domingo, 21 de abril de 2013

JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ DE FORMA SIMPLIFICADA


JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ
DE FORMA SIMPLIFICADA

No livro “MINEAPOLIS 1888” a IASDMR acusa que a IASD rejeitou de forma oficial a “JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ”, mas se observarmos com o olhar da honestidade a primeira que faz o papel de acusadora nunca aceitou de forma pessoal bem como de forma coletiva a Justificação pela Fé. Por outro ângulo a segunda e de forma geral as outras religiões pregam sobre esta verdade bíblica, mas nunca a aceitaram. Isto não quer dizer que pessoalmente não existam pessoas que creem de forma perfeita na: JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ.
O que é e em que consiste ser justificado pela fé? Qual é a fé? Se for a pessoal cada um recebe uma justificação diferenciada. Em verdade a justificação pela fé é uma, embora seja usada na forma pessoal e coletiva. Por meio de nossa fé pessoal seriam variedades de justificações o que desqualificaria a unicidade, ou seja, não seria justificação pela fé, e sim, justificações pela fé. Quando na verdade os textos mostram unicidade e jamais pluralidade.
1.              Alcançamos a justificação pela fé e jamais por outro meio, esta justificação tem por objetivo fazer a paz entre nós e Deus, não poderá ser entre Deus e nós porque Ele jamais se tornou em nosso inimigo, mas nós é que nos tornamos inimigos dEle. Para que possamos está em paz com Deus precisamos ser justificados (isentos) do pecado por intermédio de Cristo. Assim, justificados pela fé, estamos em paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. Rm. 5: 1.
2.              A justificação nos torna justos pelo sangue de Cristo, desta forma a pessoa é salva da ira por meio dEle. Assim, tornados justos pelo sangue de Cristo, com maior razão seremos salvos da ira por meio dele. Rm. 5: 8.
3.              A pessoa que crer em Cristo é justificada de todas as coisas na qual a lei de Moisés não conseguiu justificá-los. A lei de Moisés não são os sacrifícios como muitos estão a ensinar, o Tetrateuco (lei de Moisés) são os quatros primeiros livros da Bíblia onde está incluso os dez mandamentos o que consiste na LEI DE MOISÉS. Os sacrifícios foram estabelecidos milhares antes da existência de Moisés. E, por meio dele, todo aquele que acredita é justificado de todas as coisas de que vocês não puderam ser justificados pela Lei de Moisés. At. 13: 39.

QUAL É E EM QUE CONSISTE ESTA FÉ QUE É USADA PARA JUSTIFICAR A PESSOA DIANTE DEUS?

4.              A fé verdadeira que o Cristão tem não é a que temos dedicado a Deus, a verdadeira fé dos santos é a que nos é concedida assim que aceitamos a Cristo como nosso salvador. A fé que temos é uma fé falha, interesseira e desfigurada pelo pegado. ...a fim de encorajá-los a lutar pela fé que foi transmitida aos fiéis uma vez por todas. Jd. 3.
5.              Esta fé que é usada para nos justificar não é a nossa fé, e sim, a fé de Cristo que é implantada na vida do cristão, os que querem ser justificada pela fé pessoal jamais alcançarão esta qualificação para está na eternidade com Deus. Aqui está à paciência dos santos, aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Ap. 14: 12.
6.              Não são todos que professam o nome de Cristo que são justificados, não é decisão de Cristo e sim, do individuo que quer ser justificado por intermédio de sua própria fé. A pessoa é lavada pelo sangue de Cristo, são santificados por Cristo e justificados no nome de Cristo e no nome do Espírito Santo, a fé de Cristo nos é implantada por intermédio do Espírito Eterno. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus. I Co. 6: 11.
Lembram que no inicio falei de duas instituições que não creem na justificação pela fé acrescida de outras? Converse com teu pastor e tire suas conclusões.
7.              Em algumas igrejas quando é pregado que a justificação é somente pela fé, a mesma termina na obediência a lei. Quem guarda a lei para ser justificado jamais será justificado; quem busca a justificação para guardar a lei jamais será justificado. A verdadeira justificação é pela fé em Cristo, fé esta a de Cristo nos implantada. Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada. Gl. 6 : 16.
8.              Somente os que se identificam a si mesmos como pecadores é que alcança a justificação, mesmo assim Cristo não é ministro do pecado, e sim da graça eterna. Pois, se nós, que procuramos ser justificados em Cristo, nós mesmos também somos achados pecadores, é porventura Cristo ministro do pecado? De maneira nenhuma. Gl. 6: 17.
9.              Todos foram declarados pecadores para que por meio da fé em Cristo a promessa fosse concedida aos que creem. Crer é viver segundo a semelhança de Cristo. Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. Gálatas 3: 22.
10.            Antes que recebêssemos a fé de Jesus, nós estávamos submissos e presos debaixo da lei aguardando a fé que havia de se manifestar e nos justificar. Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. Gl. 3: 23.
11.           A lei que nos mantinha submissos e servia de prisão ao mesmo tempo serviu de indicativo para partirmos em direção a Cristo afim de alcançarmos a justificação.  De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Gl. 3: 24.
12.           Ao encontrarmos a Cristo não estamos mais submissos e escravizados pela lei, ou seja, não estamos mais sobre seu domínio e não mais precisamos dela. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio.
Gl. 3: 25.
13.           Agora somos filhos de Deus pela fé em Cristo e jamais por obediência a lei ou qualquer parte dela. Os que querem serem filhos de Deus por obediência à lei não passam de filhos bastardos. Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. Gl. 3: 26.
14.           Existem muitas pessoas (igrejas) que pregam que se não guardar a lei não tem como ser salvo, estas pessoas estão separadas de Cristo, ou seja, são filhos bastardos que buscam serem justificados por intermédio da lei, esta pessoas jamais alcançaram a graça de Cristo. Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído. Gl. 5: 4.
15.           Não por meio de nossa fé ou obediência a lei somos justificados, pela fé que o Espírito nos implanta. Porque nós pelo Espírito da fé aguardamos a esperança da justiça. Gálatas 5: 5.
16.           Os que buscam e alcançam a justificação pela fé de Cristo não devem perder tempo com estudos, discursões e debates sobre a lei porque isto é perca de tempo, inútil, fantasia e loucura que afasta a pessoa da verdadeira justificação. Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas, e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs. Tt. 3: 9.
17.            Nós somos justificados não é por meio da obediência a lei ou qualquer parte dela, somos justificados por meio da obediência de Cristo. Quando inserimos nossa obediência a lei já não é mais por meio da fé e sim das obras. Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos. R. 5: 19.
18.           Os que alcançaram a justificação não tem mais prazer no pecado. Vigiai justamente e não pequeis; porque alguns ainda não têm o conhecimento de Deus; digo-o para vergonha vossa. I Co. 15: 34.
19.           A lei é boa se a pessoa a usa de forma adequada, ou seja, ela está fora da justificação e da salvação. A função da lei é apenas mostrar o pecado e acusar o pecador. Sabemos que a lei é boa, se alguém a usa de maneira adequada. I Tm. 1: 8.
20.           A lei não foi feita para os que foram justificados porque não amam o pecado. A lei foi feita para quem é: injusto (parcial, partidário, desonesto e errado), obstinados (teimoso, embirrado e aferrados), ímpios (herege, incrédulos e nefandos), pecadores (amantes dos prazeres), profanos (quem não respeita a Deus), irreligiosos (seguidores de falsa religiões, quem não aceita a verdadeira religião), parricidas (ato de uma pessoa matar seu próprio pai. Tomar os bens dos pais por meio da justiça ou de apropriação desonesta), matricidas (ato de uma pessoa matar sua próprio mãe. Tomar os bens dos pais por meio da justiça ou de apropriação desonesta) e homicidas (assassinos, matadores mesmo que seja com palavras). Quem foi justificado não está incluso nesta seleção de pecadores rebeldes, portanto não temos nenhuma ligação com a lei. Sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas. I Tm. 1: 9.
21.           A lei foi feita para estas pessoas também: Para quem é imoral, para quem é homossexual, para quem comete o crime de sequestro, para quem ama e pratica a mentira, para os que praticam o falso juramento ou juram e não cumprem, e para todos os que são opositores da doutrina fundamentada nas Sagradas Escrituras, não confundir com teologia ou doutrinas denominacionais. Quem foi justificado não está incluso nesta seleção de pecadores rebeldes, portanto não temos nenhuma ligação com a lei. ...para os que praticam imoralidade sexual e os homossexuais, para os sequestradores, para os mentirosos e os que juram falsamente; e para todo aquele que se opõe à sã doutrina. I Tm. 1: 10.
22.           A doutrina pura e santa só é encontrada no glorioso evangelho eterno que é o poder de Deus da e na verdade. Você não o encontrará nos púlpitos das igrejas e muito menos em suas doutrinas teológicas. Essa sã doutrina se vê no glorioso evangelho que me foi confiado, o evangelho do Deus bendito. I Tm. 1: 11.
23.           A guarda da lei jamais servirá para que uma pessoa seja justificada, a única utilidade que a lei tem é mostrar.  Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado. Rm. 3: 20.
24.           A justiça que Deus implanta em nós não tem nenhuma ligação com a lei, a lei e os profetas testemunham a favor da justificação, ou seja, são antagônicos. Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas. Rm. 3: 21.
25.           A justiça que é implantada é igual para todos e é unicamente por intermédio da fé que uma vez foi entregue aos santos. Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença. Rm. 3: 22.
26.           Houve a necessidade da justificação do ser humano diante de Deus porque todos são pecadores independentemente de sua vontade, ou seja, não têm como a pessoa nascer não pecadora, todos nasceram sem a glória de Deus, esta glória só envolve quem alcança a justificação pela fé. Os que buscam por meio das obras jamais a alcançarão. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Rm. 3: 23.
27.           Quanto custa? Absolutamente nada. Existe outro meio para eu ser justificado? Não. É somente pela graça de Cristo, por meio de seu sacrifício que somos justificados.  Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. Rm. 3: 24.
28.            Para sermos justificados Deus ofereceu como sacrifício para propiciação por intermédio da fé concretizado pelo seu sangue, onde foi demonstrado sua justiça satisfatória e tornando impunes os pecados cometidos. Deus o ofereceu como sacrifício para propiciação mediante a fé, pelo seu sangue, demonstrando a sua justiça. Em sua tolerância, havia deixado impunes os pecados anteriormente cometidos. Rm. 3: 25.
29.           Por intermédio do sacrifício de Cristo foi demonstrado à justiça de Deus, sendo ele justo e o único justificador dos que tem fé em Cristo. Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus. Rm. 3: 26.
30.           Sendo assim onde está o motivo para alguma vantagem dos que guardam a lei? É excluída esta vantagem. Mas baseado em qual principio da lei? Nenhum principio da lei entra no quesito justificação pela fé. O único quesito e principio que é usado na justificação é a fé e nada mais. Onde está, então, o motivo de vanglória? É excluído. Baseado em que princípio? No da obediência à lei? Não, mas no princípio da fé. Rm. 3: 27.
31.           O sustentáculo da Palavra de Deus é que o homem é justificado sem ter nenhuma ligação com obediência a qualquer parte da lei, sendo assim, os guardadores da lei não serão justificados, pois buscam esta justificação pela lei embora alegam que não, mas eles ensinam que: Somente é justificado se guardar lei, se deixar de comer carne, se vestir comprido conforme determinado por Nossa Senhora White, se for membro de determinada igreja, somente se crer nos escritos da Senhora White, se guardar o sábado. Uma vez conversei com uma pessoa que procura viver a justificação pela fé incluindo as normas anteriormente citada, esta pessoa ficou irada e pensei que ia até me bater por eu ter dito que não há nenhuma ligação entre justificação e guarda da lei. Pois sustentamos que o homem é justificado pela fé, independente da obediência à lei. Rm. 3 28.
32.           Se Deus fosse apenas dos judeus Ele seria de propriedade dos mesmos, se Ele fosse apenas dos gentios Ele seria de propriedade dos mesmos, Deus é de todos, ou seja, Ele não está preso a uma nação ou a uma determinada igreja, Ele transcende a tudo e a todos. Deus não tem uma igreja com registros em cartórios ou com o nome estampado na fachada do templo, Ele tem apenas verdadeiros adoradores e estes não são identificados por nome e sim pelas obras. É Deus apenas dos judeus? Ele não é também o Deus dos gentios? Sim, dos gentios também. Rm. 3: 29.
33.           Só há um Deus que justifica pela fé quem é circuncidado ou não, que guarda ou não a lei. Somente pela fé e quem afirma é o Espírito Santo por intermédio de Sua Palavra. Infelizmente há os pregadores da mentira que estão ensinando que: Somente é justificado se guardar lei, se deixar de comer carne, se vestir comprido conforme determinado por Nossa Senhora White, ser for membro de determinada igreja, somente se crer nos escritos da Senhora White, se guardar o sábado. Estas pessoas estão a serviço de Satanás porque estão denegrindo e corrompendo o evangelho de Deus sobre a justificação pela fé. Visto que existe um só Deus, que pela fé justificará os circuncisos e os incircuncisos. Rm. 3: 30.
34.           A lei é anulada pela fé? Claro que não, se a mesma podesse ser cancelada como a pessoa poderia conhecer o que é pecado? A fé verdadeira confirma a lei, confirmar a existência não é o mesmo que guardar. Se observarmos com honestidade os que dizem que guardam e ensina outros a guardarem, estes são os maiores transgressores ante os que não guardam. Não devemos confundir confirmar (ratificar, aprovar, admitir) a existência da lei com o guardar (viver pela lei), devemos viver pela fé onde não tem espaço para incluir a lei: A fé que uma vez foi entregue aos santos é independe da obediência à lei (Mas agora se manifestou SEM A LEI A JUSTIÇA DE DEUS, tendo o testemunho da lei e dos profetas. Rm. 3: 21).  Anulamos então a lei pela fé? De maneira nenhuma! Pelo contrário, confirmamos a lei. Rm. 3: 31.
35.           Duas pessoas foram ao templo orar (adorar), o primeiro era dizimista, era guardador da lei, a prova está na sua oração quando ele cita dois mandamentos de entre os dez, ele também se justifica de que não é como as demais pessoas que estão congregando em uma falsa igreja e que ele está na igreja única e verdadeira esquecendo ele que o nome que está escrito na fachada do prédio ou registrado em cartório não a caracteriza como sendo verdadeira, que ele pratica a justiça e que não vive como os demais crentes que come de tudo. O segundo apesar de não ser guardador da lei é o que foi justificado por Deus. O primeiro se gabava, o segundo buscava e encontrou o que queria. Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado. Lc. 18: 14.
36.           Se Abraão tivesse sido justificado porque tivesse guardado alguma lei não seria pela fé, se fosse porque ele fizesse os sacrifícios dentro dos princípios não seria pela fé. As nossas obras boas e embasadas por nós dentro das Sagradas Escrituras não entra no cômputo da justificação pela fé, ou seja, nossas boas obras não valem nada porque não passam de trapos de porcarias. Isto quer dizer se eu guardar a lei, ser desta ou daquela igreja, ser um excelente membro de uma igreja, não comer carne, vestir dentro dos princípios de Nossa Senhora White, guardar sábado, tudo isto é perca de tempo na execução da justificação pela fé. As únicas obras que são aproveitadas nesta obra maravilhosa da justificação são as obras de Cristo, fora disto, são somente obras podres e imprestáveis que jamais será útil para nossa justificação. Foi isto que levou Abraão a ser justificado apenas pela fé. Você pode se vangloriar de ser guardador da lei e de pertencer a sua igreja, mas diante de Deus é perca de tempo. Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus. Rm. 4: 2.
37.           O Espirito Santo nos revela por meio das Escrituras que a única ação que podemos ter é apenas: CRER. O que passar disto não tem validade diante de Deus. Foi isto que aconteceu com Abraão. Ele creu e isto foi suficiente para Deus o justificar. Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Rm. 4: 3.
38.           Quando temos um encontro pessoal com Deus, nossa velha vida morre com Ele uma única vez, mas se cairmos não mais necessita morrer novamente, nesta morte o corpo do pecado deixa de existir para existir apenas o corpo santo em Cristo, desta forma não somos mais servidor do pecado e sim da justiça. Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado. Rm. 6: 6.
39.           A pessoa ao ser justificada ela está morta para o pecado e passa ser uma criatura em novidade de vida. Porque aquele que está morto está justificado do pecadoRm. 6: 7.
40.           A pessoa que morreu com Cristo ela tem a crença que estará com Ele na eternidade. Há poucos dias eu fiz uma pergunta há um que se gaba de ser guardador da lei: Você está salvo? Ele disse que não. Sendo assim ele nunca morreu com Cristo para ter uma novidade de vida, ele apenas mudou de religião para guardar a lei. Por isso que o Espírito Santo afirma que quem guarda a lei não será justificado por viver suas regras. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos. Rm. 6: 8.
41.           Da mesma forma como Cristo foi ressuscitado de entre os mortos e não morreu mais porque a morte não tem domínio sobre Ele, os que nascem da água e do Espírito não morrem, a pessoa apenas perde a carne por ser o corpo da terra e ela não é mais terrena e sim espiritual. Os que não morreram com Cristo, estes sim sobre si tem o poder da morte. Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele. Rm. 6: 9.
42.           Após ter sido justificado, Abraão foi selado, este selo que ele recebeu não foi o sábado como muitos afirmam que o selo de Deus é o sábado que é colocado sobre a pessoa, foi o selo da circuncisão. Após a ressurreição de Cristo as pessoas que são justificadas recebem também um selo e este selo não é o sábado como muitos metem afirmando, o selo que é colocado sobre a pessoa justificada é o selo do Espírito Santo. Somos selados com o Espírito Santo, O mesmo não nos sela porque Ele é o próprio selo. Sendo assim os que estão procurando ser selados com o sábado estão perdendo tempo porque não jamais serão selados com um selo que não existe. (pois neste, Deus, o Pai, imprimiu o seu selo. Jo. 6: 27 - ...fostes selados com o Espírito Santo da promessa. E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. Ef. 1: 13 – 4: 30). E recebeu o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé que teve quando ainda não era circuncidado, para que fosse pai de todos os que crêem, estando eles na incircuncisão, a fim de que a justiça lhes seja imputada. Com efeito, não foi em virtude da lei que a promessa de herdar o mundo foi feita a Abraão ou à sua posteridade, mas em virtude da justiça da fé. Rm. 4: 11, 13.
43.           Se a herança dos justos é reservada aos observadores da lei, a justificação pela fé torna-se inútil e sem utilidade e a promessa aos que são justificados pela fé perde o valor. Porque, se a herança é reservada aos observadores da lei, a fé já não tem razão de ser e a promessa fica sem valor. Rm. 4: 14.
44.            Anteriormente nós vimos algumas utilidades que a lei tem: Mostrar o pecado, servir de condutor e dá poder ao pecado. Nos é revelado outra ação da lei que é produzir a ira, já fiz o teste pessoalmente, se você o quiser saber como a Palavra de Deus não mente e não erra é só questionar um guardador do sábado que no momento ele mostra o coração cheio de ódio. Além de a lei mostrar o pecado ela ao mesmo tempo produz à ira no coração de seus seguidores. Porquanto a lei produz a ira; e onde não existe lei, não há transgressão. Rm. 4: 15.       
46.           O Eterno que nos concede o Espírito Santo e opera verdadeiros milagres no meio dos verdadeiros adoradores, realiza estas obras por intermédio da fé que uma vez fio entregue aos santos e jamais por intermédio da guarda da lei ou qualquer parte dela. Aquele pois que vos dá o Espírito, e que opera milagres entre vós, acaso o faz pelas obras da lei, ou pelo ouvir com fé? Gl. 3: 6.
47.           Abraão foi justificado apenas por ter crido em Deus e esta atitude foi lhe imputada (atribuída), ele não alcançou a justificação porque tivesse feito algo ou tudo de bom e muito menos por ter guardado alguma lei. Esta atribuíção nos é concedida porque no ser humano é impossível alcançar algo justificável, por isso nós recebemos a justiça de Cristo. Assim como Abraão creu a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Gl. 3: 6.
48.           Os filhos de Abraão, ou seja, os verdadeiros adoradores não são os que guardam a lei, e sim, os que vivem pela fé e esta não é a pessoal, é a fé de Jesus. Sabei, pois, que os que são da fé, esses são filhos de Abraão. Gl. 3: 7.
49.           Como nas Sagradas Escrituras foi profetizado que o Eterno justificaria os gentios por intermédio da fé e jamais por intermédio da obediência a lei, Deus informou a Abrão esta boa nova afirmando que: Nele seriam abençoadas todas as nações, dando a entender que Ele não teria uma igreja que seria identificada pelo nome escrito na fachada do prédio. Nações no antigo testamento identificava o orador, hoje ele não é identificado pela religião que ele segue, ou seja, por ter um nome escrito na fachada não quer dizer que ali estão os verdadeiros adoradores. Ora, a Escritura, prevendo que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou previamente a boa nova a Abraão, dizendo: Em ti serão abençoadas todas as nações. Gl. 3: 8.
50.           Os que vivem pela fé e que são os verdadeiros adoradores e alcançam a bênção revelada a Abraão, os que buscam de forma direta ou indiretamente a justificação não a alcança. Os que querem ser justificado pela lei negam afirmando que: Nós somos justificados pela fé, só os que não guardam não tem como ser justificado. Isto é contraditório. De modo que os que são da fé são abençoados com o crente Abraão. Gl. 3: 9.
51.           Todos os que guardam a lei estão debaixo de maldição e jamais alcançaram a justificação pela fé, pela lei é impossível alcançá-la. Esta maldição é a morte e quem dá poder para a existência do pecado é a lei (...e a força do pecado é a lei. I Co. 15: 56). Se observares com honestidade os que alegam viver pela lei só obedecem a parte que lhes interessa e querem que os outros seja praticantes de toda a lei, por isso estas pessoas são malditas conforme as Sagradas Escrituras afirma. Pois todos quantos são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las. Gl. 3: 10.
52.           Os guardadores da lei não serão justificados por Cristo diante de Deus, somente os que vivem pela fé de Jesus. Embora a Palavra de Deus faz tal afirmação, existem muitos grupos religiosos que não aceitam esta afirmação do Espírito Eterno. É evidente que pela lei ninguém é justificado diante de Deus, porque: O justo viverá da fé. Gl. 3: 11.
53.           A igreja do Deus vivo sustenta esta verdade em substituição a verdade da teologia que classifica a Palavra do Eterno como falsa e enganosa. O verdadeiro adorador e justificado brota desta forma, porque esta igreja produz bons frutos. ...para que, no caso de eu tardar, saibas como se deve proceder na casa de Deus, a qual é a igreja do Deus vivo, coluna e esteio da verdade. I Tm. 3: 15.
54.           Embora a justificação somente pela fé nos é revelada, mesmo assim continua um mistério e da mesma forma que Cristo foi justificado nós somos. Ele foi justificado não é por ter cometido pecado, e sim, por ter nascido homem e carregado nossos pecados, por isso precisava ser limpo (justificado). E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Aquele que se manifestou em carne, foi justificado em espírito, visto dos anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, e recebido acima na glória. I Tm. 3: 16.
Infelizmente tem sido assim, tem sido falado na justificação pela fé, porem, na prática tem sido vivido pelas obras da lei ou da alimentação e pela obediência incondicional ao pastor, deixarei um exemplo: Eles ensinam que, quem salva é Cristo (justifica), mas, se não obedecer de forma incondicional a igreja, sua profetisa, a lei, ao sábado e ao mesmo tempo não crer nos ensinos pastorais, não tem como ser justificado.
A obediência à igreja e ao pastor deve ser condicional e si estiver de acordo com os ensinamentos da Palavra de Deus, mas não tem nenhum peso na salvação. A salvação é Cristo.
As obras da fé que é creditado na justificação não são as que fiz de bom ou deixei de fazer as ruins, é sim, são unicamente os méritos (obras) de Cristo é que são creditadas como obras da fé a serem usadas na justificação.
Autor: Eurias R. Carneiro