quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

QUAL É A MISSÃO DA IGREJA? (Atualisado e corrigido)


QUAL É A MISSÃO DA IGREJA?



Por ter sido observado que as igrejas têm como objetivo apenas arrecadar fundos por indução de ofertas, dízimos e outras formas de inocular nas mentes das pessoas que se assim procederem estarão colaborando com a missão da igreja, da casa de Deus e do ministério de Deus. Esquadrinhei nas Sagradas Escrituras respostas para mais esta questão.
Qual seria mesmo a missão da igreja de Deus?
A missão da igreja é pregar o evangelho eterno, não confundir com doutrinas denominacionais e muito menos com teorias teológicas que são fundamentadas na bigorna do inferno. Jo. 8: 44.
Dois dos maiores erros das chamadas igrejas que se autointitularam de igreja de Deus são:
Quando uma pessoa comete algum pecado à igreja sente-se no direito de disciplinar (isolar). Se observarmos atentamente o que eles chamam de disciplina não passa de isolamento da pessoa para não ter participação direta dos rituais da igreja, isto não é disciplina. Esta atitude é apenas isolamento da pessoa da comunhão e participação dos rituais. Chamar esta atitude de disciplina é dizer que as ovelhas são destituídas de ao menos um pouquinho de inteligência, e o pior de tudo é que as ovelhas são mesmas cegas, mudas e escravas dos caprichos sádicos dos teólogos e pastores destituídos do conhecimento da verdade eterna.
A outra questão que é pior que a primeira, é a expulsão da pessoa do meio da irmandade por meio da tal de exclusão. Esta atitude não é uma forma de disciplina e justa diante de Deus ao excluir a pessoa da irmandade que consiste em expulsar. Se falar com a direção da igreja eles afirmarão que não estão expulsando a ovelha do rebanho, mas a partir do momento que ela é excluída ela está sendo mesmo expulsa do meio do rebanho. Isto é diabólico. Como uma igreja pode afirmar que é a esposa de Cristo expulsando ou isolando uma ovelha de seu convívio da irmandade?
Voltamos a questionar? Qual seria mesmo o papel da igreja para com as ovelhas? Expulsar ou isolar (disciplinar) é papel para a igreja desempenhar? A igreja que usa a tal de disciplina (isolamento) e exclusão (expulsão) está fazendo a obra de Deus ou do Diabo?
Quando uma ovelha comete pecado, as igrejas levam esta ovelha a tal de comissão que podemos comparar com um matadouro e os juízes ali vão decidir se a infeliz será apenas disciplinada (isolada) do convívio espiritual das demais ovelhas o se a infeliz será excluída (expulsa) do convívio espiritual das demais ovelhas. Na verdadeira igreja de Deus quando uma ovelha peca não é feita reunião de comissão e levada a público na platéia da igreja, outra ovelha quer seja líder ou não vai ter com a ovelha em pecado e a repreende, repreender não é condenar e sim resgatá-la do pecado, se ela atender ao convite para abandonar o pecado esta ovelha estará salva. Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão.
Mt. 18: 15.
Se porventura esta ovelha não quiser abandonar o pecado, a outra ovelha deverá levar consigo mais uma ou duas ovelhas consigo para ter maior força e ânimo no resgate da ovelha pecadora. Já presenciei que elas o visitam é para condená-la ou sujeitá-la aos caprichos teológicos da instituição. Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. Mt. 18: 16.
Caso a ovelha não abandone o pecado com o auxílio de outras ovelhas, neste caso deverá ser comunicado a todo o rebanho para que todos tentem resgatar a ovelha, se mesmo com o auxílio de toda a igreja (rebanho) a ovelha persistir no pecado, o rebanho deverá considerar a ovelha como um pagão ou publicano. Considerá-la desta forma não é excluir (expulsar – disciplinar) a ovelha da igreja, considerá-la como pagã ou publicano é realizar a mesma tarefa que é feita com uma ovelha que nunca fez parte da igreja. E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano. Mt. 18: 17. 
O mais grave de tudo isso é que a igreja das Testemunhas de Jeová, Adventistas, Reformistas, Assembleia de Deus, Batistas, Deus é Amor, Internacional da Graça de Deus, Universal do Reino de Deus, Católica e etc. vão ainda mais além bem como as demais igrejas que se auto denominam de cristãs, alem de excluírem (julgar/condenar/expulsar/isolar) ainda tem a petulância de afirmarem que estão zelando pela obra de Deus e ainda estipulam um prazo curto ou longo para a pessoa poder ter o perdão da igreja, quando na verdade o perdão de Deus e imediato e jamais futurista como a igreja o faz.
Quando a pessoa peca e ao arrepender-se e pedir perdão a Deus ela recebe o perdão imediatamente de Deus, mas nestas igrejas quando a pessoa comete algum deslize (pecado contra a organização ou contra Deus aos olhos da religião) a igreja sente no direito e liberdade de manter a pessoa presa em uma suposta disciplina de vários meses a vários anos para poder ela se reconciliar com a organização religiosa e poder ter convívio novamente com a irmandade e participar das atividades religiosas.

Isto é simplesmente diabólico. Deus perdoa imediatamente a pessoa que pecou e a igreja não, demonstrando que a igreja está sentada no trono de Deus querendo ser mais importante que Deus. Esta estória que se a pessoa for excluída da organização religiosa é automaticamente excluída dos registros celestiais, é música de ninar para boi dormir. Então disse o Senhor a Moisés: Aquele que pecar contra mim, a este riscarei do meu livro. Êx. 32: 33.
Deus não pune o pecador arrependido e as igrejas sim. 
A igreja só pode punir um membro se o mesmo pecar contra a organização, se a pessoa pecar contra Deus Ele é o único que tem poder de perdoar ou punir se não houver arrependimento, mas as igrejas estão ficando acima de Deus ao punir uma ovelha quando a mesma peca contra Deus, ou seja, a igreja é quem determina a Deus quem pode e não ficar em comunhão com a igreja e com Deus. Pecando homem contra homem, os juízes o julgarão; pecando, porém, o homem contra o Senhor, quem rogará por ele? Mas não ouviram a voz de seu pai, porque o Senhor os queria matar. I Sam.. 2: 25. / Mas o que pecar contra mim violentará a sua própria alma; todos os que me odeiam amam a morte. Pro. 8: 36
As religiões pensam que ao excluir (expulsar) um membro de seu convívio espiritual está ao mesmo tempo riscando o nome da pessoa do livro da vida. Deus é Deus e as religiões são monstros opressores e diabólicas. Cristo veio para nos libertar, mas as pessoas a semelhança dos Israelitas no deserto preferem voltar ao Egito (religiões) e continuarem escravas e sob o chicote de suas normas.
A única pessoa que tem poder e autoridade para excluir (expulsar) a ovelha em pecado que não o abandona é Deus, Ele só fará isso na vinda de Cristo quando será feita a separação entre bodes (ovelhas que não se arrependeu) e ovelhas (ovelhas que abandonaram o pecado). A igreja que está tendo esta atitude ela está sendo juiz e deus entre as ovelhas. E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. Mt. 25: 31 - 33.
As igrejas que estão praticando a exclusão e disciplina, elas estão sentando no trono de Deus querendo ser deus, estas igrejas com tal atitudes são a noiva do filho da perdição, estas igrejas insinuam que aceitam a Palavra de Deus e que leva suas ovelhas a verdadeira adoração, mas na verdade elas estão contra tudo que leva a verdadeira adoração por parte da membresia. Sentaram no trono de Deus e estão decidindo no lugar de Deus quem fica com o  nome no livro da vida e quem é riscado do livro da vida para ser destruído. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus. II Tes. 2: 3, 4.
Elas praticam tais obras porque nunca conheceram a Deus, este é o grande motivo que em vez de procurarem salvar a ovelha elas optaram por excluir (expulsar) ou disciplinar (isolar – calar a boca) da ovelha. Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. I Jo. 4: 7,8.

A IGREJA E A OVELHA PECADORA

1.               A igreja tem por obrigação perdoar e jamais disciplinar (isolar) ou excluir (expulsar) a ovelha do meio da membresia. A igreja não tem autoridade de Deus para ter tal atitude. - Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete. - Então o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo (igreja) malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste. Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti? Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas. Mt. 18: 22, 32 – 33, 35.
2.               Quando a igreja disciplina (isola) ou exclui (expulsa) é como se ela quisesse que a ovelha confessasse seus pecados a ela. Mesmo que a pessoa confesse (declare) ou não seus pecados a igreja, ela sente-se no direito de julgá-lo e aplicar uma pena que vai de uma simples disciplina (advertência – isolamento) a exclusão (expulsão). A única pessoa que devemos dar satisfação sobre nossos pecados é a Deus e jamais a estas instituições corruptas e cheias de hipocrisia. Quando a ovelha aceita de forma passiva esta atitude da igreja ela está reconhecendo que a igreja é superior a Deus, que ela é detentora da punição e salvação. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. I Jo. 1: 9.
3.               O dever da igreja é perdoar e consolar a ovelha e jamais puni-la por causa de algum pecado. Muitas ovelhas têm sido excluídas do seio da irmandade e ela desceu ao fundo do poço simplesmente porque a igreja sentou-se no trono de Deus para fazer o que compete somente a Deus que é julgar (disciplinar – excluir) a ovelha que pecou. Nem isto Deus não faz enquanto a porta da graça está aberta, quando a porta da graça for fechada é o momento que Ele fará a separação entre ovelhas (que odeia o pecado) e bodes (que ama o pecado). De maneira que pelo contrário deveis antes perdoar-lhe e consolá-lo, para que o tal não seja de modo algum devorado de demasiada tristeza. II Cor. 2: 7.
4.               O pecado (ofensa) que é contra Deus somente Ele tem poder de perdoar ou punir, o pecado (escândalo) contra a igreja o poder de perdoar pertence a ela, é dever dela perdoar e jamais punir. E, se pecar contra ti sete vezes no dia, e sete vezes no dia vier ter contigo, dizendo: Arrependo-me; perdoa-lhe. Luc. 17: 4.
5.               A igreja que puni no lugar de perdoar ela não está fazendo a obra de Deus, se ela não está fazendo a obra de Deus ela está fazendo a obra do Diabo. Quando a igreja a perdoa está demonstrando amor, quando a igreja castiga ela está demonstrando prepotência. Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas. Mat. 18: 35.
6.               A missão da igreja (pessoas) é anunciar o perdão de Deus e jamais punir a ovelha que pecou. E percorreu toda a terra ao redor do Jordão, pregando o batismo de arrependimento, para o perdão dos pecados. Luc. 3: 3.
7.               A missão da igreja de Deus é pregar (anunciar) as ovelhas do rebanho ou as de fora sobre a oportunidade de arrependimento e o perdão que Deus estende a todos, a missão das igrejas tem sido punir as ovelhas e proteger as que lhes dão lucros, isto está totalmente contrário a missão que lhe foi outorgada. E em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém. Luc. 24: 47.
8.               A igreja deve anunciar e pregar para as ovelhas o conhecimento da salvação na remissão dos pecados e jamais por meio da punição, esta missão só cumpre e vive a verdadeira igreja de Deus, as falsa preferem punir as ovelhas. Para dar ao seu povo conhecimento da salvação, na remissão dos seus pecados. Luc. 1: 77.
9.               Você quer participar da herança que Deus preparou para Sua igreja? Então abra seus olhos e não aceite as disciplinas ou exclusões impostas pelas igrejas porque são incompetentes para atribuir a si esta missão. A missão de repreender (punir, censurar, castigar) pertence unicamente a Deus, porque somente Ele ama de verdade e é justo. Os líderes religiosos são injustos e corruptos. Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te. Apc. 3: 19.
10.            Quais seriam estas chaves entregues a Pedro que tem o poder de abrir o reino dos céus? Sem sombras de dúvidas é a Palavra de Deus, ela é a chave que abre o reino de Deus. Como é feita esta ligação e desligamento na terra e no céu? Os líderes religiosos inculcam nas mentes das pessoas que esta é umas das missões da igreja: Ligar e desligar as pessoas do céu, abrir e fechar o reino de Deus por meio da inclusão ou exclusão da pessoa na igreja, pensando eles que ao desligar (excluir) uma pessoa do livro de registro da igreja automaticamente o nome da pessoa é riscado do livro da vida. A pessoa quando aceita a Cristo como seu salvador automaticamente esta pessoa é ligada no céu e na terra no corpo de Cristo, não devemos confundir com o ato de escrever o nome no livro da vida, quando esta pessoa se afasta de Cristo automaticamente ela é desligada do corpo de Cristo e jamais riscada seu nome do livro da vida o que caracteriza que a ovelha caiu, mas tem a oportunidade de levantar-se por intermédio do poder de Deus. A única pessoa que tem poder de escrever ou riscar o nome da pessoa no livro da vida é Cristo, isto desqualifica o pastor, padre ou qualquer líder religioso nestes princípios em consideração que é: Ligar, desligar ou escrever o nome no livro da vida. Não tem nenhuma ligação com registros nos livros da igreja. E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus. Mat. 16: 19. - E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro. Apc. 22: 19.
Uma dos motivos que faz ou fará com que Deus risque o nome da pessoa do livro da vida é a manipulação da Palavra de Deus com o intuito de justificar a não crença ao ensinamento como é revelado na Palavra. E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro. Apo. 22: 19. –
Os perdidos não são as pessoas que tiveram seus nomes riscados do livro de alguma igreja, e sim os que tiverem seus nomes riscados ou não escritos no livro da vida, isto demonstra que uma vez escrito existem motivos para o mesmo ser riscado. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo. Apc. 20: 15. - Sejam riscados do livro dos vivos, e não sejam inscritos com os justos. Sl. 69: 28.
O nome da pessoa salva não é escrito no livro da vida no decorrer da existência da pessoa, antes mesmo dela vir à existência seu nome é escrito no livro da vida. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia. Sl. 139: 16. - Porque os dons e a vocação de Deus são sem arrependimento. Rm. 11: 29.
Antes de ser lançado o fundamento de nosso mundo, ou seja, antes de ser colocada vida no nosso planeta, os perdidos já estavam com seus nomes escritos no livro da morte, ou seja, antes de vir à existência eles não participaram da legislação do livro da vida do Cordeiro de Deus. A besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à perdição; e os que habitam na terra (CUJOS NOMES NÃO ESTÃO ESCRITOS NO LIVRO DA VIDA, DESDE A FUNDAÇÃO DO MUNDO) se admirarão, vendo a besta que era e já não é, mas que virá. Apc. 17: 8.
A igreja levou uma mulher pecadora a presença de Cristo para ser julgada, só que na verdade a igreja apenas homologava a condenação, no julgamento as acusações e ao mesmo tempo ao réu é dado o direito de defesa e neste caso em específico não houve oportunidade de defesa. A mulher fora conduzida já condenada ao suposto julgamento, da mesma forma as religiões hodierna assim procedem com seus membros que cometem algum pecado, ela acha no direito de julgá-lo e condená-lo. A palavra do grande advogado e salvador colocou aquelas pessoas em maus lençóis, pensavam eles que Cristo ia apenas homologar a decisão de morte já tomada antes do julgamento, como Cristo pediu e exigiu que os acusadores e julgadores que não tivessem sem pecado jogasse a primeira pedra, todos saíram de cabeças baixas pois, eles mesmos eram tão culpados quanto aquela mulher. Da mesma forma pessoas cheias de pecados estão julgando e excluindo pessoas de seus rol de membros de forma sumária. Cristo não a condenou e nem a julgou, mas a amparou e a salvou o que a igreja não tem feito. E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela. Jo. 8: 7.
Ao mesmo tempo as mesmas igrejas ensinam que só Deus tem o poder de perdoar, mas estas igrejas tomam para si o poder de julgar e deixam apenas para Deus a parte do perdão, quando na verdade estas duas ações pertencem somente a Deus.

E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.
João 8:7
E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.
João 8:7
E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.
João 8:7
E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.
João 8:7
Antes da criação de nosso mundo os salvos foram eleitos, os que aceitam em verdade a Cristo como salvador são somente os eleitos, a pessoa não aceita e crer para serem eleita, elas são eleitos para aceitar e crer em Cristo. Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor; Ef. 1: 4.
A salvação não foi predestina como os que não creem na Palavra de Deus ensinam, a verdade é que as pessoas é que foram predestinados antes da fundação do mundo para serem salvos. E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade. Ef. 1: 5.
Um amigo perguntou como eu entendo a questão da predestinação, eu disse a ele: Não entendo, mas aceito e creio porque a Palavra de Deus assim ensina.
11.            A única religião pura (legítima, verdadeira, correta) e imaculada (inocente, pura, virgem), ou seja, a única religião verdadeira que existe não são estas igrejas com templos bonitos ou feios, a Palavra de Deus deixa bem claro que esta religião tem três características para ser identificada. 1) A religião verdadeira do Eterno Deus cuida das viúvas quer seja ou não aposentadas ou pensionistas, as religiões que por aí estão procuram as viúvas apenas para tirar vantagens financeiras delas. 2) Ela cuida das crianças órfãos e doentes de hanseníase que vivem em total abandono (órfãos) para lhes proporcionar ou melhorar suas condições de vida, observando o que algumas delas estão fazendo é apenas criar sub-orfanatos de qualquer jeito para gerar empregos. 3) Ela é incontaminada pelas doutrinas falsas, estas que por aí se estabeleceram ensinam um pouco de verdade e um pouco de mentira, em outras palavras são corruptas para Deus. Portanto elas não são a religião verdadeira de Deus.
12.            A verdadeira obra de Deus não é o que as igrejas estão fazendo ou incentivando seus membros a fazerem, a obra de Deus é: Crer em Cristo e em Seu Pai que o enviou. Se você aceitar as Palavras de Cristo e as de Sua Palavra você estará declarando que Ele é verdadeiro, se você aceitar o que os líderes religiosos ensinam estará declarando que Cristo e Sua Palavra são mentirosos. Qual a sua decisão? Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou. Jo. 6: 29.
Qual é e como são as atitudes da igreja que você frequenta? Elas perdoam ou executam as ovelhas?
Autor: Eurias R. Carneiro




segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

22 de Outubro de 1844?

22 de Outubro de 1844?

Por Sydney Cleveland
Os adventistas do sétimo dia concordam que, segundo as Escrituras, o Dia da Expiação é o décimo dia do sétimo mês judaico: "Isso vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês, aos dez dias do mês, afligireis as vossas almas, e nenhuma obra fareis, nem o natural nem o estrangeiro que peregrina entre vós. Porque naquele dia se fará expiação por vós, para purificar-vos: e sereis purificados de todos os vossos pecados perante o Messias".– Levítico 16:29-30.
Os adventistas do sétimo dia também concordam em que qualquer calendário judaico indicará que o sétimo mês judaico é o mês a que os judeus chamam de "Tishri". Para ajudar o leitor, os doze meses judaicos estão alistados abaixo, tendo o número de dias de cada mês e seu correspondente aproximado no calendário gregoriano:
  1. Nisã (30 dias) - março/abril
  2. Iyyar (29 dias) - abril/maio
  3. Sivã (30 dias) - maio/junho
  4. Tammuz (29 dias) - junho/julho
  5. Av (30 dias) - julho/agosto
  6. Elul (29 dias) - agosto/setembro
  7. Tishri (30 dias) - setembro/outubro
  8. Cheshvan (29 ou 30 dias) - outubro/novembro
  9. Kislev (29 ou 30 dias) - novembro/dezembro
  10. Tevet (20 dias) - fezembro/janeiro
  11. Sh'vat (30 dias) - janeiro/fevereiro
  12. Adar (29 dias) - fevereiro/março
Não há disputa entre os adventistas do sétimo dia, cristãos e judeus quanto a essa informação. Contudo, os adventistas do sétimo dia há muito têm ensinado que no ano de 1844, o Dia da Expiação (o 10o de Tirshri) ocorreu em 22 de outubro. Os adventistas do sétimo dia teimosamente sustentam a data 22 de outubro basicamente porque Ellen G. White declara ser correta.
O décimo dia do sétimo mês, o grande Dia da Expiação, o tempo da purificação do santuário, que no ano de 1844 caiu em 22 de outubro, era considerado como o tempo da vinda do Messias. Isto estava em harmonia com as provas já apresentadas de que os 2.300 dias terminariam no outono. . . . o fim dos 2.300 dias no outono de 1844 permanece sem impedimentos" – The Great Controversy[O Conflito dos Séculos], págs. 400, 457.
Esta alegação dos adventistas do sétimo dia está em contradição direta com a data judaica para o Dia da Expiação que em 1844 foi 23 de setembro. Isto é claramente comprovado por enciclopédias e almanaques judaicos do século XIX, modernos programas computadorizados de calendário e cálculos astronômicos feitos por numerosos observatórios.
Está simplesmente fora de questão, para os judaicos, que o Dia da Expiação em 1844 não foi em 23 de setembro. Assim, no que concerne aos judeus ortodoxos/rabínicos, os adventistas do sétimo dia estão equivocados em sua alegação de que o Dia da Expiação em 1844 caiu em 22 de outubro. Paracomprovarpor favor consulte no website o item "The 2300 dias and October 22, 1844 - Wrong Day, Month, Year and Event! [Os 2.300 dias e 22 de outubro de 1844—dia, mês, ano e evento errados!]" (que também inclui um link para um website judaico que tem um programa computadorizado de calendário).
Esta recente evidência era inesperada para os eruditos adventistas do sétimo dia e os está forçando a admitir que em 1844 os judeus rabínicos/ortodoxos de fato celebraram o Dia da Expiação (o 10o. de Tishri) em 23 de setembro. Em resultado disso, esses eruditos estão agora cientes de que sua data 22 de outubro está em sério descrédito, pois tinham ensinado que os judeus rabínicos/ortodoxos também celebravam o Dia da Expiação em 22 de outubro de 1844.

Discrepância de Um Mês—Como Explicar?

Os ASDs alegam que em 1844 uma seita judaica bem pequena, os "caraítas", usavam um calendário diferente e assim celebraram o Dia da Expiação (o 10o de Tishri) em 22 de outubro, um mês depois dos judeus rabínicos/ortodoxos que o faziam em 23 de setembro. Assim, o ensino ASD todo com respeito aos 2.300 dias de Daniel 8:14, o Juízo Investigativo, o Grande Desapontamento, e a entrada de Yaohushua no Santíssimo tem por fundamento somente as palavras de sua profetisa Ellen G. White em sua alegação de que os caraítas celebraram o Dia da Expiação em 22 de outubro de 1844. Se qualquer dessas asserções estiver incorreta, então o adventismo do sétimo estará em séria dificuldade teológica.

O Que os Adventistas Dizem Sobre os Caraítas

Quando os adventistas do sétimo dia são pressionados a apresentar evidência documentando que os caraítas de fato celebraram o Dia da Expiação (o 10o de Tishri) em 22 de outubro de 1844, não podem fazê-lo. Em vez disso, como prova, indicam informação no Seventh-day Adventist Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], e o livro de L. E. Froom Prophetic Faith of Our Fathers [A Fé Profética de Nossos Pais]. Estas "provas" são citadas abaixo:
SNOW, SAMUEL S. (1806-1870). Congregacionalista, depois cético, mais tarde ministro milerita; iniciador do "movimento do sétimo mês". Começando com um artigo escrito em 16 de fevereiro de 1843, ele realçou o décimo dia do sétimo mês judaico, Tishri, o dia judaico da expiação, como o verdadeiro fim da data profética dos 2.300 anos. Mais tarde ele estabeleceu o dia específico como 22 de outubro de 1844, que no nosso calendário equivaleria ao décimo dia do sétimo mês naquele ano, segundo o velho calendário judaico. . . .
Em comum com todos os adventistas, Snow ficou profundamente desapontado com a falha de o Noivo descer do céu em 22 de outubro. Por um breve período ele questionou se um erro havia sido feito na contagem profética do ano.
Contudo, logo começou a pregar estranhas doutrinas, e publicou um periódico, chamado Jubilee Standard, de março a agosto de 1843. Profundos conflitos se desenvolveram entre ele e os mileritas, e ele se envolveu em extremo fanatismo, e finalmente proclamou ser ele próprio Elias, o profeta. Logo separou-se do adventismo de todas as formas. –The Seventh-day Adventist Encyclopedia [Enclopédia Adventista do Sétimo Dia], vol. 10, p. 1357
Infelizmente, conquanto os adventistas do sétimo dia aleguem que havia um "velho calendário judaico caraíta", não conseguem apresentar nenhum! Faltando evidência empírica de que o 10o. dia de Tishri em 1844 foi 22 de outubro, os ASDs indicam aos pesquisadores a obra de L. E. Froom,Prophetic Faith of our Fathers, p. 792, onde Froom tenta justificar a data de 22 de outubro em "Evidência E" e ". . . F". Contudo, Froom não apresenta nenhum documento caraíta para demonstrar que eles tiveram uma data diferente dos judeus rabínicos para o Dia da Expiação em 1844.
Os adventistas admitem que S. S. Snow era um indivíduo indigno de confiança. Contudo, as bobagens de Snow vão além do simples engano. L. R. Conradi, um ex-adventista do sétimo dia, registra a reivindicação de S. S. Snow de revelação divina como fonte inicial para a data 22 de outubro de 1844:
De 22 de março até 22 de outubro de 1844, S. S. Snow, gradualmente obtendo uma poderosa influência sobre todos os adventistas,
  • alegou que o Pai lhe havia revelado que a data de 22 de outubro de 1844 era o dia definido da vinda de Cristo para transformar os justos e destruir os ímpios;
  • que o grande dia do livramento era o ano jubileu do Dia da Expiação. (O fato) de que esse ano jubileu ainda estava anos no futuro, e que o Dia da Expiação judaico caía em 23 de setembro, não o incomodavam.—The Foundation of the SDA Denomination [O Fundamento da Denominação ASD], L. R. Conradi (ex-ASD) p. 68, escrito em 1939.
Sendo que os adventistas do sétimo dia já tinham um profeta, é compreensível que olhariam com desfavor a alegação de S. S. Snow de revelação divina. Contudo, ao desacreditar Snow, são deixados somente com uma fonte de evidência corroborativa: "o velho calendário judaico caraíta".
Seria de pensar-se que com tanta coisa pendente sobre um "velho calendário judaico caraíta", os adventistas do sétimo dia o teriam reproduzido e distribuído como folhas de outono! Contudo, nem sequer um "velho calendário judaico caraíta" pode ser encontrado–sem dúvida porque não existe nenhum "velho calendário judaico caraíta". Uma vez mais descobriremos os adventistas do sétimo dia perpetuando mesmo suas doutrinas mais fundamentais sobre mitos.
Talvez fique tão desapontado quanto eu pela falta de evidência para a crença adventista de que o Dia da Expiação caraíta em 1844 deu-se em 22 de outubro. Contudo, não devemos passar por alto a influência de Ellen G. White nesta questão. Em vista de que a Sra. White apôs o seu selo de aprovação sobre a data 22 de outubro, os adventistas devem crer em 22 de outubro a despeito de uma montanha de evidência contrária!
Qual é a evidência? Considerem o que modernos judeus e caraítas têm a dizer:

O que os Judeus e os Caraítas Dizem Sobre 22 de Outubro de 1844

No outono de 1998 correspondi-me com modernos judeus rabínicos e caraítas com respeito ao "velho calendário judaico caraíta" e a possibilidade de que o Dia da Expiação tenha sido celebrado em 22 de outubro no ano de 1844. Gostaria de compartilhar com os leitores alguns de seus comentários:
Na realidade não há coisa tal como um calendário caraíta perpétuo, uma vez que a real celebração de festivais geralmente se determina por observação. Eles usam de fato calendários que os ajudam a determinar "quando" calcular.– Dr. Daniel Frank
Diferentemente do calendário rabínico, não existe calendário caraíta perpétuo.--Dr. Philip E. Miller, Bibliotecário, The Klau Library, Hebrew Union College-Jewish Institute of Religion [Instituto Judaico de Religião], Nova York, NY
No século 19 os caraítas geralmente estabeleciam os feriados com base em cálculos muito inexatos e primitivos, e não na real observação da Lua Nova. Ademais, nesse período diferentes comunidades caraítas seguiam diferentes sistemas de cálculo e podem ter variado por alguns dias em sua observância.—Nehemia Gordon, Jerusalém, Israel (www.geocities.com/Athens/Forum/3384/karaitekorner-main.html)
Se os adventistas (do sétimo dia) desejam reivindicar que todas as autoridades judaicas têm estado erradas, e somente a pequena seita dissidente dos caraim ("caraítas") tinha o Único Verdadeiro Calendário—bem, eu gostaria de ver um certificado com a assinatura do ETERNO nele!--Will Linden
Não creio que seja possível que o Yom Kippur (o Dia da Expiação) caísse tão tardiamente como em 22 de outubro no calendário de Hillel. Julgo que a data mais tardia em que poderia ter caído seria algum tempo em torno de 15 de outubro.—Tracey Rich
O Dia da Expiação nunca ocorreu tão tarde no ano quanto em 22 de outubro.—Prof. Prohofsky, Purdue University.
Um rápido exame em seu calendário (dos caraítas) confirma que está fora de sincronia com o calendário de Hillel que os judeus rabínicos (não caraítas) utilizam.— Tracey Rich
É importante que os modernos pesquisadores entendam que os caraítas eram uma seita judaica muito pequena e espalhada sem qualquer corpo governante central. Não havia um calendário caraíta universalmente aceito, e assim é possível que várias comunidades caraítas celebrassem seus festivais em diferentes dias, e estivessem "fora de sincronia" com os judeus rabínicos. Contudo, a diferença em 1844 teria sido de somente um ou dois dias, não um mês inteiro.
Por exemplo, considerem como os cálculos caraítas modernos das fases da lua em 1844 e os dias santos anuais em 1998/1999 diferem apenas ligeiramente daqueles admitidos pelos judeus rabínicos:
Fases da Lua Calculadas em 1844 pelos
CARAÍTAS*
JUDEUS RABÍNICOS**
Lua Nova 12 de setembro de 1844
14 de setembro de 1844
Lua Nova 28 agosto de 1844
28 de agosto de 1844
Dias Santificados/de Jejum Escolhidos em 1998/1999 Calculados Pelos
CARAÍTAS
JUDEUS RABÍNICOS
Rosh Hashanah 22 de setembro de 1998
21 de setembro de 1998
Yom Kippur 1de outubro de 1998
30 de setembro de 1998
Sukkot 6 de outubro de 1998
5 de outubro de 1998
Pesah 1de abril de 1999
1de abril de 1999
Desses cálculos pode-se certamente argumentar que os caraítas poderiam ter celebrado o Dia da Expiação no mesmo dia, ou ao menos dois dias antes ou depois, dos judeus rabínicos. Contudo, existe documentação de que os caraítas celebraram o seu Dia da Expiação no mesmo dia do judeus rabínicos: 23 de setembro!

Com a Palavra o Rabino Caraíta Yusuf Ibrahim Marzuk

Um dos primeiros céticos com respeito à crença adventista quanto ao Dia da Expiação ter caído em 22 de outubro de 1844 foi o ex-pesquisador adventista do sétimo dia, E.S. Ballenger.
Ballenger escreveu em seu periódico The Gathering Call, maio-junho de 1941:
22 de outubro de 1844 tem sido um tempo crucial para os ASDs uma vez que seus pioneiros fixaram sobre tal data a segunda vinda de Yaohushua; e ainda se apegam tenazmente a essa data a despeito de todos os fatos ao contrário. O Dia da Expiação caiu em 23 de setembro de 1844, em vez de 22 de outubro. Isso pode ser facilmente demonstrado consultando-se qualquer almanaque judaico da época, ou qualquer autoridade judaica ortodoxa. Eles celebraram o Dia da Expiação em 1844 no dia 23 de setembro.
Os defensores da idéia (ASDs) declaram que conquanto os judeus ortodoxos possam ter celebrado o Dia da Expiação em 23 de setembro, os judeus caraítas o observaram em 22 de outubro. Realizamos uma cuidadosa investigação, e descobrimos que esta é uma falsa alegação. O rabino-chefe dos caraítas do Cairo, Egito, Youseff Ibrahim Marzuk, em resposta a uma indagação quanto ao dia em que celebraram a expiação em 1844, escreveu:
"Quanto às datas da Páscoa e do Yom Kippur, são as seguintes: -- Segundo os judeus caraítas, no ano de 1843 o Yom Kippur caiu numa quarta-feira, dia 4 de outubro, e exatamente a mesma data segundo os rabínicos. No ano de 1844, caiu numa segunda-feira, 23 de setembro, tanto para os caraítas quanto para os rabínicos".
Quem era o Rabino Youseff Ibrahim Marzuk e por que sua resposta à consulta de Ballenger tinha autoridade sobre tal questão? No processo de responder a estas perguntas eu dediquei-me a uma pesquisa bastante ampla em websites caraítas e recebi as seguintes informações via e-mail:
Sou levado a crer que o relatório de Ballenger baseia-se em algum tipo de carta de Yusuf Ibrahim Marzuk. Isso parece-me provável porque houve uma tal pessoa ativa na comunidade caraíta do Cairo em 1941. Mourad el-Kodsi, em seu livro The Karaite Jews of Egypt refere-se a Yusuf Ibrahim Marzuk como chefe da Comunidade caraíta nesse período, conquanto el-Kodsi não faça menção à correspondência com Ballenger. Na pág. 221 el-Kodsi escreve:
"Yusuf Ibrahim Marzuk (1882-1952): membro do concílio religioso, então deputado da comunidade por muitos anos. Às vezes, especialmente nos anos da década de 30, ele era a única autoridade. . . ."
Na pág. 59 el-Kodsi declara que Yusuf Ibrahim Marzuk era "o dirigente executivo da comunidade" em 1940. Não pode haver dúvida que Yusuf Ibrahim Marzuk mencionado por el-Kodsi é a mesma personalidade referida por Ballenger."—Nehemia Gordon, Jerusalém, Israel.
Confirmação adicional da pesquisa de Nehemia Gordon ocorre com o Dr. Philip E. Miller, que escreve:
Marzuk era um homem muito instruído, e se disse que as datas coincidiam, então provavelmente isso se deu.— Dr. Philip E. Miller, Librarian, The Klau Library, Hebrew Union College-Jewish Institute of Religion, New York, NY

CONCLUSÃO

A alegação dos adventistas do sétimo dia de que os caraítas celebraram o Dia da Expiação um mês depois dos judeus rabínicos/ortodoxos é meramente um mito.
22 de outubro de 1844 é uma teoria não-bíblica, historicamente falida, sustentada simplesmente sobre uma falsa profetisa, Ellen White. Já passou do tempo para os dirigentes adventistas admitirem a verdade a respeito de 22 de outubro de 1844.
Contudo, em vista do modo como a liderança adventista tem tratado toda outra evidência que contradiz as crenças adventistas, este pesquisador não prenderá a respiração na expectativa de tal admissão!
NOTAS
* As fases lunares caraítas eram calculadas com base no Ahmed's Moon Calculator [calculador lunar de Ahmed] do Dr. Monzur, utilizado pelos caraítas:
(http://www.starlight.demon.co.uk)
As datas de festivais anuais e jejuns foram calculadas pelo Rabino Magdi Shamuel:
(http://www.geocities.com/SoHo/Atrium/4075/cal98-99.html).
** As datas rabínicas foram extraídas de The Jewish Holidays, A Guide & Commentary, por Michael Strassfeld, pág. 241, Harper & Row, (c) 1985



sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

ESPÍRITO SANTO É DEUS?


ESPÍRITO SANTO É DEUS?

VELHO TESTAMENTO

No estudo anterior foi analisado se o Espírito Santo é o próprio Cristo, se é o próprio Jeová, se é algo que sai de Jeová para Cristo e que sai de Cristo para seus seguidores. Neste será analizado a sua divindade, se realmente Ele é Deus ou um ser expecial entre todas as hostes de anjos, arcanjos, querubins e serafins.
Eu não devo crer em alguma coisa ou descrer porque uma pessoa falou conforme seu entendimento que está correto ou errado, não devo direcionar minha fé a determinado ponto porque Ellen White ou um teólogo afirma ser verdade, devo sim, direcionar minha fé e crença no que a Palavra do Eterno afirma ser verdade.
Uns dizem: O Espírito Santo é Deus.
Outros dizem: O Espírito Santo não é Deus.
Outros ainda acrescenta: O Espírito Santo é o Próprio Jeová.
Ellen White afirma: O Espírito Santo é o próprio Cristo.
Os Testemunhas de Jeová afirmam: O Espírito Santo é apenas um poder de Jeová.
O que diz a Palavra de Deus?

1.     O Espírito de Deus voava por sobre as águas que cobriam a Terra antes de ser adornada com vida, o Espírito de Deus e jamais o Espírito Deus é o que o texto afirma. Deus é um título divino, quem o possui de forma legal e legítima é o Deus verdadeiro e quem o possui de forma ilegal é um deus falso. ...e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. Gn. 1: 2.
2.      Ao Jeová afirmar que o Espírito Santo é dEle, é uma forma de posse e domínio, não quer dizer que O mesmo é dono dEle, e sim, que o Espírito é de procedência de Sua pessoa, ao mesmo tempo não está afirmando que Ele procede de Seu interior. Então disse o SENHOR: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem
Gênesis 6:3
.
3.     Jeová afirma a Moisés que o Espírito que estava sobre ele é o Espírito de Deus, nesta revelação não é afirmado que O mesmo é Deus, se fosse esta seria a intenção em vez de falar: Espírito de Deus, estaria assim: Eu o enchi com o Espírito Deus ou, como Deus Espírito. Disse então o SENHOR a Moisés: Eu escolhi... e o enchi do Espírito de Deus...  Êx. 31: 1,3.
4.     Jeová tirou do Espírito que está sobre Moisés e O colocou sobre outras pessoas, ao Jeová descer para falar com Moisés isto nos mostra que o Espírito não é o próprio Jeová, e sim, um Ser pessoal. E o SENHOR disse a Moisés: Eu descerei e falarei com você; e tirarei do Espírito que está sobre você e o porei sobre eles. Nm. 11: 16, 17.
5.     Enquanto Jeová falava com Moisés da nuvem, Ele tira do Espírito que está sobre Moisés e O distribui com outras pessoas. Nova amostragem que são pessoas distintas. O SENHOR desceu na nuvem e lhe falou, e tirou do Espírito que estava sobre Moisés... Nm. 11: 25. O Espírito também veio sobre eles, e profetizaram no acampamento. Nm. 11: 26.
6.     Ao Jeová colocar o “Seu” denota a posse como o é com todos os outros seres do universo bem como os que aceitaram a Cristo como salvador, não é uma posse no sentido humano de ser mandatário, e sim, seu Deus por livre escolha de quem o adora.  ...e que o SENHOR pusesse o seu Espírito sobre eles! Nm. 11: 29.
7.     O Espírito de Deus e jamais o Espírito Deus veio sobre as pessoas. e o Espírito de Deus veio sobre ele...  Nm. 24: 2.
8.     Este Espírito é também conhecido como o Espírito de Sabedoria. ...estava cheio do Espírito de sabedoria... Nm. 34: 9.
9.      Ele é também conhecido como o Espírito de Jeová e jamais como sendo Jeová ou Jeová sendo o Espírto Santo. O Espírito do SENHOR veio sobre ele...  Jz. 3: 10.
10.  O Espírito de Deus e não o Espírito Deus. O Espírito de Deus se apossou dele... I Sm. 10: 10.
11.  Sendo que o Espírito vem é porque Ele tem autonomia de movimentar-se, isto o caracteriza como um ser, em palavras humanas Ele é uma pessoa. Então o Espírito veio... I Cr. 12: 18.
12.  O Espírito veio como um donativo, ou seja, concedido por uma outra pessoa. Deste o teu bom Espírito para instruí-los.  Ne. 9: 20.
13.  Esta expressão: “Por teu o que significa posse, no sentido de ser superior não é direcionado a Jeová e a Cristo antes de Sua existência antes de Maria, sendo que o termo é usado com referência ao Espírito isto nos mostra que O mesmo não tem autonomia e muito menos até aqui não foi feito nenhuma ligação com a Divindade mostrando ser Ele Deus. Por teu Espírito, por meio dos profetas, os advertiste. Ne. 9: 20.
14.  Este Espírito que é conhecido como sendo o Santo, Ele foi participativo na elaboração e criação do ser humano e para dá vida ao corpo de barro Deus soprou a sentelha de vida que nos mantém vivos. O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida. Jó 33: 4.
15.  Alem da pessoa ser expulsa da presença de Deus, o Espírito Santo sob a tutela de Deus pode-lhe ser negado a permanecer no coração do ser humano. Não me expulses da tua presença, nem tires de mim o teu Santo Espírito. Sl. 51: 11.
16.  Uma das personalidade do Espírito Santo é ser onipresente o que os outros seres do universo não possui. Para onde poderia eu escapar do teu Espírito? Sl. 139: 7.
17.  O verdadeiro Deus é quem nos capacita a fazer Sua vontade, nenhum ser humano tem em si capacidade de viver segundo o querer do Eterno, para estas pessoas, Ele, o bondoso Espírido veicula a pessoa no caminho santo, o mesmo texto mostra que o Espírito é privilégio exclusivo do Eterno. Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; que o teu bondoso Espírito me conduza por terreno plano.  Sl. 143: 10.
18.  O Espírito de Jeová, o Espírito que dá sabedoria, entendimento, conselho, poder, conhecimento e o temor a Jeová, Ele é um ser que cumpre os desígneos de Deus. O Espírito do SENHOR repousará sobre ele, o Espírito que dá sabedoria e entendimento, o Espírito que traz conselho e poder, o Espírito que dá conhecimento e temor do SENHOR. Is. 11: 2.
19.  No livro de Jeová está escrito que a boca dEle deu ordem para o Espírito Santo. Quem recebe ordem é quem está abaixo do ordenador. Procurem no livro do SENHOR e leiam: Nenhum desses animais estará faltando; nenhum estará sem o seu par. Pois foi a sua boca que deu a ordem, e o seu Espírito os ajuntará.  Is. 34: 16.
20.  O Espírito Santo não tem limites para agir apesar que os outros seres do universo tem limites para ação. Quem definiu limites para o Espírito do SENHOR... Is. 40: 13.
21.  Quando Deus usa o termo “o meu” Ele está mostrando que o Espírito Santo pertence a Ele enquanto Deus não pertece a nenhum ser. Porei nele o meu Espírito... Is. 42: 1. - Assim diz o SENHOR... derramarei meu Espírito sobre sua prole... Is. 44: 2, 3.
22.  Quem é soberano envia a pessoa cheia de Seu Espírito Santo, ou seja, o Espírito Santo está com a pessoa somente com a autorização do Eterno.  E agora o Soberano, o SENHOR, me enviou, com seu Espírito. Is. 48: 16. - O Espírito do Soberano, o SENHOR...  Is. 61: 1.
23.  O Espírito Santo fica triste, ou seja, Ele tem sentimentos a semelhança de Jeová, Jesus Cristo e outros seres, isto mostra que Ele é um ser e não o próprio Jeová ou Cristo. Apesar disso, eles se revoltaram e entristeceram o seu Espírito Santo.  Is. 63: 10.
24.  Ele tem poder para conduzir. Para onde quer que fosse o Espírito eles iam... Ez. 1: 12.
25.  Ele tem capacidade de está dentro de qualquer ser, não é a semelhança de algum anjo mau, os malignos são possessíveis e o Espírito é companheiro. Quando os seres viventes se moviam, elas também se moviam; quando eles ficavam imóveis, elas também ficavam; e quando os seres viventes se elevavam do chão, as rodas também se elevavam com eles, porque o mesmo Espírito deles estava nelas. Ez. 1: 21.
26.  “Meu - Seu” mostra que o Espírito pertence a Jeová e é controlado por Ele. Porei o meu Espírito em vocês... Ez. 36: 27. - A mão do SENHOR estava sobre mim, e por seu Espírito ele me levou a um vale cheio de ossos.  Ez. 37: 1. - Porei o meu Espírito em vocês e vocês viverão... Ez. 37: 14. - E, depois disso, derramarei do meu Espírito sobre todos os povos.  Jl. 2: 28.
27.  Jeová pertence a Si mesmo, Cristo antes de nascer de Maria pertencia a Si mesmo, mas, o Espírito pertence a Jeová. Mas, quanto a mim, graças ao poder do Espírito do SENHOR...  Mq. 3: 8. - ...mas pelo meu Espírito', diz o SENHOR dos Exércitos.  Zc. 4: 6. - ...as palavras que o SENHOR dos Exércitos tinha falado, pelo seu Espírito... Zc. 7: 12.
Continua no Novo Testamento.
Autor: Eurias R. Carneiro.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Swill Segredo de Ellen White


Swill Segredo de Ellen White

Elaine Bowerman & D. Anderson

Teor de álcool de vinagre em 1800

Primeiro, vamos estabelecer como vinagre foi feito em meados de
1800. Observe as seguintes receitas de vinagre caseiro tirado de chegar Miss
Leslie para cozinha , publicado em 1851:
O vinagre de cidra

Tome seis litros de farinha de centeio e mexa
e misture bem em um barril de cidra forte do
melhor tipo, e em seguida, adicione um litro
de uísque. Cubra o barril, (deixando a rolha
frouxamente nele), colocá-lo em parte do seu quintal
que é mais exposta ao ar, e no curso de quatro
semanas (se o clima é quente e seco), você terá
ajuste bom vinagre para uso.

Vinagre branco

Coloque em um barril de uma mistura composta de
cinco litros de água, dois litros de uísque, e um
litro de fermento forte, mexendo em dois quilos
de pó de carvão. Coloque-o onde ele vai fermentar
corretamente , deixando o tampão solto até
a fermentação é mais ...

Como você pode ver estas receitas, vinagre em meados de 1800 foi feita com
ingredientes como a "cidra" e "uísque". O processo de fabricação de vinagre
de álcool para altera o ácido acético. Contudo, nem todo o álcool é convertido
em ácido acético. Uma certa quantidade permanece, e que a quantidade
varia de acordo com vários fatores, incluindo quanto tempo a mistura foi
deixada a fermentar. Vinagre comprado na prateleira de um supermercado
hoje contém aproximadamente 0,5% de álcool, que é muito pequena. É
impossível determinar exatamente a quantidade de álcool estava presente
no vinagre usado pela Sra. White porque ela foi provavelmente a utilizar o
vinagre caseiro. Desde que não sabemos todas as condições que entraram
na confecção do vinagre, é difícil dizer com precisão a quantidade de álcool
estava nele. Temos de olhar para outras pistas quanto ao seu conteúdo de
álcool.

Outros proíbe ao uso de álcool carregado de vinagre

A Sra. White, seguindo o exemplo do Dr. Kellogg, que denunciou o vinagre
como um veneno, condenou o seu uso. Aqui está o que ela escreveu em 1887:

"As saladas são preparadas com óleo e vinagre , a fermentação ocorre no
estômago, ea comida não digere, mas decai ou apodrece. Como consequência,
o sangue não é nutrido, mas fica cheio de impurezas, e de fígado e rim
dificuldade aparecer perturbações. cardíaca, inflamação, e muitos males são o
resultado desse tipo de tratamento, e não são apenas os corpos afetados, mas a
moral, a vida religiosa, são afetados . " 1

É verdade que uma quantidade significativa de vinagre pode retardar a
digestão de alguma forma. No entanto, esta afirmação soa um pouco estranho
para nós hoje, porque hoje as pessoas não parecem sofrer os problemas
mencionados na citação acima. Nós não costumam pensar de vinagre que
afeta o fígado ou "a moral, a vida religiosa." Talvez a razão por que não
encontrar esses problemas hoje é que o vinagre que compra na loja hoje tem
um teor alcoólico mais baixo hoje do que os vinagres caseiros de meados dos
anos 1800.

É evidente que a Sra. White estava falando de um vinagre muito mais forte
e mais potente do que o vinagre vendidos em mercearias hoje. Por exemplo,
não há evidências de que o vinagre usado hoje tem qualquer impacto sobre o
fígado ou que afeta "a moral, a vida religiosa." No entanto, sabemos de um
fato que o álcool pode afetar fígado e "a moral, a vida religiosa." Portanto, a
única conclusão possível é que a Sra. White estava advertindo contra vinagres
com um teor alcoólico mais elevado do que costuma encontrar no mercado
hoje.

No Desejado de Todas as Nações , ela retrata Jesus como recusar vinagre por
causa do efeito que isso pode ter em sua mente:

"Em outra profecia declarou o Salvador," A acusação lhe quebrou meu
coração, e eu estou cheio de peso: e eu olhei para alguns a ter pena, mas não
houve nenhum; e por consoladores, mas não encontrei nenhum. Deram-me
fel por mantimento,... E na minha sede me deram a beber vinagre "Sl 69:20,
21 Para aqueles que sofreram a morte pela cruz, ele foi autorizado a dar uma
poção entorpecente, para amortecer a . sensação de dor Este foi oferecido a
Jesus, mas quando Ele o provou, ele recusou Ele receberia nada que poderia
obscurecer sua mente Sua fé deve manter retende a Deus Esta era a sua força
apenas para obscurecer Seus sentidos.... Satanás daria uma vantagem. " 2

Se vinagre seria "obscurecer" os sentidos e "dar a Satanás uma vantagem"
sobre o Filho de Deus, que efeito teria sobre a profetisa de Deus?

Ellen White viciado no álcool em vinagre?

Em 1911, a Sra. White escreveu uma carta na qual ela fez uma revelação
surpreendente sobre seu vício em vinagre:

"Eu tinha alimentado o desejo de vinagre Mas eu resolvido com a ajuda de
Deus para superar este apetite Eu lutei contra a tentação, determinado a não
ser dominado por este hábito... Durante semanas eu estava muito doente,
mas eu continuava dizendo mais e mais O Senhor sabe de tudo Se eu

morrer, eu morro,., mas não vou ceder a este desejo A luta continuou,
e eu estava atormentada por muitas semanas todos pensavam que era
impossível para mim viver... Você pode ter certeza de que buscou o Senhor
com muita sinceridade. Os mais ferventes orações foram oferecidas para a
minha recuperação. Continuei a resistir ao desejo de vinagre, e, finalmente,
eu conquistei. Agora eu não tenho nenhuma inclinação para provar qualquer
coisa do tipo. Esta experiência tem sido de grande valor para mim de muitas
maneiras. obtive uma vitória completa. " 3

Esta declaração parece inacreditável hoje. Quem poderia ficar doente e quase
morrer, só de parar o uso de vinagre? Deixe-me parar por aqui e dar-lhe um
testemunho pessoal. Quando eu era SDA rígido, cheguei ao ponto em minha
vida em que eu decidi dar-se o uso de vinagre, que estava de acordo com o
meu entendimento do conselho de Ellen White. Então, eu me livrei dos picles,
maionese, ketchup, e começou a usar o suco de limão em vez de vinagre em
curativos minha salada. Então, o que aconteceu comigo? Nada. Nenhuma
luta de vida ou morte. Nenhum semana de doença. Nada! Meu corpo nem
percebeu! E, sendo uma grande salada e comedor de sanduíche, eu usei
esses produtos praticamente todos os dias! (Ah, a propósito, minha saúde
se não melhorar quando eu parei de usar vinagre!)

Então, o que causou essa vida-ou-morte "luta" que resultou na Sra.
White de estar doente durante semanas? Vinagre si (ácido acético) não
é viciante. Então, o que poderia ser? Este tipo de luta acontece todos os
dias com pessoas viciadas em álcool . O álcool é fortemente viciante. Ela,
aparentemente, tinha um vício ao álcool no vinagre, ea luta com risco de
vida que ela sofreu em quebrar o hábito parece indicar um vício que pode
ter durado por muitos anos. Os sintomas que ela descreveu, a doença, a
luta, a retirada sintomas, são muito semelhantes aos sintomas alcoólatras
crônicos sofrem quando parar de beber!

Em 1887, a Sra. White condenou o vinagre como "afetando a moral, a vida
religiosa . " No entanto, em 1911, o profeta da Igreja Adventista
do Sétimo Dia admitiu ter um vício de vinagre, que ela mesma
proclamou afetado "a moral, a vida religiosa ".

Com base nessa revelação, SDA devem perguntar-se duas perguntas:

1. Quantas cartas e testemunhos foram escritos enquanto a Sra. White
estava "sob a influência" de vinagre?

2. Poderia o teor de álcool de seu vinagre de ter efetuado seu juízo e
discernimento?

Foi a Sra. White simplesmente exagerando?

Há uma outra possibilidade para explicar esse vício vinagre. É possível que
a Sra. White foi descontroladamente exagerar sua doença e lutas. Se isso for

verdade, então talvez ela não estava viciado no teor alcoólico do vinagre. Se
isso é verdade, talvez ela vinagre tinha apenas um pouquinho de álcool. O
único problema com essa explicação é que se admite que a Sra. White estava
propenso a exageros selvagens e bruta. A questão é imediatamente levantada,
que mais ela exagerar? A idéia de um profeta que distorce a realidade, a fim
de ganhar a simpatia dos outros é muito desagradável.

Vinagre é realmente tão prejudicial?

Vinagre é mencionada na Bíblia - no Livro de Rute e em Provérbios. Ele
também é chamado especificamente para na confecção de haroseth em
Pesachim, uma seção do Talmud. Hipócrates prescrito o consumo de vinagre
para seus pacientes na Grécia antiga. Colombo tinha barris de vinagre em
seus navios para a prevenção do escorbuto. Na verdade, vinagre de maçã tem
sido usado por milhares de anos, como a saúde e um agente de limpeza. É
antibacteriano e anti-fúngicos e dá ao sistema imunológico de um bom
impulso. Como um balanceador de alta de potássio eletrólito, que remineraliza
o corpo e ajuda a normalizar o equilíbrio do sangue ácido alcalino. O vinagre
de maçã é provar mais benéfico para pessoas ou animais com artrite, pois
quebra depósitos de cálcio nas articulações enquanto remineralizante os
ossos. Aqui estão apenas alguns dos seus outros benefícios: 4

Reduz o colesterol (o colesterol do tipo LDL perigoso)

Regula o teor de água das células e do corpo

Reduz a retenção de água no organismo

Remove o excesso de sódio a partir do corpo

Ajuda a regular a pressão arterial

Auxilia na prevenção de problemas circulatórios

Contribui com a diminuição prematura calcificação das artérias

Ajuda a aumentar a concentração ea memória

Auxilia na circulação sanguínea

Como muitos de sua saúde outros conselhos, ele aparece a Sra. White pode
não ter tido todos os fatos sobre os benefícios de saúde de vinagre.

NOTAS

Texto original
CIDER VINEGAR

Sugira uma tradução melhor

1. Ellen White, Carta 9, 1887, Manuscript Releases vol. 2, pp 143-144.

2. Ellen White, O Desejado de Todas as Nações , p. 746.

3. Ellen White, Carta 70, 1911, reproduzido em Conselhos Sobre o Regime Alimentar , p. 485.

4. Informação fornecida por © 1999 e 2000 Conceitos Sallamander, gosto pela vida e
www.anyvitamins.com.