quinta-feira, 27 de março de 2014

QUERO VER OS NATURISTAS DE PÚLPITOS

QUERO VER OS NATURISTAS DE PÚLPITOS
QUE ENSINAM QUE A CARAMBOLA É EXCELENTE PARA QUEM TEM PROBLEMAS DE RINS

MEDICINA: POR QUE PASSARINHO​S NÃO BICAM CARAMBOLA? 

Recebido por e-mail do amigo fraterno BQ-75 MAGNO

ISSO SÓ VEM CONFIRMAR O VELHO DITADO POPULAR: "PASSARINHO QUE COME PEDRA SABE OS RINS QUE TEM".

Passarinho não bica CARAMBOLA! - Utilidade pública


A Câmara de Vereadores da cidade de Jaú, no interior de SP, aprovou por unanimidade um projeto do vereador José Mineiro de Camargo (PSB) que obriga estabelecimentos como lanchonetes, bares, restaurantes, hospitais e repartições públicas municipais a afixarem cartazes alertando para o risco do consumo da carambola e do suco da fruta.

A carambola tem uma toxina que pode matar portadores de insuficiência renal.

A lei, que também estabelece aos donos de estabelecimentos que evitem a venda da fruta a pessoas que tenham complicações renais, vigora há menos de 2 meses. "É mais um alerta do que uma proibição às pessoas que têm insuficiência renal, para que não venham a sofrer as consequências.
 
A carambola tem uma neurotoxina que, se não for filtrada, vai direto para o sangue. Se o paciente portador de insuficiencia renal comer a fruta, ele deve contar ao médico, pois corre o risco de entrar em coma e morrer, se não fizer hemodiálise. O rim normal filtra a toxina", afirmou o vereador. Depois de contar que pesquisou o assunto, Camargo disse que os diabéticos também correm risco e que 99% da população desconhece os danos causados pela carambola.
 
O médico Eduardo Martins Rebec, nefrologista do setor de hemodiálise da Sta Casa de Jaú, confirma o risco no consumo da fruta. "Há risco de morte, sim. O rim de quem tem insuficiência renal não consegue eliminar a toxina, que se acumula no sangue e acomete o sistema nervoso central. Se o portador de insuficiência renal ingerir a carambola, pode ter convulsões e entrar em coma com risco de óbito", alerta. Para remover a toxina, é feita uma hemodiálise de urgência.
 
ATENÇÃO: O ASSUNTO É MUITO SÉRIO "Soube da periculosidade da carambola quando, em Jan/2010, minha esposa esteve internada no Hospital Albert Einstein, em SP. Na prescrição de sua dieta, estava explicitamente recomendado que pacientes portadores de insuficiência renal não deveriam consumir esta fruta." Moacyr Mansur TOXINA DA CARAMBOLA... (links no final da noticia) "Sei disto já faz tempo, pois meu pai ficava repetindo: "É muito estranho, porque os passarinhos não bicam as carambolas, mesmo quando estão bem maduras?"
 
Não deixem de ler mais informações nos links indicados abaixo.
 
http://www.todafruta.com.br/portal/icNoticiaAberta.asp?idNoticia=8327
 
http://taibioideias.blogspot.com/2010/03/toxina-da-carambola.html
 
http://medicinasnaturais.blogspot.com/2008/02/carambolas-vs-doentes-nefrolgicos.html
 
Fonte: http://rvchudo.blogspot.com.br/2011/09/medicina-por-que-passarinhos-nao-bicam.html?spref=fb

 

EX - TJS - II

Ex-Testemunha de Jeová conta como se transformou em ateu

 do leitor Regis (foto) a propósito de

Ex-fiel diz que TJs pressionam sua mãe para considerá-lo como morto

Sou ex-testemunha de Jeová e infelizmente casos de destruição familiar se repetem quando um dos membros TJs deixa a religião, seja por ser expulso ou por pedir para sair.

No meu caso, o bom foi que eu e minha esposa saímos juntos depois de ficarmos considerando as bases de nossa fé por dois anos. Se não fosse a pesquisa conjunta hoje nossa família estaria destruída.

Pedimos nossa saída por carta e uma comissão de anciãos julgou nosso pedido, aceitaram nosso desligamento, mas todos nossos familiares e antigos amigos que lá frequentam não podem mais nos dirigir a palavra.

O pai de minha esposa vive depressivo por ser ancião e ser obrigado a evitar a filha sob pena de perder o cargo. A vigilância entre os membros é severa e qualquer deslize pode levar a pessoa a ser julgada e desassociada, recebendo o mesmo tratamento de exclusão social.

O mundo das TJs é isolado, crescer lá sem nunca poder ter amizade com quem não é da mesma fé torna a expulsão avassaladora. Perder esse círculo social religioso significa estar sem qualquer suporte emocional, tudo afora das TJs é de Satanás.

A organização das TJs é voltada para criar no seguidor uma forte dependência mental, toda sua vida lá é dirigida através de normas e regras estudadas exaustivamente em revistas e livros. Mesmo alguma questão dita de "consciência" já tem pré-estabelecida a resposta certa a tomar.

O controle pelo medo é através de chantagem teológica. Você pode deixar a religião, mas vai pagar perdendo sua família, seus amigos, a vida eterna, o amor de Deus e a estabilidade emocional. TJs são enfraquecidos a ponto de não suportar o mundo sem a muleta religiosa.

A vida como TJ é mentalmente cansativa e seu estilo levam muitos à depressão, ser expulso tem levado a suicídios. Se uma pessoa já possui algum distúrbio mental e vive num ambiente TJ, é certo que seu caso será agravado. É um ambiente insalubre.

O caso de Realengo é um exemplo disso e foi pouco explorado o fator TJ na infância do maluco. Muito do molestamento que ele sofreu foi por ser TJ, como a própria irmã de criação afirmou no programa "A Liga" da Band. Ele tinha sido expulso das TJs e estava isolado da família. Será que esse fator não foi importante?

Quem deixa as TJs precisa de um novo círculo social para se estabelecer de forma mentalmente saudável. Porém alguns não suportam o isolamento e voltam para religião. Para ser aceito de volta a pessoa tem de frequentar as reuniões entrando sempre um pouco depois do inicio, não cumprimentar ninguém (ninguém vai cumprimenta-la também), tem de sentar-se nos fundos de forma discreta e sair imediatamente após a oração final. Os anciãos estarão avaliando sua submissão.

Após no mínimo seis meses nessa rotina de silêncio, o interessado tem de escrever uma carta mostrando arrependimento e os motivos de desejar ser a readmissão. Esta carta pode ser rejeitada e ele continuar na situação por anos. Isso quebra a personalidade humana.

A programação faz toda TJ acreditar que o mundo está muito perto do fim e que a única chance de salvação é dentro dessa organização, mas sair de lá não garante a libertação da mente.

Para minha família, a chave foi a coragem de aos poucos questionar e procurar respostas sérias. Conforme fomos pesquisando novas questões surgiram e mesmo que isso destruísse nossas antigas certezas, as respostas racionais trouxeram satisfação. Não que as respostas fossem o que desejávamos, não eram. No entanto isso foi nos livrando da dependência, da programação.
Com o tempo nossas perguntas tiveram de ir além das TJs, tivemos de investigar o cristianismo e suas bases, a Bíblia e suas origens.

Com o passar dos anos eu e minha esposa nos tornamos ateus, e é hoje um enorme alivio vermos nossos filhos longe do que poderia estar sendo a vida deles vivendo com medo e ignorância, pregando de casa em casa sobre a guerra de Jeová e o banho de sangue a fim de trazer um paraíso para robôs.

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/04/regis-conta-como-deixou-de-ser.html#ixzz2xAvMPGZd
Paulopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem.
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EX - TJS


EX - TJS VÃO AS RUAS PARA COMBATER A DISCRIMINAÇÃO

Ramos pede à população reação à intolerância 

 Sebastião Ramos (foto), 55, vai com frequência às ruas de Fortaleza (Ceará) para combater a discriminação das Testemunhas de Jeová contra seus ex-seguidores e a intolerância praticada pelas demais religiões.

À frente de um grupo de pessoas — ex-TJs na maioria —, Ramos tenta sensibilizar a população munido de megafone, folhetos, faixas e carro de som. Ele tem usado a experiência que obteve como diretor de política e educação do Sindicato dos Servidores da UFC (Universidade Federal do Ceará).

A sua militância contra o fanatismo religioso se estende à internet e a outdoors. Ele tem procurado ajuda de autoridades governamentais, do Ministério Público e da Justiça. Fundou a Abravipre (Associação Brasileira de Apoio a Vítimas de Preconceito Religioso).

A obstinação marca a personalidade de Ramos. Quando foi fiel das TJs — por cerca de 10 anos, a partir de 2001 — ele batia de porta em porta para pregar a doutrina da religião. Acreditava piamente que assim estava ajudando a levar as pessoas para o reino de Deus.

Ramos, contudo, acabou sendo vítima da própria doutrina que pregava, com se tivesse sido atingido por um tiro que saiu pela culatra.

Ele foi sumariamente expulso das TJs, tornou-se um maldito, um desassociado. E por um motivo inesperado. Ramos estava publicando em jornais artigos elogiosos à doutrina. Até escreveu um texto fazendo restrição à transfusão de sangue.

Então ele deu conta de que as TJs cassam de seus fiéis o direito constitucional de livre expressão, pelo menos em relação a assuntos bíblicos e religiosos. Ninguém pode pensar com sua própria cabeça porque a igreja não tem controle sobre as conclusões às quais se pode chegar. Somente alguns poucos iluminados “anciões” (pastores) podem se manifestar em público sobre a doutrina.

Ramos passou a ser evitado por amigos, colegas e familiares que fazem parte da igreja. Sentiu o quanto pode ser odiosa e perversa a discriminação religiosa. Desde que foi chutado para fora dos salões das TJs, por exemplo, ele tem sido rejeitado pela sua irmã. Faz quatro anos.

Na entrevista abaixo, concedida por e-mail, além de sua luta contra a intolerância religiosa, ele fala por que se tornou um fiel das TJs e acabou escorraçado de lá. 

Entrevista

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2014/03/ex-tjs-sai-as-ruas-para-combater-discriminacao-religiosa.html#ixzz2xArzQg6S
Paulopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem. Diga-me como você se tornou seguidor das Testemunhas de Jeová, quanto tempo se manteve nessa religião e por que acabou sendo expulso sumariamente dos salões da igreja.

As Testemunhas de Jeová são treinadas para atingir toda sorte de pessoas. Eu estava totalmente descrente nas religiões, com o movimento sindical e com a política quando fui abordado por pregadores das TJs. Eles disseram que os integrantes da religião não se envolviam com eleições, e então me encantei à primeira vista com a sua proposta. Troquei as passeatas pela pregação de porta em porta e, tempos depois, fui julgado e expulso da congregação simplesmente por escrever artigos de opinião em jornais, falando bem da doutrina das TJs. Aproximadamente passei dez anos nessa organização.

Parece-me estranho que alguém seja expulso de uma religião porque estava escrevendo elogiando sua doutrina. Dá para explicar isso melhor? As TJs cassam o direito de livre expressão de seus seguidores, mesmo quando eles fazem elogio à doutrina? É isso?

Falar na mídia sobre a doutrina das Testemunhas de Jeová teria que ser por meio de um grupo seleto (comissionado) de anciãos congregacionais. Fui o primeiro a publicar matérias em jornais a respeito das crenças das Testemunhas de Jeová. O seu conteúdo se pautava em pontos sensíveis para a Sociedade Torre de Vigia [nome oficial da religião], que denomina o inteiro sistema religioso de babilônico. Minha intervenção era direta nesse sentido. O observe neste link um dos textos que fizeram os anciões aumentarem a pressão sobre mim. Recebia elogios das TJs pelos escritos e ainda hoje continuo a receber e-mails.

O problema é que o direito de expressão não existe para as Testemunhas de Jeová, pois as publicações da congregação vêm condensadas aos interesses da cúpula que administra os templos no Brasil.

Fiquei com a impressão de que a direção da Sociedade Torre de Vigia temia que eu sozinho, começando a fazer análise de textos bíblicos, poderia identificar alguma contradição naquilo que eles pregam, invocando passagens bíblicas, como, por exemplo, o tratamento que deve ser dispensado a ex-membros, totalmente fora de qualquer propósito divino ou humano.

Na termologia das TJs, você foi “desassociado”, o que é pior do que a excomunhão da Igreja Católica, porque, no seu caso e de tantos outros, há por parte dos integrantes da igreja uma discriminação descarada, sem nenhum disfarce.

É isso mesmo que acontece. E o mais grave, no caso de expulsão, é que você não pode trocar sequer um “oi” com seus antigos amigos. Faz quatro anos que eu não vou à casa de minha irmã porque, para quem não mora sob o mesmo teto de seus familiares, o apartheid é total. Isso gera danos psicológicos gravíssimos, alguns até irreversíveis. Trata-se de um dos maiores atentado à vida e aos direitos humanos.

Você recorreu ao Ministério Público, que acionou a Justiça. Em que pé se encontra o processo judicial?

São três processos. Uma ação penal contra lideranças locais (ajuizada pelo MP do Estado do Ceará), uma ação civil pública pelo MPF/CE e uma ação por danos morais pela Defensoria Pública do Ceará. As duas primeiras foram extintas e a terceira continua sub judice.

Você realmente acredita que uma decisão judicial favorável a sua luta contra a intolerância, caso ocorra, possa mudar algo que está enraizado na doutrina das TJs? Você não estaria sendo idealista demais (para não dizer inocente), como já foi quando defendia essa mesma doutrina?

Na época em que abri um procedimento no Ministério Público Estadual do Ceará contra os pastores que me desassociaram, houve uma grande expectativa em todo o país. Entretanto, para um movimento que estava dando seus primeiros passos, precisava de algo que proporcionasse sustentação política devido às pressões crescentes da Torre de Vigia contra mim. E então passamos a "dialogar" com a sociedade através de panfletagens e manifestações sobre o tema. A Torre de Vigia, apavorada, enviou carta a todas as congregações da Grande Fortaleza e região alertando sobre o “perigo” que representava o nosso movimento. Na realidade estávamos corretos, pois nossas ações resultaram na construção de um movimento muito mais forte, o que possibilitou a criação da primeira associação de combate à intolerância religiosa no Brasil, a ABRAVIPRE.

Em resumo: em um determinado momento você se decepcionou com a política, com o movimento sindicalista e, de maneira geral, com as religiões, e acabou se encantando com as Testemunhas de Jeová, como se o dogmatismo dessa crença fundamentalista pudesse ser uma solução. Agora você procura apoio de políticos para combater a discriminação religiosa. Mas os políticos não estão preocupados com esse tipo de coisa. Eles querem mesmo é agradar os religiosos, incluindo os mais conservadores, na expectativa de obter votos. Você não estaria de novo navegando em um barco furado?

Concordo em número, gênero e grau com que você diz na pergunta. Historicamente, a política sempre esteve atrelada às religiosidades. Quando comecei a denunciar a desassociação, passei a bater na porta de todos os segmentos da sociedade, independentemente de sua ideologia política — partidária, religiosa e social. Quando passei a denunciar a tortura psicológica praticada contra as ex-Testemunhas de Jeová, consegui apoio institucional de alguns políticos que historicamente já combatiam violações de direitos humanos.

Retomando ao começo da entrevista, tenho uma curiosidade: na época em que escrevia elogios à doutrina das TJs, você chegou a defender a proibição de transfusão de sangue?

Todas as Testemunhas de Jeová acreditam piamente em tudo que é ensinado pelos pregadores, inclusive no veto às transfusões sanguíneas por motivo bíblico. Cheguei a publicar um artigo defendendo a transfusão (Novos Experimentos Revolucionam a Medicina Transfusional). Após a publicação desse texto, recebi uma visita da Colih — Comissão de Ligação com Hospitais — em meu trabalho, intimando-me a parar de escrever. Após a minha desassociação, denunciei as mortes que têm acontecido pela recusa das transfusões de sangue por meio de outro artigo (Morte imposta por decreto religioso).

Você atualmente segue alguma religião? 

Sou um defensor da liberdade religiosa. As pessoas têm o direito de exercer fé, ingressar em uma religião ou não ter fé em uma divindade. Particularmente, a proposta que as religiões hoje oferecem não me atrai mais. A máxima dos antigos repassada pelo meu pai é a metodologia que acredito hoje: "Creia em Deus, que é santo velho". Essa frase, em conexão com a leitura da Bíblia, me convenceu de que Deus não habita em templos erigidos por mãos humanas. Ou seja, onde dois ou três se reunirem em nome de Cristo, ou em particular, qualquer lugar, acredito que nossas orações podem ser ouvidas..

Para finalizar, fale um pouco sobre a Associação Brasileira de Apoio a Vítimas de Preconceito Religioso (ABRAVIPRE), da qual é fundador. Que tipo de apoio a associação dá às vítimas e dê exemplo de casos que têm aparecido por lá.

A ABRAVIPRE é fruto de uma trajetória muito conturbada. Denunciar a intolerância religiosa além do mundo virtual, em faixas, outdoors, manifestações públicas, TVs, rádios, jornais impressos), provoca fortes reações dos opressores.

Por outro lado, estamos colhendo frutos. Ao passamos com o áudio pelas ruas e avenidas, as pessoas saem às portas para nos cumprimentar e receber panfletos. Muitos têm afirmado que não mais frequentam o salão do reino das Testemunhas de Jeová devido ao nosso trabalho. Outros desistem do estudo da Bíblia com esse grupo.

A ABRAVIPRE é a primeira associação que se propõe a ajudar pessoas de todas as religiosidades que se sentirem discriminadas. Continuamos em processo de construção, objetivando uma ampliação de tarefas nos demais estados. Voluntários se propõem a nos ajudar em diversas modalidades. Um exemplo: um desassociado de Minas Gerais, que é proprietário de bancas de jornais, se propôs a colocar panfletos nos encartes que serão distribuídos aos milhares. Uma forma simples, mas objetiva. Outros deixam o panfleto nas caixas de correio, etc.

Mais exemplo: uma mulher denunciou que sua irmã doou seu carro e um cheque de valor expressivo para determinada igreja. Depois, ela passou a entregar parte do dinheiro da aposentadoria de sua própria mãe. A ABRAVIPRE procurou algumas entidades de direitos humanos para atuar em conjunto nessa causa, até porque nosso movimento desde o início tem conseguido apoios institucionais.

Não por acaso que, em parceria com entidades religiosas e institucionais, formalizamos o nosso Comitê Estadual em Defesa do Respeito à Liberdade Religiosa, Direitos Humanos e contra a Intolerância Religiosa - um ganho imensurável.

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2014/03/ex-tjs-sai-as-ruas-para-combater-discriminacao-religiosa.html#ixzz2xAsKUw6A
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Ramos levou para rua sua luta contra intolerância religiosa

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