quarta-feira, 24 de abril de 2013

CRISTO E OS REFORMISTAS


CRISTO E OS REFORMISTAS

MOMENTO DE ADORAÇÃO DA CRUZ
IASD MR PARAUAPEPAS

Cristo deixou o exemplo para a igreja que tivesse a pretensão de ser a noiva dele fizesse exatamente como Ele agiu e viveu, a igreja que tem atitudes contrárias às ações dele não tem nenhuma ligação direta ou indireta com o Salvador.  Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Jo. 13: 15.
As igrejas falsas e verdadeiras têm como ser identificada, a igreja verdadeira não produz frutos ruins, apenas frutos bons. A igreja falsa não produz frutos bons, somente frutos ruins. Na igreja verdadeira é impossível haver frutos que não presta e na falsa é impossível haver frutos que presta. Dentro da falsa há pessoas que são frutos bons, mas não ficarão dentro dela, antes da volta de Cristo ela sairá para está com os verdadeiros adoradores, não confundir com nome institucional.  Porque cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto; pois não se colhem figos dos espinheiros, nem se vindimam uvas dos abrolhos. Lc. 6: 44. - Ou fazei a árvore boa, e o seu fruto bom, ou fazei a árvore má, e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore. Mt. 12: 33.
A igreja verdadeira, ou seja, a comunidade composta pelos verdadeiros adoradores ao observar que uma ovelha está em pecado, isto é, está ferida, a igreja não exclui (expulsa) e não disciplina (isola), a igreja procura resgatar, curar a ferida da ovelha, se a ovelha torna-se rebelde e não quer ser resgatada, a função da igreja é considerar a ovelha como gentílica ou publicana, sendo assim a igreja de Deus não exclui e nem disciplina, ela faz com a ovelha o que faz com a que nunca fez parte do rebanho, trabalha para salvar. Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão; Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano.  Mt. 18: 15 - 17.
Se a igreja está produzindo frutos ruins, é bom lembrar-se do que a Palavra de Deus diz: Da mesma fonte não tem como jorrar água doce e amarga, ou jorra água doce ou jorra água amarga, ou seja, é impossível a igreja verdadeira produzir frutos bons e frutos ruins ao mesmo tempo. Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa? Tg. 3: 11.
Para ilustrar bem a relação entre Cristo e os Adventistas do Sétimo dia Movimento de Reforma, vou deixar alguns exemplos para que você possa honestamente conhecer os frutos produzidos por esta denominação em massa de mentes desavisadas.
I.                    Eu tinha um amigo que já faleceu, quando nos conhecemos eu ainda era criança. Na época ele era apenas obreiro assalariado e com o passar do tempo ele foi ordenado ao ministério como Pastor, função que ele desempenhou por vários anos de forma honesta e íntegra. Anos mais tarde ele cometeu um erro grave e ele perdeu as credenciais de pastor e ao mesmo tempo foi excluído (expulso) com membro da referida igreja. Em vez desta igreja trabalhar pela inclusão e salvação desta ovelha que segundo a igreja havia cometido um dos piores pecados, a ação da igreja foram: 1) Exclui-lo do ministério, até aqui é justificável a ação da igreja. 2) Excluir da irmandade, esta ação é anti-bíblica e constitui em produção de fruto que não presta. 3) Um pastor, nesta cidade de Imperatriz – Ma., subiu no púlpito, contou a história sobre o ex-pastor e terminou dizendo: Irmãos, não é nem para orar por este individuo. A atitude deste pastor com a conivência da igreja é simplesmente diabólico, isto é produzir frutos que não presta. A igreja verdadeira de Deus que é composta pelos verdadeiros adoradores jamais, em hipótese alguma teria esta atitude diabólica.
II.                    Tenho dois amigos que faziam parte da IASDMR. Um dia foi descoberto que a mulher deste meu amigo estava sendo amante do obreiro, a ação da igreja foi esta: 1) Excluíram (expulsaram) minha amiga da igreja. 2) O obreiro apenas mudaram de campo, ou seja, a mulher foi expulsa da igreja por ter cometido um grave pecado e o obreiro que praticou o mesmo pecado com ela foi apenas transferido de um campo missionário para outro. Esta atitude nos leva ao tempo de Cristo, vários homens adulteraram com uma mulher e depois os mesmos a levaram para Cristo condená-la a morte. A igreja de Cristo que é composta por verdadeiros adoradores jamais, em hipótese alguma usaria dois pesos e duas medidas. Isto é produção de frutos que não presta. A igreja verdadeira de Deus que é composta pelos verdadeiros adoradores jamais, em hipótese alguma teria esta atitude diabólica.
III.                    Tenho um amigo que fazia parte desta igreja e um dia foi descoberto que ele havia cometido um pecado que sob o olhar da igreja é gravíssimo. Reuniram a comissão (os juízes) e depois de muita discursão o pastor tomou a palavra e disse: Irmãos, o fulano é uma pessoa que da muito dízimo na igreja, portanto ele não será excluído do rol de membros. Fica subentendido se o cara fosse um zero a esquerda que não desse lucro para a igreja ele teria sido expulso do rol de membros. A igreja verdadeira de Deus que é composta pelos verdadeiros adoradores jamais, em hipótese alguma teria esta atitude diabólica.
IV.                    Conheci duas pessoas que estavam noivos e eles moravam distantes um do outro. No dia do casamento foi uma mega festa e vieram reformistas de várias cidades para prestigiarem o evento. No dia do casamento foi descoberto que o noivo tinha adulterado com a sobrinha de um membro da igreja. Foi reunida a comissão (juízes) e depois de muita discursão o pastor conhecido meu tomou a palavra e disse: Irmãos, a noiva veio de longe para casar e não podemos decepciona-la, quem tocar neste assunto a partir de hoje é que será disciplinado. A igreja simplesmente aceitou o adultério como coisa normal, caso fosse na igreja ASD, até hoje eles estariam condenando a mesma, mas como foi na IASDMR pode acontecer sem nenhum problema. A igreja verdadeira de Deus que é composta pelos verdadeiros adoradores jamais, em hipótese alguma teria esta atitude diabólica.
V.                    Certo dia meu pai estava viajando e nós fomos com minha mãe para a igreja no sábado pela manhã. Uma irmã havia perdido uma pequena bolsa no pátio da igreja e minha irmã achou e ficou brincando com a referida bolsa. Na ora do culto, o obreiro no púlpito da igreja disse: Irmãos, tenham cuidado com a filha do irmão “X”, porque ela roubou a bolsa da irmã “Y”. Na verdade minha irmã não roubou nada. Meu pai chega ao domingo meio dia e minha mãe conta a ele o que havia ocorrido, ele nem almoçou e foi direto a casa pastoral da IASDMR de Imperatriz – Ma., para falar com o obreiro. O meu pai ao confrontar o obreiro afirmou: Irmão “X”, ela tem pai, se ela fez algo de errado o teu papel como pastor era me comunicar que eu teria tomado providências e não fazer eu passar uma vergonha dessa. E a partir de hoje este pés nunca mais cruzará o batente de tua igreja. Como meu pai era um homem de palavra ele nunca mais pisou na igreja da reforma, morreu sendo membro da IASD. Para os reformistas ele está perdido por não ter morrido sendo reformista. Se eu afirmar que não recebemos visitas dos reformistas para voltarmos para a igreja estarei mentindo, lembro bem da última visita que recebemos de dois colportores reformistas e como meus pais se negaram a voltar para a igreja, os reformistas saíram de costas de dentro de nossa casa e quando chegaram na porta apontaram e dedo e disseram: Vocês são uns insetos. A igreja verdadeira de Deus que é composta pelos verdadeiros adoradores jamais, em hipótese alguma teria esta atitude diabólica.
Tudo o que relatei são fatos verídicos, verdadeiros, eu e Deus somos testemunhas oculares.
Citei alguns exemplos para os que são honestos espiritualmente fiquem em alertas porque estão se alimentando de frutos podres.
Esta igreja não é produtora de frutos bons e não é amiga de Cristo, sendo assim, ela é uma falsa igreja que segue uma falsa profetisa adoradora do pênis do deus Rá.
Autor: Eurias R. Carneiro.

domingo, 21 de abril de 2013

JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ DE FORMA SIMPLIFICADA


JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ
DE FORMA SIMPLIFICADA

No livro “MINEAPOLIS 1888” a IASDMR acusa que a IASD rejeitou de forma oficial a “JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ”, mas se observarmos com o olhar da honestidade a primeira que faz o papel de acusadora nunca aceitou de forma pessoal bem como de forma coletiva a Justificação pela Fé. Por outro ângulo a segunda e de forma geral as outras religiões pregam sobre esta verdade bíblica, mas nunca a aceitaram. Isto não quer dizer que pessoalmente não existam pessoas que creem de forma perfeita na: JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ.
O que é e em que consiste ser justificado pela fé? Qual é a fé? Se for a pessoal cada um recebe uma justificação diferenciada. Em verdade a justificação pela fé é uma, embora seja usada na forma pessoal e coletiva. Por meio de nossa fé pessoal seriam variedades de justificações o que desqualificaria a unicidade, ou seja, não seria justificação pela fé, e sim, justificações pela fé. Quando na verdade os textos mostram unicidade e jamais pluralidade.
1.              Alcançamos a justificação pela fé e jamais por outro meio, esta justificação tem por objetivo fazer a paz entre nós e Deus, não poderá ser entre Deus e nós porque Ele jamais se tornou em nosso inimigo, mas nós é que nos tornamos inimigos dEle. Para que possamos está em paz com Deus precisamos ser justificados (isentos) do pecado por intermédio de Cristo. Assim, justificados pela fé, estamos em paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. Rm. 5: 1.
2.              A justificação nos torna justos pelo sangue de Cristo, desta forma a pessoa é salva da ira por meio dEle. Assim, tornados justos pelo sangue de Cristo, com maior razão seremos salvos da ira por meio dele. Rm. 5: 8.
3.              A pessoa que crer em Cristo é justificada de todas as coisas na qual a lei de Moisés não conseguiu justificá-los. A lei de Moisés não são os sacrifícios como muitos estão a ensinar, o Tetrateuco (lei de Moisés) são os quatros primeiros livros da Bíblia onde está incluso os dez mandamentos o que consiste na LEI DE MOISÉS. Os sacrifícios foram estabelecidos milhares antes da existência de Moisés. E, por meio dele, todo aquele que acredita é justificado de todas as coisas de que vocês não puderam ser justificados pela Lei de Moisés. At. 13: 39.

QUAL É E EM QUE CONSISTE ESTA FÉ QUE É USADA PARA JUSTIFICAR A PESSOA DIANTE DEUS?

4.              A fé verdadeira que o Cristão tem não é a que temos dedicado a Deus, a verdadeira fé dos santos é a que nos é concedida assim que aceitamos a Cristo como nosso salvador. A fé que temos é uma fé falha, interesseira e desfigurada pelo pegado. ...a fim de encorajá-los a lutar pela fé que foi transmitida aos fiéis uma vez por todas. Jd. 3.
5.              Esta fé que é usada para nos justificar não é a nossa fé, e sim, a fé de Cristo que é implantada na vida do cristão, os que querem ser justificada pela fé pessoal jamais alcançarão esta qualificação para está na eternidade com Deus. Aqui está à paciência dos santos, aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Ap. 14: 12.
6.              Não são todos que professam o nome de Cristo que são justificados, não é decisão de Cristo e sim, do individuo que quer ser justificado por intermédio de sua própria fé. A pessoa é lavada pelo sangue de Cristo, são santificados por Cristo e justificados no nome de Cristo e no nome do Espírito Santo, a fé de Cristo nos é implantada por intermédio do Espírito Eterno. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus. I Co. 6: 11.
Lembram que no inicio falei de duas instituições que não creem na justificação pela fé acrescida de outras? Converse com teu pastor e tire suas conclusões.
7.              Em algumas igrejas quando é pregado que a justificação é somente pela fé, a mesma termina na obediência a lei. Quem guarda a lei para ser justificado jamais será justificado; quem busca a justificação para guardar a lei jamais será justificado. A verdadeira justificação é pela fé em Cristo, fé esta a de Cristo nos implantada. Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada. Gl. 6 : 16.
8.              Somente os que se identificam a si mesmos como pecadores é que alcança a justificação, mesmo assim Cristo não é ministro do pecado, e sim da graça eterna. Pois, se nós, que procuramos ser justificados em Cristo, nós mesmos também somos achados pecadores, é porventura Cristo ministro do pecado? De maneira nenhuma. Gl. 6: 17.
9.              Todos foram declarados pecadores para que por meio da fé em Cristo a promessa fosse concedida aos que creem. Crer é viver segundo a semelhança de Cristo. Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. Gálatas 3: 22.
10.            Antes que recebêssemos a fé de Jesus, nós estávamos submissos e presos debaixo da lei aguardando a fé que havia de se manifestar e nos justificar. Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. Gl. 3: 23.
11.           A lei que nos mantinha submissos e servia de prisão ao mesmo tempo serviu de indicativo para partirmos em direção a Cristo afim de alcançarmos a justificação.  De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Gl. 3: 24.
12.           Ao encontrarmos a Cristo não estamos mais submissos e escravizados pela lei, ou seja, não estamos mais sobre seu domínio e não mais precisamos dela. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio.
Gl. 3: 25.
13.           Agora somos filhos de Deus pela fé em Cristo e jamais por obediência a lei ou qualquer parte dela. Os que querem serem filhos de Deus por obediência à lei não passam de filhos bastardos. Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. Gl. 3: 26.
14.           Existem muitas pessoas (igrejas) que pregam que se não guardar a lei não tem como ser salvo, estas pessoas estão separadas de Cristo, ou seja, são filhos bastardos que buscam serem justificados por intermédio da lei, esta pessoas jamais alcançaram a graça de Cristo. Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído. Gl. 5: 4.
15.           Não por meio de nossa fé ou obediência a lei somos justificados, pela fé que o Espírito nos implanta. Porque nós pelo Espírito da fé aguardamos a esperança da justiça. Gálatas 5: 5.
16.           Os que buscam e alcançam a justificação pela fé de Cristo não devem perder tempo com estudos, discursões e debates sobre a lei porque isto é perca de tempo, inútil, fantasia e loucura que afasta a pessoa da verdadeira justificação. Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas, e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs. Tt. 3: 9.
17.            Nós somos justificados não é por meio da obediência a lei ou qualquer parte dela, somos justificados por meio da obediência de Cristo. Quando inserimos nossa obediência a lei já não é mais por meio da fé e sim das obras. Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos. R. 5: 19.
18.           Os que alcançaram a justificação não tem mais prazer no pecado. Vigiai justamente e não pequeis; porque alguns ainda não têm o conhecimento de Deus; digo-o para vergonha vossa. I Co. 15: 34.
19.           A lei é boa se a pessoa a usa de forma adequada, ou seja, ela está fora da justificação e da salvação. A função da lei é apenas mostrar o pecado e acusar o pecador. Sabemos que a lei é boa, se alguém a usa de maneira adequada. I Tm. 1: 8.
20.           A lei não foi feita para os que foram justificados porque não amam o pecado. A lei foi feita para quem é: injusto (parcial, partidário, desonesto e errado), obstinados (teimoso, embirrado e aferrados), ímpios (herege, incrédulos e nefandos), pecadores (amantes dos prazeres), profanos (quem não respeita a Deus), irreligiosos (seguidores de falsa religiões, quem não aceita a verdadeira religião), parricidas (ato de uma pessoa matar seu próprio pai. Tomar os bens dos pais por meio da justiça ou de apropriação desonesta), matricidas (ato de uma pessoa matar sua próprio mãe. Tomar os bens dos pais por meio da justiça ou de apropriação desonesta) e homicidas (assassinos, matadores mesmo que seja com palavras). Quem foi justificado não está incluso nesta seleção de pecadores rebeldes, portanto não temos nenhuma ligação com a lei. Sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas. I Tm. 1: 9.
21.           A lei foi feita para estas pessoas também: Para quem é imoral, para quem é homossexual, para quem comete o crime de sequestro, para quem ama e pratica a mentira, para os que praticam o falso juramento ou juram e não cumprem, e para todos os que são opositores da doutrina fundamentada nas Sagradas Escrituras, não confundir com teologia ou doutrinas denominacionais. Quem foi justificado não está incluso nesta seleção de pecadores rebeldes, portanto não temos nenhuma ligação com a lei. ...para os que praticam imoralidade sexual e os homossexuais, para os sequestradores, para os mentirosos e os que juram falsamente; e para todo aquele que se opõe à sã doutrina. I Tm. 1: 10.
22.           A doutrina pura e santa só é encontrada no glorioso evangelho eterno que é o poder de Deus da e na verdade. Você não o encontrará nos púlpitos das igrejas e muito menos em suas doutrinas teológicas. Essa sã doutrina se vê no glorioso evangelho que me foi confiado, o evangelho do Deus bendito. I Tm. 1: 11.
23.           A guarda da lei jamais servirá para que uma pessoa seja justificada, a única utilidade que a lei tem é mostrar.  Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado. Rm. 3: 20.
24.           A justiça que Deus implanta em nós não tem nenhuma ligação com a lei, a lei e os profetas testemunham a favor da justificação, ou seja, são antagônicos. Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas. Rm. 3: 21.
25.           A justiça que é implantada é igual para todos e é unicamente por intermédio da fé que uma vez foi entregue aos santos. Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença. Rm. 3: 22.
26.           Houve a necessidade da justificação do ser humano diante de Deus porque todos são pecadores independentemente de sua vontade, ou seja, não têm como a pessoa nascer não pecadora, todos nasceram sem a glória de Deus, esta glória só envolve quem alcança a justificação pela fé. Os que buscam por meio das obras jamais a alcançarão. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Rm. 3: 23.
27.           Quanto custa? Absolutamente nada. Existe outro meio para eu ser justificado? Não. É somente pela graça de Cristo, por meio de seu sacrifício que somos justificados.  Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. Rm. 3: 24.
28.            Para sermos justificados Deus ofereceu como sacrifício para propiciação por intermédio da fé concretizado pelo seu sangue, onde foi demonstrado sua justiça satisfatória e tornando impunes os pecados cometidos. Deus o ofereceu como sacrifício para propiciação mediante a fé, pelo seu sangue, demonstrando a sua justiça. Em sua tolerância, havia deixado impunes os pecados anteriormente cometidos. Rm. 3: 25.
29.           Por intermédio do sacrifício de Cristo foi demonstrado à justiça de Deus, sendo ele justo e o único justificador dos que tem fé em Cristo. Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus. Rm. 3: 26.
30.           Sendo assim onde está o motivo para alguma vantagem dos que guardam a lei? É excluída esta vantagem. Mas baseado em qual principio da lei? Nenhum principio da lei entra no quesito justificação pela fé. O único quesito e principio que é usado na justificação é a fé e nada mais. Onde está, então, o motivo de vanglória? É excluído. Baseado em que princípio? No da obediência à lei? Não, mas no princípio da fé. Rm. 3: 27.
31.           O sustentáculo da Palavra de Deus é que o homem é justificado sem ter nenhuma ligação com obediência a qualquer parte da lei, sendo assim, os guardadores da lei não serão justificados, pois buscam esta justificação pela lei embora alegam que não, mas eles ensinam que: Somente é justificado se guardar lei, se deixar de comer carne, se vestir comprido conforme determinado por Nossa Senhora White, se for membro de determinada igreja, somente se crer nos escritos da Senhora White, se guardar o sábado. Uma vez conversei com uma pessoa que procura viver a justificação pela fé incluindo as normas anteriormente citada, esta pessoa ficou irada e pensei que ia até me bater por eu ter dito que não há nenhuma ligação entre justificação e guarda da lei. Pois sustentamos que o homem é justificado pela fé, independente da obediência à lei. Rm. 3 28.
32.           Se Deus fosse apenas dos judeus Ele seria de propriedade dos mesmos, se Ele fosse apenas dos gentios Ele seria de propriedade dos mesmos, Deus é de todos, ou seja, Ele não está preso a uma nação ou a uma determinada igreja, Ele transcende a tudo e a todos. Deus não tem uma igreja com registros em cartórios ou com o nome estampado na fachada do templo, Ele tem apenas verdadeiros adoradores e estes não são identificados por nome e sim pelas obras. É Deus apenas dos judeus? Ele não é também o Deus dos gentios? Sim, dos gentios também. Rm. 3: 29.
33.           Só há um Deus que justifica pela fé quem é circuncidado ou não, que guarda ou não a lei. Somente pela fé e quem afirma é o Espírito Santo por intermédio de Sua Palavra. Infelizmente há os pregadores da mentira que estão ensinando que: Somente é justificado se guardar lei, se deixar de comer carne, se vestir comprido conforme determinado por Nossa Senhora White, ser for membro de determinada igreja, somente se crer nos escritos da Senhora White, se guardar o sábado. Estas pessoas estão a serviço de Satanás porque estão denegrindo e corrompendo o evangelho de Deus sobre a justificação pela fé. Visto que existe um só Deus, que pela fé justificará os circuncisos e os incircuncisos. Rm. 3: 30.
34.           A lei é anulada pela fé? Claro que não, se a mesma podesse ser cancelada como a pessoa poderia conhecer o que é pecado? A fé verdadeira confirma a lei, confirmar a existência não é o mesmo que guardar. Se observarmos com honestidade os que dizem que guardam e ensina outros a guardarem, estes são os maiores transgressores ante os que não guardam. Não devemos confundir confirmar (ratificar, aprovar, admitir) a existência da lei com o guardar (viver pela lei), devemos viver pela fé onde não tem espaço para incluir a lei: A fé que uma vez foi entregue aos santos é independe da obediência à lei (Mas agora se manifestou SEM A LEI A JUSTIÇA DE DEUS, tendo o testemunho da lei e dos profetas. Rm. 3: 21).  Anulamos então a lei pela fé? De maneira nenhuma! Pelo contrário, confirmamos a lei. Rm. 3: 31.
35.           Duas pessoas foram ao templo orar (adorar), o primeiro era dizimista, era guardador da lei, a prova está na sua oração quando ele cita dois mandamentos de entre os dez, ele também se justifica de que não é como as demais pessoas que estão congregando em uma falsa igreja e que ele está na igreja única e verdadeira esquecendo ele que o nome que está escrito na fachada do prédio ou registrado em cartório não a caracteriza como sendo verdadeira, que ele pratica a justiça e que não vive como os demais crentes que come de tudo. O segundo apesar de não ser guardador da lei é o que foi justificado por Deus. O primeiro se gabava, o segundo buscava e encontrou o que queria. Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado. Lc. 18: 14.
36.           Se Abraão tivesse sido justificado porque tivesse guardado alguma lei não seria pela fé, se fosse porque ele fizesse os sacrifícios dentro dos princípios não seria pela fé. As nossas obras boas e embasadas por nós dentro das Sagradas Escrituras não entra no cômputo da justificação pela fé, ou seja, nossas boas obras não valem nada porque não passam de trapos de porcarias. Isto quer dizer se eu guardar a lei, ser desta ou daquela igreja, ser um excelente membro de uma igreja, não comer carne, vestir dentro dos princípios de Nossa Senhora White, guardar sábado, tudo isto é perca de tempo na execução da justificação pela fé. As únicas obras que são aproveitadas nesta obra maravilhosa da justificação são as obras de Cristo, fora disto, são somente obras podres e imprestáveis que jamais será útil para nossa justificação. Foi isto que levou Abraão a ser justificado apenas pela fé. Você pode se vangloriar de ser guardador da lei e de pertencer a sua igreja, mas diante de Deus é perca de tempo. Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus. Rm. 4: 2.
37.           O Espirito Santo nos revela por meio das Escrituras que a única ação que podemos ter é apenas: CRER. O que passar disto não tem validade diante de Deus. Foi isto que aconteceu com Abraão. Ele creu e isto foi suficiente para Deus o justificar. Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Rm. 4: 3.
38.           Quando temos um encontro pessoal com Deus, nossa velha vida morre com Ele uma única vez, mas se cairmos não mais necessita morrer novamente, nesta morte o corpo do pecado deixa de existir para existir apenas o corpo santo em Cristo, desta forma não somos mais servidor do pecado e sim da justiça. Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado. Rm. 6: 6.
39.           A pessoa ao ser justificada ela está morta para o pecado e passa ser uma criatura em novidade de vida. Porque aquele que está morto está justificado do pecadoRm. 6: 7.
40.           A pessoa que morreu com Cristo ela tem a crença que estará com Ele na eternidade. Há poucos dias eu fiz uma pergunta há um que se gaba de ser guardador da lei: Você está salvo? Ele disse que não. Sendo assim ele nunca morreu com Cristo para ter uma novidade de vida, ele apenas mudou de religião para guardar a lei. Por isso que o Espírito Santo afirma que quem guarda a lei não será justificado por viver suas regras. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos. Rm. 6: 8.
41.           Da mesma forma como Cristo foi ressuscitado de entre os mortos e não morreu mais porque a morte não tem domínio sobre Ele, os que nascem da água e do Espírito não morrem, a pessoa apenas perde a carne por ser o corpo da terra e ela não é mais terrena e sim espiritual. Os que não morreram com Cristo, estes sim sobre si tem o poder da morte. Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele. Rm. 6: 9.
42.           Após ter sido justificado, Abraão foi selado, este selo que ele recebeu não foi o sábado como muitos afirmam que o selo de Deus é o sábado que é colocado sobre a pessoa, foi o selo da circuncisão. Após a ressurreição de Cristo as pessoas que são justificadas recebem também um selo e este selo não é o sábado como muitos metem afirmando, o selo que é colocado sobre a pessoa justificada é o selo do Espírito Santo. Somos selados com o Espírito Santo, O mesmo não nos sela porque Ele é o próprio selo. Sendo assim os que estão procurando ser selados com o sábado estão perdendo tempo porque não jamais serão selados com um selo que não existe. (pois neste, Deus, o Pai, imprimiu o seu selo. Jo. 6: 27 - ...fostes selados com o Espírito Santo da promessa. E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. Ef. 1: 13 – 4: 30). E recebeu o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé que teve quando ainda não era circuncidado, para que fosse pai de todos os que crêem, estando eles na incircuncisão, a fim de que a justiça lhes seja imputada. Com efeito, não foi em virtude da lei que a promessa de herdar o mundo foi feita a Abraão ou à sua posteridade, mas em virtude da justiça da fé. Rm. 4: 11, 13.
43.           Se a herança dos justos é reservada aos observadores da lei, a justificação pela fé torna-se inútil e sem utilidade e a promessa aos que são justificados pela fé perde o valor. Porque, se a herança é reservada aos observadores da lei, a fé já não tem razão de ser e a promessa fica sem valor. Rm. 4: 14.
44.            Anteriormente nós vimos algumas utilidades que a lei tem: Mostrar o pecado, servir de condutor e dá poder ao pecado. Nos é revelado outra ação da lei que é produzir a ira, já fiz o teste pessoalmente, se você o quiser saber como a Palavra de Deus não mente e não erra é só questionar um guardador do sábado que no momento ele mostra o coração cheio de ódio. Além de a lei mostrar o pecado ela ao mesmo tempo produz à ira no coração de seus seguidores. Porquanto a lei produz a ira; e onde não existe lei, não há transgressão. Rm. 4: 15.       
46.           O Eterno que nos concede o Espírito Santo e opera verdadeiros milagres no meio dos verdadeiros adoradores, realiza estas obras por intermédio da fé que uma vez fio entregue aos santos e jamais por intermédio da guarda da lei ou qualquer parte dela. Aquele pois que vos dá o Espírito, e que opera milagres entre vós, acaso o faz pelas obras da lei, ou pelo ouvir com fé? Gl. 3: 6.
47.           Abraão foi justificado apenas por ter crido em Deus e esta atitude foi lhe imputada (atribuída), ele não alcançou a justificação porque tivesse feito algo ou tudo de bom e muito menos por ter guardado alguma lei. Esta atribuíção nos é concedida porque no ser humano é impossível alcançar algo justificável, por isso nós recebemos a justiça de Cristo. Assim como Abraão creu a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Gl. 3: 6.
48.           Os filhos de Abraão, ou seja, os verdadeiros adoradores não são os que guardam a lei, e sim, os que vivem pela fé e esta não é a pessoal, é a fé de Jesus. Sabei, pois, que os que são da fé, esses são filhos de Abraão. Gl. 3: 7.
49.           Como nas Sagradas Escrituras foi profetizado que o Eterno justificaria os gentios por intermédio da fé e jamais por intermédio da obediência a lei, Deus informou a Abrão esta boa nova afirmando que: Nele seriam abençoadas todas as nações, dando a entender que Ele não teria uma igreja que seria identificada pelo nome escrito na fachada do prédio. Nações no antigo testamento identificava o orador, hoje ele não é identificado pela religião que ele segue, ou seja, por ter um nome escrito na fachada não quer dizer que ali estão os verdadeiros adoradores. Ora, a Escritura, prevendo que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou previamente a boa nova a Abraão, dizendo: Em ti serão abençoadas todas as nações. Gl. 3: 8.
50.           Os que vivem pela fé e que são os verdadeiros adoradores e alcançam a bênção revelada a Abraão, os que buscam de forma direta ou indiretamente a justificação não a alcança. Os que querem ser justificado pela lei negam afirmando que: Nós somos justificados pela fé, só os que não guardam não tem como ser justificado. Isto é contraditório. De modo que os que são da fé são abençoados com o crente Abraão. Gl. 3: 9.
51.           Todos os que guardam a lei estão debaixo de maldição e jamais alcançaram a justificação pela fé, pela lei é impossível alcançá-la. Esta maldição é a morte e quem dá poder para a existência do pecado é a lei (...e a força do pecado é a lei. I Co. 15: 56). Se observares com honestidade os que alegam viver pela lei só obedecem a parte que lhes interessa e querem que os outros seja praticantes de toda a lei, por isso estas pessoas são malditas conforme as Sagradas Escrituras afirma. Pois todos quantos são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las. Gl. 3: 10.
52.           Os guardadores da lei não serão justificados por Cristo diante de Deus, somente os que vivem pela fé de Jesus. Embora a Palavra de Deus faz tal afirmação, existem muitos grupos religiosos que não aceitam esta afirmação do Espírito Eterno. É evidente que pela lei ninguém é justificado diante de Deus, porque: O justo viverá da fé. Gl. 3: 11.
53.           A igreja do Deus vivo sustenta esta verdade em substituição a verdade da teologia que classifica a Palavra do Eterno como falsa e enganosa. O verdadeiro adorador e justificado brota desta forma, porque esta igreja produz bons frutos. ...para que, no caso de eu tardar, saibas como se deve proceder na casa de Deus, a qual é a igreja do Deus vivo, coluna e esteio da verdade. I Tm. 3: 15.
54.           Embora a justificação somente pela fé nos é revelada, mesmo assim continua um mistério e da mesma forma que Cristo foi justificado nós somos. Ele foi justificado não é por ter cometido pecado, e sim, por ter nascido homem e carregado nossos pecados, por isso precisava ser limpo (justificado). E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Aquele que se manifestou em carne, foi justificado em espírito, visto dos anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, e recebido acima na glória. I Tm. 3: 16.
Infelizmente tem sido assim, tem sido falado na justificação pela fé, porem, na prática tem sido vivido pelas obras da lei ou da alimentação e pela obediência incondicional ao pastor, deixarei um exemplo: Eles ensinam que, quem salva é Cristo (justifica), mas, se não obedecer de forma incondicional a igreja, sua profetisa, a lei, ao sábado e ao mesmo tempo não crer nos ensinos pastorais, não tem como ser justificado.
A obediência à igreja e ao pastor deve ser condicional e si estiver de acordo com os ensinamentos da Palavra de Deus, mas não tem nenhum peso na salvação. A salvação é Cristo.
As obras da fé que é creditado na justificação não são as que fiz de bom ou deixei de fazer as ruins, é sim, são unicamente os méritos (obras) de Cristo é que são creditadas como obras da fé a serem usadas na justificação.
Autor: Eurias R. Carneiro



quinta-feira, 11 de abril de 2013

CRISTÃO E O ATEU



Professor: Você é Judeu não é filho?
Estudante: Sim senhor
Professor: Então, vc acredita em Deus?
Estudante: Absolutamente senhor
Professor: Deus é bom?
Estudante: Claro que sim
Professor: Deus é o todo poderoso?
Estudante: Sim
Professor: Meu irmão morreu de câncer mesmo orando a Deus todos os dias para curar ele. A maioria de nós tentaria ajudar os que estão doentes. Más Deus não fez. Como pode Deus ser bom então? Hunn??
(Estudante ficou em silencio)
Professor: Vc não pode responder, pode? Vamos começar de novo meu jovem.
Deus é bom?
Estudante: Sim
Professor: Satanás é bom?
Estudante: Não
Professor: De onde Satanás se originou?
Estudante: De... Deus...
Professor: Vc está correto. Me diga filho, existe maldade no mundo?
Estudante: Sim
Professor: Se Deus criou tudo, então quem criou a maldade?
(Estudante não respondeu)
Professor: Existem doenças? Imoralidade? Ódio? Feiura? Todas essa coisas terríveis existem no mundo, não existem?
Estudante: Sim senhor
Professor: Então quem as criou?
(Estudante não respondeu)
Professor: A ciência explica que temos cinco sentidos para identificar e observar o mundo a nossa volta. Me diga filho, alguma vez vc viu Deus?
Estudante: Não senhor.
Professor: Alguma vez vc sentiu o seu Deus? Sentiu o gosto? Cheirou? Alguma vez vc já teve alguma sensação de Deus nesse sentido?
Estudante: não senhor, eu temo que não.
Professor: E ainda assim vc continua acreditando nele?
Estudante: Sim
Professor: De acordo com perícia testável e Protocolo de demonstração, a ciência diz que seu Deus não existe. O que vc diz a respeito rapaz?
Estudante: Nada. Só tenho fé.
Professor: Claro, a fé. Esse é o problema da ciência tem que enfrentar...
Estudante: Professor, existe no mundo o calor?
Professor: Sim
Estudante: E também existe frio?
Professor: Sim
Estudante: Não senhor, não existe.
(a classe ficou silenciosa com essa mudança dos eventos)
Estudante: Senhor, vc pode ter muito calor, até mais calor, super calor, mega calor, calor branco, pouco calor e até calor nenhum. Más não existe nada chamado frio. Podemos alcançar 458 graus abaixo de zero que seria a total ausência de calor, más não podemos ir nada além disso. Não existe o Frio. Frio é apenas uma palavra que usamos para descrever a ausência total de calor. Não se pode medir o frio. Calor é energia. O frio não é o oposto do calor, apenas a ausência dele.
(Professor ficou em silêncio)
Estudante: E a escuridão professor? Existe a escuridão?
Professor: Sim. O que seria a noite se não existisse a escuridão?
Estudante: Vc está errado de novo senhor. Escuridão é a ausência de algo. Vc pode ter pouca luz, luz normal, luz brilhante, um flash. Más se vc não tiver luz constantemente vc não tem nada e isso é chamado escuridão, não é? Na verdade escuridão não existe, se existisse vc seria capaz de torna-la ainda mais escura, não poderia?
Professor: Más o que vc está tentando provar jovenzinho?
Estudante: Senhor, estou provando que sua filosofia é falsa.
Professor: Falsa? Pode me explicar como?
Estudante: O senhor está usando uma premissa de dualidade. Vc discute que existe vida e existe morte, um bom Deus e um mau Deus. Vc está vendo Deus com o conceito de uma coisa finita, algo que podemos medir. Senhor, a ciência não pode nem explicar o pensamento. Diz que usa eletricidade e eletromagnetismo, más nunca o viu e muito menos totalmente o entende. Para ver a morte como o oposto da vida tem que ser ignorante ao fato que a morte não pode existir como uma coisa substantiva.
A morte não é o oposto da vida e sim a ausência dela. Agora me diga professor, vc ensina aos seus alunos que o homem evoluiu do macaco?
Professor: Se vc está se referindo a teoria da evolução do homem, sim é claro que ensino.
Estudante: Alguma vez vc teve a oportunidade de observar a evolução com seus próprios olhos?
(professor balança a cabeça e sorri quando percebe aonde o argumento vai leva-lo)
Estudante: Desde que ninguém nunca observou o processo da evolução e não pode nem provar que ela é um processo continuo. Vc não está apenas ensinando a sua opinião senhor? E se ensina sua opinião vc não é mais cientista do que um padre. Certo senhor?
Estudante: Existe alguém aqui que tenha alguma vez escutado o cérebro do professor? Sentido? Tocado ou sentido cheiro? Parece que ninguém nunca o fez certo? Então de acordo com as regras lógicas de protocolo de demonstração a ciência diz que o senhor não tem cérebro. Então, com todo o respeito senhor, como podemos confiar em suas palestras?
Professor: Imagino que vc terá que aceita-las por fé meu jovem.
Estudante: É isso ai senhor!.. Exatamente!!! O link entre o homem e Deus é a mesma fé que mantém todas as coisas vivas e em movimento!!!
Compartilhem para aumentar o conhecimento sobre a fé
A propósito esse estudante era EINSTEIN.

Postado por Jewish College Night Parties
Tradução: Fred Litig

quarta-feira, 3 de abril de 2013

SANTUÁRIO (IGREJA) DE DEUS COM OS HOMENS


SANTUÁRIO (IGREJA) DE DEUS COM OS HOMENS



O estudo do Santuário é bem complexo, porque o ser humano tem a tendência de direcionar algo apenas em beneficio da teologia com o intuito de estabelecer suas doutrinas, e de alguma forma controlar a fé das pessoas e dizerem a elas o que devem crer como verdades e outras como sendo erro. Porventura, se alguma pessoa não der crédito ou posteriormente vier descobrir algum erro dentro desta doutrina e a questionar e mudar o seu foco da fé, este é passível de ir para o inferno, porque as doutrinas da igreja são intocáveis, ou seja, é infalível tanto quanto os teólogos detentores da sabedoria celestial, quando na verdade somente um é detentor da verdade, a própria verdade que é o Senhor Jesus.
O Santuário do Eterno é tão somente o que Moisés construiu e posteriormente o templo de Salomão?
Os que são servos do Altíssimo estão na presença de Deus pela fé em Seu santo monte que constitui o monte da herança, este monte da herança de Deus é o Santuário celestial que foi construído e arquitetado por Ele mesmo. - Tu o farás entrar e o plantarás no monte da tua herança, no lugar, ó SENHOR, que fizeste para a tua habitação, no santuário, ó Senhor, que as tuas mãos estabeleceram. Êx. 15: 17.
Deus formulou uma proposta a igreja da antiga dispensassão para fazerem um Santuário para que desta forma Deus estivesse de forma definitiva em seu meio - E farão um santuário para mim, e eu habitarei no meio deles. Ex. 25: 8.
O Santuário terrestre como habitação do Eterno era apenas alegórica, pois O mesmo não habita em Santuário construído por mãos humanas. - O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há é o Senhor dos céus e da terra, e não habita em santuários feitos por mãos humanas. At. 17: 24.
O Santuário terreno que Deus habita é o ser humano por ser obras de suas mãos, mas um Santuário ou templo construído serve apenas como ponto coletivo de adoração e jamais como habitação pessoal do Eterno o Espírito Santo. Se alguma pessoa destruir este Santuário-corpo, Deus o destruirá, este corpo-Santuário é sagrado. - Vocês não sabem que são santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vocês?  Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; pois o santuário de Deus, que são vocês, é sagrado. I Co. 3: 16,17.
O Santuário do Espírito Santo no qual Ele habita, este Santuário não nos pertence, pertence a quem o construiu que é o Senhor da Glória.  - Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de si mesmos? I Co. 6: 19.
Entre este templo-Santuário de Deus não pode haver nenhuma comunhão com os ídolos (ídolos poderá ser qualquer coisa que venha substituir a adoração a Deus, até mesmo o sábado poderá ser um ídolo na vida da pessoa). Nosso corpo é o Santuário do Deus vivo, neste Santuário Deus habita e sempre habitou, mas, os que já foram construídos e são construídos Deus não habita, apenas mostra sua presença na adoração como forma de aprovação de seus adoradores. É isto que constituiu o verdadeiro povo de Deus. - Que acordo há entre o templo de Deus e os ídolos? Pois somos santuário do Deus vivo. Como disse Deus: "Habitarei com eles e entre eles andarei; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. II Co. 6: 16.
Este santuário é edificado sobre a doutrina dos apóstolos e profetas da Palavra de Deus, sendo o Cristo o alicerce desta construção, este Santuário com esta fundação cresce para a eternidade e torna um Santuário purificado no sangue do Salvador. Todos os Santuários são edificados neste fundamento para a morada de Deus por meio do Espírito Santo. - Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, tendo Jesus Cristo como pedra angular, no qual todo o edifício é ajustado e cresce para tornar-se um santuário santo no Senhor.  Nele vocês também estão sendo edificados juntos, para se tornarem morada de Deus por seu Espírito. Ef. 2: 20 – 22.
Este se opõe e se exalta acima de tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, chegando até a assentar-se no santuário de Deus, proclamando que ele mesmo é Deus. II Te. 2: 4.
Este texto tem sido aplicado ao papado em especial, mas vai além deste termo, algumas coisas estão sendo exaltado acima da adoração a Deus como:
1.               CHAMA DEUS – A palavra que tem prevalecido em nosso meio não é a de Deus expressa em Sua Palavra, Bíblia, e sim, a de Ellen White, quando é citado algum texto das Escrituras é logo dito: Mas a serva do Senhor falou foi assim e tentam harmonizar a Bíblia com seus escritos.
2.               OBJETO DE ADORAÇÃO - Em uma visão a profetiza Ellen White viu que a glória do sábado é superior que a glória da adoração do criador do sábado expresso no primeiro e segundo mandamento, ou seja, sendo a glória do sábado superior à adoração do Eterno, a adoração ao Eterno Deus é inferior ao dia por Ele instituído, isto desqualifica Deus como sendo Todo-poderoso. Muitos querem negar esta verdade, mas as palavras por si mesmas são testemunhas desta aberração.  - Numa das tábuas havia quatro mandamentos e na outra seis. Os quatro da primeira tábua eram mais brilhantes que os seis da outra. Mas o quarto, o mandamento do sábado, brilhava mais que os outros; pois o sábado foi separado para ser guardado em honra do santo nome de Deus. O santo sábado tinha aparência gloriosa - um halo de glória o circundava. Vi que o mandamento do sábado não fora pregado na cruz. P.E. 32, 33.
Observaram bem a sutileza da profetiza? Os dois primeiros mandamentos que trata da adoração direta de Deus e condena adoração a outros deuses, foi inferiorizada por ela, mas o sábado foi colocado acima da adoração do criador, se você ler com honestidade verá que a adoração a Deus não é de muita importância na concepção dela, o importante é você guardar o sábado com a desculpa que faz parte da adoração a Deus, quando na verdade neste contexto o teu deus está sendo o sábado e você o está adorando.
3.               ASSENTAR-SE NO SANTUÁRIO DE DEUS – A doutrina de que se eu não crer no que Ellen White escreveu me conduz a perdição é amplamente ensinado, ou seja, eu tenho que assentar em meu coração que sem Ellen White ou suas escrituras eu estou perdido.
4.               ELE MESMO É DEUS – O último nome do  Espírito Santo foi aplicado às obras dela em 1930, após quinze anos de sua morte, ou seja, o Espírito de Profecia (Espírito Santo) não é Deus, e sim, as obras dela.
No lugar da habitação e sede do governo de Deus, no céu, existe um Santuário construído para ser realizado o ministério de salvação pelo ser humano, para os que crêem no concerto de salvação segue firme porque tem livre acesso a este Santuário e vai além do véu ao segundo compartimento a presença de nosso Supremo Sacerdote o Senhor Jesus Cristo. - Temos esta esperança como âncora da alma, firme e segura, a qual adentra o santuário interior, por trás do véu, onde Jesus, que nos precedeu, entrou em nosso lugar, tornando-se sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. He. 6: 19,20.
O verdadeiro Santuário que é feito à intercessão é o que há no céu, e jamais no lugar de adoração no qual você vai aos dias de culto. - E serve no santuário, no verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, e não o homem. He. 8: 2.
Apesar de sermos o Santuário da habitação de Deus, esta intercessão para salvação é feita no Santuário que há nos céus, neste Deus não habita, é apenas um local reservado para a obra de intercessão pelos que reconhecem a necessidade de um intercessor. - Pois Cristo não entrou em santuário feito por homens, uma simples representação do verdadeiro; ele entrou nos céus, para agora se apresentar diante de Deus em nosso favor. He. 9: 24.
Farei do vencedor uma coluna no santuário do meu Deus, e dali ele jamais sairá. Escreverei nele o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce dos céus da parte de Deus; e também escreverei nele o meu novo nome. Ap. 3: 12.
1.           SANTUÁRIO DO MEU DEUS – O vencedor é uma coluna, defensor da verdade viva que é Cristo e da escrita que é a Bíblia, no reino (Santuário) de Deus é motivo de orgulho santo de Deus, pois Seu santo Nome é glorificado no universo pelas atitudes do vencedor. E jamais sairá da presença de Deus.
2.               NOME DO MEU DEUS – Nele é escrito o nome de Deus, ou seja, ele se identifica com o caráter de amor e misericórdia de Deus. - Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. I Jo. 4: 8.
3.               CIDADE DO MEU DEUS – O nome da cidade de Deus é escrito, ou seja, é o alvo principal e isto o identifica como tendo o nome desta cidade.
4.               ESCREVEREI NELE O MEU NOME – Este selo de salvação e purificação é escrito nesta pessoa e as outras pessoas o vêem por meio de suas ações, este nome/selo é o do Espírito Santo que o protegerá das pragas e destruição final e o identifica como um verdadeiro servo do Altíssimo. - Nele também vós, depois de terdes ouvido a palavra da verdade, o Evangelho de vossa salvação no qual tendes crido, fostes selados com o Espírito Santo que fora prometido. Ef. 1: 13. - Não contristeis o Espírito Santo de Deus, com o qual estais selados para o dia da Redenção. Ef. 4: 30.
Por isso, eles estão diante do trono de Deus e o servem dia e noite em seu santuário; e aquele que está assentado no trono estenderá sobre eles o seu tabernáculo. Ap. 7: 15.
1.                TRONO DE DEUS – Este trono que estamos diante é o trono da graça ou o segundo compartimento onde Deus nos concede a graça de Seu perdão.
2.                EM SEU SANTUÁRIO – É o segundo santuário, pois Deus tem dois Santuários no qual Ele está presente, um é o ser humano lavado e purificado com o sangue do Senhor Jesus o Cristo que é Sua a habitação e o celestial o qual é apenas feito à expiação.
3.                TABERNÁCULO – É a proteção incondicional que Deus cerca os seus queridos servos.
No céu Deus tem um Santuário e João o viu quando foi aberto para Jesus Cristo adentrar ali apenas para fazer a interseção, porque o necessário para a salvação foi feito de forma completa com Sua morte e ressurreição, não havendo mais a necessidade de algum complemento. O Senhor Jesus Cristo entrou no segundo compartimento na era um no tempo dos Apóstolos, nossa igreja bem como sua profetiza ensina que foi em 22 de Outubro de 1844, quando na verdade a Palavra do Deus-todo-Poderoso ensina o contrario.
·                 ENTROU E NÃO ENTRARÁ - Não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção. He. 9: 12. - Então foi aberto o santuário de Deus nos céus, e ali foi vista a arca da sua aliança. Houve relâmpagos, vozes, trovões, um terremoto e um grande temporal de granizo. Ap. 11: 19.
·                 PARA A PROFETIZA FOI AO CONTRÁRIO DA BÍBLIA - Este é o serviço iniciado quando terminaram os 2.300 dias. Naquela ocasião, conforme fora predito pelo profeta Daniel, nosso Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo para efetuar a última parte de Sua solene obra - purificar o santuário. Destarte, os que seguiram a luz da palavra profética viram que, em vez de vir Cristo a Terra, ao terminarem em 1844 os 2.300 dias, entrou Ele então no lugar santíssimo do santuário celeste, a fim de levar a efeito a obra final da expiação, preparatória à Sua vinda. Cristo em Seu Santuário, 95.
·                 “Em 1844. Assistido por anjos celestiais, nosso grande Sumo Sacerdote entra no lugar santíssimo, e ali comparece à presença de Deus a fim de Se entregar aos últimos atos de Seu ministério em prol do homem, a saber: realizar a obra do juízo de investigação e fazer expiação por todos os que se verificarem com direito aos benefícios da mesma”. A Grande Controvérsia 480.
CONTRADIÇOES DA IASD E EXPIAÇÃO
1.               Quando Ele Se ofereceu na cruz, foi feita uma expiação perfeita pelos pecados das pessoas.  Exaltai-o, MM 1992, 320.
·                 “Ele [Cristo] plantou uma cruz entre Céu e terra, e quando o Pai viu o sacrifício fazendo Seu filho, Ele se curvou em reconhecimento de sua perfeição". É o suficiente, Ele disse. "Uma expiação está completa" (a Revista e Arauto, 24 de setembro de 1901).
1.               Este é o serviço iniciado quando terminaram os 2.300 dias. Naquela ocasião, conforme fora predito pelo profeta Daniel, nosso Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo para efetuar a última parte de Sua solene obra - purificar o santuário. Cristo em seu Santuário, 95.
·                 A intercessão de Cristo no santuário celestial, em prol do homem, é tão essencial ao plano da redenção, como o foi Sua morte sobre a cruz. Pela Sua morte iniciou essa obra, para cuja terminação ascendeu ao Céu, depois de ressurgir. Cristo em seu Santuário, 118.
Como podemos observar primeiro, ela diz que a expiação foi completa e logo a seguir diz que a expiação começou em 22/10/1844 no santuário, tudo o que entra em contradição é mentira.
Pela Palavra de Deus, Cristo entrou no santuário celestial no dia 10 de outubro que corresponde a 20 de Outubro do calendário hodierno, na data estabelecida por Ellen White fica uma diferença de dois dias, ou seja, teria Deus alterado esta data? A Palavra ensina que Deus não muda.
O outro anjo que saiu do Santuário é o próprio Cristo para fazer a ceifa na Terra. - Outro anjo saiu do santuário dos céus, trazendo também uma foice afiada. Ap. 14: 17.
Este anjo é o Espírito Santo que terminou Seu trabalho de intercessão pelos seres humanos bem como a advertência sobre o juízo, do pecado e da justiça e todos já fizeram sua escolha. - Então saiu do santuário um outro anjo, que bradou em alta voz àquele que estava assentado sobre a nuvem: “Tome a sua foice e faça a colheita, pois a safra da terra está madura; chegou à hora de colhê-la”. Ap. 14: 15.
Neste tempo, quando o Espírito Santo falar para o Senhor Jesus que já é tempo de fazer a colheita dos salvos, não haverá mais intercessor por toda a eternidade. - O santuário ficou cheio da fumaça da glória de Deus e do seu poder, e ninguém podia entrar no santuário enquanto não se completassem as sete pragas dos sete anjos. Ap. 15: 8.
Em um pequeno espaço de tempo antes da volta do Senhor Jesus para fazer a colheita, sete anjos sairá do santuário para derramarem sobre a Terra as sete últimas pragas e sobre seus habitantes. - Saíram do santuário os sete anjos com as sete pragas. Eles estavam vestidos de linho puro e resplandecente, e tinham cinturões de ouro ao redor do peito. Ap. 15: 6.
Quando o sétimo anjo derramar a sua taça, Jeová proclamará a sentença que tudo o que Ele poderia ter feito em beneficio do homem foi feito e nada há mais o que fazer. - O sétimo anjo derramou a sua taça no ar, e do santuário saiu uma forte voz que vinha do trono, dizendo: "Está feito!". Ap. 16: 17.

PURIFICAÇÃO DO SANTUÁRIO

1.              Quando Deus fala é uma ordem e deve ser cumprida não ao pé da letra, porque a letra mata, deve ser executada a ordem Divina pela fé, a fé vivifica e capacita a pessoa a ser fiel ao mandado de Deus: O Senhor disse a Moisés:
2.              No décimo (10) dia do sétimo mês (Outubro) será o dia das Expiações (o seu significado no hebraico “kaphar” é cobrir). Tereis uma santa assembléia: humilhareis vossas, almas e oferecereis ao Senhor sacrifícios queimados pelo fogo. Neste dia as pessoas suplicavam pelas misericórdias Divinas e a expiação era feita pelos que estavam vivos e jamais pelos que já tinham morrido como é ensinado pela profetiza que são feitas hoje pelos que já morreram e depois seria com os vivos, ou seja, fazer expiação pelos mortos é uma doutrina católica e dos mórmons que foi adequada a nossa igreja conforme ao gosto de Nossa Senhora. Isto também insinua salvação após a morte como está na doutrina dos mórmons.
3.       Neste dia não poderiam fazer qualquer espécie de trabalho, era um sábado que deveria ser observado da mesma forma como o do sétimo dia. Não fareis trabalho algum naquele dia, porque é um dia de expiação em que deve ser feita a expiação por vós diante do Senhor, vosso Deus. 
4.   As pessoas que não se humilhassem neste dia, seriam expulsas do meio do povo de Deus para nunca mais retornar, a expiação era só pelos que estavam vivos, se era uma sombra do que Cristo ia fazer no futuro após sua ressurreição, então tem alguma coisa errada quando é ensinado que é feita expiação pelos que estão mortos, é uma doutrina também espírita adotada ao gosto teológico, ou seja, no espiritismo há oportunidade de salvação após a morte, e a nossa doutrina do santuário ensina isso; expiação, perdão e salvação são a mesma coisa. Fica um questionamento e responda com honestidade: Pode um morto suplicar misericórdia? Todo aquele que se não humilhar nesse dia será cortado do meio de seu povo. E todo o que fizer nesse dia um trabalho qualquer, eu o suprimirei do meio de seu povo. 
5.       Porque seria uma lei eterna “perpetua”? Na Antiga Dispensassão, não poderiam fazer nenhum trabalho cotidiano, só podiam suplicar pelas misericórdias Divina para serem perdoados, hoje é da mesma forma, a única coisa que podemos fazer é suplicar pelas misericórdias divinas e não tentar alcançar os favores divinos por meio de nossas obras. Neste dia da expiação, não havia julgamento ou expiação pelos mortos, tão somente pelos vivos, da mesma forma é nos dias atuais. Não fareis, pois, trabalho algum; esta é uma lei perpétua para vossos descendentes, em todos os lugares em que habitardes. 
Será para vós um sábado, um dia de repouso, e humilhareis vossas almas. No nono dia do mês, à tarde observareis um sábado, de uma tarde à tarde seguinte.  Lv. 23: 26 – 32.
No texto de Levítico 23: 26 – 32, mostra que a expiação era feita a favor do pecador, não havia purificação do santuário terrestre como é ensinado por Nossa Senhora, os únicos pecados que eram eliminados do santuário eram os confessados pelos arrependidos, e tão somente pelos dos vivos, e jamais pelos dos que já haviam morrido, este tipo de julgamento era realizado apenas pelos vivos, já a Lição da Escola Sabatina, 10,11,12/2008, pg. 50, § II, contradiz a Palavra de Deus, a Palavra de Deus ensina que a expiação era feita pelo ser humano, esta lição ensina que era pelo santuário: “A expiação é feita pelo Tabernáculo, pelo altar, pelos chifres do altar significando que são purificados, limpos da corrupção do pecado e da impureza. A implicação é que pela expiação, eles são restaurados a condição original, livres da corrupção. Quando esse verbo é aplicado a pecadores, retém a idéia de purificar do pecador da impureza”.
Como podemos observar pelo olhar da honestidade, a doutrina do santuário é verdadeira, o problema é que nossos teólogos e Nossa Senhora de forma sutil envolveram esta doutrina com o espiritismo, é de lamentar. É só estudar com honestidade a Palavra de Deus.
Podemos conceituar expiação como o perdão dos pecados dos que se arrepende e confessa acompanhado de reconciliação, pelas quais os homens voltam para gozarem plena comunhão com Deus, pelo Sacrifício de vítima inocente. E um morto jamais poderá passar por esse processo de expiação, somente os vivos. Nossa Senhora White ensina que a Expiação é juízo, mas não é verdade, Expiar é purificar, perdoar, salvar; julgar é dá a sentença independente da situação, e após a morte vem o julgamento e jamais a expiação do individuo. (Como está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o juízo – He. 9: 27). No Antigo Testamento a vítima era um animal, figura e símbolo do Cristo crucificado.
Nossa Senhora ensina que o Senhor Jesus entrou no segundo compartimento em outubro de 1844, mas a Palavra de Deus mostra que Jesus entrou neste compartimento logo após Ele ter voltado ao céu, – “Não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou (tempo presente de Paulo e passado de 22/10/1844,) no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção”. He. 9: 12.
Este é o serviço iniciado quando terminaram os 2.300 dias. Naquela ocasião, conforme fora predito pelo profeta Daniel, nosso Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo para efetuar a última parte de Sua solene obra - purificar o santuário. Destarte, os que seguiram a luz da palavra profética viram que, em vez de vir Cristo a Terra, ao terminarem em 1844 os 2.300 dias, entrou Ele então no lugar santíssimo do santuário celeste, a fim de levar a efeito a obra final da expiação, preparatória à Sua vinda. Cristo em seu santuário, 95.
1.       Para Nossa Senhora, o sacrifício do Senhor Jesus foi incompleto no calvário: A intercessão de Cristo no santuário celestial, em prol do homem, é tão essencial ao plano da redenção, como o foi Sua morte sobre a cruz. Pela Sua morte iniciou essa obra, para cuja terminação ascendeu ao Céu, depois de ressurgir. Cristo em seu santuário, 118.
Simbolicamente as pessoas eram perdoadas pelo símbolo de Cristo que era um animal sem defeito, após a Sua morte e ressurreição, a purificação do santuário (templo) do Espírito santo que somos nós, seria feito diretamente pelo sangue do Cordeiro de Deus. – “Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado”. Dn. 8: 14. – “Muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo”! He. 9: 14.
A purificação só poderá ser feito por meio de sangue, simbolicamente no passado era por meio do sangue de animal e após a morte de Nosso Senhor Jesus o Cristo, foi eternizado por meio de Seu sangue. “Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão”. He. 9: 22.
A purificação das coisas celestiais são feitas por meio do sangue do Senhor Jesus. Estas coisas celestiais que são purificadas são os registros, ou seja, todo o passado da pessoa registrado nos livros são apagados e transferido apenas o nome para o livro da vida do Cordeiro e ao lado de seu nome fica registrado as obras de justiça do Senhor Jesus, justificando o que capacitou esta mudança. “Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos céus se purificassem com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores”. He. 9: 23.
No antigo Israel o dia de purificação, o Dia da Expiação, era uma ocasião bastante solene. Se alguém em tal dia recusasse confessar seus pecados, era "eliminado" da congregação. Portanto, tratava-se de um dia de julgamento e era assim considerado pelos judeus ortodoxos, até hoje. Gabriel podia de igual maneira ter tido, “a justiça eterna de Deus”, pois é isto que a declaração deixa implícito. Como era um símbolo do trabalho que Jesus efetuaria no santuário celestial, trabalho este iniciado na época da escrita do livro de Hebreus ou mesmo antes, é a mesma coisa em nossos dias e na purificação das coisas celestiais só é realizado somente com os vivos como era no antigo testamento, ou seja, quando a pessoa reconhece a necessidade de um salvador e recorre ao Senhor Jesus, prontamente Cristo o salva e purifica todo o registro sobre a pessoa que está nos céus, permanecendo apenas o nome do salvo no livro da vida do cordeiro, e o registro da vida pregressa de pecado é simplesmente apagada e o passado deixa de existir. O julgamento e a expiação andam um ao lado do outro pelo seguinte: é totalmente eliminado o pecado não tendo mais o que ser julgado, os que permanecem com o registro de pecados serão julgados por não terem sido expiados.
Para entender melhor este tópico, releia: AFIRMAÇÃO DE NOSSA SENHORA WHITE.
Os pecados dos salvos são simplesmente apagados da memória de Deus e do santuário celestial. – “Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas”. He. 10: 10. – “Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados”. He. 10: 14.
Vamos fazer uma analogia sobre o que a profetiza escreveu e o que o verdadeiro Espírito de Profecia fala por meio de Sua Palavra:
Nossa Senhora White diz: "O sangue de Cristo, ao mesmo tempo que livraria da condenação da lei o pecador arrependido, não cancelaria o pecado; este ficaria registrado no santuário até à expiação final; assim, no cerimonial típico, o sangue da oferta pelo pecado removia do penitente o pecado, mas este permanecia no santuário até ao dia da expiação."
O Espírito de Profecia que é o Espírito Santo diz: “E disto nos dá testemunho também o Espírito Santo; porquanto, após ter dito: ... acrescenta: Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniqüidades, para sempre”. He. 10: 17,18 – porem, se ficam registrados nos céus os pecados e não são cancelados, os mesmos permanecem na memória de Deus, ou seja, as palavras do Espírito de Profecia já inseridos e lidos por você ficam como falsos, para Nossa Senhora poder ser verdadeira, ou seja, para Nossa Senhora Jesus Cristo livra a pessoa da condenação da lei, mas não cancela (perdoa) o pecador, muito estranho.
A tua Senhora White diz que permanecem na memória de Deus os teus pecados e registrados no santuário celestial sem serem cancelados *perdoado*, o meu Senhor Espírito Santo diz que Deus jamais lembrará de meus pecados expiados em hipótese alguma e que ficam apagados dos registros celestiais, responda a si mesmo: Porque a tua Senhora fala a verdade e o Espírito da Verdade não? Para mim o Espírito da Verdade fala a verdade porque Ele é a própria verdade, mas a tua Senhora...
“A palavra do Senhor, porém, permanece eternamente”. I Pd. 1: 25.
Quando Deus perdoa, o passado não mais existe. Crês nisso? Bem-aventurado.

ANÁLIZE CONCISA DE LEVÍTICO 16

1.               A escolha dos bodes e de outros animais para esta suprema intercessão que era a última aos indivíduos, tinha que ser da comunidade Israelita, de outras nações (igrejas) não poderia, porque tinha que vir da linhagem do povo santo, com o bode que era sacrificado bem como com o bode que ficava vivo era feito a expiação com ambos, ou seja, tanto o que morria e o que ficava vivo tinha o papel de oferta pelo pecado, aqui surge um questionamento, já que Satanás não tem como servir de oferta ou de fazer expiação pelo pecador, neste caso torna-se impossível do bode emissário representa-lo. - E da congregação dos filhos de Israel tomará dois bodes para expiação do pecado e um carneiro para holocausto. Lv. 16: 5.
2.               Primeiro o Sumo Sacerdote oferecia um novilho para fazer expiação por ele e por sua casa que incluía todas as pessoas que morassem com ele, e este sacrifício expiatório era feito com um novilho. - Depois Arão oferecerá o novilho da expiação, que será para ele; e fará expiação por si e pela sua casa. Lv. 16: 6.
3.               Logo após, o Sumo Sacerdote pegava ambos os bodes e os conduzia a presença de Deus na porta do santuário. Isto não quer dizer que a presença de Deus estava restrita apenas ao santuário, a presença de Deus sempre esteve com aqueles que são humildes e contritos de espírito, mas o oficio visível da salvação era efetuado ali. - Também tomará ambos os bodes, e os porá perante o SENHOR, à porta da tenda da congregação. Lv. 16: 7.
4.               Na presença da congregação, o Sumo Sacerdote lança sortes sobre os dois bodes, o que tinha a sorte de ser designado para Deus seria, o que tinha a sorte decidida para ser o emissário o seria, não poderia haver uma troca após ser lançado à sorte sobre os dois bodes. Isto mostra que a escolha não era feita por Deus ou pelo Sumo Sacerdote. - E Arão lançará sortes sobre os dois bodes; uma pelo SENHOR, e a outra pelo bode emissário. Lv. 16: 8.
5.                O bode que tinha caído à sorte para Deus, era oferecido para ser feito a expiação do pecador. Expiar é pagar o débito causado pelo pecado, sofrer e pagar o débito pelo ato praticado, o expiador é aquele que assume a culpa por outro, e este bode representava o que Cristo ia fazer pelo pecador arrependido, assumiria o lugar e as conseqüências que seria aplicado para poder o pecador receber a remissão eterna. - Então Arão fará chegar o bode, sobre o qual cair à sorte pelo SENHOR, e o oferecerá para expiação do pecado. Lv. 16: 9.
6.               O bode que recebia por sorte para ser o emissário permanecia vivo até o termino do processo da expiação com o bode que era sacrificado. Com este bode também era feito expiação bem como com o que era oferecido em sacrifício, para ser enviado ao deserto como mensageiro/ representante. (emissário – azazel). E é impossível ser feito expiação por meio de Satanás. - Mas o bode, sobre que cair a sorte para ser bode emissário, apresentar-se-á vivo perante o SENHOR, para fazer expiação com ele, a fim de enviá-lo ao deserto como bode emissário. Lv. 16: 10.
7.                Antes de sacrificar o bode que foi escolhido para Deus, o Sumo Sacerdote primeiro sacrificava um novilho para fazer expiação por si e por todos que pertencia a sua casa. - E Arão fará chegar o novilho da expiação, que será por ele, e fará expiação por si e pela sua casa; e degolará o novilho da sua expiação. Lv. 16: 11.
8.                Ele leva o incensário cheio de brasas do altar que está na presença de Deus e os punhos cheios de incenso aromático e os conduz para dentro do santuário compartimento. - Tomará também o incensário cheio de brasas de fogo do altar, de diante do SENHOR, e os seus punhos cheios de incenso aromático moído, e o levará para dentro do véu. Lv. 16: 12.
9.                E na presença de Deus, ele coloca incenso sobre as brasas do incensário o que representava as orações dos santos, e a nuvem ao cobrir o propiciatório mostrava que ouve aceitação por parte de Deus o que garantia vida ao Sumo Sacerdote. - E porá o incenso sobre o fogo perante o SENHOR, e a nuvem do incenso cobrirá o propiciatório, que está sobre o testemunho, para que não morra. Lv. 16: 13.
10.             Com um pouco do sangue do bode, ele aspergia a frente do altar para o lado asiático e de frente para o altar ele aspergia o sangue sete vezes, determinando a perfeição de todo o oficio agradável a Deus, o que representava a perfeita expiação pelo Cristo de Deus. - E tomará do sangue do novilho, e com o seu dedo espargirá sobre a face do propiciatório, para o lado oriental; e perante o propiciatório espargirá sete vezes do sangue com o seu dedo. Lv. 16: 14.
11.             Após todo este ritual, o Sumo Sacerdote degolava o bode escolhido por sorte para Deus que era para expiação de todos aqueles que professavam pertencerem à congregação da Igreja de Deus. Depois ele levava do sangue para dentro do santuário e o mesmo ritual que havia feito com o sangue do novilho ele repetia com o sangue do bode, ele aspergia sobre o propiciatório e na frente. -  Depois degolará o bode, da expiação, que será pelo povo, e trará o seu sangue para dentro do véu; e fará com o seu sangue como fez com o sangue do novilho, e o espargirá sobre o propiciatório, e perante a face do propiciatório. Lv. 16: 15.
12.            Desta forma era feita a expiação pelo santuário por causa das abominações da igreja e de seus pecados e transgressões, e também a expiação era feita por todos que professavam serem da igreja de Deus na antiga dispensassão, tudo ficava limpo, purificado e santo. É isto que o Senhor Jesus o Cristo fez por nós. - Assim fará expiação pelo santuário por causa das imundícias dos filhos de Israel e das suas transgressões, e de todos os seus pecados; e assim fará para a tenda da congregação que reside com eles no meio das suas imundícias. Lv. 16: 16.
13.            Enquanto estava sendo oficiada esta cerimônia, nenhuma pessoa podia entrar na congregação Israelita, só após o término da expiação é que qualquer pessoa podia adentrar ao arraial Israelita. E nenhum homem estará na tenda da congregação quando ele entrar para fazer expiação no santuário, até que ele saia, depois de feita expiação por si mesmo, e pela sua casa, e por toda a congregação de Israel. Lv. 16: 17.
14.            Depois ele sai ao altar que está na presença de Deus e fará expiação por ele colocando do sangue do novilho e do bode, colocando-o sobre as pontas do altar e ao redor dele. - Então sairá ao altar, que está perante o SENHOR, e fará expiação por ele; e tomará do sangue do novilho, e do sangue do bode, e o porá sobre as pontas do altar ao redor. Lv. 16: 18.
15.             Com o mesmo sangue era aspergido o altar com o dedo por sete vezes para purificá-lo das imundícias do povo e o altar ficava santificado. - E daquele sangue espargirá sobre o altar, com o seu dedo, sete vezes, e o purificará das imundícias dos filhos de Israel, e o santificará. Lv. 16: 19.
16.             Após ser feito a expiação pelo santuário, pelo povo (tenda da congregação) e pelo altar, era levado ao Sumo Sacerdote o bode vivo. - Havendo, pois, acabado de fazer expiação pelo santuário, e pela tenda da congregação, e pelo altar, então fará chegar o bode vivo. Lv. 16: 20.
17.            O Sumo Sacerdote colocava as mãos sobre a cabeça do bode vivo e CONFESSAVA e jamais LANÇAVA os pecados do povo sobre o bode vivo como ensina Ellen White: as iniqüidades (crueldade – pecado), transgressões (contravenção – infração) e pecados (culpa pela ofensa e separação de Deus) sobre a cabeça do bode e depois mandava alguém leva-lo ao deserto. - E Arão porá ambas as suas mãos sobre a cabeça do bode vivo, e sobre ele confessará todas as iniqüidades dos filhos de Israel, e todas as suas transgressões, e todos os seus pecados; e os porá sobre a cabeça do bode, e enviá-lo-á ao deserto. Lv. 16: 21.
Aquele bode vivo levava sobre si todas as iniqüidades para um local solitário, da mesma forma a Palavra de Deus diz que: Verdadeiramente ele (Cristo) tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido (ou seja, totalmente solitário - deserto). Is. 53: 4. - Levar nossos pecados ao deserto, simboliza que Deus jamais lembrará de nossos pecados. Is. 53: 4 e Lv. 16: 22. Assim aquele bode levará sobre si todas as iniqüidades deles à terra solitária; e deixará o bode no deserto. Lv. 16: 22. Depois de ser feito a expiação com o bode sacrificado era feito também a expiação com o bode vivo. - Mas o bode, sobre que cair a sorte para ser bode emissário, apresentar-se-á vivo perante o SENHOR, para fazer expiação com ele, a fim de enviá-lo ao deserto como bode emissário. Lv. 16: 10. Levar nossos pecados ao deserto, simboliza que Deus jamais lembrará de nossos pecados. Is. 53: 4 e Lv. 16: 22.
A idéia de que este bode representa Satanás fazendo expiação pelo povo para ser salvo é de origem mulherista Ellen White e apoiada por nossa denominação como se fosse uma verdade absoluta. Satanás é o culpado por existir pecados em nosso sistema humano e cósmico, mas ele é incapaz de expiar nossos pecados, os pecados são expiados pelo bode sacrificado bem como pelo bode vivo.
Verificou-se também que, ao passo que a oferta pelo pecado apontava para Cristo como um sacrifício, e o sumo sacerdote representava a Cristo como mediador, o bode emissário tipificava Satanás, autor do pecado, sobre quem os pecados dos verdadeiros penitentes serão finalmente colocados. Cristo em Seu Santuário – 95, 96.
Fico a pensar: Porque esta profetiza insinua que a expiação também é feita por Satanás?
18.             O Sumo Sacerdote a vista da congregação e tira as veste de linho que tinha vestido para entrar no santuário. As vestes de linho representam à justiça de Cristo imputada aos que lavaram suas vestes no sangue do cordeiro de Deus, ao despir, é um vislumbre que um dia a porta da graça irá fechar, ou seja, o intercessor que hoje temos não mais irá esforçar-se pelos pecadores, não porque não queira, mas, porque foi uma escolha do ser humano. - Depois Arão virá à tenda da congregação, e despirá as vestes de linho, que havia vestido quando entrara no santuário, e ali as deixará. Lv. 16: 23.
19.             E no lugar santo ele tomará banho que é o símbolo do cristão lavando o caráter (vestes) no sangue do cordeiro de Deus e depois vestirá suas vestes e ao sair ao pátio do santuário ele fazia o holocausto para si, o holocausto do povo e fazia a expiação por si e pelo povo. - E banhará a sua carne em água no lugar santo, e vestirá as suas vestes; então sairá e preparará o seu holocausto, e o holocausto do povo, e fará expiação por si e pelo povo. Lv. 16: 24.
20.             A gordura do animal da expiação do pecado era queimada sobre o altar. Também queimará a gordura da expiação do pecado sobre o altar. Lv. 16: 25.
21.            A pessoa escolhida para levar o bode ao deserto, ao voltar ele teria que lavar suas vestes e tomar banho e depois poderia entrar na comunidade Israelita. Lavar as veste é o símbolo de lavar o caráter no sangue do cordeiro de Deus e o banho do corpo o batismo. - E aquele que tiver levado o bode emissário lavará as suas vestes, e banhará a sua carne em água; e depois entrará no arraial. Lv. 16: 26.
22.             Tanto o novilho bem como o bode da expiação pelo pecado, também eram levados para fora da congregação Israelita, as suas peles, a carne e o esterco seriam queimados fora da congregação. - Mas o novilho da expiação, e o bode da expiação do pecado, cujo sangue foi trazido para fazer expiação no santuário, serão levados fora do arraial; porém as suas peles, a sua carne, e o seu esterco queimarão com fogo. Lv. 16: 27.
23.             Da mesma forma como o que levava o bode vivo, o que era escolhido para queimar as partes dos animais usados para a expiação do pecado, teria que lavar suas vestes e tomar banho após cumprir com sua missão e só depois poderia entrar na congregação. - E aquele que os queimar lavará as suas vestes, e banhará a sua carne em água; e depois entrará no arraial. Lv. 16: 28.
24.             Seria um estatuto até o tempo da correção, teria que ser realizado no dia dez do mês de outubro que corresponde ao nosso calendário gregoriano atual, mas Ellen White relaciona a vinte e dois de outubro, o que dá uma diferença de dois dias; neste dia as pessoas teriam que amargurar a vida em busca do perdão eterno, aqui entra outra contradição com a doutrina de Ellen White, porque para ela esta expiação é feita pelos que já morreram, sendo assim, estes mortos estão amargurando suas almas e clamando por misericórdia e perdão, isto é espiritismo, vida após a morte. Neste dia da expiação tanto os membros da igreja bem como os de outras denominações (nações) e os turistas (peregrinos) deviam cessar qualquer tipo de trabalho, simbolizando o descanso eterno em Cristo. E isto vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês, aos dez do mês, afligireis as vossas almas, e nenhum trabalho fareis nem o natural nem o estrangeiro que peregrina entre vós. Lv. 16: 29.
25.            O santuário purificado simbolizava a purificação do santuário do Espírito Santo que somos nós, nós somos purificados de nossos pecados e o nosso passado deixa de existir. Esta é o verdadeiro sentido da purificação do santuário. - Porque naquele dia se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados perante o SENHOR. Lv. 16: 30. - Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. I Jo. 1: 7. - Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. I Jo. 1: 9.
26.            Este dia era um sábado para descanso simbolizando o descanso eterno em Cristo, e neste dia as pessoas amarguravam suas almas o que exclui totalmente a expiação (purificação) pelos que já morreram e se for verdade o que nossa denominação ensina que há expiação (purificação) pelos que já morreram se assim o for, os espíritas estão certos em afirmar que há vida após a morte. - É um sábado de descanso para vós, e afligireis as vossas almas; isto é estatuto perpétuo. Lv. 16: 31.
27.             Este oficio era hereditário na família sacerdotal. E o sacerdote, que for ungido, e que for sagrado, para administrar o sacerdócio, no lugar de seu pai, fará a expiação, havendo vestido as vestes de linho, as vestes santas. Lv. 16: 32.
28.            A expiação era feita pelo santo santuário, pelo local de adoração, pelo altar da adoração, pela liderança espiritual da igreja e por todos os adoradores do Eterno independente de denominação. - Assim fará expiação pelo santo santuário; também fará expiação pela tenda da congregação e pelo altar; semelhantemente fará expiação pelos sacerdotes e por todo o povo da congregação. Lv. 16: 33. - Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles. Mt. 18: 20.
29.             O sentido verdadeiro da purificação do santuário era: A purificação de todos os adoradores do Magnífico e Eterno Deus, e isto uma vez ao ano no dia dez de Outubro e jamais no dia vinte e dois de Outubro como ensinado por nossa denominação e Imposto por uma mulher contraditória da Palavra do Deus Todo-Poderoso. - E isto vos será por estatuto perpétuo, para fazer expiação pelos filhos de Israel de todos os seus pecados, uma vez no ano. E fez Arão como o SENHOR ordenara a Moisés. Lv. 16: 34.
30.             Quando Deus fala só nos resta aceitar ou rejeitar, não devemos tentar acrescentar conhecimentos teológicos que venha contradizer esta Palavra eterna. Como podemos observar a doutrina de Ellen White comparada com a Palavra do Eterno, é um fogo estranho no altar. - E FALOU o SENHOR a Moisés, depois da morte dos dois filhos de Arão, que morreram quando se chegaram diante do SENHOR. Lv. 16: 1.

A EXPIAÇÃO EM LEVÍTICO 23
Analisando este capítulo podemos descobrir algumas curiosidades ocultadas pelos doutores da teologia controladora da fé do povo do advento.
1.               Quando Deus fala, não há o que tentar harmonizar com profetas extra-bíblico, é o que Deus fala, mesmo que uma denominação não queira aceitar as ocorrências como são. - Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo: Lv. 23: 26.
2.               A expiação era realizado no dia dez de Outubro e Deus jamais transferiu para o dia vinte e dois de outubro como quer Ellen White e nossa denominadora da fé. Neste dia era um dia de santa convocação, se é feita também pelos mortos como ensina a dominadora da fé do povo do advento, neste caso há uma santa convocação dos mortos; neste dia os vivos amarguravam suas almas, se é feito também pelos mortos como ensina à dominadora da fé do povo do advento, neste caso há uma amarguração da alma dos mortos; eles também ofereciam sacrifício pela expiação de seus pecados, se é feito também a expiação pelos mortos, neste caso os mortos também ofereciam seus sacrifícios e há consciência após a morte, o que de Nossa Senhora White a detentora da verdade e Deus da mentira, mas eu creio se alguém está mentindo é Nossa Senhora.  Mas aos dez dias desse sétimo mês será o dia da expiação; tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; e oferecereis oferta queimada ao SENHOR. Lv. 23: 27. –
3.               Esta expiação (purificação) era e é feita somente pelos vivos. - Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, mas a sua memória fica entregue ao esquecimento.
4.               Mesmo que nossa denominação não aceita a verdade da Palavra de Deus. - Ec. 9: 5. - Pois quê? Se alguns foram incrédulos, a sua incredulidade aniquilará a fidelidade de Deus? De maneira nenhuma; sempre seja Deus verdadeiro, e todo o homem mentiroso; como está escrito: Para que sejas justificado em tuas palavras, E venças quando fores julgado. Rm. 3: 3, 4.
5.               Poderia os mortos ser incluídos neste cerimonialismo como quer os detentores da fé? E naquele mesmo dia nenhum trabalho fareis, porque é o dia da expiação, para fazer expiação por vós perante o SENHOR vosso Deus. Lv. 23: 28.
6.               Este é um tapa na face de Nossa Senhora White e de nossos teólogos e pastores; neste dia a pessoa que não amargurar suas almas serão eliminadas da congregação de Deus para nunca mais retornar, é o pecado contra o Espírito Santo; questiono: Poderiam os mortos na antiga dispensassão da expiação (purificação) e na nova dispensassão clamar a Deus pelo perdão e justiça de Cristo? Depois da morte não há expiação (purificação do santuário) somente o juízo, juízo é acerto de contas. - Porque toda a alma, que naquele mesmo dia se não afligir, será extirpada do seu povo. Lv. 23: 29. - E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo. Hb. 9: 27.
7.               Estariam os mortos também incluídos neste contexto da purificação do santuário? Se não podem, então Nossa Senhora cometeu equívocos muito grave. - Também toda a alma, que naquele mesmo dia fizer algum trabalho, eu a destruirei do meio do seu povo. Nenhum trabalho fareis; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações em todas as vossas habitações.  Nenhum trabalho fareis; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações em todas as vossas habitações. Lv. 23: 30, 31, 32.
8.               No primeiro dia de Outubro havia uma outra expiação. Semelhantemente, tereis santa convocação no sétimo mês, no primeiro dia do mês; nenhum trabalho servil fareis; será para vós dia de sonido de trombetas. E um bode para expiação do pecado, para fazer expiação por vós. Nm. 29: 1, 5.
9.               O sentido de expiar o santuário é que, os que buscam a justiça de Cristo alcançam e os mesmo ficam livres eternamente de seus pecados. Para que o crente alcance esta benção, não havia que esperar dezoitos séculos como foi ensinado por Ellen White e consequentemente nossa denominação, ou seja, no ato que a pessoa pede perdão, ele fica limpo de seus pecados o que simboliza a purificação do santuário.  Assim também farás no sétimo dia do mês, pelos que erram, e pelos símplices; assim expiareis a casa. Ez. 45: 20. - Vede entre os gentios e olhai, e maravilhai-vos, e admirai-vos; porque realizarei em vossos dias uma obra que vós não crereis, quando for contada. Hb. 1:5. - Quem crer e for batizado será salvo (justificado – purificado, ato imediato e não futurista como ensina Ellen White); mas quem não crer será condenado. Mc. 16: 16. - Portanto, agora nenhuma condenação há (estão justificados) para os que estão em Cristo Jesus. Rm. 8: 1.
10.            O tempo do perdão que é o mesmo que justificação que é o mesmo que purificação nunca foi futurista como querem os Ellenistas e sim, no tempo presente após o sacrifício do cordeiro de Deus. - E o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.  I Jo. 1: 7.
11.            Os que não tem seus nomes no livro da vida do Cordeiro são os que não foram purificados com o sangue do cordeiro, neste caso o nome deles bem como suas obras está escritos em outro livro, os que têm seus nomes escritos no livro do Cordeiro são os que foram purificados que é o mesmo que justificados e isto é uma obra imediata, e ao lado de seus estão escritos os atos da justiça de Cristo e jamais o que a pessoa fez de bom. Já na teoria de nossa igreja dominadora da fé e de uma profetiza anti-bíblica os salvos tiveram que esperar quase dezenove séculos para Jesus dizer se estavam salvos ou perdidos, isto é um piada. A salvação – perdão – justificação – purificação é um ato imediato e jamais futurista. Bendito é o Deus de minha salvação. E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. Ap. 13: 8.

JUSTIFICAÇÃO OU PURIFICÃO É UM ATO IMEDIATISTA E JAMAIS FUTURISTA

Você é que vai decidir se os textos a seguir são mentiras ou verdades, mas atrevo-me a vos afirmar, eles só são verdades se Ellen White estiver mentindo, não há a mínima probabilidade de a Palavra de Deus está certa e ela. A Palavra de Deus é a essência pura da verdade, pois a fonte é o Deus Todo-Poderoso.
·                 Por ele é justificado todo aquele que crê. At. 13: 39.
·                 Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo. Rm. 5: 1.
·                 Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue.  Rm. 5: 9.
·                 E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus.  I Co. 6: 11.
·     Para que pela fé fôssemos justificados. Gl. 3:24.
· Para que, sendo justificados pela sua graça. Tt. 3: 7.
Porque nossa igreja caiu neste erro? A Palavra de Deus nos dá a resposta = Quem é sábio, para que entenda estas coisas? Quem é prudente, para que as saiba? Porque os caminhos do SENHOR são retos, e os justos andarão neles, mas os transgressores neles cairão. Os. 14: 9.
Qual foi a nossa transgressão como igreja?
1.               A questão é que como igreja foi cometida duas maldades:
a)               – Deixamos de dar ouvidos a Palavra de Deus para dar ouvidos a uma mulher extra-bíblica, e tornando a palavra dela superior a do Eterno.
b)               E foram implantados ensinamentos dela que não tem amparo na Palavra do Eterno, este é um dos motivos da apostasia generalizada em nossa igreja. Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm águas. Jr. 2: 13.
2.               Desta forma serão julgados todos os que substituíram a verdade do Eterno pela a de Ellen White. Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade. II Ts. 2: 12.