicada, ela é totalmente feita pela vontade do homem.   O objeto da escolha é quem se escolhe a si próprio.    Dentro do contexto de tal raciocínio a expiação perde substancial valor porque sua eficácia só acontece se o homem crer nela.    A graça, cujo significado é favor recebido sem nenhum merecimento, deixa de ter tal significado, porque o homem é quem constrói a sua salvação crendo na expiação; neste caso ele é merecedor do favor e assim tal favor já não é mais graça.

02º Caso:
        A queda não é apenas um escorregão sem maiores conseqüências, mas é total e fatal. Lançou o homem para fora do paraíso, onde ele gozava perfeita comunhão com Deus; e mais, condenou-o à morte.  A diferença entre uma queda que apenas fere e a outra, fatal, é muito grande.
        A eleição é um ato livre de Deus, sem nenhuma interferência da vontade humana; enquanto eles dizem, sou escolhido porque cri, os do 02º caso dizem: cri porque sou escolhido.  
                                                           
        A expiação não foi um ato efetuado apenas para que se cumprisse a justiça divina; Cristo não foi sacrificado apenas para ser o método propiciado por Deus para que o homem que viesse a crer, se salvaria.
                
 Cristo é o autor e consumador da nossa fé, e esta nos leva a aceitar o seu sacrifício efetuado efetivamente para a salvação do eleito.  A graça não pode ser considerada como algo que o homem recebe
                                 
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mediante sua fé.  A graça de Deus é um favor real e verdadeiro, que o Senhor nos faz independente de nós merecermos ou desejarmos.
                                                                          
        A graça de Deus não é passiva, ela é ativa em sua ação sobre o escolhido, atuando diretamente em sua mente, sentimento e vontade, vencendo a resistência do escolhido; ela é o fruto específico da soberana vontade de Deus.
         A salvação não pode ser perdida pelo eleito; se Deus escolheu o homem para ser salvo, jamais ele deixará de segurá-lo até o fim e assim seja salvo; não há como o homem perder a salvação, que é proporcionada por Deus, segundo o seu eterno propósito.
        Os propósitos de Deus são imutáveis; o eleito pode até cair, por permissão de Deus, mas sua queda nunca será definitiva; ele tem a adoção, e Deus não desfilia.  Lembre-se da parábola do “Filho Pródigo”; é verdade que ela foi proferida dentro de outro contexto,  mas serve também para este contexto.  Serve para nos mostrar que sempre o Pai proporcionará meios para que o filho ingrato retorne ao lar.  Nada pode arrancar o escolhido das mãos do Senhor.
Vamos apresentar e comentar textos das escrituras, onde fica bastante fácil compreender que a eleição é incondicional, sendo uma ação tomada pela vontade soberana de Deus.
 Esta doutrina verdadeira e explicita nas escrituras só pode ser negada quando se faz uma interpretação bíblica sob o prisma humanista – que convenhamos é uma maneira totalmente inadequada
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para se compreender as obras de Deus, porque não se podem compreender as escrituras, dando-lhe interpretação particular.

                   “Efésios 1 : 4,5,6

         Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante Dele em amor: e nos predestinou para filhos de adoção por Cristo Jesus, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, para o louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no amado.

Vamos analisar:

1 – Nos elegeu Nele
2 – Quando foi executada esta obra?  Antes da fundação do       mundo.
3 – Com que finalidade Ele fez isto?  Para sermos santos e irrepreensíveis diante Dele em amor.
4 – Fomos predestinados para sermos filhos adotivos.
5 – Como adotivos nos tornamos para Deus, em seus filhos.
6 – Esta obra se cumpriu em nós conforme o beneplácito  de       Deus.
Beneplácito, segundo o dicionário significa: licença, aprovação,       aprazimento.
         Para acrescentar maior convicção da soberana vontade de Deus, vamos ler o versículo 11 deste capítulo 1 de efésios:  “Nele, digo, em quem também formos feitos heranças, havendo sido predestinado conforme o propósito daquele que faz todas as coisas segundo o conselho da sua vontade”.
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Predestinado significa: destinado de antemão.  Fomos destinados de antemão para sermos a herança de Deus.
Propósito significa:  intenção, intento, etc.

        Ele teve este intento conforme o conselho da sua vontade. Escrevendo a Segunda carta aos Tessalonicenses, capítulo 2, versículo 13, o apóstolo confirma o que escreveu em Efésios.

  ”Mas devemos dar graças a Deus por vós, irmãos amados no Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação em santificação do Espírito, e Fé da verdade”.

       Os termos, eleitos e escolhidos são empregados com tanta freqüência designando os crentes em Cristo, que se tornaram como termos técnicos para designar o povo de Deus. Nos evangelhos, assim como praticamente em todas as epístolas, os membros da Igreja de Cristo são chamados de escolhidos e eleitos.
                                                           
        Falando sobre a tribulação em Marcos 13: 20 o Senhor diz:   “E se o Senhor não abreviasse aqueles dias, nenhuma carne se salvaria; mas por causo dos eleitos que escolheu, abreviou aqueles dias”.
       Eleitos que escolheu.   Em seguida no versículo 22 deste mesmo capítulo, Ele adverte: “Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas, e farão sinais e prodígios para enganarem, se for possível, até os escolhidos”.   Os enganos são tantos e de tal maneira que ameaçam enganar até mesmo os escolhidos.   Escrevendo aos Romanos 8: 33, o apóstolo diz:
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 ”Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus que os justifica”.

 Aos Colossenses 3: 12 Ele exorta:
“ Revesti-vos pois como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longaminidade”.  Quem deve revestir-se? Os eleitos de Deus.    

Em Timóteo 2: 10 está escrito:
 “Portanto, tudo sofro por amor dos escolhidos, para que também eles alcancem a salvação que está em Cristo Jesus com glória eterna”.
Pelos escolhidos, Paulo, se esforçava e sofria até que chegassem ao conhecimento da salvação.   O Apóstolo Pedro, escrevendo aos irmãos que foram dispersos devido à perseguição feita pelos romanos, diz em I Pedro 1 : 1 e 2 : “ Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos estrangeiros dispersos no ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitinia; eleitos segundo presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos seja multiplicados”.

O Apóstolo João também menciona a Eleição:  II João 1   e     13
1 – O Presbítero à senhora eleita, e a seus filhos ao quais ama, na verdade e não somente eu, mas também todos que tem conhecido a verdade.
                                                           
13 – Saúdam-te os filhos da tua irmã, a eleita.  Amém
Paulo, escrevendo aos romanos 8: 28 e 29  “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o

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bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são
chamados segundo o seu propósito.
                                                     
“Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que Ele seja o primogênito entre muitos irmãos”.
Penso que os textos acima citados sejam suficientes para esclarecer a doutrina bíblica da eleição incondicional; entretanto, o testemunho bíblico sobre esta doutrina é ainda mais eloqüente, especifico e completo.

Pretendemos dar continuação, pois nesta 1ª parte não nos foi possível, mesmo condensando ao máximo, dar toda   explicação.

A paz do Senhor Jesus e a luz do entendimento alcance a todos os seu eleitos
                                                     

Colaboração - Djalma Barbosa - 
djvalle@gmail.com