sábado, 5 de abril de 2014

MORTE E DESTINO



MORTE E DESTINO

No dia 02/02/1965, vem um choro de uma criança e logo a seguir o sorriso de uma mãe que após alguns minutos de sofrimento vem a alegria estampada em seu rosto ao ver uma vida emanar de seu interior.
Com 49 anos depois esta criança que chorou por vir à existência chora sobre o caixão daquela que a trouxe a vida e que o amou. Não entende a morte, mas tem a certeza que além da morte existe vida que foi implantada pelo filho do homem que morreu e venceu o poderio da morte, Ele mesmo afirmou.
A tristeza consome seu peito e não há consolo, embora creia que haverá ressurreição para não haver mais morte e separação.
Diante de tão grande dilema a qual a Bíblia mostra alguma luz, mas Deus por bem da humanidade deixou em oculto o mistério da morte para que os demônios não aproveitassem de tal conhecimento e enlaçasse o ser humano em enganos profundos e sem retorno.
Como veio a origem da vida em nosso mundo?
Sendo conhecedor apenas do que era bom, o ser humano teria como viver eternamente sem ter que passar pelo processo da morte que trás dores, angustias e separações, mas por ser curioso e querer saber além do que deve, a curiosidade o levou a um caminho de grandes sofrimentos. Gênesis 2:17 - ...mas não comerás da árvore do conhecimento do bem e do mal; porque no dia em que dela comeres, com certeza morrerás.
Para entendermos ou termos uma idéia do que é a morte temos que conhecer o que é a vida ou parte dela.
Deus fez o homem a sua forma e aparência, só não o dotou de divindade para ser adorado, mas o primeiro homem antes do pecado era uma cópia de Deus sem Sua Divindade, ou seja, ele era a imagem visível de Deus e semelhante a Ele, embora não o tenha sido constituído em um Deus. Foi este desejo de tornar-se semelhante ao Eterno em termo de Divindade que levou a queda o mais poderoso dos anjos. Até hoje este anjo por meio de algumas religiões tem inculcado na mente das pessoas que elas são deuses ou podem ser por meio da reencarnação e muitos tem caído nesta cilada. Gênesis 1: 26 - E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme nossa semelhança... / Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo". Isaías 14:14.
Das obras de Deus, a única que Ele literalmente pós a mão na massa foi ao criar o homem, as outras coisas Ele ordenava e com o poder de Sua palavra apareciam do nada. O primeiro homem Deus pegou barro e água na medida certa e fez uma argamassa e passou a moldar um boneco de tamanho gigante tomando por base a estatura humana de hoje. Após verificar que estava da forma que Ele planejara a estátua de barro, Ele inclina-se por cima do boneco de barro e sustenta com Suas mãos a cabeça daquele boneco de barro, encosta sua boca no nariz do boneco e carinhosamente Ele sopra uma partilha da vida, pois Deus é a própria vida e desta forma saiu de Seu ser uma pequena centelha de Seu poderoso sopro e aquele boneco respirou, abriu os olhos e veio a vida. Fico a pensar o olhar dele ao ver o rosto de Deus reclinado sobre ele, deve ter sido uma alegria sem descrição por algum mortal. A união do fôlego que é o espírito com aquele corpo de barro que passou a ser de carne e osso veio à existência a alma que vive. Gênesis 2: 7 - E o SENHOR Deus formou o homem do pó da terra e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente.
Em Adão foi inserido a vida pelo Todo Poderoso Deus, mas em sua esposa não foi doado o sopro a vida diretamente de Deus, ela e todos os mortais herdaram do DNA de Adão. É tão verdade que Deus enclausurou podemos assim dizer a vida no sangue, sem sangue não há vida. Quando uma criança é gerado ela recebe a vida diretamente do DNA de seu pai e a mãe é geradora do corpo que vai receber a vida. Eva foi feita de uma parte de Adão e a vida já veio diretamente do DNA adâmico, ou seja, Deus não soprou nela o fôlego de vida bem como em todos os seres humanos que vem a existência. Adão foi tirado do barro, água e do sopro de Deus, e Eva não. Então o Senhor Deus fez o homem cair em profundo sono e, enquanto este dormia, tirou-lhe uma das costelas, fechando o lugar com carne.
Com a costela que havia tirado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher e a trouxe a ele.          Disse então o homem: "Esta, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada mulher, porque do homem foi tirada".
Gênesis 2: 21 - 23.
O resultado de quem peca é a morte, mas para quem não peca recebe o dom da vida eterna que é a imortalidade por intermédio de Cristo, sendo assim, quem tem Cristo não morre porque não peca. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor. Romanos 6: 23.
A arma da morte para ceifar a vida de bilhões de seres humanos é o pecado e quem dá força para a existência do pecado é a lei. Com a anulação da lei pela vida e morte de Cristo a morte deixou de existir para quem tem um encontro pessoal e definitivo com o Salvador. Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. I Coríntios 15: 56.
O grande amor no coração de Cristo que é a lei da salvação revelada no Espírito Santo libertou os que creem em Cristo do poder da lei do pecado e da lei morte para vivermos em novidade de vida que projeta-se por toda a eternidade. Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte. Romanos 8: 2.
O testemunho de Jesus que é o Espírito de Profecia afirma de forma categórica que aos que crêem no Filho de Deus já foi dado a vida eterna e esta vida foi herdada de Seu Cristo, mas para os que alegam que crer e ainda esperam a vida eterna é porque de fato ainda não deram crédito ao Espírito de Profecia que é a vida eterna em Cristo, para estes restam apenas a morte e para nós que cremos no verdadeiros já temos a vida eterna. E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho. I João 5: 11.
Para quem crer tem a vida eterna, não terá, mas já a tem. Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3: 15.
Nós que cremos já temos a vida eterna e em Sua vinda veremos a vida que é o próprio Cristo que nos concedeu a vida presente e a eterna. Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece. João 3: 36.
Quem está vigilante e vive com Deus não peca, somente os que não conhecem a Deus é que peca. Vigiai justamente e não pequeis; porque alguns ainda não têm o conhecimento de Deus; digo-o para vergonha vossa. I Coríntios 15: 34.
Quem permanece em Cristo é impossível pecar, mas a pessoa que peca é porque nunca conheceu a Cristo. Qualquer que permanece nele não peca; qualquer que peca não o viu nem o conheceu. I João 3: 6.
Se você se considera um pecador é porque ainda comete pecados, neste caso você nunca esteve em Cristo por não conhecê-Lo e também é porque ainda não nasceste de Deus o Pai de Cristo o Salvador, a boa semente do Semeador são as pessoas que permanecem em Deus, por isso esta pessoa não peca e não podem pecar, os que verdadeiramente são nascidos de Deus e vivem em Cristo não peca, só comete pecados as pessoas que são religiosas mas não são a boa semente do Semeador nascida em Deus. Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus. I João 3:9
Este é o grande motivo pelo qual esta pessoa não morre porque já tomou posse da vida eterna, somente a semente má é que morre.
Aqueles que têm Deus em seus corações jamais morrerão por ter a vida imputada em si por causa do crer no Filho de Deus. Os que não alcançaram esta dádiva alem de permanecer destinada a morte são impossibilitados de amarem seus semelhantes. Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte. I Jo. 3: 14
Para o ser humano só há duas escolhas a serem feitas na vida, escolher a vida para não morrer ou rejeitar a vida e está destinado a morte física e espiritual. Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência. Deut. 30: 19.
Todos os que não alcançaram a vida por intermédio de Cristo, estão destinados a morrerem uma única vez, depois disto vem o juízo o que não é uma segunda oportunidade, e sim, prestações de contas sobre suas escolhas que o levaram a rejeitar a vida. E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo. Heb. 9: 27.
Para os seres humanos tanto justos bem como os injustos morrem, mas para Deus o justo não morre conforme as palavras de Cristo, o que para nós está morto em uma sepultura, para Deus eles estão vivos, pois Deus não é Deus de mortos e sim de vivos, é uma vida presente e jamais futurista. O segredo da morte está além da compreensão do ser humano, mas para Deus não há segredos. Ora, Deus não é Deus de mortos, mas de vivos; porque para ele vivem todos. Lucas 20: 38.

Continua...



quarta-feira, 2 de abril de 2014

Mudanças que perturbam as Testemunhas de Jeová

Mudanças que perturbam as Testemunhas de Jeová


A revista “Despertai” de 08/10/1970 nas páginas 8 e 9, trazia a seguinte manchete “Mudanças que Perturbam as Pessoas”.

A referida revista abordava a crise doutrinária entre os católicos romanos que através de séculos foram ensinados que era pecado comer carne nas sexta-feiras. Contudo em 1966 o papa Paulo VI aboliu tal ensinamento.
O Corpo Governante não hesitou em explorar esta mudança para colocar em dúvida o resto dos ensinamentos da igreja. A revista leva os católicos a ponderarem sobre a gravidade de uma religião ensinar uma coisa agora como sendo verdade de Deus e depois nega-la. Veja as ponderações do Corpo Governante:
“Uma das razões é que as pessoas se sentem perturbadas com o que ocorre em suas igrejas. Sim, milhões de pessoas sentem-se abaladas de saber que as coisas que lhes foram ensinadas como sendo vitais para a salvação são agora consideradas pela sua igreja como erradas. Já sentiu, também, desânimo ou até mesmo desespero, por causa do que ocorre em sua igreja?”
“Certo comerciante de Medellín, Colômbia, expressou o efeito das mudanças sobre muitos. “Diga-me”, perguntou, “como posso ter confiança em algo? Como posso crer na Bíblia, ou em Deus, ou ter fé? Apenas há dez anos atrás, nós, católicos, possuíamos a verdade absoluta, tínhamos toda a nossa fé nisso. Agora o papa e nossos sacerdotes nos dizem que esta não é mais a forma de se crer, mas que temos de crer em ‘coisas novas’. Como vou saber se as ‘coisas novas’ serão a verdade daqui a cinco anos?” Quais são algumas destas mudanças que perturbam as pessoas?”
“Durante séculos, os católicos se abstiveram de carne nas sextas-feiras. Era uma lei da Igreja. Muitos criam sinceramente que era lei do Deus Onipotente. Mas, agora, isto mudou. A realidade é que a regra de não se comer carne na sexta-feira se tornou obrigatória apenas há uns 1.100 anos atrás. O Papa Nicolau I (858-867) foi quem a fez vigorar. E quão vital se considerava que os católicos obedecessem a tal regra? Uma publicação que traz o imprimatur católico, indicando aprovação, declara: “A Igreja Católica diz que é pecado mortal o católico comer carne na sexta-feira ciente e voluntariamente, sem motivo suficiente e grave que desculpasse isso.” Acrescenta: A “Igreja afirma que se o homem morrer impenitente em pecado mortal, irá para o inferno”. — Radio Replies (Respostas Radiofônicas), de Rumble e Carty (1938).”
“Assim, os devotos evitavam criteriosamente comer carne nas sextas-feiras. Criam sinceramente que deixar de obedecer poderia levar a seu castigo eterno num inferno de fogo. Mas, então, em princípios de 1966, o Papa Paulo VI autorizou as autoridades eclesiásticas locais a modificar esta regra de abstinência em seus países conforme achassem adequado.”
“O efeito sobre muitos católicos devotos foi devastador. “Todos estes anos pensei que fosse pecado comer carne”, explicou certa dona de casa na região centro-oeste dos EUA. “Agora, subitamente, fiquei sabendo que não é pecado. É difícil de entender.” Se for católico, pode entender como certa prática considerada pela Igreja como “pecado mortal” possa subitamente ser aprovada? Se era pecado há cinco anos, por que não é hoje? Muitos católicos não conseguem entender. Quando se perguntou a certa senhora no Canadá como ela se sentia a respeito das mudanças em sua igreja, replicou: “Não sei. Talvez possa dizer-me. O que irão fazer com todas aquelas pessoas enviadas para o inferno por comerem carne na sexta-feira?” Não são poucos os católicos que fazem tais perguntas. A mudança no ensino abalou sua confiança na Igreja. Não sentiria a mesma coisa se algo que aprendeu sempre ser vital para a salvação fosse subitamente considerado desnecessário? Não ficaria inclinado a questionar outros ensinos de sua igreja também?”
“Muitas pessoas começaram a fazer perguntas no tocante à base de tal ensino, bem como de outros ensinos da Igreja. E o que as deixa especialmente perturbadas é que não recebem respostas satisfatórias.”
“A inabilidade da Igreja de explicar biblicamente sua posição torna evidente um fato importante: A Igreja Católica não baseia seus ensinos no que diz a Palavra de Deus. Antes, alicerçou muitas de suas crenças e práticas em instáveis tradições humanas.”
Este discurso hipócrita do Corpo Governante só encontra guarida nas mentes dos mais incautos, àqueles que não conhecem a história mutante da organização. Cabe aqui salientar que as TJs já fizeram mais de oitenta modificações em sua trajetória religiosa na parte doutrinária – desde sua fundação até o dia de hoje. Já imaginou se as mesmas perguntas que fizeram aos católicos, se voltassem às pobres almas cativas do Brooklyn, o que aconteceria? É evidente que cairiam em erro maior ainda! A organização quer esconder seu passado sujo, mas não hesita em apontar o dedo no passado dos outros.
Por exemplo, na pergunta logo acima, fazem os católicos ponderarem sobre a validade das outras doutrinas da igreja da seguinte maneira: “Não sentiria a mesma coisa se algo que aprendeu sempre ser vital para a salvação fosse subitamente considerado desnecessário? Não ficaria inclinado a questionar outros ensinos de sua igreja também?”
Vejamos como elas reagem quando a mesma questão envolve a “Organização das Testemunhas de Jeová”.
Falando sobre alguns “ajustes” doutrinais de conduta, profecias e ensinamentos que a organização precisou fazer através dos anos, a revista “A Sentinela” de 15/03/1986 na pág. 19, justifica da seguinte maneira: “Quão tolo é adotar a atitude de que as expectativas que precisam dum ajuste lancem dúvida sobre todo o conjunto da verdade!”
Mas não é justamente este o critério que elas usaram com os católicos? Isto não serve para a organização também? Vejam quão hipócritas são essas pessoas! ISSO OCORREU COM AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ?
Daremos apenas dois exemplos práticos de algo semelhante, mas muito mais sério, que ocorreu com a organização.
TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS
Muitas TJs não sabem mas os transplantes de órgãos foram proibidos pela organização em 1967, [curiosamente um ano depois que a Igreja católica mudou sua doutrina sobre a carne] para liberar novamente em 1980. Os transplantes eram vistos como canibalismo. Antes disso qualquer TJ poderia doar seus órgãos, mas desde então foram proibidas pela sua religião. (cf. A Sentinela, 01/08/1961, pág. 480 – em inglês). Observe a pergunta dos leitores e a resposta dada em A Sentinela:
Pergunta: “Há alguma objeção bíblica quanto a doar o próprio corpo para uso em investigações médicas ou quanto a aceitar órgãos para transplante de tal fonte? – W. L., E.U.A.”
Resposta: “Deus permitiu aos humanos que comessem carne e sustentassem as suas vidas humanas tirando as vidas de animais, embora não lhes fosse permitido comer sangue. Será que isto incluía comer carne humana, sustentar a própria vida recorrendo ao corpo ou partes do corpo de outro humano, vivo ou morto? Não! Isso seria canibalismo, uma prática abominável para todos os povos civilizados. [...] Mostrar desrespeito pela santidade da vida humana faria com que uma pessoa se arriscasse a ter a sua própria vida tomada. — Gên. 9:5, 6 [...] Quando homens de ciência concluem que certo processo normal já não funciona mais e sugerem remover o órgão e substituí-lo diretamente com um órgão de outro humano, isto é simplesmente um atalho. Aqueles que se submetem a tais operações estão assim a viver à custa da carne de outro humano. Isso é canibalístico.” (A Sentinela, 15/11/1967, pág. 702 – em inglês)
Mas isto foi radicalmente mudado em 1980:
Pergunta: “Deve a congregação tomar ação quando um cristão batizado aceita o transplante dum órgão humano, tal como a córnea ou um rim?”
Resposta: “No que se refere ao transplante de tecido ou osso humano de um humano para outro, é um caso de decisão conscienciosa de cada uma das Testemunhas de Jeová. [...] Embora a Bíblia proíba especificamente a ingestão de sangue, não há nenhuma ordem bíblica que proíba especificamente receber outros tecidos humanos. Por este motivo, cada um que se confronta com uma decisão sobre este assunto deve examinar esta questão com cuidado e oração, decidindo então conscienciosamente o que ele ou ela pode ou não pode fazer perante Deus. É um assunto para decisão pessoal. (Gál. 6:5) A comissão judicativa da congregação não tomaria nenhuma ação disciplinar, se alguém aceitasse o transplante dum órgão.” (A Sentinela, 01/09/1980, pág. 31)
O que era canibalismo virou questão pessoal!
VACINAÇÃO
Quanto a vacinação, proibiam-na nos termos mais rígidos possíveis, vejam:
“Pessoas ponderadas prefeririam ter varíola em vez de serem vacinadas, porque as vacinas propagam as sementes da sífilis, cancros, eczema, erisipelas, escrófula, tuberculose, até a lepra e muitas outras doenças nojentas. Portanto, a prática da vacinação é um crime, um ultraje, e um engano.” (A Idade de Ouro, 05/01/1929, pág. 502 – em inglês)
“A vacinação é uma violação direta do pacto eterno que Deus fez com Noé depois do dilúvio.” (ibid.)
Mas em 1952 foi drasticamente mudada como se vê na pergunta dos leitores em A Sentinela, de 15/12/1952, pág. 764 – [em inglês].
Pergunta: “São as vacinas uma violação da lei de Deus que proíbe introduzir sangue no sistema? – G.C., Carolina do Norte.”
Resposta: “O assunto da vacinação deve ser decidido pelo próprio indivíduo…E a nossa Sociedade não tem recursos para ser envolvida legalmente no caso ou para tomar a responsabilidade pelo modo como o caso acaba.”
O que era crime agora virou questão de decisão pessoal!13 PERGUNTAS A SEREM FEITAS ÀS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ
O argumento usado pela organização para criticar a Igreja Católica referente a comer carne na sexta-feira é na verdade um argumento bumerangue. Devolveremos aos líderes das TJs as mesmas perguntas de modo contextualizado.
Já sentiu, também, desânimo ou até mesmo desespero, por causa do que ocorre em sua organização?
As TJs acreditavam possuírem a verdade absoluta na questão dos transplantes e da vacina e tinham toda sua fé nisso. Mas isto foi mudado, e agora?
Como irá saber se esses ‘novos ensinamentos’ serão a verdade daqui a cinco anos?
Durante anos, as TJs se abstiveram de transplante de órgãos e vacinação. Era uma lei da Organização. Muitos criam sinceramente que era lei do Deus Onipotente. Mas, agora, isto mudou.
Assim, os devotos evitavam criteriosamente fazer transplantes de órgãos e tomar vacinas. Criam sinceramente que deixar de obedecer poderia levar a seu castigo eterno no Armagedom. Mas, então, em princípios de 1980 [sobre o transplante de órgãos] e em 1952 [sobre a vacinação], o Corpo Governante modificou esta regra de abstinência em seu meio conforme achassem adequado.
Se for TJ, pode entender como certa prática considerada pela organização como “pecado contra Jeová” possa subitamente ser aprovada? Se foi considerado como pecado há tantos anos, por que não é hoje? O que irão fazer com todas aquelas pessoas que morreram por falta de um transplante de órgão ou por falta de vacinação acreditando que era pecado praticar tais coisas?
Não sentiria a mesma coisa se algo que aprendeu sempre ser vital para a salvação fosse subitamente considerado desnecessário? Não ficaria inclinado a questionar outros ensinos de sua organização também?
A inabilidade da organização de explicar biblicamente sua posição torna evidente um fato importante: A organização das TJs não baseia seus ensinos no que diz a Palavra de Deus. Antes, alicerçou muitas de suas crenças e práticas em instáveis tradições humanas.
Teria sido Jeová o autor de tais malefícios?
Quem prejudicou verdadeiramente as pessoas na prática? O Papa ou o Corpo Governante?
O que é pior? Deixar de comer carne na sexta-feira ou deixar alguém morrer por falta de doação de órgãos e vacinação?
Quem colocou em risco a vida de milhares de pessoas? A Igreja Católica ou a Organização das Testemunhas de Jeová?
O que acontecerá com aqueles que foram desassociados por receberem um transplante de órgão ou por terem vacinado seus filhos na época?
TRANSFUSÕES DE SANGUE – a novela se repete
Há duas maneiras de aprendermos as lições amargas da vida: Primeiro aprendendo com nossos erros do passado e depois com os erros do outros. Mas parece que a organização não consegue aprender nem de uma forma nem de outra. Há anos a organização vem proibindo transfusões de sangue e com isto muitas crianças têm morrido por tamanha malvadeza de uma organização que posa como canal de comunicação de Jeová. Mas devido aos inúmeros processos e escândalos que vem sofrendo as TJs já começaram a fazer mudanças significativas em sua doutrina sobre o sangue. Agora já aceitam frações “pequenas” de plasma [se bem que não aceitam o próprio plasma] como concentrado de Fator VIII, concentrado de Fator IX, complexo de anti-Inibição de coagulação (AICC), Albumina, Imunoglobulinas, Concentrado de Anti-Trombina III, Concentrado de Inibição Alfa 1- Proteinase. Ora, qual a diferença em aceitar o sangue inteiro e frações dos componentes desse? No final, e na prática não são a mesma coisa?
Em todos os livros de catequese das TJs, preparados para ensinar os novos adeptos, havia uma parte especial sobre o ensino das transfusões de sangue. No último livro lançado pelas TJs em 2002 intitulado, “Adore o Único Deus Verdadeiro”. [ que nada mais é que um clone do velho livro: “Unidos na Adoração do Único Deus Verdadeiro”], desapareceu as explicações sobre a proibição de receber ou doar sangue. Esta omissão é significativa, pois está preparando as TJs para uma nova mudança. É só questão de tempo!
Mas quando os assassinos [em potencial] do Corpo Governante liberar as transfusões de sangue, quem irá se responsabilizar pelas centenas de vítimas que morreram crendo neste ensinamento? Quantas crianças foram sacrificadas em prol duma obediência cega e maligna a homens irresponsáveis como estes? A revista Despertai! de 22 de maio de 1994 trazia fotografias de 26 crianças Testemunhas de Jeová, com a legenda: “Jovens que colocaram Deus em primeiro lugar”. A revista proclama: “No passado, milhares de jovens morreram porque colocaram Deus em primeiro lugar. Ainda há jovens assim, só que hoje o drama acontece em hospitais e tribunais, tendo como questão as transfusões de sangue.” Veja que essas pessoas brincam com vidas humanas! E o pior é que depois a novela sempre se repete como aconteceu no caso da vacinação e do transplante de órgãos. Os mesmos chavões de sempre serão usados tais como: “é questão de consciência”, ou quem sabe lançarão a culpa em terceiros ou ainda talvez dirão que foi uma “nova luz” dada por Jeová, lançando Deus na bagunça. Talvez uma TJ possa achar que isto é utopia. Mas poderemos nos exemplos do passado. Será que houve de fato algo semelhante que possa servir de ilustração? Sim há, e muitos…mas vamos registrar apenas um deles – a neutralidade no serviço militar. Veremos como o corpo governante poderá lançar mão dos mesmos artifícios para justificar sua conduta imoral.EXEMPLOS PARA SE PENSAR
“Portanto, quando César exigiu ter as coisas de Deus, [os cristãos] agiram em harmonia com os princípios apresentados em Atos 4:19 e 5:29. Quer o assunto fosse o derramamento de sangue, trabalho militar não-combatente, serviço alternativo, ou saudar uma imagem tal como uma bandeira nacional, os cristãos fiéis adotaram a posição de que NÃO EXISTE MEIO TERMO. Em alguns casos eles foram executados devido a esta posição.” (Watchtower, 01/09/1986)
Mas o que muitos não sabem é que antigamente, Russell, não via nenhuma objeção a um jovem TJ servir o exército;
“Observe que nenhum mandamento existe nas Escrituras que proíba o serviço militar”. (Watchtower 01/08/1898, pág. 231 – em inglês)
Mas tudo mudou na gestão Rutherford, não havia mais tolerância para com as coisas deste mundo como na época de Russell. Como conseqüência, muitas TJs foram presas, torturadas e até mortas por causa dessa “nova luz”:
“Muitas das Testemunhas de Jeová foram encarceradas por não quererem violar a sua neutralidade cristã. Algumas foram tratadas com brutalidade, mesmo a ponto de serem mortas. Outras continuaram a demonstrar a sua neutralidade durante anos de prisão.” (Unidos na Adoração do Único Deus Verdadeiro, pág. 167 – 1983)
Mas num passe de mágica tudo mudou, em 1996 a Sociedade Torre de Vigia lançou uma nota em A Sentinela, de 01/05/1996, págs. 19/20, liberando os jovens Tjs quanto ao serviço militar, dizendo que era questão de consciência. Mas, e os TJs que estiveram presos até aquele momento por aderirem à política extremista do Corpo Governante? E quanto àqueles que foram mortos crendo que era proibido servir a pátria? Para limpar sua auto imagem, de maneira descarada, o Corpo Governante joga a culpa novamente [como sempre fizeram] sobre as pobres vítimas, escravas da organização. Em A Sentinela de 15/08/1998 na pág. 17, traz o problema à lume sob o subtítulo “Sensação de ter sofrido desnecessariamente”. Uma maneira desavergonhada de se livrar da culpa por tantas mortes.
“No passado, algumas Testemunhas sofreram por terem negado a participar numa atividade que sua consciência agora talvez permita.”
“Foi injusto da parte de Jeová deixa-lo sofrer por rejeitar aquilo que agora poderia fazer sem conseqüências?”
“Nos tempos modernos, algumas Testemunhas foram muito estritas no seu conceito do que fariam ou do que não fariam. Por este motivo, sofreram mais do que outros. Mais tarde maior conhecimento os ajudou a ampliar sua visão dos assuntos.”
Para justificar essa tremenda patifaria que fez com seus adeptos a organização chega a alegar que até mesmo os apóstolos sofreram de modo desnecessário:
“Será que se queixaram de que o arranjo de Deus fora injusto por ter antes exigido deles coisas que depois não eram mais necessárias? Não, eles [os apóstolos] se alegraram com o entendimento maior dos propósitos de Jeová.”
“É deveras elogiável que tenham demonstrado sua disposição de sofrer por serem fiéis a Jeová…Jeová abençoa este tipo de devoção piedosa.”
Veja que após lançarem as TJs à beira do extermínio, os líderes voltam atrás e retiram o que disseram lançando a culpa nas próprias TJs. Agora já não era mais questão de obediência, mas questão de consciência. Isto pode realmente ser chamado de arranjo de Jeová ou são mudanças desnecessárias de homens irresponsáveis? Será que as pessoas que foram torturadas por obedecerem isto como uma lei estrita de Jeová está realmente alegres com este novo entendimento? E a quem obedeciam: a Jeová ou ao corpo governante? A culpa foi realmente delas ou de seus líderes? Era a visão delas que estava distorcida ou foi isto ordenado pela organização? Observe como veio fazer parte da conduta das Tjs tal proibição:
“No mês seguinte, recebemos um exemplar antecipado de A Sentinela (em inglês) de 1º de novembro de 1939, com o tema “Neutralidade”. Exatamente no momento certo o artigo delineava a posição bíblica para os cristãos verdadeiros durante conflitos mundanos. (João 17:16) Logo começaram a ocorrer prisões e encarceramentos de centenas de nossos irmãos e irmãs britânicos” (A Sentinela, 01/03/1988, pág. 14)
Pondere nas ordens da organização quanto a neutralidade; observe que a ordem partiu dos líderes e não da consciência das TJs. Preste atenção que no momento exato [da guerra] o corpo governante e não a consciência dos adeptos proclamou que deveriam ser neutros em assuntos civis e militares. Isto poderá perfeitamente ser repetido quanto a questão do sangue; a história e a falta de ética do corpo governante tende a confirmar isto. Todavia, não podemos esperar para ver. Precisamos alertá-las de que estão sendo manipuladas de modo inescrupuloso por homens criminosos que só pensam em mentir o tempo todo. Não possuem o menor respeito e amor à vida de seus membros.

FONTE:  http://www.cacp.org.br/mudancas-que-perturbam-as-testemunhas-de-jeova/

Você deixaria seus filhos três dias sem comer?

Você deixaria seus filhos três dias sem comer?


Você deixaria seus filhos três dias sem comer?



Ellen White recomenda deixar as crianças sem comida por pelo menos 3 dias!
Você que costuma seguir os conselhos de Ellen G. White, responda você esta disposto a seguir este conselho?
Veja o texto completo no www.ellenwhiteboks.com
Carta retirada do site adventista.ws
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Caro irmão Ennis,

Após seus questionamentos muitos estamos relendo EGW e constatando inconsistências aos montes.
Tudo indica que aquilo que era uma orientação à igreja, a organização passou a usar como sendo profecia e virou uma fonte extraordinária de LUCROS.
Estive a pensar: como pode a luz menor ter cerca de 100 mil páginas – até o momento apenas 30 % publicado – enquanto que a luz maior tem apenas cerca de 1.400 páginas. Pode?
Quanto à questão de “DEIXAR A CRIANÇA SEM COMER ATÉ TRÊS DIAS”, o que é um tremendo absurdo e o pior, pelo que está escrito no texto, por culpa das mães e não dos filhos, faço as seguintes considerações:
Observe o texto do livro Temperança página 158:

Ellen G. White

“Metade das Mães não Sabem Cozinhar
Nem a metade das mães sabem cozinhar ou o que pôr diante de seus filhos. Colocam perante seus filhinhos nervosos essas indigestas substâncias que ardem na garganta e por todo o caminho abaixo até às delicadas membranas do estômago, tornando-o como fogueira a arder, de modo que não reconhece a comida saudável. Os pequeninos chegam à mesa, e não podem comer isto, ou aquilo. Tomam o controle e comem justamente o que querem, seja ou não para benefício seu.
Eu recomendaria deixá-los ficar sem comida pelo menos por três dias, até que sintam fome bastante para tomar o alimento bom e saudável. Arriscaria deixá-los passar fome. Nunca pus em minha mesa comidas de que não permitisse que meus filhos participassem. Punha diante deles só aquilo de que eu própria comia. As crianças comiam isto, e nunca pensavam em pedir aquilo que não se encontrava na mesa.
Não devemos condescender com o apetite das crianças, apresentando-lhes essas comidas indigestas”. Manuscrito 3, 1888 (Temperança, 158).
Comentário:
Pelo que está escrito acima, da “pena inspirada” a culpa no caso era das mães que não sabem cozinhar e colocam perante seus filhinhos nervosos essas indigestas substâncias que ardem na garganta e por todo o caminho abaixo até às delicadas membranas do estômago, tornando-o como fogueira a arder, de modo que não reconhece a comida saudável”. Então quem deveria se concertar eram as mães, aprendendo a cozinhar e não os filhos. Puni-los é, no mínimo, injusto e cruel.
“Eu recomendaria deixá-los ficar sem comida pelo menos por três dias, até que sintam fome bastante para tomar o alimento bom e saudável. Arriscaria deixá-los passar fome”. Tal conselho é uma CRUELDADE, sobretudo quando se reconhece que a culpa é das mães e não dos filhos.
“Não devemos condescender com o apetite das crianças, apresentando-lhes essas comidas indigestas”. Essa conclusão mostra que o apetite desordenado das crianças é conseqüência da falta de preparo e de domínio próprio das mães, no entanto, os filhos é que devem ser punidos, e com requintes de crueldade.
Maranata. Paulo Pinto
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Comentário

Gostaria de lembrar o que esta escrito no Nisto Cremos, doutrina no 17: “… Seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja.”

Duvido muito, que uma criança que fique três dias sem comer se sinta confortável, e lembrando o que diz a bíblia: ”E vos, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor” (Efésios 6:4). Fico pensando no testemunho destas crianças ao relatar como suas mães os maltrataram para que se tornassem vegetarianos, ferindo assim o livre arbítrio! Leia também Mateus 7;9-11 e Lucas 11;11-13 onde Jesus fala sobre coisa boas para os nossos filho como o ovo e o peixe, ou seja,alimentos carneos, e marcos 7:18-19 onde Cristo considera puros todos os alimentos.

Conclusão

Esta claro que há fanatismo na reforma! Mas você tem que responder algumas perguntas;
1) Você deixaria seus filhos três dias sem comer para torná-los vegetarianos fanáticos que fariam o mesmo com os seus netos?
2) Ao não aceitar este conselho de Ellen White você deixa claro que nem todos os conselhos de EGW são bons?
3) Será que a reforma alimentar são ensinamentos de Deus ou dos demônios Deus leia 1Timoteo 4:1-5, Hebreus 13:9, Colossenses 2:16-23, Marcos 7:18-19 e Romanos 14:1-23.
Fonte:  http://bispo.bloggeiro.com/BISPO-b1/Voce-deixaria-seus-filhos-tres-dias-sem-comer-b1-p24.htm

FONTE: http://www.cacp.org.br/voce-deixaria-seus-filhos-tres-dias-sem-comer/